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Dia da Reforma Protestante é Comemorado com Lançamento de Selo

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB) e a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) promoveram, em Porto Alegre(RS), a celebração dos 500 Anos da Reforma Protestante.

O calendário de festividades teve início em 18 de outubro eencerrou-se hoje, quando é comemorado em todo o mundo o Dia da Reforma Protestante. Um selo comemorativo foi lançado em comemoração aos 500 anos da Reforma, iniciada por Martinho Lutero.

O selo tem as cores de fundo em azul escuro, simbolizando serenidade, racionalidade, fé e esperança e laranja, que representa movimento, comunicação e expansão. As cores traduzem graficamente a contribuição luterana à igreja no mundo.

A ruptura que a Reforma produziu no pensamento teológico, social e cultural está também representada nas cores. A figura da Rosa de Lutero também está presente no selo, e representa a morte de Cristo na cruz, idéia central do Cristianismo e que figura a redenção do homem realizada por Deus. A morte de Cristo, de acordo com as teses luteranas, proporcionam ao homem alegria, paz e esperança numa dimensão eterna.

Martinho Lutero é considerado a figura central da Reforma Protestante. Ele confrontou em pleno século XVI, a idéia de que o perdão pelo pecado poderia ser comprado por meio da venda de indulgências.

Lutero escreveu as 95 teses, em que ensinava que a salvação não se obtém apenas com boas ações, mas é um livre presente de Deus, recebida apenas pela graça através da féem Jesus. Além disso, Jesus é o único que poderia, se houver um arrependimento genuíno, perdoar os pecados do homem.

Ensinando que a Bíblia é a única fonte de conhecimento revelada por Deus, Lutero, que era sacerdote agostiniano e professor de teologia na Alemanha, desafiou a autoridade papal da Igreja Católica Romana. Ele foi contrário também ao sacerdotalismo, por considerar todos os Cristãos batizados como um sacerdócio santo. Aqueles que se identificavam com os ensinamentos de Lutero eram chamados luteranos.

Lutero fez uma tradução em outros idiomas que não o latim, única língua em que eram encontradas as Sagradas Escrituras na época. Isso ampliou sua acessibilidade, causando um impacto gigantesco na Igreja e na cultura cristã mundial.

As igreja luteranas no Brasil planejaram uma programação para os próximos seis anos, com seminários voltados a temas da Reforma. Foi criada também a Praça de Lutero, em Porto Alegre, bem como a publicação de uma revista sobre o tema.

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Rainha da Bateria da Mangueira É Evangélica

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A rainha da bateria da escola de samba Mangueira, Renata Santos, é evangélica. A beldade fez a revelação durante o Seminário da Primeira Feira Mística, que reuniu representantes religiosos e personalidades do mundo do samba no domingo (23), surpreendendo a todos.

O seminário foi realizado no Centro de Convenções Sul América e debateu sobre a religiosidade no carnaval brasileiro.

A rainha da bateria fez a revelação no microfone, durante o evento: Sou evangélica e frequento uma igreja em Santa Cruz”, deixando todos surpresos. Renata já fez um ensaio para a Playboy no ano passado e gravou clipe de músicacom cenas vulgares.

Segundo o site SRZD, algumas figuras do carnaval carioca participaram do evento, entre elas, carnavalesco da Imperatriz, Max Lopes, o coordenador da bateria da Mocidade, Andrezinho, a rainha de bateria da Mangueira, Renata Santos, o intérprete oficial da Unidos da Tijuca, BrunoRibas, além de representantes de diferentes crenças.

Foram debatidos tópicos como a utilização de imagens nos desfiles das escolas de samba, como as religiões vêem os desfiles e consultas às lideranças religiosas sobre o desenvolvimento dos enredos.

A rainha de bateria da Mangueira, Renata Santos, ao revelar que é evangélica, destacou que não enfrenta “nenhuma dificuldade” na igreja que frequenta por participar do Carnaval.

A utilização de imagens gerou grande discussão e o representante da Arquidiocese do Rio, Padre Gegê, concluiu que a Igreja Católica não tem o dever de censurar o trabalho do artista. Segundo ele, proibir não é o caminho e tudo pode ser resolvido com diálogo.

Diane Kuperman,líder judaica, contribuiu às discussões dizendo que seu segmento também não tem o objetivo de criticar ou interromper o trabalho do artista. Ela lembrou que acomunidade judaica ajudou no desenvolvimento do enredo da Mangueira, cujo título foi "Os dez Mandamentos: O samba da paz canta a saga daliberdade", e também desfilou na escola.

Ao final, os participantes chegaram ao consenso que deve existir “respeito e verdade”, pois “nenhuma religião ou crença tem o direito de interceder no trabalho de um artista”.

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Grupo Gay Pede Punição a Emissoras que Produzem Ofensas

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) encaminhou ofício ao ministro das comunicações, Paulo Bernardo, pedindo providências sobre as concessões públicas de televisão pois teriam se sentido ofendidos por programas religiosos nas emissoras comerciais.

O grupo se sentiu atingido por declarações do pastor Silas Malafaia, que apresenta o programa “Vitória em Cristo” nas emissoras Bandeirantes e Rede TV, e alegou que os programas religiosos frequentemente ofendem os homossexuais.

De acordo com o Observatório do Direito à Comunicação, Toni Reis, presidente da ABGLT declarou que “Malafaia vinha nos ofendendo em várias situações nos seus programas. Só que agora ele incentiva à violência, diz para abaixar o porrete na gente. Por isso nós pedimos providências ao Ministério das Comunicações e ao Ministério Público também”.

A ABGLT quer que haja alguma punição às emissoras que fazem declarações ofensivas aos direitos dos homossexuais pretendendo com isso que essa prática seja inibida nos meios de comunicação.

Segundo Toni Reis, Malafaia não estaria aberto ao diálogo, e por isso eles solicitaram providências ao Ministério das Comunicações. “Nós entramos também com uma ação no Ministério Público Federal e vamos utilizar todos os meios legais a que tivermos acesso aqui no Brasil”. De acordo com ele, a idéia não é judicializar tudo, é de primar sempre pelo diálogo, mas garante que “a partir do momento em que isso se fizer necessário, vamos fazer sem sombra de dúvida”, conclui Toni.

Até o momento, nem o Ministério das Comunicações nem o pastor Silas Malafaia se pronunciaram sobre o assunto.