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Senador e bispo da Iurd diz que STJ faz ativismo sexual

MARCELO CRIVELLA ALFINETA

 

O Senador e Bispo Marcelo Crivella criticou em discurso no plenário do Senado a decisão tomada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) de reconhecer o casamento civil homossexual.

A ação julgada pelo STJ foi movida por duas mulheres gaúchas que queriam o direito de se casarem em um cartório. Crivella lamentou a decisão, definindo a atitude tomada pelos ministros do STJ como “ativismo judiciário” e afirmou que o assunto é preocupante.

“Esse ativismo judiciário faz bem ao Brasil?” Com essa pergunta, o Senador mencionou ainda que o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia definido a união estável entre pessoas do mesmo sexo, mas sem reconhecer o casamento civil, e cobrou do STJ que respeitasse os limites impostos pela decisão anterior.

Crivella também manifestou temor, pois segundo ele, juízes e promotores estudam e trabalham para olhar para trás, baseando-se em decisões anteriores, enquanto que os políticos precisam sempre pensar no futuro, pois é prerrogativa do mandato: “Até mesmo pensando na próxima eleição”, afirmou.

Data: 1/11/2011 09:20:00
Fonte: Gospel Mais

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Pastor e escritor faz análise da canção Ressuscita-me de Aline Barros

DIVERGÊNCIA TEOLÓGICA CANTADA

FOTO - PASTOR E A MUSICA ALINE BARROS

O pastor e escritor Ciro Sanches Zibordi, autor do livro ‘Erros que os Adoradores devem evitar (CPAD)’ fez em seu blog nesta segunda-feira análise da canção Ressucita-me da cantora e também pastora Aline Barros. Não há informações sobre a autoria da música, mas a canção faz uma comparação entre a história de Lázaro e de uma pessoa que está em cavernas e precisa ver os sonhos ressuscitados.

Veja a análise:

A canção “Ressuscita-me” tem sido bastante entoada pelos evangélicos. Sua melodia é bonita e envolvente — admito —, mas a sua letra está de acordo com as Escrituras? Tenho recebido vários pedidos por e-mail para analisá-la. E resolvi atender a essas solicitações.Adianto que esta abordagem respeita a licença poética, mas prioriza a Palavra de Deus (1 Co 4.6; At 17.10,11; Gl 1.6-8). Afinal, como crentes espirituais, devemos discernir bem tudo (canções, pregações, profecias, milagres, manifestações, etc.), a fim de retermos somente o que é bom (1 Co 2.15; 1 Ts 5.21).

“Mestre, eu preciso de um milagre. Transforma minha vida, meu estado. Faz tempo que eu não vejo a luz do dia. Estão tentando sepultar minha alegria, tentando ver meus sonhos cancelados”. Não vejo problemas no início da composição em análise, visto que todos nós, mesmo salvos, passamos por momentos difíceis em que nos sentimos perseguidos, isolados, como que presos em um lugar escuro, sufocante, “no vale da sombra da morte” (Sl 23.4). Nessas circunstâncias, é evidente que ansiamos por um grande milagre.

“Lázaro ouviu a sua voz, quando aquela pedra removeu. Depois de quatro dias ele reviveu”. Aqui, como se vê, a construção frasal não ficou boa. Quem removeu a pedra? Com base na licença poética, prefiro acreditar que o compositor referiu-se aos homens que removeram a pedra, naquela ocasião (Jo 11.39-41), haja vista Lázaro, morto e amarrado, não ter a mínima condição de fazer isso — segundo os historiadores, aquela pedra pesava cerca de quatro toneladas.

A oração cantada prossegue: “Mestre, não há outro que possa fazer aquilo que só o teu nome tem todo poder. Eu preciso tanto de um milagre”. Algum problema, aqui? Não.

“Remove a minha pedra, me chama pelo nome”. Os problemas começam aqui. Se o compositor tomou a ressurreição de Lázaro como exemplo, deveria ter sido fiel à narrativa bíblica. É claro que Deus remove pedras grandes, como ocorreu na ressurreição do Senhor Jesus (Mc 16.1-4). Mas, no caso de Lázaro, quem tirou a pedra foram os homens, e não Deus (Jo 11.41)!

Aprendemos lições diferentes com as circunstâncias que envolveram as aludidas ressurreições. Fazendo uma aplicação espiritual, há algumas pedras que Deus remove (como na ressurreição de Jesus), mas há outras que o ser humano deve revolver (como na ressurreição de Lázaro). Em outras palavras, Deus faz a parte dEle, e nós devemos fazer a nossa (Tg 4.8; 2 Cr 7.13,14).

“Muda a minha história. Ressuscita os meus sonhos. Transforma a minha vida, me faz um milagre, me toca nessa hora, me chama para fora”. Clichês comerciais e antropocêntricos não podem faltar emgospel hits: “muda a minha história”, “sonhos”, etc. Como já falei muito sobre esse desvio em meu livro Erros que os Adoradores Devem Evitar, evitarei ser ainda mais “antipático”. Mas é importante que os compositores cristãos aprendam que os hinos devem ser prioritariamente cristocêntricos.

“Ressuscita-me”. Aqui vejo a principal incongruência do cântico, a qual não pode ser creditada à licença poética. Pedir a Deus: “ressuscita os meus sonhos”, no sentido de que eu me lembre das suas promessas e volte a “sonhar”, a ter esperança, a aspirar por dias melhores, etc. — a despeito do que afirmei sobre o antropocentrismo —, até que é aceitável. Mas não posso concordar com a súplica: “Ressuscita-me”. Por quê? Porque o salvo em Cristo já ressuscitou, espiritualmente, e não precisa ressuscitar de novo!

Quer dizer, então, que a aplicação feita pelo compositor é contraditória? Sim, pois, em Colossenses 3.1, está escrito: “se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus”. O que é o novo nascimento? Implica morte para o pecado (Cl 3.3) e ressurreição para uma nova vida (Rm 6.4). Essa analogia da nossa preciosa salvação — pela qual temos a certeza de que estamos mortos para o pecado e já ressuscitamos para o nosso Deus — não pode ser posta em dúvida para atender a anseios antropocêntricos. Por isso, a oração “Ressuscita-me” se torna, no mínimo, despropositada.

Alguém poderá argumentar: “Ora, a Bíblia não diz, em 1 Coríntios 15, que vamos ressuscitar? Por que seria errado pedir isso para Deus?” Bem, o sentido da ressurreição, no aludido texto paulino, é completamente diferente do mencionado na composição em apreço. Paulo referiu-se à ressurreição literal daqueles que morrerem salvos, em Cristo (vv.51-55; 1 Ts 4.16,17). Hoje, em vida, não esperamos ser ressuscitados, pois já nos consideramos “como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6.11).

Amém?

Blog do Ciro

20-06-16 034

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Dia da Reforma Protestante é Comemorado com Lançamento de Selo

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

A Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB) e a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) promoveram, em Porto Alegre(RS), a celebração dos 500 Anos da Reforma Protestante.

O calendário de festividades teve início em 18 de outubro eencerrou-se hoje, quando é comemorado em todo o mundo o Dia da Reforma Protestante. Um selo comemorativo foi lançado em comemoração aos 500 anos da Reforma, iniciada por Martinho Lutero.

O selo tem as cores de fundo em azul escuro, simbolizando serenidade, racionalidade, fé e esperança e laranja, que representa movimento, comunicação e expansão. As cores traduzem graficamente a contribuição luterana à igreja no mundo.

A ruptura que a Reforma produziu no pensamento teológico, social e cultural está também representada nas cores. A figura da Rosa de Lutero também está presente no selo, e representa a morte de Cristo na cruz, idéia central do Cristianismo e que figura a redenção do homem realizada por Deus. A morte de Cristo, de acordo com as teses luteranas, proporcionam ao homem alegria, paz e esperança numa dimensão eterna.

Martinho Lutero é considerado a figura central da Reforma Protestante. Ele confrontou em pleno século XVI, a idéia de que o perdão pelo pecado poderia ser comprado por meio da venda de indulgências.

Lutero escreveu as 95 teses, em que ensinava que a salvação não se obtém apenas com boas ações, mas é um livre presente de Deus, recebida apenas pela graça através da féem Jesus. Além disso, Jesus é o único que poderia, se houver um arrependimento genuíno, perdoar os pecados do homem.

Ensinando que a Bíblia é a única fonte de conhecimento revelada por Deus, Lutero, que era sacerdote agostiniano e professor de teologia na Alemanha, desafiou a autoridade papal da Igreja Católica Romana. Ele foi contrário também ao sacerdotalismo, por considerar todos os Cristãos batizados como um sacerdócio santo. Aqueles que se identificavam com os ensinamentos de Lutero eram chamados luteranos.

Lutero fez uma tradução em outros idiomas que não o latim, única língua em que eram encontradas as Sagradas Escrituras na época. Isso ampliou sua acessibilidade, causando um impacto gigantesco na Igreja e na cultura cristã mundial.

As igreja luteranas no Brasil planejaram uma programação para os próximos seis anos, com seminários voltados a temas da Reforma. Foi criada também a Praça de Lutero, em Porto Alegre, bem como a publicação de uma revista sobre o tema.