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Esposa mantém marido morto 30 dias em casa crente em ressurreição

A ESPERA DE UM MILAGRE

 

O fazendeiro Lúcio Chacué colombiano antes de morrer pediu a sua esposa que não o sepultasse, pois segundo ele ressucitaria, fez então um pacto com a esposa Alba Yacué em que ela ficaria esperando a sua ressurreição. Confira o post e comente…

O falecido Lúcio Chacué pediu a sua mulher que cumprisse esse desejo: permanecer com o corpo escondido na casa porque ele “retornaria à vida”. Alba Yacué, a mulher, cumpriu a promessa e conviveu 30 dias com o corpo do marido morto.

“Os moradores sempre se perguntavam em voz baixa o destino do corpo, mas ninguém respondia nada. Nem a própria mulher”, afirmou o jornal. Diante disto, os vizinhos avisaram ao Exército que reportaram o caso ao Corpo Técnico de Pesquisas (CTI) da Promotoria, que chegou até a casa do casal e encontrou o falecido de 61 anos.

“O que restava de seu cadáver um mês após sua morte estava envolto com um lençol. Estava em estado de decomposição e expelia odores que Alba Yacué suportou na espera de uma possível ressurreição de seu companheiro”. O corpo não estava em um estado de decomposição maior, pelo motivo de morarem em uma região montanhosa de baixa temperatura, acrescentou o jornal.

“Em mais de 40 anos como agente funerário jamais tinha visto uma coisa desta magnitude. Ficamos perplexos”, disse Evangelista Ome, da Funerária La Paz que recebeu o corpo. Alba Yacué pediu ao agente que tratassem o corpo, e que o devolvesse posteriormente, pois queria sepultá-lo no pátio de sua casa, o pedido estava sendo analisado.

Data: 26/10/2011 09:01:00
Fonte: O Diário

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Ass. de Deus dividida na ordenação feminina

 

Medida ganha força nas Convenções e aumenta pressão na CGADB

Por: Celso de Carvalho – Redação Creio

A Assembleia de Deus, conhecida por seu conservadorismo a cerca da consagração de pastoras, reconheceu o Ministério Pastoral feminino. Mas isto aconteceu na Convenção do Distrito Federal, considerada a última etapa para que o projeto fosse reconhecido nacionalmente. Outras convenções como a de Madureira já ordenam mulheres, mas isto não é reconhecido pela Covenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB). O avanço no Distrito Federal aumentou a pressão na entidade para homologação das pastoras.

O assunto ainda é considerado um tabu dentro do modelo proposto nas Igrejas Assembleias de Deus. Por serem autônomas, convenções regionais podem aprovar decisões, que são homologadas pela Convenção Geral das Assembleias de Deus. O Ministério Madureira, por exemplo, já consagrou pastoras, entre elas a cantora Cassiane.

A Convenção das Assembleia de Deus do Distrito Federal, que tem como presidente o pastor Sóstenes Apolos, decidiu em favor do ingresso no dia 1º de outubro. Depois de muito debate a resolução foi aprovada por 70% da assembleia composta com 1,5 mil correligionários. Em entrevista ao CREIO, pastor Sostenes Apólo, comemorou o avanço e lamenta que algumas entidades ainda cultivem ‘heranças machistas’.

“Que desculpa daria para não ordenar mulheres? Temos que fugir desta herança machista que temos que é resquício do catolicismo romano. A Assembleia de Deus em outros lugares como Estados Unidos, Europa, tem pastoras e até bispas em seus quadros. Vamos dar respaldo a estas mulheres que trabalham que fazem de fato e não por direito”, esclareceu.

Segundo o líder, cerca de 50 mulheres estão interessadas em ser consagradas, mas elas só devem ser avaliadas na próxima assembleia da entidade que acontece no mês de março de 2012. A grande dúvida é se a CGADB homologará o quadro. Nas convenções de 1983, ratificada em 2001, a entidade não reconheceu a ordenação feminina dentro dos quadros assembleianos.

Nesta terça-feira o CREIO tentou falar com representantes da entidade, mas não obteve retorno.

Data: 26/10/2011

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Pesquisa: Jovens Saem da Igreja Por Ser Lugar ‘Pouco Amigável’

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

Pesquisadores descobriram que a grande maioria, ou 59% dos jovens cristãos abandonam a igreja de forma permanente ou durante um longo período de tempo após completar 15 anos de idade.

A pesquisa foi realizada pelo Grupo Barna, revela que grande parte dos jovens vê a igreja como um lugar pouco amigável e cheio de julgamento, segundo o site Cristianos.

O estudo, que envolveu entrevistas com 1.296 jovens que são ou já foram membros de igrejas, é o resultado de um trabalho de cinco anos reunido no livro “You Lost Me: Why Young Christians are Leaving Church and Rethinking Faith” (Por que os jovens cristãos estão abandonando a Igreja e repensando a fé, em português), escrito pelo atual presidente do Grupo Barna, David Kinnaman.

Os resultados da enquete mostram também que na faixa dos 18 a 29 anos os jovens acreditam que “os Cristãos demonizam tudo que está fora da igreja”; e um terço deles simplesmente acha que “ir à igreja é chato”.

Um dos fatores que vem colaborando para o distanciamento entre os jovens e a igreja é o confronto entre as expectativas religiosas e a experiência sexual dos jovens. Um em cada seis jovens Cristãos afirmam que “cometeram erros e sentiram-se julgados pela igreja por causa deles”.

Enquanto isso, entre os entrevistados católicos, 40% dos jovens entre 18 e 29 anos acreditam que a doutrina de sua igreja em relação à sexualidade e ao controle de natalidade estão “desatualizados”.

Entre os principais fatores que distanciam os jovens da igreja, foram identificados: a atitude superprotetora e exclusivista da igreja, o fato de oferecer uma experiência cristã superficial, visão antagônica à ciência, um lugar em que o sexo é tratado de maneira errada, a não valorização de outros tipos de fé e espiritualidade e a hostilidade que a igreja trata quem não crê no que ela ensina.

De acordo com o site Cristianos, Kinnaman classifica essa evasão dos jovens da igreja como um problema que requer providências urgentes, já que normalmente os jovens saem de casa cedo, vão para a faculdade ou começam logo a trabalhar, casam e têm filhos antes dos 30 anos.

Segundo Kinnarman, as igrejas não estão preparadas para lidar com o ‘novo padrão’ vigente no mundo. “No entanto, o mundo está mudando de maneira significativa, como um acesso cada vez maior ao mundo e a diversas ideologias, em especial por conta da tecnologia, fazendo crescer seu ceticismo em relação a figuras externas de autoridade, incluindo o cristianismo e a Bíblia”, conclui.