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Deputado evangélico quer proibir produção de armas de brinquedo

MARCELO AGUIAR

 

O deputado federal Marcelo Aguiar (PSD/SP) apresentou projeto para impedir, oficialmente, a produção e venda de armas de brinquedo. O projeto de Lei 2561/2011, apresentado na última quinta-feira, 19, altera o Estatuto do Desarmamento – que já proíbe a comercialização de réplicas e de armas de brinquedo – multando quem infringir a Lei e destruindo as armas apreendidas.

“O Estatuto é claro: está vedada a fabricação, venda ou importação desse tipo de arma que imita as verdadeiras. Mas sem a sanção correspondente, é impossível coibir essa pratica de conduta anti-social”, acredita Marcelo Aguiar.

O parlamentar, que é membro da diretoria da Frente Parlamentar em Defesa da Família acredita que impedir a fabricação e venda dessas armas é uma forma de impedir a influencia que elas exercem no imaginário infanto-juvenil. “Estou preocupado com as famílias e com a formação das nossas crianças. Nossas famílias e, principalmente, nossos jovens continuam sofrendo com a falta de fiscalização e punição aos infratores! É nosso papel lutar impedir que esse tipo de armamento seja fabricado”, defende Marcelo Aguiar.

De acordo com o projeto, o artigo 26, que já veta a fabricação e venda desse tipo de material, será alterado para incluir o texto: “a infração deste dispositivo implicará a apreensão e destruição dos itens fabricados, colocados à venda, comercializados ou importados e a cominação de multa duas vezes o valor do material apreendido, quintuplicada no caso de reincidência”.

Data: 25/10/2011 09:00:58

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Ex-prostituta escreve e jura: “fiz programas com pastores’

ESCÂNDALO EM LIVRO

 

FOTO - PROSTITUTA

A escritora e ex-garota de programa Vanessa de Oliveira lança seu quinto livro, Reunião de Bruxas – O Livre Arbítrio é Sagrado, que aborda religião e traz detalhes curiosos da sua vida sexual, como já ter transado com padres e pastores.

Vanessa afirma que sempre foi religiosa. “As pessoas pensam que alguém ligado ao sexo está alienado do mundo espiritual. Garotas de programa acreditam em Deus também. Neste livro, eu faço uma reflexão sobre Deus. Todos têm uma missão, mas depende de você. Deus não julga e não determinou que eu fosse garota de programa. Foi escolha minha”, diz a escritora.

Achava que ia para o inferno

Durante seus cinco anos na prostituição, Vanessa teve como clientes padres e pastores. “Fiz vários programas com alguns padres e pastores, nem por isso eles eram pessoas ruins. Muitos líderes religiosos não têm conduta exemplar. Eles sentem o chamado de Deus e fazem os votos. Mas não têm experiência sexual e necessitam de sexo. Lá dentro da igreja, eles veem que o celibatário é uma bobagem. O mais importante é o trabalho na igreja, não se eles fazem sexo. Muitos acabam contratando garotas de programa”, conta ela, que sofreu crises existenciais e achava que iria para o inferno. “No primeiro ano de trabalho, eu me julgava e achava que ia para o inferno por fazer programas. Todas as vezes que procurei a igreja, a porta estava fechada, porque passava das 18h. O que me trouxe alívio foi o livro de espiritismo de Allan Kardec”, lembra.

‘Rezava transando com os clientes’

Vanessa de Oliveira não se considera pecadora porque foi garota de programa. “Não sou pecadora por isso. Tenho outros pecados. Toda mulher que gosta de sexo reza. Quantas vezes eu rezava para mim transando com os meus clientes. Eu rezava Pai-Nosso e Ave-Maria ou contava 1, 2… Ou contava quanto de dinheiro tinha conseguido naquele dia e o que eu iria comer quando eu saísse dali. Era só o meu corpo que estava ali”, conta ela, que teve um cliente dentista que gostava de se vestir de padre e outro, médico, que fingia ser ele a freira e ela o padre.

O livro narra o encontro de cinco bruxas através dos séculos com a missão de revelar as leis universais da magia. O lançamento será no próximo dia 31, Dia das Bruxas, em Sampa.

Data: 25/10/2011 09:03:59
Fonte: Meia Hora

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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La Catedral de San Pablo, cerrada por la acampada de indignados

 

La Catedral de San Pablo, cerrada por la acampada de indignados

El emblemático templo anglicano de Londres cerró por primera vez tras la II Guerra Mundial.

24 DE OCTUBRE DE 2011, LONDRES

Centenares de indignados acampan desde hace diez días a las puertas de la catedral que se encuentra en el corazón de la City, el distrito financiero de Londres, como parte de las protestas globales en rechazo a los excesos del sistema capitalista.
La medida “sin precedentes en tiempos de paz” se tomó por parte de los responsables de la catedral tras recibir la recomendación de las autoridades locales que consideran que  la entrada del edificio barroco está muy limitada y no cumple con los requisitos de seguridad y salud básicos,  informa Efe.
Entre 2.000 y 3.000 manifestantes se instalaron allí después de que se les prohibiera el pasado sábado congregarse y acampar delante del edificio de la bolsa, como en un principio estaba previsto, ya que se trata de terreno privado.
Según han pasado los días, la confluencia de manifestantes ha ido reduciendo, pero de momento unas 300 tiendas de campaña continúan en la plaza de Paternoster, delante de la puerta principal del templo.
La catedral ha cerrado sus puertas este jueves de manera indefinida después de la celebración de un servicio religioso.
ESTUDIAN MEDIDAS LEGALES
El deán Graeme Knowles ha escrito una carta abierta a los manifestantes para pedirles que abandonen la plaza delante de la catedral. En un comunicado, ha explicado que  la decisión del cierre de la iglesia se ha tomado “con gran dolor de corazón, pero simplemente no es posible cumplir con nuestras obligaciones cotidianas con los fieles, visitantes y peregrinos en las actuales circunstancias”.
Los riesgos de incendio y sanitarios que plantea que campamento hacen imposible que la catedral permanezca legalmente abierta, ha precisado.
Según informa en su web el Guardian, funcionarios de la Catedral y el distrito de la ciudad en general están considerando tomar acciones legales para obligar a los manifestantes levantar el campamento.
Tanto Graeme Knowles como el canciller, Giles Fraser, han instado públicamente a los activistas a hacerlo. Se estima que las pérdidas económicas ascienden a 20.000 libras diarias,  por la pérdida de visitantes a uno de los monumentos emblemáticos de la ciudad.

Fuentes: The Guardian, Religion Digital

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