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DEPOIS DO CD PIRATA, VEM O CLONADO

 

EXCLUSIVO: Gravadoras fazem campanha contra novo golpe no mercado

Por: Celso de Carvalho – Redação Creio

      Mais um golpe vem tirar o sono da indústria fonográfica cristã. Depois do CD pirata o novo problema são os CDs clonados. Durante a EXPOCRISTÃ, que aconteceu no mês de setembro, cinco gravadoras, junto com a Novo Disc, deram início a uma campanha de conscientização. A cobertura completa deste assunto você lerá na revista CONSUMIDOR CRISTÃO do mês de novembro.

Som Livre, Line Records, OniMusic, Novo Tempo e Sony Music aproveitaram o maior evento de produtos para cristãos da América Latina para alertar sobre o assunto. Com banner expuseram como este tipo de conduta atrapalha o setor e os artistas que dependem disto para sustentar seus ministérios.

Diferente de um CD pirateado, onde o consumidor final sabe o que está comprando, devido suas caracteristas inferiores, um CD clonado passa despercebido ao consumidor leigo. Isto porque no CD clonado, o código stamper – peça metálica que fica localizada na parte injetora no centro do CD-, é raspado, não podendo ser identificado de que prensa saiu o CD.

Durante a EXPOCRISTÃ, Alessandro Tostes, diretor da Novo Tempo disse que já foi vítima do golpe. “Já encontrei CD de nossos cantores clonados no Paraguai, Uruguai e até na Conde de Sarzedas”, frisa. Sérgio Lima, da Line Records estima que este tipo de pirataria atinja 50% de seus produtos. “Estamos nesta campanha alertando principalmente o público final que desconhece este tipo de golpe”, comenta. Renata Cenízio, da Som Livre, acredita que o povo de Deus tem que ser exemplo e não deve consumir este tipo de produto. “É triste o povo de Deus ser enganado. Isto prejudica muitos ministérios e estamos juntos nesta campanha.”

A campanha contra o CD clonado vai buscar medidas para coibir este tipo de ação que segundo relatos estaria lesando lojistas e distribuidores de São Paulo.

            A reportagem completa e exclusiva você lerá na revista CONSUMIDOR CRISTÃO no mês de novembro.

Data: 25/10/2011

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Evento reúne religiosos na Malásia contra conversão a Cristo

PASSEATA MUÇULMANA

 

Cerca de 2.000 muçulmanos reuniram-se perto da capital da Malásia no último sábado, 22, para denunciar uma tentativa cristã de converter muçulmanos. Esse embate religioso pode custar ao primeiro-ministro Najib Razak os votos das minorias nas próximas eleições.

A manifestação, liderada por organizações religiosas não governamentais, teve início em meio a uma onda crescente de acusações de conversões ao cristianismo.

Recentemente uma igreja metodista foi atacada por muçulmanos revoltados e o fato irritou as minorias étnicas do país onde mais da metade é de maioria islâmica.

Homens, mulheres e crianças levavam faixas e cartazes e gritavam palavras de ordem contra os cristãos. A maioria lembrava ao governo que, pela lei da Malásia, trocar de religião é crime.

“Nos reunimos aqui hoje para salvar a fé dos muçulmanos e acabar com essa ameaça de apostasia”, afirmava Yusri Mohamad, presidente do comitê organizador. ”Algumas pessoas dizem que eles [os não-muçulmanos] trabalham arduamente para espalhar a sua religião e não há nada de errado com a apostasia. São essas vozes que queremos calar com o nosso encontro de hoje. ”

Os membros da etnia malaia, mais da metade da população, são muçulmanos por nascimento e constitucionalmente proibido de deixar a fé. Os não-muçulmanos (cristãos e budistas) têm liberdade de culto. A igreja metodista disse que estava numa reunião de caridade quando foi invadida.

Os protestantes islâmicos dizem que era uma campanha evangelística e não estavam contentes com o número de pessoas que passaram a se denominar cristãs depois das reuniões naquele templo.

Data: 25/10/2011 08:55:33
Fonte: Reuters

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Deputado evangélico quer proibir produção de armas de brinquedo

MARCELO AGUIAR

 

O deputado federal Marcelo Aguiar (PSD/SP) apresentou projeto para impedir, oficialmente, a produção e venda de armas de brinquedo. O projeto de Lei 2561/2011, apresentado na última quinta-feira, 19, altera o Estatuto do Desarmamento – que já proíbe a comercialização de réplicas e de armas de brinquedo – multando quem infringir a Lei e destruindo as armas apreendidas.

“O Estatuto é claro: está vedada a fabricação, venda ou importação desse tipo de arma que imita as verdadeiras. Mas sem a sanção correspondente, é impossível coibir essa pratica de conduta anti-social”, acredita Marcelo Aguiar.

O parlamentar, que é membro da diretoria da Frente Parlamentar em Defesa da Família acredita que impedir a fabricação e venda dessas armas é uma forma de impedir a influencia que elas exercem no imaginário infanto-juvenil. “Estou preocupado com as famílias e com a formação das nossas crianças. Nossas famílias e, principalmente, nossos jovens continuam sofrendo com a falta de fiscalização e punição aos infratores! É nosso papel lutar impedir que esse tipo de armamento seja fabricado”, defende Marcelo Aguiar.

De acordo com o projeto, o artigo 26, que já veta a fabricação e venda desse tipo de material, será alterado para incluir o texto: “a infração deste dispositivo implicará a apreensão e destruição dos itens fabricados, colocados à venda, comercializados ou importados e a cominação de multa duas vezes o valor do material apreendido, quintuplicada no caso de reincidência”.

Data: 25/10/2011 09:00:58