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Em discurso, senador defende chicotear presos

06/10/2011 21h47 – Atualizado em 06/10/2011 21h58

 

Reditário Cassol (PP-RO) criticou auxílio pago pelo governo federal.
‘Facilidade para pilantra, vagabundo, sem-vergonha’, apontou o senador.

Iara LemosDo G1, em Brasília

 

Reditário Cassol deefndeu volta aos "velhos tempos", quando "cadeias que viviam praticamente vazias" (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)Reditário defendeu volta aos "velhos tempos",
de "cadeias que viviam praticamente vazias"
(Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)

Em discurso na tarde desta quinta-feira (6) no plenário, o senador Reditário Cassol (PP-RO), criticou o auxílio pago pelo governo federal às famílias dos presos, e defendeu o uso do chicote como forma de disciplinar os detentos.
"Facilidade para pilantra, vagabundo, sem-vergonha, que devia estar atrás da grade de noite e de dia trabalhar. E quando não trabalhasse de acordo, o chicote, que nem antigamente, voltar", disse o senador.
O chamado auxílio-reclusão é um benefício pago pela Previdência Social aos dependentes do segurado preso, durante o período em que estiver sob regime fechado ou semi-aberto. Presos sob o regime condicional ou cumprindo pena em regime aberto não têm direito a receber o benefício.

"Não faz sentido o governo federal premiar a família de um criminoso e deixar familiares das vítimas sem nenhuma proteção social ou financeira. É um absurdo que a família de um pai morto pelo bandido, por exemplo, fique desamparada, enquanto a família do preso que cometeu o crime receba o auxílio previdenciário de R$863,60. O auxílio é maior até do que o salário mínimo aprovado pelo Congresso Nacional, que é hoje R$545,00", disse o senador.

Cassol defendeu ainda que o Congresso Nacional faça uma mudança no Código Penal. "Nós temos de botar a mão na consciência, pensar para dar uma alterada no Código Penal, para modificar, fazer voltar um pouco do velho tempo. Nos velhos tempos não existia presídio, eram cadeias que viviam praticamente vazias. […] Hoje, quando libertado [o preso] sai dando risada, rindo ainda das autoridades. Em poucas semanas, em poucos meses está de volta", afirmou.

Durante o discurso, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) pediu um espaço para manifestação, e criticou a posição de Cassol que defendeu o uso do chicote.

"Posso compreender a sua indignação, mas de maneira alguma aprovaria a utilização do chicote, porque seria uma volta a Idade Média", afirmou.

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Israel: sem rio, lago ou mar, judeus oram à beira de piscina

06 de outubro de 2011 • 17h00 atualizado às 17h00

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Judeus ultra ortodoxos rezam junto a uma piscina de plástico cheia de peixes durante o ritual de Tashlich, em que expiram seus pecados, na cidade israelense de Bnei Brak. A celebração antecede o Yom Kippur  Foto: EFE

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  • Judeus ultra ortodoxos rezam junto a uma piscina de plástico cheia de peixes durante o ritual de Tashlich, em que expiram seus pecados, na cidade israelense de Bnei Brak. A celebração antecede o Yom Kippur
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Martelo da Justiça é a nova bugiganga posta a venda pela Igreja Mundial

MARTELO DA JUSTIÇA

 

Foto - Martelo da Justiça

A Igreja Mundial do Poder de Deus, de Valdemiro Santiago colocou à disposição dos fiéis um martelo divino para quebrar as “pedras do caminho”, conhecido como martelo da justiça. Membros da igreja afirmam que seu objetivo é “quebrar as pedras do caminho”.

O objeto sagrado está sendo enviado pelo correio a quem fizer a “ofertinha” de R$ 1.000, conforme anunciou na TV um pastor. O site da igreja informa que a arrecadação será destinada para a construção da Cidade Mundial, em Guarulhos (SP)

A igreja usou um trecho da Bíblia para justificar a oferta do martelinho. Diz Jeremias 23:29: “Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiuça a pedra?”

Na prateleira de produtos divinos da igreja de Valdemiro Santiago há, além do martelinho, meias e toalhinhas. A promoção das meias acabou recentemente. O par estava sendo “ofertado” por R$ 153

Data: 6/10/2011 08:57:09
Fonte: Bastidores Gospel