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Gobierno expulsa 50 familias evangélicas por presión de católicos de Tlanalapan

Puebla (México)

 

Gobierno expulsa 50 familias evangélicas por presión de católicos de Tlanalapan

Antes de salir el pastor Josué Ovando aportó videos que prueban los ataques que recibió por parte de un grupo de católicos y del sacerdote Ascensión González.

12 DE SEPTIEMBRE DE 2011, MÉXICO

La Secretaría General del Gobierno del estado de Puebla cedió ante las presiones de católicos tradicionalistas de la comunidad de San Rafael Tlanalapan al ordenar, en contra de la libertad de culto, la expulsión de 50 familias de cristianas evangélicos  del poblado. El pasado miércoles los católicos fieles al cura local Ascensión Benítez González les amenazaron con crucificarlos y lincharlos si no se habían ido antes de hoy lunes.
Al parecer la jerarquía católica habría acordado retirar al párroco Ascensión Benítez, toda vez que ha sido autor de por lo menos tres incidentes relacionados con la intolerancia religiosa, en la última década. Los pocos cristianos evangélicos a los que se les ha permitido quedarse en Tlanalapan, por ser oriundos de dicha comunidad, se les ha solicitado que los servicios religiosos los realicen en otras comunidades vecinas.
El conflicto de intolerancia religiosa ocurre luego de que unos 200 católicos de Tlanalapan se reunieron la noche del miércoles pasado fuera de la capilla de San Isidro Labrador, convocados por el sacerdote del pueblo , para expulsar a 70 cristianos por no compartir el credo mayoritario y los emplazaron a abandonar la comunidad antes del lunes.
Las 18 horas del domingo era el punto que los católicos habían fijado como plazo límite para expulsar a los cristianos del pueblo; por lo que se esperaba que se informara del posible acuerdo al que las autoridades auxiliares habrían llegado con la Secretaría General de Gobierno para solucionar el grave conflicto de intolerancia religiosa. Finalmente el delegado de Gobierno del Distrito VII, Roberto Solano Pineda, informó que el acuerdo tomado con la autoridad local es que se tendrían que irse los evangélicos no originarios de Tlanalapan, pues "el gobierno estatal no les garantiza su seguridad".
Ante lo que se prsumía que iba a ocurrir, la noche del pasado sábado el pastor y otras familias salieron con maletas y algunas cosas del inmueble . Se acusaba al pastor de querer "conquistar más adeptos a su religión".
“Lo mejor es que los cristianos (evangélicos) se vayan, porque no podemos garantizar su seguridad, y no queremos que pase lo de hace 18 años, cuando el mismo padre Ascensión incitó a un grupo de católicos a expulsar a golpes a una familia completa, incluida niños, y a quemarle su vivienda, por el hecho de profesar otro culto”, aseveró un funcionario local.
Mientras, en la misa de las 8 horas del pasado domingo, la más importante del pueblo, el párroco Ascensión Benítez dijo textualmente a los feligreses: “si quieren seguir en la lucha contra el cristianismo es problema de ustedes, porque yo me retiro, pero saben que estoy con el pueblo”. Declaración que contradijo la postura del sacerdote ante las autoridades estatales, luego de que el pasado jueves negó que él sea el principal agitador para que se expulse a los evangélicos de Tlanalapan.
VIDEOS PRUEBAN LOS ATAQUES
Antes de su salida del pueblo, el pastor Josué Ovando Jiménez aportó videos como pruebas de los ataques que recibió por parte de un grupo de católicos y del sacerdote Ascensión González Solís , durante la reunión que mantuvo con personal de la Secretaría General de Gobierno.
Hay que destacar que no todo el pueblo de Tlanalapan está en contra de los cristianos evangélicos . Pero tienen miedo, Los pocos vecinos que accedieron a hablar sobre el tema lamentaron que ni la autoridad auxiliar ni el gobierno del Estado le hayan puesto un freno al sacerdote, quien, aseguraron, goza de poder político, lujos y canonjías en el poblado.
LA ARQUDIÓCESIS DE PUEBLA
El viernes pasado la arquidiócesis de Puebla descartó que se aliente la intolerancia religiosa en la entidad, y eximió al sacerdote Ascensión Benítez González de dirigir las amenazas que los católicos profirieron contra evangélicos  en la comunidad de San Rafael Tlanalapan “pues la libertad de culto es un derecho fundamental”, además debe prevalecer el diálogo para evitar enfrentamientos.
Pero en la práctica se limitó a manifestar que “la iglesia católica en Puebla hace un atento llamado a todos los involucrados en este caso, invitándolos a mantener el diálogo como camino para resolver las diferencias, observar el Estado de Derecho y salvaguardar en todo la concordia y la seguridad de las personas, independientemente del credo que profesen”. En un comunicado eximió al sacerdote católico de proferir las amenaza alguna.

Fuentes: La Jornada

© Protestante Digital 2011

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Site de Traições Retira Outdoor e Pede Desculpas à Igreja e aos Cristãos

 

Por Amanda Gigliotti|Repórter do The Christian Post

A empresa Ohhtel que recentemente causou polêmica por usar a imagem de Cristo Redentor em um outdoor, divulgou por meio de seu site um pedido de desculpas à Igreja e aos Cristãos.

O outdoor, instalado na Barrada da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, passa a mensagem “Tenha jum caso agora! Arrependa-se depois” com a imagem de Cristo Redentor ao lado.

A arquidiocese pediu que a empresa retirasse o outdoor imediatamente ou do contrário iria processar a empresa.

"O uso do Cristo Redentor neste outdoor é um absurdo. é um desrespeito à fé, à integridade religiosa, à imagem de Jesus", disse o reitor do Santuário do Cristo Redentor, padre Omar Raposo, segundo o Terra.

De acordo com o site Ohhtel.com, a imagem havia sido comprada por um mês e que a empresa enviou uma carta negociando o prazo de duas semanas que ainda há para o uso do outdoor. O anúncio já foi retirado do local.

A diretora do Departamento Jurídico da Arquidiocese do Rio, Claudine Milione Dutra, afirmou que a Arquidiocese estará satisfeita com a retirada do outdoor.

Dutra afirmou que os direitos de imagem do Cristo Redentor pertencem à Igreja, cedidos pelo autor do projeto através de uma escritura pública à época da construção.

“O objetivo é proteger esse símbolo religioso, para que não seja desvirtuado”, disse ela.

A Ohhtel esclareceu na nota que não teve a intenção de manipular o uso da imagem ou de causar constrangimentos e ofensas a quem quer que seja.

A empresa ainda alegou que o objetivo de utilizar a imagem do Cristo Redentor foi “única e exclusivamente de identificação com a cidade carioca”.

A Arquidiocese do Rio de Janeiro informou por meio de sua assessoria que “repudia veementemente esse tipo de associação” e que o outdoor não tinha autorização da instituição.

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Pastor da África do Sul do ‘Jesus-tinha-HIV’, Está de Jejum por 30 Dias

 

Por Anugrah Kumar|Repórter do The Christian Post
Traduzido por Rodrigo L. Albuquerque

Um pastor da Cidade do Cabo, que criou uma polêmica com o seu sermão "Jesus era HIV-positivo", no ano passado, agora está em um jejum de um mês de duração contra a pobreza, crime, corrupção e "racismo".

Depois de usar vários métodos controversos para chamar a atenção das pessoas para as questões sociais no passado, o Rev. Xola Skosana da carismático da Way of Life Church em Khayelitsha Township está jejuando por 30 dias para destacar mais preocupações.

"Estou em greve de fome por 30 dias porque …", o pastor diz em uma declaração à imprensa listando várias questões, incluindo a absolvição de um homem acusado de estupro; equipe sul-Africano de rugby ter todos os jogadores brancos; falta de vontade política para enfrentar o "Apartheid"; falta de emprego para 3 milhões de jovens; "níveis extremos de corrupção"; privatização da água, eletricidade e educação, e despejo de trabalhadores rurais de suas terras para o desenvolvimento.

"Em poucas palavras, é um fardo ser negro no mundo de hoje", alega o pastor que estava no 11º dia de seu jejum de segunda-feira.

"Eu tenho estado como um zumbi a partir do momento que comecei o jejum no início deste mês. Eu estive alucinante sobre a água e alimentos, com sinais de desidratação … ", disse Skosana à Independent Online Daily.

"Cada parte do meu corpo me diz para levantar e caminhar até a cozinha e comer qualquer coisa e tudo o que eu tenha em minhas mãos. Mas então eu percebo por que eu estou fazendo isso, por que é importante tomar uma posição".

Em novembro passado, Pastor Skosana disse à sua congregação que "Jesus era HIV-positivo", durante um sermão de domingo, ofendendo alguns membros da igreja e muitos Cristãos na áfrica do Sul e outros países. Mas depois ele esclareceu que era uma metáfora, dizendo à BBC que era para que Jesus se colocasse na posição do desamparado, doentes e marginalizados. Ele também enfatizou que ele estava destacando o perigo da pandemia do HIV/Aids, que ainda carrega um estigma nos municípios da áfrica do Sul.

Na declaração à imprensa, o pastor diz que ele recorreu ao jejum porque ele tinha esgotado "todas as outras opções" e "nossos governantes tornaram-se obstinados e duros de ouvido”.

No último Natal, Skosana lançou uma campanha chamada "Bem vindo ao Inferno, Municípios SA!" Que incluiu uma marcha através de Khayelitsha, de acordo com jornais locais. Além do mais, no fim de semana da Páscoa deste ano, ele andou cerca de oito milhas carregando uma enorme cruz de madeira.

"Espero que a minha greve de fome não só fale com a consciência de nossos líderes políticos, mas também ajude a acender a imaginação do nosso povo para que eles comecem a esperar mais de si mesmos e mais de seus líderes", diz ele.

"Para o registro", sua declaração acrescenta: "Eu não quero morrer e deixar minha esposa e filhos em perigo, como todas as pessoas eu gostaria de viver uma vida longa. Mas se a morte deve vir, é o menor dos meus problemas".