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CHINA : Líderes cristãos são atacados por querer seus direitos

    

Uma freira católica e um padre foram violentamente atacados, quando tentavam obter de volta as duas propriedades de sua Igreja, que foram retiradas deles de modo ilegítimo e dadas a outros.
     A última propriedade havia sido apreendida em Kungding, na província sudoeste de Sinchuan . Fontes locais disseram que a irmã Xie Yuming sofreu ferimentos na cabeça e no peito, por isso está no hospital. Padre Huang Yusong sofreu apenas ferimentos leves. Os dois foram atacados por uma dúzia de desconhecidos no último sábado.
     Os dois líderes cristãos estavam tentando fazer valer os direitos das Igrejas sobre as duas propriedades confiscadas, que, formalmente, pertencem à diocese de Kangding. As propriedades estão entre inúmeros imóveis confiscados desde 1950.
     Fontes disseram que o ataque contra os religiosos provocou grande indignação entre os fiéis locais, que se reuniram em um protesto em frente ao terreno da igreja, prometendo defender seus direitos.
     A devolução das propriedades da Igreja que foram apreendidas pelo Estado após a chegada do modelo de governo de Mao Tse Tung é uma questão bem espinhosa. Em várias ocasiões, o governo central disse que elas deveriam ser devolvidas aos seus legítimos proprietários, mas alguns órgãos do governo se opuseram a essa decisão.
     Em 2005, 16 freiras foram agredidas em Xian, quando tentavam receber de volta o terreno de uma de suas escolas. No mesmo ano, dezenas de padres receberam o mesmo tratamento na cidade de Tianjin.

Data: 12/9/2011
Fonte: Portas Abertas

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EDIR MACEDO NA MIRA

 

Ministério Público apura nova acusação de estelionato contra bispo

FOTO - EDIR MACEDO

O Ministério Público Federal em São Paulo denunciou o bispo Edir Macedo e mais três dirigentes da Igreja Universal do Reino de Deus, acusados de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. A nova denúncia foi apresentada no dia 1 de setembro pelo procurador da República Sílvio Luís Martins de Oliveira e utiliza fatos que foram levantados pela investigação do Ministério Público Estadual.

De acordo com a investigação, o grupo teria utilizado os serviços de uma casa de câmbio de São Paulo para mandar recursos de forma ilegal para os Estados Unidos, entre 1999 e 2005.

Em 2009, o Ministério Público Estadual de São Paulo chegou a apresentar denúncia contra Macedo e oito dirigentes da Igreja por lavagem de dinheiro, mas o Tribunal de Justiça do estado anulou o processo, em outubro de 2010.

Data: 12/9/2011 08:28:56
Fonte: Midiamax

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GERAÇÃO ISLÃ

 

Convertidos a religião árabe aumentam em 25% no Brasil

ISLA

Na última década o número de brasileiros que decidiram seguir ao islamismo cresceu 25%, tanto que algumas mesquitas o número de novos convertidos é maior do que o de mulçumanos como, por exemplo, no Rio de Janeiro onde 85% dos frequentadores são convertidos e Salvador onde 70% dos fiéis não nasceram islâmicos.

É possível encontrar até ex-evangélicos que agora segue o Alcorão e as leis do Islã, como é o caso de Alexsandra Alves de Brito, 33, convertida ao islamismo desde os 20, hoje casada com um mulçumano com quem tem dois filhos. Alexsandra antes frequentava a Igreja Assembleia de Deus.

“O que me chamou a atenção foi a valorização da mulher. Na sociedade brasileira, a mulher é muito vulgarizada, tem que atrair os homens. No Islã, a mulher tem que ser recatada, bem educada. Até falar baixo faz parte dos costumes”, diz Alexsandra para uma reportagem do portal Delas do IG.

Hoje a ex-assembleiana moradora da cidade de São Paulo tem uma loja que vende vestimentas típicas para mulheres islâmicas, já que no Brasil é difícil de encontrar. Para adequar a vestimenta das novas adeptas ao clima tropical do Brasil, Alexsandra está trazendo os “burquínis” para ser usado em praia e piscinas. “As mulheres não usavam aqui por não achar, mas agora está mais fácil”, diz.

A reportagem destaca o preconceito que essas mulheres, revertidas, termo usado por eles para se referir a quem se converteu ao Islã, acabam sofrendo. Uma das entrevistadas, a cabeleireira Pamela Juliana Gomes Pereira, 29, revertida há seis meses, contou que sofreu preconceito ao vivenciar seu primeiro Ramadã, mês em que o fiel deve fazer jejum da alvorada ao pôr do sol. “Não foi fácil. Como minha família não é muçulmana, tive que cozinhar sem colocar comida na boca”, conta. “Minha mãe é evangélica, achou absurdo ficar sem comer”, disse.

Data: 12/9/2011 08:53:57
Fonte: IG