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Pr Fernando Brandão, da JMN, propõe campanha de oração pelo país

 

Por: Redação Creio

           Um minuto pode fazer toda a diferença em qualquer circunstãncia. È o que propõe o diretor executivo da Junta de Missões Nacionais, entidade ligada a Convenção Batista Brasileira. Através do projeto MIT ( Minuto que Impacta e Transforma) o autor da iniciativa propõe que todas as segundas-feiras, ao meio dia, seja levantado um clamor pelo país por um mínuto.

A medida é gerar um impacto e transformar a nação através da oração. A campanha que ganhou força nas mídias sociais pede uma transformação. “Já temos uma grande rede de intercessores no Brasil e no mundo. È importante que os participantes coloquem seu relógio ou celular para despertar antes do horário previsto.”

Quem participa ainda pode compartilhar suas experiências através das redes sociais, entrando em contato com o pr. Fernando nos seguintes perfis:

Facebook – http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100002658882339

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Rio de 6 mil km é descoberto embaixo do Rio Amazonas

 

Por AE | Agência Estado – 20 horas atrás

Pesquisadores do Observatório Nacional (ON) encontraram evidências de um rio subterrâneo de 6 mil quilômetros de extensão que corre embaixo do Rio Amazonas, a uma profundidade de 4 mil metros. Os dois cursos d’água têm o mesmo sentido de fluxo – de oeste para leste -, mas se comportam de forma diferente. A descoberta foi possível graças aos dados de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, na região amazônica. A estatal procurava petróleo.

Fluidos que se movimentam por meios porosos – como a água que corre por dentro dos sedimentos sob a Bacia Amazônica – costumam produzir sutis variações de temperatura. Com a informação térmica fornecida pela Petrobras, os cientistas Valiya Hamza, da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional, e a professora Elizabeth Tavares Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, identificaram a movimentação de águas subterrâneas em profundidades de até 4 mil metros.

Os dados do doutorado de Elizabeth, sob orientação de Hamza, foram apresentados na semana passada no 12.º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio. Em homenagem ao orientador, um pesquisador indiano que vive no Brasil desde 1974, os cientistas batizaram o fluxo subterrâneo de Rio Hamza.

Características

A vazão média do Rio Amazonas é estimada em 133 mil metros cúbicos de água por segundo (m3/s). O fluxo subterrâneo contém apenas 2% desse volume com uma vazão de 3 mil m3/s – maior que a do Rio São Francisco, que corta Minas e o Nordeste e beneficia 13 milhões de pessoas, de 2,7 mil m3/s. Para se ter uma ideia da força do Hamza, quando a calha do Rio Tietê, em São Paulo, está cheia, a vazão alcança pouco mais de 1 mil m3/s.

As diferenças entre o Amazonas e o Hamza também são significativas quando se compara a largura e a velocidade do curso d’água dos dois rios. Enquanto as margens do Amazonas distam de 1 a 100 quilômetros, a largura do rio subterrâneo varia de 200 a 400 quilômetros. Por outro lado, a s águas do Amazonas correm de 0,1 a 2 metros por segundo, dependendo do local. Embaixo da terra, a velocidade é muito menor: de 10 a 100 metros por ano.

Há uma explicação simples para a lentidão subterrânea. Na superfície, a água movimenta-se sobre a calha do rio, como um líquido que escorre sobre a superfície. Nas profundezas, não há um túnel por onde a água possa correr. Ela vence pouco a pouco a resistência de sedimentos que atuam como uma gigantesca esponja: o líquido caminha pelos poros da rocha rumo ao mar.

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¡Qué maja estaba desnuda!

Isabel Pavón Vergara

 

¡Qué maja estaba desnuda!

“¿Quiénes son estos que están vestidos de blanco, y de dónde han venido?” “Tú lo sabes, Señor”, le contesté. Y él me dijo: “Estos son los que han pasado por la gran aflicción, los que han lavado sus ropas las han blanqueado en la sangre del Cordero.Apocalipsis 7:13-14.

25 DE AGOSTO DE 2011

Se había ido cubriendo de un ropaje de falsas virtudes, falsos mensajes que la hacían sentirse más segura.  Aparentaba firmeza, bondad, amor, felicidad, todo un cúmulo de aparente perfección. Se gustaba con esa máscara, simulando lo que no era, engañando a cuantos tenía cerca.
Después de un largo camino en su existencia, se le abrieron la mente y los ojos y tuvo una revelación. Quiso entender que su camino no era correcto. Había vivido convencida de que la falsedad la hacía más libre, el secretismo la preservaba de todos los peligros y sin embargo, esta visión distinta le aportaba otra quimera.
Reconocía que estaba esclavizada a sus propios disfraces.  La mentira la cubría y por supuesto, el pecado también. Sintió miedo, preocupación, angustia. No era feliz, de eso estaba segura y quiso desvestirse de toda aquella podredumbre.
Lo primero que hizo fue detenerse, pues se encontraba afligida. Lo segundo, inclinar su rostro ante el Señor. Lo tercero, arrepentirse de sus maldades. Sabía que no actuaba bien. A continuación, se despojó de todas sus cargas.
Libre de ellas se dispuso a desandar lo recorrido para volver al origen y comenzar a caminar con Él, descansar en Él y volver a avanzar cada trecho que le quedara por delante con Él.
Fue entonces cuando se dio cuenta de su anterior ceguera. Ahora todo le parecía nuevo, el firmamento, la tierra y, dentro de este concepto, su propia vida era distinta, mucho más limpia.
Entendió que, una vez confesadas sus faltas y lavados sus pecados en la sangre del Cordero, obtendría la victoria. Necesitaba despertar del todo, romper y deshacerse de su indumentaria antigua, ser vestida de limpio y el color que vio preparado ante sí era el blanco.
El acto iba a ser inminente aunque primero tenía que desnudarse ante el Perdonador de todo su pasado para que Él la adornara a su manera. Así se haría y allí estaba y no cambiaría de opinión porque así lo había decidido en firme, tan obediente, tan sincera, tan esperando ser ataviada antes de ser inscrita en el Libro de la Vida y reconocida delante del Padre y de sus ángeles.
Muchos que se encontraban en las mismas condiciones la vieron. Muchos redimidos atestiguan: ¡Qué maja estaba desnuda!

Autores: Isabel Pavón Vergara

©Protestante Digital 2011

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