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AS PROVAÇÕES PRODUZEM CONHECIMENTO

LIDERANÇA

 

Depois de uma vitória há uma prova e depois uma promoção

Por: Jorge Linhares

"Depois de uma vitória tem uma provação e depois de uma provação tem uma vitória." Êxodo 15.22-27.
A Palavra de Deus nos diz que Israel tinha experimentado uma grande vitória. Eles foram libertos do Egito e saíram do julgo da escravidão de 400 anos. Acontece que geralmente depois de uma grande vitória há uma prova e sempre depois de uma grande prova há uma promoção. 
O povo de Israel viveu 400 anos sem poder sonhar, sem poder sorrir, construindo casas para os outros, sem ser dono de nada, trabalhando debaixo do chicote, sem salário, sem sonhos. 
Foram 10 gerações debaixo desse julgo e Deus os tirou do Egito. Antes da primeira prova, os israelitas andaram três dias no deserto, porque Deus precisava prová-los.
Muitas pessoas fumavam, bebiam, se prostituiam, eram malandras, até o dia em que aceitaram a Cristo e foram livres da escravidão iniciando a caminhada no deserto. 
As prioridades de quem tem um encontro com o Senhor são diferentes. A desonestidade, a mentira, a malicia já não causam prazer para aquele que O aceita como Senhor e Salvador. Os valores são outros. 
O povo de Israel saiu da escravidão e caminhou no deserto antes de chegar a Canaã. E qual a maior necessidade de uma pessoa no deserto? Água. (A nação de Israel não tem petróleo, mas tem água. O rio Jordão nasce em Israel e deságua dentro do mar morto.)
Os Israelitas acharam uma fonte de água, só que as águas eram amargas. A Bíblia diz que aquelas águas eram amargas porque Deus queria prová-los.
As provas que Deus eventualmente aplica às nossas vidas têm um objetivo. O Senhor provou o povo, porque queria ensiná-los a reagir diante de uma adversidade. 
Quando passamos pela prova nos tornamos instrumentos muito melhores e para servirmos ao Senhor precisamos ser pessoas maduras. Só há uma maneira de Deus nos dá crescimento e ele vem através da prova. 
Não somos soldadinhos de água e sal. Não podemos ser inconstantes, (Tg1) "Não pense o homem inconstante que receberá de Deus alguma responsabilidade."
Seja fiel diante das provas, porque aquele que é fiel no pouco, Deus o coloca sobre o muito. 
Diante da prova, o povo murmurou e iniciou-se uma trajetória de pecado, de pessoas rebeldes, oprimidas que não reconheciam os milagres. 
Deus queria que o povo aprendesse uma faceta do seu caráter que é a PROVISÃO. Bastava o povo orar, clamar ao Senhor, e reconhecer que Ele lhes daria livramento. Assim também é conosco, precisamos falar menos com os outros e falar mais com Deus.
O Senhor tem grandes coisas para as nossas vidas e precisamos identificar as lições das provas que Ele permite que passemos.
O tempo todo passamos por provas. É vizinho que dá problema, é colega de trabalho, pessoas inconvenientes… Todo dia tem prova, mas a cada dia nos tornamos pessoas melhores, nos tornamos gigantes. 
“Se ouvires a voz do Senhor teu Deus… nenhuma enfermidade trarei sobre vocês, pois sou o Senhor que te sara.” Ex 15.26.
O propósito daquela água amarga era mostrar ao povo que Deus era o Deus que transformava a amargura em doçura. Nenhum dos milagres que o Senhor realizou no meio deles ao libertá-los do Egito foi suficiente para que Eles reconhecessem que Deus era poderoso para livrá-los daquela situação.
“Depois chegaram a Elim, onde havia 12 fontes de água e setenta palmeiras; e acamparam junto àquelas águas.” Ex 15.27.
O mesmo Deus que cuidou de nós no passado é o mesmo Deus que nos ajuda hoje. O Senhor queria dar ao povo 12 fontes de água e o povo desanimou por causa de uma fonte. 
Às vezes o que o Senhor tem para a nossa vida é muito maior do que o que estamos vivendo no presente e geralmente queremos recuar. 
Não murmure, não volte atrás. “Esperei com paciência no Senhor.” O Senhor trará o livramento para sua vida e você crescerá através dessa provação. 
As águas amargas são simplesmente uma prova para chegar às doze fontes. Não permita que as provações o impeçam de ter a visão das 12 fontes e das 70 palmeiras.

Data: 23/8/2011 09:31:00

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Em Recife, prefeito mira de maçons a evangélicos na busca pelo voto

 

Com o objetivo de viabilizar o seu nome como candidato à reeleição, o prefeito do Recife, João da Costa (PT), não tem medido esforços para se aproximar da população e mostrar aos aliados que tem condições de derrotar a oposição em 2012.

Além de transformar as ações administrativas, dentro e fora do prédio-sede da PCR, em grandes eventos – como fez na a abertura das plenárias do Orçamento Participativo e nas inaugurações das quadras externas do ginásio de esportes Geraldão e da Academia da Cidade do Parque 13 de Maio – ele vem investindo em reuniões com públicos segmentados, como os grupos religiosos.

No sábado, 20, o prefeito esteve na sede da loja maçônica Grande Oriente Independente de Pernambuco, no Bairro de São José, e assinou um documento, na Praça Frei Caneca, para que o local seja adotada pela maçonaria dentro do programa Adote o Verde, que preserva as praças da cidade. Para prestigiar a maçonaria, João da Costa levou quase todos os integrantes de seu primeiro escalão.

O prefeito tomou a mesma iniciativa ao prestigiar, no final de semana anterior, um evento das igrejas evangélicas contra o uso de drogas, no Parque Dona Lindu, organizado pelo líder do governo na Câmara do Recife, vereador Luiz Eustáquio (PT). Nas próximas semanas, ele deve seguir o mesmo roteiro, comparecendo a eventos organizados por outras religiões.

Mas não é só esse tipo de iniciativa que está impulsionando a pauta do prefeito. O ritmo das ações da gestão está sendo acelerado para mostrar à opinião pública os resultados dos programas desenvolvidos nesses dois anos e oito meses de governo. Ao longo das próximas semanas, João da Costa quer comandar eventos que possam repercutir na imprensa e, consequentemente, nas ruas.

Data: 23/8/2011 08:26:54
Fonte: JC Online

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NEPAL : Igrejas sofrem com discriminação e ameaças

     Desafiando a chuva e as ruas alagadas, mais de duas dúzias de pessoas se reuniram em frente à  igreja de Putalisadak, que fica  no coração da capital, Kathmandu, na última quinta-feira, 18, para sua reunião de estudo bíblico, trazendo um sorriso de satisfação ao rosto do pastor Dev Kumar Chetri.
     O sorriso desaparece, porém, quando ele fala sobre os problemas da igreja do Nepal, a segunda mais antiga a enfrentar perseguição. Centenas de outras igrejas espalhadas pelo país têm o mesmo problema.
     “De acordo com as antigas leis, as igrejas não foram autorizadas a se registrar como instituições religiosas”, disse Chari Gahatraj, um pastor protestante. “Em 2006, quando o Parlamento declarou formalmente que o Nepal era uma nação secular, pensamos que tudo iria mudar e que as igrejas seriam reconhecidas como instituições religiosas.”
     Cinco anos mais tarde, no entanto, a discriminação contra os cristãos continua, segundo Gahatraj. “Nem sequer fomos mencionados nas novas políticas e programas que o governo propôs ao Parlamento este ano”, disse ele.
     A igreja de Putalisadak também sofreu uma crise, quando os dois homens que eram coproprietários daquela terra foram ao tribunal para pedir suas partes. O terreno da igreja teve de ser retalhado para se resolver a disputa.
     “Esta é a história mais triste”, disse o pastor Chetri. “Nossa igreja possui registros que dizem que existem cerca de dois milhões de cristãos e quatro mil igrejas no Nepal atualmente. Mas a maioria deles não tem um lugar para realizar os cultos, pois o cristianismo ainda não é reconhecido no Nepal. É como se nós não existíssemos.”
     A estimativa de dados internacionais é de que o número de cristãos no Nepal é inferior aos dados da igreja – 850 mil. Mas a última pesquisa estima um número maior de congregações – 9.780 – do que os dados da igreja de Putalisadak.
     A terceira igreja mais antiga do Nepal, Nepali Isahi Mandali, fundada em 1957, também foi levada ao tribunal por causa de um vizinho ressentido.
     “Quando nossa congregação começou a crescer, em 2006, começamos a construir um grande templo para acomodar todos”, disse o pastor Samuel Karthak. “Mas houve oposição de um vizinho, que foi ao tribunal reclamar."
     "Sentiríamos mais confiança se fôssemos considerados instituições religiosas. No entanto, ainda somos considerados cidadãos de segunda classe e nossas igrejas, lugares que convertem pessoas. Nós ainda não temos uma voz ativa.”

Data: 23/8/2011 08:38:00
Fonte: Portas Abertas