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Apple não resiste a protesto gay e retira apoio de site cristão

BOICOTE NA INTERNET

 

O grupo afetado diz que vai espalhar a mensagem de que a empresa de Steve Jobs não quer fazer negócios com os cristãos.

A Apple decidiu retirar seu serviço de iTunes do site de caridade da Christian Give Back Group (CGBG), um ministério antes conhecido como “Rede de Valores Cristãos” depois que ativistas gays protestaram contra o financiamento da empresa com ministérios “anti-gays” e “anti-mulheres”.

Os protestos contra o ministério cristão foi liderado por Crowther, um estudante da Western Washington University que lançou uma petição no início de julho no Charge.org, alegando que ele estava preocupado com o apoio da Apple e de outras empresas ao ministério CGBG. Após essa manifestação, a Apple retirou seus serviços do site.

“Desde o início, eu sabia que uma vez que este assunto fosse trazido à atenção da Apple, eles não gostariam de ser uma parte da CVN.og (endereço do site que tinha o apoio da Apple)”, Crowther, disse em uma declaração sobre o Change.org com suas palavras ele conseguiu 35.000 assinaturas.

O grupo cristão se sentiu ofendido e disse que a atitude da empresa de Steve Jobs envia a mensagem de que eles não querem fazer “negócios com o povo cristão”, principalmente se eles começarem a atender a todas as petições dos ativistas gays. Essa declaração foi dada por meio de Kevin McCullough, assessor do ministério.

O que a fabricante do iPad não lembrou, é que a CBGB conecta consumidores com milhares de varejistas e permite ao consumidor doar uma porcentagem de suas compras para uma instituição de caridade de sua escolha, baseadas na fé ou não.

McCullough apontou para o The Christian Post que os consumidores que fazem compras através da CVN.org, não CBGB, são quem decidem qual entidade recebe doações.

“Apenas damos vales qualificados de compras para legitimar as organizações federais licenciadas”, disse ele.

A petição de Crowther levou não só a Apple a cortar os laços com a CBGB, mas várias outras empresas, incluindo Macy e Microsoft, que têm feito o mesmo.

“Se a Apple está pronta retirar alguma coisa, porque eles têm 22 mil assinaturas… não haverá uma Igreja, a pessoa baseada na fé, católica, protestante, evangélicos, carismáticos, não haverá ninguém no país que não saiba”, disse McCullough.

O assessor diz também que não está pedindo para que a Apple fique do lado dos cristãos, mas que se mantenha neutra na discussão. “Não estamos pedindo a Apple para abraçar a nossa posição ou a posição do outro lado. Só queremos que eles fiquem neutros “quando se trata de questões culturais”.

Data: 1/8/2011 08:31:11
Fonte: Gospel Prime

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Casal entra na justiça contra a Igreja Universal

DANOS MORAIS

 

Uma família de Nova Ponte, no Triângulo Mineiro, entrou na justiça contra a igreja Universal. Ela se diz enganada com a promessa da cura do filho, que tem vários problemas de saúde.

Um casal da cidade tem um filho de cinco anos. A criança nasceu prematura e aos dois meses teve hidrocefalia, uma doença no cérebro. Depois ele contraiu meningite cinco vezes e acabou com paralisia cerebral.

Segundo o pai da criança, o operador de máquina Wederson Reis da Silva, a doença não tem cura. “Só Deus mesmo”, comenta.

Em 2009, quando o filho tinha três anos de idade, os pais acreditavam em uma cura divina, baseada na fé. O incentivo teria vindo de um pastor de uma igreja Universal do Reino de Deus, em Nova Ponte. “Na época eles pediram que a gente participasse da fogueira santa”, lembra Wederson.

Mas para participar da fogueira santa, os pais teriam que doar bens materiais e dinheiro à igreja. “Teríamos de doar nossos bens mais valiosos como carro, jóias. Demos R$800 em dinheiro”, conta o pai da criança.

Só que a cura prometida não veio. O filho do casal continua do mesmo jeito e ainda com prejuízos materiais. Sem carro e sem dinheiro, a situação da família ficou ainda mais difícil. A mãe, Paola Amália Souza, diz que não tem como levar o filho ao médico porque não tinha carro e também não tinha dinheiro para pagar o aluguel. “Me sinto enganada”, desabafa.

O pastor que teria supostamente enganado a família com promessas milagrosas de cura e cobrado por isso já não mora mais na cidade. Mesmo assim, chateados, os pais ainda em 2009 contrataram um advogado e entraram na justiça.

Nesta quinta-feira, 28, foi realizada no fórum de Nova Ponte, a primeira audiência entre a família e representantes da igreja Universal. O advogado da família, João Paulo Nunes, disse que vai pedir indenização por danos morais e a devolução dos bens doados à igreja.

A igreja Universal mandou uma representante e um advogado de Belo Horizonte, mas nenhum deles quis gravar entrevista. A audiência durou quase duas horas. Testemunhas dois lados foram ouvidas.

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Pastor é novamente preso após repressão do governo

PERSEGUIÇÃO NA CHINA

 

O pastor Enhao Shi, vice-presidente da Igreja Chinesa Casa da Aliança (CHCA), foi condenado na cidade de Suqian a 2 anos de reeducação através do trabalho forçado. Durante meses, a China tem começado a implementar uma rigorosa repressão contra as igrejas domésticas.

O pastor Shi foi preso em 31 de março e detido por 12 dias. Ele foi preso novamente em 21 de junho, como “supeito de utilizar a superstição para minar a aplicação da lei”, o que é considerado um crime sério na China. Mas a sentença lhe foi imposta administramente, sem julgamento nem assistência de um advogado.

A CHCA é uma grande “igreja doméstica” na China, com milhares de membros. Nos últimos meses, a segurança pública ordenou que a igreja suspendesse todos os tipos de reuniões e confiscou veículos, equipamentos musicais e quase todos os dízimos. A polícia também ameaçou as três filhas do pastor e seus maridos.

Na China existem mais cristãos protestantes não oficiais (80 milhões) do que membros do Movimento das Três Autonomias (20 milhões). Para que a situação não saia do controle e se torne algo grande demais, há quase quatro anos o governo lançou uma campanha para eliminar as comunidades religiosas clandestinas ou uni-las às comunidades registradas pelo governo.

A série de prisões de cristãos protestantes coincide com uma série de detenções de militantes democráticos e advogados de direitos humanos.

O governo teme que qualquer movimento não controlado pelo partido Comunista possa provocar revoltas semelhantes às que estão acontecendo no Norte da África e no Oriente Médio.

Esse medo aumentou ainda mais pelo fato de muitos ativistas que defendiam os direitos humanos terem se convertido ao cristianismo.