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Pastor e casal voavam em avião que matou 16 no Recife

EVANGELICOS ESTAVAM NA TRAGÉDIA

Foto avião da tragedia

 

O pastor evangélico Ivanildo Martins dos Santos Filho, 46 anos, era gerente financeiro adjunto do Grupo Ser Educacional e estava indo realizar avaliação de rotina na unidade da Faculdade Maurício de Nassau, em Natal.

Em nota, o Grupo Ser Educacional lamentou o acidente aéreo e informou que está prestando todo o apoio à família do colaborador. A empresa acrescentou que Ivanildo Martins “era um excelente funcionário e vai deixar saudade em todos que o conheciam”.

Ivanildo era pastor da Igreja de Deus no Brasil localizada no bairro de Ouro Preto, em Olinda. Ele era um dos pastores auxiliares da igreja e sempre esteve ligado ao Ministério de Louvor, do qual foi líder durante vários anos.

O pastor Ivanildo deixa esposa e um filho de 16 anos do seu primeiro casamento.

O acidente

O bimotor L410 fazia a linha Recife/Mossoró, com escala em Natal e caiu às 6:55, quatro minutos depois de decolar do Aeroporto Internacional dos Guararapes. Eram 6:51 quando o piloto informou à Torre de Controle que estava em situação de emergência em situação e tentou fazer pouso forçado, caindo em terreno baldio próximo ao Hospital da Aeronáutica e localizado a 4 km do aeroporto e a 100 metros da praia de Boa Viagem. O acidente não deixou sobreviventes: morreram os dois pilotos e os 14 passageiros.

Mais vítimas

Duas pessoas, que viajavam para a gravação do DVD do Diante do Trono também morreram no acidente de avião.

O casal pegou o jatinho que saiu de Recife com destino a Mossoró (interior de RN) e faria escala em Natal. A viagem estava planejada para sexta-feira, mas o casal resolveu viajar nesta quarta pois achou uma vaga na aeronave e por um preço bem em conta, segundo relatou a Myrian Guanaes, conhecida da família:

“Eles viriam para Natal justamente por causa da gravação! Era um casal, acabei de saber… era primo de um amigo meu da igreja… e ele me informou que era o casal que estava vindo pra Natal e aproveitaram o “jatinho” que sairia com destino a Mossoró mas que antes passaria por aqui em Natal. E o proprio não sabia que eles viriam hoje, pois estava tdo acertado pra virem até sexta! Mas como falei, conseguiram um lugar nesse “jatinho” e com preço ainda melhor e vieram. A família esta inconsolada.. Pois ficaram sabendo a pouco que realmente seria quem eles estavam suspeitando! Nossa!! Que triste! Que o Nosso Senhor conforte o coração deles….” disse.

Data: 14/7/2011 08:44:56
Fonte: FG News

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Fui preso porque estava na pista certa, diz Cabrini sobre PCC

 

 

RICARDO FELTRIN
EDITOR DE ENTRETENIMENTO

Três anos atrás a vida do premiado jornalista Roberto Cabrini, hoje no SBT, virou notícia, e ela foi tão bombástica quanto às reportagens que ele fez na carreira. Em abril daquele ano ele foi preso acusado de portar papelotes de droga em seu carro. Embora sempre soubesse ser inocente, diz ele nesta entrevista exclusiva, somente ontem sua reputação foi redimida pela Corregedoria da Polícia, que concluiu que e ele sofreu uma cilada (relatório revelado com exclusividade pelaFolha ontem).

"Eu fui alvo da banda podre da polícia, porque era a banda que dava abrigo a criminosos de ‘alto escalão’. Eu já estava perto de policiais que faziam segurança no transporte de de contrabando. Eu fui preso justamente porque estava no caminho certo, estava perto do financiamento de facções criminosas", diz Cabrini.

Questionado sobre as "conclusões" da investigação, ele afirma que, embora não descarte nenhuma hipótese, acha improvável que a "armação" tivesse sido feita por um empresário da noite paulistana, como diz suspeitar inconclusivamente o relatório do corregedor a partir do testemunho de uma ex-mulher desse empresário (Oscar Maroni, dono da finada boate Bahamas).

Divulgação

O jornalista Roberto Cabrini, do SBT, vítima de "armação" policial três anos atrás

O jornalista Roberto Cabrini, do SBT, vítima de "armação" policial três anos atrás

Segundo a investigação interna, um comerciante e seis policiais –entre eles um delegado– forjaram o flagrante. Nenhum dos policiais testemunhou à Corregedoria o porquê do falso flagrante, e tampouco foram punidos.

Todos os envolvidos: Ulisses Augusto Pascolati, então chefe do 100º DP (Jardim Herculano, zona sul de SP), Edmundo Barbosa, então investigador chefe desse mesmo DP, além dos investigadores João Roberto de Moraes, Sérgio Jacob da Costa, Alexsandro Martins Luz, mais o carcereiro Igor André Santos Machado, não foram punidos e seguem em seus postos.

"A verdade é que eu sou obrigado a admitir que, assim como tem uma banda podre, a polícia também tem profissionais honestos, isentos e altamente profissionais. O trabalho da Corregedoria em Sâo Paulo é uma das provas disso."

Roberto Cabrini, 51, ganhou os principais prêmios jornalísticos e trabalhou nas quatro maiores emissoras do Brasil (Globo, Record, SBT e Band). Foi correspondente da Globo em Londres e Nova York. Ele voltou ao SBT em 2009, onde apresenta o "Conexão Repórter". O programa está entre as cinco maiores audiências do SBT, segundo medição do ibope semanal.

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Surgen nuevos datos del genocidio turco con los cristianos armenios

Con documentos secretos vaticanos

 

Surgen nuevos datos del genocidio turco con los cristianos armenios

Hasta la fecha, las autoridades turcas no reconocen el genocidio de millón y medio de cristianos arrmenios.

13 de julio de 2011, ROMA

El genocidio llevado a cabo por los musulmanes turcos del Imperio Otomano fue dirigido contra la población cristiana: armenios, asirios, y griegos, fueran protestantes, católico romanos, ortodoxos, o de la Iglesia Cristiana asiria. Fueron asesinados millón y medio de cristianos armenios, tres cuartos de millón de cristianos asirios y medio millón de cristianos griegos.
Estos grupos, atacados porque eran cristianos, trabajan hoy de manera coordinada para aumentar la concienciación sobre el genocidio ocurrido.
El Vaticano participará en la publicación de un libro de documentos y testimonios, muchos de los cuales proceden de sus propios archivos, en los que se expone la “enorme masacre” de cristianos armenios llevada a cabo en el Imperio Otomano entre 1915 y 1916.
Así lo dio a conocer recientemente en rueda de prensa el prefecto de los archivos vaticanos, monseñor Sergio Pagano, al anunciar la próxima aparición de ese libro, en el que figuran “los procedimientos de tortura de los turcos hacia los armenios, lo que puede denominarse como una enorme masacre”.
NUEVOS DATOS TERRIBLES
Pagano explicó que entre los documentos del Vaticano destacan algunos en los que se relatan los actos de barbarie de los soldados turcos con las mujeres armenias embarazadas, un capítulo “que me ha hecho sentir vergüenza de ser hombre”. “Sin la fe -dijo Pagano- no vería en esos episodios más que oscuridad”.
Asimismo indicó que algunos documentos describen cómo los soldados turcos “parecían jugar a los dados para adivinar el sexo del niño antes de matar al feto con la bayoneta, una vez extraído del vientre de la madre”.
LA HISTORIA DEL GENOCIDIO
La estratégica posición de la meseta de Armenia, cruce de caminos de las caravanas comerciales entre Oriente y Occidente, fomentó desde tiempos antiguos el interés de los pueblos que la rodeaban, y fue determinante para que haya sido conquistada sucesivamente por persas, macedonios y romanos. Más tarde fue la dominación bizantina y luego la árabe. Hacia mediados del siglo XI aparecen en la región los selyúcidas, nómades mongoles del Asia Central, luego los tártaros y más tarde los turcomanos.
Entre fines del siglo XVI y comienzos del XVII, la región este de Armenia se convirtió en área de conflicto entre los turcos otomanos, los persas y los rusos quienes a partir de entonces comienzan a tener presencia en la geopolítica de la región.
El sultán Abdul Hamid (1876-1909) entre 1884 y 1896 masacróo aproximadamente 300.000 armenios. Tras ser Hamid derrocado el poder pasa a manos de los Jóvenes Turcos.Lo que en principio pareció el inicio de una época de paz y fraternidad, basada en la igualdad de derechos, poco a poco se fue transformando en el período más oscuro de la historia armenia.
En el nuevo orden elaborado por los Jóvenes Turcos, los armenios constituían un obstáculo. La Primer Guerra Mundial facilitó la concreción de su objetivo: transformar un imperio heterogéneo en un estado homogéneo fundado en el concepto de un pueblo, una nación.
"Una de las metamorfosis más inesperadas y trágicas de la historia contemporánea armenia fue el proceso que se desarrolló de 1908 a 1914, durante el cual los Jóvenes Turcos, de apariencia liberal, se transformaron en nacionalistas extremos, ávidos de crear un orden nuevo y de suprimir la cuestión armenia, eliminando al pueblo armenio " (Richard Hovannisian "La question arménienne").
Del 23 al 24 de Abril de 1915 fueron detenidos, deportados a Anatolia y asesinados unos 650 dirigentes armenios de Constantinopla. A partir de entonces, se dio la orden de deportación de la población civil, desde las zonas de guerra en el Cáucaso, hacia los centros de reinstalación, en los desiertos de Siria y Mesopotamia.
El mismo esquema de arresto y asesinato de los líderes y de los hombres mayores de 15 años, así como la deportación del resto de la población -mujeres, ancianos y niños-, hacia los desiertos de Siria, se repitió en todos las localidades armenias.
Esta larga marcha, que para muchos fue el camino hacia la muerte, era acompañada de violaciones, torturas y robo de lo poco que llevaban consigo los deportados. Los escasos armenios que lograron sobrevivir, fueron trasladados a distintos puntos del Medio Oriente donde el hambre y las epidemias hicieron su parte.
MUERTE Y PODER
Los hechos descriptos fueron encuadrados dentro del concepto de “genocidio”.  Este término fue creado por Raphael Lemkin y aplicado por primera vez durante el juicio a los principales responsables del crimen contra los judíos, durante la Segunda Guerra Mundial.
Helen Fein, quien prioriza la responsabilidad del Estado en el acto de genocidio, afirma lo siguiente: "las víctimas de los genocidios premeditados del siglo XX -judíos, gitanos, armenios- fueron asesinados para que los designios del Estado en vista de un orden nuevo fueran realizados. En los dos casos, la guerra fue utilizada para transformar a la nación con el objeto de adaptarla a las concepciones de la élite en el poder, eliminando a grupos considerados extranjeros, enemigos por definición".
A partir de entonces, la emigración de los armenios fue casi total. De 2.100.000 almas en el Imperio Otomano, en 1912, de acuerdo con las estadísticas del Patriarcado Armenio de Constantinopla se pasó a 77.435, en 1927, concentradas especialmente en Estambul y aproximadamente 50.000 en 1993.
A pesar de la política de negación que encaró el gobierno turco, sobre todo a partir de 1920, los archivos europeos y americanos, así como el análisis de los hechos a partir de los testimonios de los sobrevivientes, demuestran que el genocidio armenio fue un hecho premeditado, destinado a la eliminación del pueblo armenio por no renunciar a la preservación de su cultura.
Pero hasta ahora las autoridades turcas se han negado siempre a reconocer la “enorme masacre” (1915-1916), y se limitan a admitir “abusos no sistemáticos” por parte del ejército.

Fuentes: ReL

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