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Jogador Richarlyson se envolve em acidente ao sair da Lagoinha

 

Poucas horas depois de se envolver em um acidente automobilístico em Belo Horizonte, o volante Richarlyson já estava em campo treinando pelo Atlético-MG. Depois de desfalcar o time mineiro por duas rodadas por conta de uma lesão do joelho esquerdo, o jogador foi titular no último treino antes da partida contra o Internacional, nesta quinta-feira, às 21h, na Arena do Jacaré. Escalado para a entrevista coletiva, o principal assunto não foi sua titularidade, mas o acidente na noite anterior.

Richarlyson se mostrou bastante tranquilo quando ao ocorrido, mas chateado com a repercussão. O camisa 20 do Atlético-MG revelou que estava retornando de um culto evangélico no momento da batida. “Para esclarecer, estava vindo do culto da Igreja Batista da Lagoinha (bairro de Belo Horizonte) para casa e aconteceu esta ocorrência, onde o motoqueiro colidiu com o meu carro. Graças a Deus ele só teve uma escoriação leve no supercílio, mas está bem”, explicou Richarlyson, que ficou bastante chateado pelo modo que foi tratado o seu envolvimento no acidente.

“Eu fico chateado porque as pessoas preferem falar sobre polêmicas comigo, da minha vida fora de campo, ao invés de falar que estou recuperando da minha contusão, de grau três no colateral e que em duas semanas estou de volta em campo, sem nenhuma dor”.

Richarlyson se diz acostumado a esse tipo de situação. Para o volante, não importa o seu momento dentro de campo, pois o que acontece fora dele tem mais importância. “Eu sou uma pessoa pública que dou notícia. Não importa se é notícia ruim ou boa, eu dou notícia. Estou tranquilo com isso, a minha vida sempre foi bem resolvida. Já aconteceu de eu estar em um momento excelente na carreira e o extracampo ser mais explorado. Mas, como falei, tenho minha filosofia de vida, sou tricampeão mundial, cheguei à seleção brasileira”.

O acidente

Sobre o acidente, Richarlyson explicou que estava certo no momento do ocorrido. Segundo o jogador, ele não aceitou dar entrevistas no local, o que gerou toda a confusão, já que os amigos do motoqueiro acidentado ganharam espaço para falar. “Um companheiro de vocês (imprensa) ficou chateado por euu não dar entrevista no momento. Então ele pegou amigos do motorista que falaram que eu estava errado. Mas no boletim de ocorrências da polícia vai esclarecer que eu estava certo, fazendo a manobra de maneira correta”.

O motociclista Frederico Moreira Pires, de 26 anos, passa bem depois do acidente. No entanto ele não tem carteira de habilitação e teve a moto apreendida logo depois do ocorrido. Frederico alega que Richarlyson não deu seta para visar que faria uma conversão.

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Preso pastor evangélico que abusava da filha e enteada no MT

PEDOFILIA

 

Policiais da Gerência Estadual da Polinter (Polinter) prenderam, na manhã desta quinta-feira, 30, o comerciante Antônio Bezerra da Silva, o “Pastor Bezerra”, 37, que está com a prisão preventiva decretada sob acusação de abusar sexualmente da filha de 11 anos e da enteada de 14.

A prisão ocorreu no final da manhã, no bairro Alvorada, na Capital, no lava-jato de sua propriedade.

Segundo a Polícia, Pastor Bezerra responde pelo crime de estupro de vulnerável, uma vez que as vítimas têm menos de 18 anos, sendo uma dela, de 11 anos.

A prisão foi decretada após investigação realizada pela Delegacia de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica) da Capital.

O caso veio à tona após as duas vítimas contarem para a mãe e esta procurou a Delegacia. Os policiais, então, começaram a ouvir o relato das meninas, que contaram detalhes do abuso. Com isso, a delegada Liliana Murata solicitou a prisão do pastor.

Após a denúncia, Antônio negou ter praticado qualquer ato e virou pastor de uma igreja evangélica. Nessa época, ele já era proprietário de uma lava-jato.

Os policiais informaram que as duas meninas estão recebendo assistência psicológica.

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Mais uma vez, juiz de Goiânia anula união gay

JERONYMO VILLAS BOAS

 

O juiz de Goiânia Jeronymo Pedro Villas Boas, que ficou nacionalmente conhecido há quinze dias por anular, pela primeira vez, uma união gay no país, voltou à carga. Villas Boas revogou uma segunda união estável de dois homens que moram juntos há 22 anos. Na recente decisão, o juiz afrontou mais uma vez o entendimento do Supremo, que reconheceu no início de maio esse tipo de relação. A decisão da semana retrasada foi cassada.

Villas Boas disse que, como não há na Constituição previsão implícita ou explícita de que a família possa ser formada por duas pessoas do mesmo sexo, nenhum dos poderes submissos à Carta Magna pode incluir este tipo de relação. Escreveu o juiz:

“O Judiciário não pode alterar a Constituição”.