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A MÁFIA MÉDICA E A MAÇONARIA DE HIPÓCRATES QUEREM DOMINAR A SAÚDE BRASILEIRA…………

A MAÇONARIA MÉDICA CORROMPE A SAÚDE PÚBLICA MUNICIPAL, ESTADUAL E FEDERAL SUCATEANDO O SUS. , PARA DEPOIS,PRIVATIZAR OS POSTOS E HOSPITAIS E INDUSTRIAS ESTATAIS ATENDENDO AO LOBBY DOS PLANOS DE SAÚDE PRIVADA E DOS DONOS DE REDES DE HOSPITAIS PARTICULARES QUE QUEREM GANHAR BILHÕES COM A DOENÇA E A MORTE DA POPULAÇÃO BRASILEIRA.
   

CAPÍTULO 2° DOS DIREITOS SOCIAIS: 

ARTIGO 6° – SÃO DOS DIREITOS SOCIAIS, A EDUCAÇÃO, A SAÚDE, OS TRABALHO, O LAZER, A SEGURANÇA, A PREVIDÊNCIA SOCIAL, A PROTEÇÃO À MATERNIDADE, A  INFÂNCIA,  A ASSISTÊNCIA AOS DESAMPARADOS, NA FORMA DESTA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

Escrevo este Artigo com base na Matéria do Jornal O Globo, pág. 03 do dia 27 de Março de 2011. Nossa Presidenta Dilma já iniciou sua Governança Doente, ou seja, sem Saúde. A Corrupção no Sistema único de Saúde (SUS),foi a Herança Maldita que seu Padrinho Luis Inácio Lula da Silva deixou. Confirma-se mais uma vez como os Pobres vales Milhões e suas Doenças são bastante Lucrativas, para as Famílias e a Oligarquia da Industria Médica Farmacêutica no Brasil e no Mundo, dominado pelas Máfias e Maçonarias Médicas das Famílias Oligárquicas que estão no Poder.
Temos o dever de Denunciar esta Máfia Médica Capitalista que quer acabar igual a dos E.U.A, com a Saúde Pública levando ao Sucateamento do Sistema de Saúde Brasileira, por meio da Política dos Políticos corruptos e Ineptos, obrigando a todos a comprarem um Plano de Saúde.
Criado em 1990 para assegurar o pleno atendimento Médico Hospitalar à Poplação(SUS), transformou-se no tesouro mais nobre e vulneravel do orçamento Público Brasileiro. Hoje seu maior desvio referem-se aos Pagamentos irregulares, tais como, compra de medicamentos sem controle de repasses. A Criação de grupos de controle de auditorias, nunca saiu do Papel.
A Máfia invade o Tráfico de Orgãos. Os Hospitais, e o SUS ocorrendo o descontrole que se transforma em milhões de reais, prontos para embarcar rumo à divida da União. A Máfia Médica desvia impunimente valores altíssimos e suas fraudes incluem compras e pagamentos irregulares, superfaturados, desperdicio com construções de hospitais que não funcionam e até contratação de um mesmo Médico para 17 lugares ao mesmo tempo. E em 4 anos o prejuizo foi de R$ 223,07 Milhões, e o que está por trás disso ? A Máfia Médica ? A Maçonaria Médica ? ou a Burschenschaft criada pelo Judeu Julio Frank ?
Vimos com isso, um complô para sucatear o SUS e obrigar os Cidadãos Brasileiros abrirem mão de suas Cidadania e direito de usufruirem do Direito Público de terem acesso a Hospitais Públicos e a Saúde Pública em boas condições fornecidas pelo Estado Brasileiro. Eles fazem com que tornemos meros consumidores de remédios que não curam e associados de Planos Particulares como se a saúde fosse um Produto ou um Grande negócio, onde essas coorporações tem Papéis negociados em bolsas de valores, e o interesse delas é manter os Paciêntes e usuarios de seus Planos de Saúde e Médicamentos sempre doentes e nunca cura-los, conforme está no LIVRO: NÃO HÁ SAÚDE SEM SOBERANIA – saúde, as doenças e a política de Autoria de KRISHNAMURTI SARMENTO – EDITORA LIVRE EXPRESSÃO, pois a cura tras prejuizo para as empresas que vivem do negocio da Saúde, ou melhor da doença e da morte dos Brasileiro; pois até para Morrer eles ganham conosco, pois se quiser pagar menos deve-se fazer um segura de Vida onde está incluso o Sepultamento.
Essas Organizações Nacionais e Internacionais querem acabar com a Soberania Nacional, acabando com a Saúde e Enriquecendo com os Pobres pois juntos valem Milhões. Elas fazem você pagar para nascer e para viver e para morrer, e por isso escrevemos esse Artigo denunciando e ao mesmo tempo Protestando Contra essa MÁFIA da MAÇONARIA MÉDICA – HOSPITALAR – FARMACÊUTICA, que controla a vida de quem vive e de quem morre pois eles Organizaram a sociedade Maçônicamente em Organizações Hierarquicas e Piramidas, desde a Maternidade, As empresas, A Igreja, A Escola(…..), e por fim até chegar ao Cemitério, em fim, Tudo são Organizações Lucrativas em prol do Sistema Mundial de Saúde Oculto e Privado, então somos todos vitimas e reféns dessas Organizações, que nas mãos invisivéis de Grupos Oligárquicos inescrupulosos subtraem nossos direitos ao fazer do Estado Nacional a Privatização da Saúde e da Vida Humana, exemplo claro foi na Gestão do Nosso Ex- Presidente Fantoche F.H.C, que tercerizou o serviço de saúde, em vez de promover concursos Públicos e Sucateou os Hospitais e as Ambulâncias e Postos de Saúde.

" A VERGONHA DE SERMOS 200 MILHÕES QUE SE ENCONTRAM ABAIXO DA LINHA DA POBREZA DEVE SER DA DINASTIA QUE, A MUITO GOVERNA ESSE PAÍS E QUE ACHA SER O BASTANTE PROPORCIONAR A POPULAÇÃO A POSSIBILIDADE DE COMPRAR REMÉDIO MAIS BARATO, MAS NEM DE LONGE PENSA EM UM PROJETO POLÍTICO PARA EVITAR AS ENDEMIAS"….
ATENTAI -VÓS POVO BRAISLEIRO NÃO ACEITEM AS ENFERMIDADES COMO SIMPLES CONSEGUÊNCIA DO DESTINO, POIS ELAS SÃO FRUTOS DO MEIO AMBIENTE NATURAL E SOCIAL.

CARLOS MARTINS
LEONARDO C. SANTOS
TEÓLOGOS – ESCRITORES – PESQUISADORES

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Arqueólogos confirmam autenticidade de ossuário da neta de Caifás


Segundo Autoridade de Antiguidades de Israel, descoberta representa a primeira referência epigráfica sobre essa personagem
29 de junho de 2011 | 15h 07

Efe
JERUSALÉM – Arqueólogos israelenses descobriram um ossuário de 2 mil anos de antiguidade que pertence à neta de Caifás, sumo sacerdote a quem o Novo Testamento atribui a responsabilidade pela condenação e crucificação de Jesus pelos romanos.

Boaz Zisso/Reuters
Na inscrição: ‘Miriam, filha de Yeshua, filho de Caifás, sacerdote de Maaziah da Casa de Imri’

A descoberta foi entregue à Autoridade de Antiguidades de Israel há três anos, após seu roubo por profanadores de tumbas antigas, mas somente agora os pesquisadores da Universidade de Tel Aviv e da de Bar-Ilan confirmaram sua autenticidade.

Em seu exterior, o ossuário tem gravado em aramaico – língua vernácula da região naquela época – a inscrição “Miriam, filha de Yeshua, filho de Caifás, sacerdote de Maaziah da Casa de Imri”.

“A importância da inscrição está na referência aos ancestrais da morta e na referência à conexão entre eles e a linhagem sacerdotal de Maaziah e a Casa de Imri”, declararam os pesquisadores em comunicado.

A pesquisa revelou que o ossuário de sua descendente provinha de uma caverna funerária no Vale de Elá, onde eram as planícies da Judéia, cerca de 30 quilômetros ao sudoeste de Jerusalém.

Os ossuários da região são pequenos cofres que os judeus costumavam utilizar nos séculos I e II para um segundo enterro de seus parentes e onde costumavam depositar unicamente seus ossos.

O cofre que chegou às mãos da Autoridade de Antiguidades está decorado na parte frontal com um estilizado motivo floral, em cima do qual está gravada a inscrição que revela a identidade da morta.

Maaziah é o último elo da linhagem dos 24 grandes sacerdotes que serviram no Templo de Jerusalém, e mesmo mencionado no Antigo Testamento, a descoberta representa a primeira referência epigráfica sobre essa personagem.

Por ter sido extraído sem registro científico, a análise do cofre foi prolongada e exaustiva a fim de determinar tanto sua autenticidade como a da inscrição.


Tópicos: Arqueologia, Ossuário, Neta, Caifás, Sacerdote, Novo Testamento, Vida, Vida, Geral

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CIMI -Violência contra os povos indígenas: Tudo continua igual!

CONSELHO INDIGENISTA MISSIONÁRIO

Organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Secretariado Nacional

Violência contra os povos indígenas: Tudo continua igual!

Constatação faz parte da publicação Relatório de Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil, que será lançado pelo Cimi, na próxima quinta-feira. Dados são referentes a 2010

Somente em 2010, 92 crianças morreram por falta de cuidados médicos ou condições adequadas de saúde da mãe na hora do parto. 60 indígenas foram assassinados, outros 152 ameaçados de morte. Mais de 42 mil sofreram pela falta de assistência à saúde e à educação, entre outras. Foram registrados 33 casos de invasões possessórias e exploração ilegal de recursos naturais disponíveis em terras indígenas.

Os dados apresentados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) no Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil –2010, comprovam que, entra governo, sai governo, a ocorrência de violências e violações de direitos contra os povos indígenas no Brasil continua igual. “Sim, tudo continua igual! Algumas ocorrências aumentam, outras diminuem ou permanecem iguais, mas o cenário é o mesmo e os fatores de violência mantém-se, reproduzindo os mesmos problemas”, afirma a doutora em Antropologia pela PUC/SP, Lúcia Helena Rangel, coordenadora da pesquisa.

A publicação será lançada na próxima quinta-feira, 30 de junho, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), às 15h, com a presença do secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, da coordenadora da pesquisa, Lúcia Helena Rangel, do presidente e vice-presidente do Cimi, dom Erwin Kräutler e Roberto Antônio Liebgott, respectivamente, do conselho da entidade, e do colaborador Egydio Schwade, que durante muitos anos atuou junto ao povo Waimiri-Atroari, no Amazonas.

Tudo continua igual!

As ocorrências de violências e violações de direitos contra os povos indígenas não cessam. Mais uma vez, e pelo terceiro ano consecutivo, o número de assassinatos registrado chega a 60. A maioria ocorreu no Mato Grosso do Sul, com 34 casos, o que representa 56% do total. No estado, onde vive a segunda maior população indígena do país, mais de 53 mil pessoas, os direitos constitucionais desses povos são mais que ignorados.

Já no ano passado, por ocasião do lançamento deste mesmo relatório, só que com dados de 2009, a doutora em Educação Iara Tatiana Bonin, caracterizou a situação no MS como racismo institucional. Lúcia Helena Rangel aponta como genocídio, pois além de emplacar o maior número de assassinatos, o estado também registra a maior percentagem de tentativas de assassinatos e demais violações de direitos, como ameaças várias e lesões corporais dolosas.

Os 92 casos de violência contra o patrimônio deixam claro que a situação conflituosa vivida pelos indígenas brasileiros está intimamente ligada ao modelo desenvolvimentista adotado pelo país e a falta de acesso a terra. “Mais uma vez é preciso afirmar que o pano de fundo das violências cometidas contra os povos indígenas, bem como a violação de seus direitos, é o desrespeito à demarcação de suas terras. Morosidade na regularização de terras, áreas super povoadas, populações confinadas são, entre outras, as principais fontes de conflitos, mortes e desesperança”, afirma Lúcia.

Os índices de mortalidade infantil também são alarmantes. Somente em 2010, 92 crianças menores de cinco anos morreram vítimas de doenças facilmente tratáveis. Um aumento de 513% se comparado a 2009, quando foram registrados 15 casos, com 15 vítimas. Entre os casos, um triste destaque para a situação desoladora do povo Xavante de Mato Grosso, que perderam 60 crianças das 100 nascidas vivas. Todas vítimas de desnutrição, doenças respiratórias e doenças infecciosas.

Por tudo isso, vale afirmar que a situação de violência contra os indígenas no país continua igual. “Continuam pregados na cruz os indígenas: violentados e assassinadas, expulsos ou fraudados de suas terras ancestrais, reduzidos a párias da sociedade, enxotados como animais, tratados como vagabundos de beira de estrada, ou então confinados em verdadeiros currais humanos, sem mínimas condições de sobrevivência física e muito menos cultural!, afirma dom Erwin.

Metodologia e propósito

A metodologia de pesquisa empregada é a mesma utilizada nos anos anteriores: toma-se como fonte a imprensa escrita e virtual, rádios e veículos alternativos das mais diferentes cidades, bem como os registros sistemáticos efetuados pelas equipes do Cimi espalhadas pelos 11 regionais da entidade. Além disso, as informações provêm de relatórios policiais e do Ministério Público Federal. De acordo com Lúcia, os registros reproduzidos não esgotam todas as ocorrências acontecidas, mas indicam a tendência e as características dos ataques e ameaças que pesam sobre essa população.

Assim, para evitar que a realidade de violência contra estes povos se torne algo banal, o Cimi explicita tais agressões para a população, aos organismos de defesa de direitos humanos – nacionais e internacionais – legisladores, juízes, autoridades. E, como afirma dom Erwin Kräutler, com este relatório o Conselho Indigenista Missionário quer mais uma vez afirmar seu compromisso com os povos indígenas no Brasil, na defesa de sua dignidade e de seus direitos inalienáveis e sagrados.

Serviço:

Lançamento Relatório de Violência contra Povos Indígenas no Brasil – 2010

Quando: 30 de junho, às 15h

Onde: Sede da CNBB – Setor de Embaixadas Sul Qd. 801 Conjunto B – Brasília/DF

Informações: Cleymenne Cerqueira – 61. 2106-1667 ou 61. 9979-7059

Contato para imprensa internacional: Paul Wolters – 61. 2106-1666 ou 61. 9953-8959