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Juiz que anulou “casamento” gay diz que STF ultrapassou limites

 

Julio Severo

O juiz Jeronymo Pedro Villas Boas, que anulou na última sexta-feira (17) um dos primeiros contratos de união civil entre homossexuais do Brasil, disse: “Na minha compreensão, o STF mudou a Constituição. Apenas o Congresso tem competência para isso. O Brasil reconhece como núcleo familiar homem e mulher”.

Um dos membros da união civil gay anulada, que está aparecendo nas manchetes posando de “casal ofendido”, é o militante gay Léo Mendes, presidente da organização radical Articulação Brasileira de Gays. Ele prometeu tomar atitudes contra o juiz.

Ontem (19), o presidente em exercício da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Miguel Cançado, divulgou nota repudiando a decisão judicial, que classificou como “um retrocesso moralista”.

Quando o STF (Supremo Tribunal Federal) desrespeitou a Constituição em favor da união civil gay, a OAB não mostrou a cara para defender a Constituição. Mas quando um juiz corajoso segue a Constituição, a OAB aparece imediatamente para repudiá-lo.

Quando o STF soltou o assassino Italiano Cesare Battisti, a OAB também não mostrou a cara.

O homem corajoso sustenta valores corretos mesmo sob risco de perder o emprego. Assim foi na Alemanha nazista, onde o juiz Lothar Kreyssig também desafiou as ordens imorais dos que estão em cima. Que Deus possa levantar mais desses juízes no Brasil!

Por favor, façam contato imediato com o juiz:

Email: [email protected]

Contato pelo site:http://www.tjgo.jus.br/ouvidoria/externo/cadastro.do

Tel.: (62) 3216-2349

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Papa visita San Marino e diz se preocupar com a crise e os jovens

 

Ele celebrou missa de duas horas para 22 mil pessoas neste domingo (19).
Bento XVI fez um apelo para que refugiados tenham uma vida mais digna.

Da France Presse

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O Papa Bento XVI demonstrou neste domingo (19) preocupação com os efeitos da "crise" e a situação "precária" das famílias, em particular dos jovens, durante sua primeira visita a San Marino, pequena república localizada na Itália.

O Papa Bento XVI visita San Marino neste domingo (19) (Foto: AP/Marco Vasini)O Papa Bento XVI visita San Marino neste domingo (19) (Foto: AP/Marco Vasini)

Vinte e nove anos após a vinda de seu predecessor, João Paulo II, o papa fez um apelo para não "esquecer a crise atravessada por numerosas famílias" e "as dificuldades dos educadores na formação dos jovens", atingidos pela "precariedade em seu papel social e em sua possibilidade de encontrar trabalho".

Sob o sol forte, o papa celebrou missa de mais de duas horas para 22 mil pessoas, que lotaram o estádio de Serravalle, cidade situada aos pés da fortaleza de San Marino, constatou a AFP. As pessoas agitavam bandeirosas e usavam camisas ou bonés com as cores do Vaticano (branco e ouro).

O Papa Bento XVI visita San Marino neste domingo (19) (Foto: AP/Marco Vasini)O Papa Bento XVI visita San Marino neste domingo (19) (Foto: AP/Marco Vasini)

O papa advertiu a população de San Marino contra o "hedonismo e a avidez de poder", estimando que, na pequena república, como em outros locais, "os modelos hedonistas obscuressem o espírito e as pessoas envolvidas correm o risco de perder toda a moralidade".

Após a prece do ngelus, o papa demonstrou "alegria" com a beatificação, que deve acontecer no próximo domingo, na França, da irmã Marguerite Rutan. Esta religiosa da Lorrena, irmã da Ordem de São Vicente de Paulo, dirigia o hospital de Dax (sudoeste da França) na segunda metade do século 18 e foi guilhotinada por causa da fé católica, durante a Revolução, em 1794.

Também fez um apelo, por ocasião do dia mundial do refugiado, a ser celebrado nesta segunda-feira (20), a "garantir acolhida e condições de vida dignas aos refugiados, até que possam voltar para casa livremente e em segurança".

Proveniente do Vaticano de helicóptero, Bento XVI foi recebido ao chegar, às 07H15 GMT, ao heliporto de Torraccia por dois capitães-regentes da República – Maria Luisa Berti e Filippo Tamagnini, assim como pelo bispo de San Marino/Montefeltro, Monsenhor Luigi Negri.

A parte oficial da visita a San Marino prevê, à tarde, um encontro com os dois capitães-regentes e, à noite, preces junto com 4 mil jovens na cidade italiana de Pennabilli.

A república de San Marino, com 61 km², é o terceiro menor Estado da Europa, atrás do Vaticano e do principado de Mônaco. Constituída em 8 de outubro de 1600, é a mais velha das repúblicas europeias. Encravada entre as regiões italianas de Emilia Romagna e Marche, ela conta com 30.000 habitantes.

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