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La BBC emitió un suicidio asistido

Polémico reportaje

 

La BBC emitió un suicidio asistido

El multimillonario Peter Smedley decidió morir en una clínica suiza. La televisión pública vuelve a abrir el debate de la eutanasia en Reino Unido.

16 de junio de 2011, REINO UNIDO

La cadena pública británica BBC emitió el lunes por la noche el suicidio asistido de  Peter Smedley, un hotelero multimillonario de 71 años, que sufría una dolencia neuronal motora . El documental, llamado Choosing to die (Eligiendo morir)  recogió el momento del suicidio de Medley el pasado diciembre, en la clínica suiza Dignitas.
Además de las imágenes del hotelero tomando una dosis letal de barbitúricos para acabar con su vida, la cinta también recogió todos los pasos previos y las dudas y reflexiones del fallecido y sus familiares.
La dirección corrió a cargo del escritor  Terry Pratchett, que sufre el mal de Alzheimer y que se ha convertido en uno de los mayores activistas a favor de la eutanasia en Reino Unido , que acompañó a Smedley y a su esposa hasta los últimos momentos en la clínica suiza.
El reportaje comienza cuando Smedley abandona su domicilio en el Reino Unido y declara a Pratchett que su estado “se ha deteriorado hasta el punto de que necesito marcharme bastante pronto”. Una vez en la clínica, los espectadores británicos pudieron ver algunas de las reuniones del hotelero con los médicos y psicólogos, que le explicaron el proceso detalladamente. “Deberás beberte el vaso entero, si no, sólo te vas a dormir y no vas a morir”, le advierte un facultativo el día antes de su suicidio asistido.
“¿Estás seguro de que quieres beber este medicamento que te hará dormir y luego morir?”, le preguntan a Smedley en el que fue el día de su muerte. “Sí, estoy seguro”, contesta, en hasta dos ocasiones. Finalmente, el hotelero ingiere una dosis de Nembutal con la ayuda de chocolate, tras lo cual se le ve comenzar a respirar con mucha dificultad y llamar a su esposa, Christine, con la que estuvo casado 40 años, que le agarra de la mano. Acto seguido, se duerme y ronca profundamente, y acaba su vida.
Pratchett añade que “ha sido un acontecimiento feliz. Ha muerto tranquilo, más o menos, en los brazos de su mujer, discretamente”. No obstante, Pratchett acaba el documental confesando que tiene dudas acerca de si él podría hacer lo mismo llegada la hora de la verdad. “No estoy seguro de lo que yo hubiera hecho si estuviera en su lugar”, explicó el famoso escritor.
OPINIONES ENCONTRADAS
Al igual que ya ocurrió hace tres años, cuando el canal Sky Real Lives emitió la agonía del profesor Craig Ewert, aquejado de una enfermedad cerebral,  ha vuelto a desatarse la polémica sobre la eutanasia en Reino Unido . Allí el suicidio asistido puede suponer una pena máxima de 14 años de prisión.
La organización británica pro-suicidio asistido  Dignity in Dying declaró sobre el programa que es “profundamente emotivo y en ocasiones difícil de mirar”. “No busca esconder las realidades de la muerte asistida. Al exponer la perspectiva de una persona en el suicidio asistido, nos plantea a todos el desafío pensar sobre este importante tema y preguntarnos qué opciones podemos querer para nosotros y nuestros seres queridos al final de la vida”, dijo una portavoz.
“Censurar el debate no hará nada para ayudar a aquellas personas que sufren de manera intolerable”, afirmó la portavoz, que agregó que la realidad actual es que “la gente no solo viaja al extranjero para morir, sino que acaba con sus vidas en sus propias casas”. “Lo hacen a puerta cerrada o con la ayuda de médicos y de seres queridos que les ayudan de manera ilegal”, agregó.
Los activistas anti-eutanasia, como la organización Care Not Killing Alliance , calificaron el programa de la BBC de “propaganda pro-suicidio asistido disfrazada de reportaje”. Alistair Thompson, portavoz de este grupo, acusó a la BBC de no ofrecer una visión equilibrada sobre este asunto, primando los programas en los que se defiende el suicidio asistido. Según Thompson, este ha sido el quinto programa en tres años en el que la emisora pública ofrece el punto de vista de un activista o un simpatizante de los partidarios de la eutanasia.
El portavoz de Care Not Killing Alliance afirmó que este tipo de programas de televisión tienen el riesgo de crear “un efecto contagio” entre las personas que están en situación vulnerable y que podrían verse animadas a cometer suicidio. “La evidencia es que cuanto más muestras esto, más suicidios habrá. La BBC tiene financiación pública y tiene la responsabilidad de ofrecer una programación equilibrada”, subrayó Thompson.

Fuentes: El País, Libertad Digital

© Protestante Digital 2011

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Minoria do RJ luta contra ensino religioso obrigatório

 

     Se tudo sair como planeja o prefeito Eduardo Paes (PMDB), em breve as 1.063 escolas municipais da cidade do Rio de Janeiro passarão a contar com ensino religioso. Para levar à frente a medida, a prefeitura terá de contratar 600 novos professores, o que deve causar um impacto orçamentário anual de aproximadamente R$ 12 milhões. Embora a lei determine a obrigatoriedade do ensino nas escolas públicas, a frequência será facultativa. Na Câmara Municipal o debate pega fogo.

     Audiência pública realizada nesta terça-feira, 14, mostrou que além de polêmica, a lei pode aumentar as pilhas de processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF). Representantes das minorias temem o aumento do preconceito entre estudantes e suas famílias e argumentam que a proposta fere o artigo 19 da Constituição, que garante o Estado laico.

     Porém, o ensino religioso também está previsto no artigo 210 da Carta Magna e conta com o respaldo do artigo 33 da lei 9.394 das Diretrizes e Bases da Educação Nacional – cujo conteúdo levou o Ministério Público Federal a entrar com uma ação de inconstitucionalidade que foi acolhida pelo STF, mas ainda aguarda parecer final.

     “O ensino religioso já existe nas escolas estaduais do Rio. E nós sabemos que todas as vezes em que os segmentos mais hegemônicos entram na escola, eles começam a fazer a cabeça de alunos para entrarem nas suas religiões e perseguirem as religiões de matrizes africanas”, reclama o babalaô Ivanir dos Santos, interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa. Ele afirma que se a pluralidade das diferentes religiões não for respeitada, irá recorrer ao STF. “Se houver cerceamento às religiões de matrizes africanas vamos recorrer ao Judiciário. Ou é para todo mundo ou não é para ninguém”.

     Apresentado à Câmara no dia primeiro de abril, o projeto chegou com a recomendação de que fosse votado em caráter de urgência. Porém, depois do escândalo com a compra milionária dos automóveis Jetta para os parlamentares da Casa, os 51 vereadores optaram por não jogar lenha em mais nenhuma fogueira. Assim, foi o próprio líder do governo, Adilson Pires (PT), que retirou a proposta da pauta, para que fosse realizada uma audiência pública. Ainda não foi estabelecida nova data para a votação.

     Em fevereiro, o Conselho Municipal de Educação emitiu um parecer contrário à proposta.
No projeto de lei nº 862/2011, o Prefeito Eduardo Paes explica que para cumprir “preceitos constitucional e infraconstitucional” os futuros professores de ensino religioso terão de ter como “formação mínima a licenciatura plena em Sociologia, Filosofia ou História, ou bacharelado em teologia desde que comprovada, também, licenciatura plena em outros campos específicos do conhecimento que constituam disciplinas obrigatórias do ensino fundamental”.

     Representante do Conselho Nacional de Educação (CNE) no Rio de Janeiro, o professor de Sociologia da Educação da UFRJ Luiz Antônio Cunha recomendou aos edis que aguardem a formação de uma comissão intercameral, que irá estudar a questão e propor normas que orientem a oferta do ensino religioso nas escolas públicas, antes de cabalarem votos a favor ou contra o projeto.

     “Pesquisas realizadas por docentes da UFRJ e da USP mostram que o ensino religioso tem sido evocado como um mecanismo de controle individual e social supostamente capaz de acalmar os indisciplinados, de conter o uso de drogas, de evitar a gravidez precoce e as doenças sexualmente transmissíveis”, afirmou Cunha, sem no entanto sinalizar com uma data para a apresentação das normas indicativas.

     O vereador Paulo Messina (PV), presidente da Comissão de Educação e Cultura na Câmara de Vereadores do Rio apresentou uma emenda ao projeto. Quer que, além de opcional, o ensino religioso seja oferecido fora do horário mínimo das 800 aulas anuais de aula. "Isso limitaria a proposta a ser aplicada apenas nas escolas que oferecem horário integral o que hoje, no Rio, não passa de 200", disse ele, que é contra o projeto.

Data: 16/6/2011
Fonte: Ig

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JEAN WYLLYS: Na crítica de deputado gay, sobra até para a Bíblia

O deputado e ex-BBB, Jean Wyllys, do Partido Socialista, entrou com um requerimento à Presidência da Câmara dos Deputados solicitando investigação de um panfleto contra o “kit gay,” que alega estimular a violência através de versículo bíblico.

Para o deputado federal o panfleto seria criminoso e homofóbico, pois contém discurso religioso e estimula a violência contra homossexuais “para convencer os leitores de que a homossexualidade é pecado e deve ser punida com violência”, disse.

Na opinião de Jean Wyllys o autor do panfleto está incitando violência contra gays ao citar o versículo de Marcos 9.42

“Mas todo o que fizer cair no pecado a um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que uma pedra de moinho lhe fosse posta ao pescoço e o lançassem ao mar!”, disse Jesus.

Para pastores evangélicos a atitude do parlamentar é apenas uma pequena mostra do que ocorrerá, caso o PLC 122/2006 (apelidado de lei da mordaça) e outras leis similares sejam aprovados.

O parlamentar recentemente pronunciou em sua página no twitter críticas e palavras ofensivas contra os evangélicos, tachando de “preconceituosos, homofóbicos, violentos”, os militantes da causa cristã no parlamento.

Jean Wyllys não poupou nem mesmo o apresentador Jô Soares, durante entrevista com Maria Berenice, ex-desembargadora e advogada especialista em Direitos Homoafetivos, que foi ao ar na madrugada de segunda-feira, 13. O apresentador defendeu sua posição quanto ao direito homossexual e foi taxativo ao afirmar que “é absolutamente contra qualquer ato de violência ao homossexual, mas que não se pode em uma lei criminalizar o pensamento, a opinião”.

Para Jean, “Jô Soares acabou prestando um desserviço com suas intervenções equivocadas nas boas falas de Maria Berenice. Mostrou-se um conservador!”. Revoltado, ele ainda afirmou: “O comentário final dele (Jô) sobre a homofobia foi tão equivocado e eivado de preconceito que não me pareceu ter vindo de um ilustrado”.

O militante da causa LGBT prometeu que caso as leis de defesa do direito do homossexual não sejam aprovadas ele poderá acionar as cortes internacionais, baseando-se em tratados de direitos humanos dos quais o Brasil é signatário, como resposta à suposta “perseguição” sofrida pelos homossexuais por parte de fundamentalistas religiosos no país.

Para o Pastor Silas Malafaia, organizador do manifesto pacífico contra o PLC 122, os grupos homossexuais não publicam os textos do Projeto de Lei “por saberem que o que tramita no congresso nacional é uma lei que criminaliza a pregação da Palavra”. Malafaia, taxativamente chama de “lixo o projeto de lei” e acusa a imprensa de acobertar a proposta do PLC 122.

Data: 16/6/2011 09:05:41
Fonte: Christian Post