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Mulheres que perdem a virgindade na adolescência tem mais chances de se divorciarem

Thaís Pontes

Mulheres que perdem a virgindade na adolescência têm mais chances de se divorciarem Uma pesquisa feita pela Universidade de Iowa mostrou que mulheres que perdem a virgindade muito cedo têm maior probabilidade de se divorciar, principalmente se foram pressionadas a transar. Estudo publicado na edição de abril do Jornal do Casamento e da Família entrevistou 3.793 americanas. 31% das mulheres que perderam a virgindade enquanto adolescente divorciaram-se depois de cerca de cinco anos de casadas. 47% delas divorciaram-se com cerca de dez anos de casadas. Já entre as mulheres que esperaram até a idade adulta para perder a virgindade, 15% divorciaram-se após cinco anos e 27% após dez anos. O que você achou do resultado da pesquisa? A mim uma coisa ficou bem clara: as mulheres que perdem a virgindade por pressão, provavelmente, são indecisas ou facilmente influenciáveis. Sendo assim, é possível que tenham se casado cedo demais ou por pressão também. Isso, certamente, aumenta a probabilidade de mudarem de opinião. A pesquisa também trouxe um número interessante: uma em cada quatro mulheres que começaram a vida sexual cedo ficou grávida antes de se casar. Entre as que esperaram até a idade adulta para começar a transar, esse número é de uma para dez. Entre todas as entrevistadas, 1% perdeu a virgindade com 13 anos ou menos, 5% com 14 ou 15 anos, 10% com 16 ou 17. Dentre elas, 42% disseram que sofreram pressão para transar. 58% das mulheres entrevistadas preferiram esperar até os 18 anos para relacionar-se sexualmente. Dentre elas, 22% disseram que foram pressionadas.Para você, qual a idade certa para perder a virgindade? Comente! Com informações do Daily MailImagem: ThinkStockPhotos  

 

Uma pesquisa feita pela Universidade de Iowa mostrou que mulheres que perdem a virgindade muito cedo têm maior probabilidade de se divorciar, principalmente se foram pressionadas a transar.

Estudo publicado na edição de abril do Jornal do Casamento e da Família entrevistou 3.793 americanas. 31% das mulheres que perderam a virgindade enquanto adolescente divorciaram-se depois de cerca de cinco anos de casadas. 47% delas divorciaram-se com cerca de dez anos de casadas.

Já entre as mulheres que esperaram até a idade adulta para perder a virgindade, 15% divorciaram-se após cinco anos e 27% após dez anos.

O que você achou do resultado da pesquisa? A mim uma coisa ficou bem clara: as mulheres que perdem a virgindade por pressão, provavelmente, são indecisas ou facilmente influenciáveis. Sendo assim, é possível que tenham se casado cedo demais ou por pressão também. Isso, certamente, aumenta a probabilidade de mudarem de opinião.

A pesquisa também trouxe um número interessante: uma em cada quatro mulheres que começaram a vida sexual cedo ficou grávida antes de se casar. Entre as que esperaram até a idade adulta para começar a transar, esse número é de uma para dez.

Entre todas as entrevistadas, 1% perdeu a virgindade com 13 anos ou menos, 5% com 14 ou 15 anos, 10% com 16 ou 17. Dentre elas, 42% disseram que sofreram pressão para transar.

58% das mulheres entrevistadas preferiram esperar até os 18 anos para relacionar-se sexualmente. Dentre elas, 22% disseram que foram pressionadas.

Para você, qual a idade certa para perder a virgindade? Comente!

Com informações do Daily Mail

Imagem: ThinkStockPhotos

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

 

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Assembleia Nacional da França rejeita “casamento” homossexual em votação histórica

 

Matthew Cullinan Hoffman

PARIS, França, 14 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Legisladores da França rejeitaram um projeto de lei para legalizar o “casamento homossexual” hoje numa votação decisiva na Assembleia Nacional, a Câmara dos Deputados da França.

Os deputados da Assembleia votaram contra o projeto de lei, proposto pelos socialistas, por uma maioria de 293 a 222. A votação ocorreu depois de uma decisão em janeiro dada pelo mais elevado tribunal da nação, o Conselho Constitucional, declarando que o “casamento” homossexual não é um direito constitucional.

Embora uma recente pesquisa de opinião pública, que vem sendo muito citada, tivesse revelado que a maioria dos eleitores franceses, 58 por cento, favorece a criação do “casamento” homossexual, Michel Difenbacher do Partido da União por um Movimento Popular (UMP), que é o principal partido, disse que não acha necessário “ir com a maré nem ceder a um modismo” com relação à questão.

“Somos contra a homofobia, mas não queremos alterar a imagem e função do casamento” dentro da sociedade, disse Difenbacher.

Christian Vanneste e Brigette Bareges, também do UMP, foram mais duros em sua avaliação negativa do projeto de lei. Vanneste chamou tais uniões de “aberrações antropológicas”, enquanto Bareges perguntou: “Por que não também casamento com animais, ou poligamia?”

O fato de que a Assembleia Nacional rejeitou o projeto de lei representa uma ambivalência para com o movimento ideológico homossexual na sociedade francesa. Embora tivesse sido o primeiro país a criar uniões civis para homossexuais, uma medida aprovada em 1999, a França vem de modo firme resistindo à redefinição do casamento.

Nicolas Sarkozy, presidente da França, que se descreve como campeão dos valores cristãos tradicionais, vem exigindo a legalização mundial da sodomia. Contudo, Sarkozy também se opôs ao projeto de lei de “casamento homossexual”, provocando acusações de mudança súbita de direção pelos legisladores socialistas, que dizem que ele havia prometido aprovar tal projeto em 2007.

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Famoso especialista em inseminação artificial diz: Estou horrorizado pelo o que fiz.

Médico que foi famoso especialista em inseminação artificial diz: fiquei totalmente horrorizado quando percebi o que estava fazendo

Kathleen Gilbert

CHICAGO, EUA, 13 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um médico que outrora era famoso por seu trabalho no campo da fertilidade diz que desistiu horrorizado depois de perceber que o ramo de seu trabalho era parte da “crescente atitude médica de tratar os bebês como objetos” — um termo que ele diz que seus colegas simplesmente ridicularizavam.

“Faltam-me as palavras para lhe dizer que bem no fundo da minha alma cri que eu havia cometido um mal contra outras pessoas”, o Dr. Anthony Caruso, especialista em endocrinologia reprodutiva, disse para o canal de TV EWTN News num artigo de 9 de junho.

Caruso, que é católico, diz que desistiu de seu emprego e foi para o sacramento da confissão no mesmo dia. “Quando percebi o que eu estava fazendo, fiquei totalmente horrorizado”, dele disse para EWTN News. “Fiquei tão angustiado por ter levado tantos casais por um rumo errado”.

O especialista em fertilidade disse que inicialmente sua motivação era entrar nesse campo de trabalho para ajudar a levar felicidade a um casal infértil — mas desde então percebeu que o procedimento está envolvido em conflito com o ideal de sacrifícios que deve haver entre os cônjuges do casamento. “É… a ideia de que você pode ter tudo o que quiser, onde quiser, quando quiser”, disse ele.

O artigo da EWTN também destacou a carreira do Dr. Michael Kamrava, que está para perder sua licença médica em 1 de julho por seu papel no caso “Octomom”: Kamrava foi o médico que transferiu todos os doze embriões restantes de Nadya Suleman no útero dela, resultando no nascimento de óctuplos em janeiro de 2009.

Normalmente, os médicos que fazem inseminação artificial têm de transferir um máximo de quatro embriões em cada tratamento de fertilidade, e fazem aborto seletivo das crianças se mais de um ou dois bebês sobrevive — um procedimento Suleman recusou.

Caruso comentou que tal “atitude médica de tratar os bebês como objetos” é uma parte da mentalidade da inseminação artificial, onde abortar os bebês inconvenientes é um procedimento tanto rotineiro quanto incentivado.

“Você ficaria surpreso com o número de pessoas que chega a 23, 24 semanas de uma gravidez a partir de inseminação artificial que sofrem complicações de gravidez”, disse ele. “E elas dizem: ‘Não tem problema. Pode jogar fora’. Pois essencialmente elas podem simplesmente voltar e fazer tudo de novo”.

Enquanto isso, Caruso diz que sua conversão é praticamente exclusiva entre os especialistas de inseminação artificial nos Estados Unidos, fazendo dele um pária entre seus colegas.

“A maioria dos meus colegas me vê como um doido”, disse o médico.

Leia artigo completo, em inglês, de EWTN aqui.