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O Milagre em Duas Etapas: Por que Jesus curou um cego que via “homens como árvores”?

A cura do cego

Essa passagem é uma das mais intrigantes dos Evangelhos. Ela descreve a cura do cego de Betsaida.

A Passagem Bíblica: Marcos 8:22-26

22 Eles foram para Betsaida, e algumas pessoas trouxeram um cego e suplicaram a Jesus que tocasse nele.
23 Ele tomou o cego pela mão e o levou para fora do povoado. Depois de cuspir nos olhos do homem e impor as mãos sobre ele, Jesus perguntou: “Você está vendo alguma coisa?”
24 Ele olhou e disse: “Vejo pessoas; elas parecem árvores andando.”
25 Mais uma vez, Jesus colocou as mãos sobre os olhos do homem. Então seus olhos foram abertos, sua vista foi restaurada, e ele via tudo claramente.
26 Jesus mandou-o para casa, recomendando-lhe: “Não entre no povoado!”

O Contexto: A “Cegueira” dos Discípulos

O motivo desse milagre acontecer em dois estágios fica claro quando olhamos o que aconteceu logo em seguida. Pouco depois de curar o cego, Jesus faz uma pergunta crucial aos seus discípulos em Marcos 8:27-29:
27 Jesus e os seus discípulos dirigiram-se para os povoados nas proximidades de Cesareia de Filipe. No caminho, perguntou-lhes: “Quem o povo diz que eu sou?”
28 Eles responderam: “Alguns dizem João Batista; outros, Elias; e ainda outros, um dos profetas”.
29 “E vocês?”, perguntou ele. “Quem vocês dizem que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Cristo”.

Assim como o cego precisou de um segundo toque para enxergar a realidade como ela era, os discípulos também estavam em um processo gradual de abertura de olhos espirituais. Eles já viam Jesus, mas até aquele momento, a visão deles ainda estava “embaçada” sobre quem Ele realmente era.

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Pr. Ângelo Medrado

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Artigos

‘Não importa o pecado, a cruz é para todos’, diz ex-homossexual curado de Aids

Mark testemunha o poder Deus, após ter adquirido vírus HIV em vida promíscua e mergulhada em vícios.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS
Mark conta seu testemunho milagroso. (Foto: Reprodução / CBN News)
Mark conta seu testemunho milagroso. (Foto: Reprodução / CBN News)

“Eu estava morrendo de medo de que minha vida tivesse acabado. E não havia como voltar atrás”. Esse era o temor de Mark Nelson, assim que foi admitido em um hospital Tallahassee na Flórida com pneumonia dupla, em 2008. Mas essa não foi a pior notícia que ele recebeu. “Disseram que eu tinha AIDS. O vírus ficou no meu sistema por, disseram, 8 a 10 anos.”

Já na UTI, Mark começou a refletir sobre sua infância e as decisões que tomou na vida. Tendo crescido em uma família de classe média que frequentava a igreja, ele tinha quase tudo de que precisava, exceto a atenção e o afeto de seu pai.

“Eu estava procurando por uma conexão com uma figura masculina que pudesse me dar alguma afirmação de que eu estava fazendo algo certo”, explica Mark. Ele encontrou uma figura paterna – em seu pastor de jovens na igreja.

Aos 13 anos, Mark fazia o possível para se destacar e ser admirado. “Ele ficou meio arrogante, sabe, até certo ponto, orgulhoso”, conta a mãe de Mark, que reforça: “Eu dizia às outras pessoas que sabia mais do que elas, que era melhor do que elas, que Deus me amava mais do que elas”.

Vendo a contenda e divisão que Mark estava causando, seu pastor de jovens o chamou e o repreendeu. “Achei que ele estava me repreendendo como pessoa, então, quando deixei aquele grupo de jovens naquela noite, eu estava chorando e magoado, profundamente magoado”, lembra Mark.

Mundo destruído

Agora, em vez de passar todo o tempo na igreja, Mark encontrou outra multidão. Ele começou a beber e usar drogas e se envolveu com pornografia.

“Tive de encontrar outras coisas para realmente preencher aquela ferida. Minha mente inteira foi invadida por pensamentos perversos. Isso me levou a um mundo muito destruído”, lembra Mark.

Foi esse mundo destruído que o levou a uma atração crescente por homens. Ao longo do ensino médio, Mark manteve seus desejos pelo mesmo sexo ocultos, mas na faculdade encontrou aceitação entre a comunidade homossexual. Depois de se formar na faculdade em 2000, Mark entrou totalmente no estilo de vida gay. “Eu estava recebendo muitas afirmações masculinas. Eu era muito, muito promíscuo em todo o lugar”, lembra.

A doença

Por 7 anos Mark manteve aquele segredo para seus pais e colegas de trabalho. Mas, em fevereiro de 2008, após vários meses doente, ele foi parar no hospital com pneumonia dupla.

“Eu tinha muito medo do que iria acontecer comigo”. Os médicos decidiram colocar Mark em coma para ajudar seu corpo a descansar.

Enquanto isso, os pais de Mark foram avisados ​​e foram visitá-lo assim que puderam. Eles descobriram que seu filho não estava apenas em uma batalha física, mas espiritual. “Quando entramos em seu quarto naquela noite e nos aproximamos dele para orar por ele, ouvi uma voz dizer: ‘Estamos com ele, fique longe dele'”, lembra a mãe de Mark.

Batalha espiritual

Os médicos deram pouca esperança aos pais de Mark, pois sua saúde continuou a piorar. “Eu sabia que o Senhor fazia milagres, e começamos a orar imediatamente”, conta o pai de Mark.

“Eu lia a Bíblia o tempo todo e, em todos os lugares que ia, escrevia as escrituras que Deus me dava. Então eu as dizia em voz alta e as proclamava”, diz a mãe de Mark.

Nas semanas seguintes, a família e os amigos oraram sem parar. Então, no fim de semana da Páscoa, Mark conta que seu espírito deixou seu corpo: “Comecei a ver cenas da minha vida, apenas passando diante dos meus olhos. E eu sabia que todas eram baseadas em meus anos de vida na homossexualidade. A escuridão voltou a ficar completa. E lentamente comecei a ouvir esses gritos e pedidos de ajuda”.

“Então comecei a sentir algo como chutes e socos, golpes físicos no meu corpo. E isso estava me oprimindo, e cheguei ao ponto em que não aguentava mais. E eu gritei: ‘Jesus!’ E imediatamente minha alma reentrou em meu corpo. Eu simplesmente agradeci a Deus naquele dia com tanta profundidade pelo que Ele me livrou”, relembra.

O milagre

Depois que Mark se estabilizou, os médicos decidiram tirá-lo do coma. No dia seguinte, todos puderam ver que algo havia mudado.

A mãe de Mark relembra: “Havia uma atmosfera diferente na sala. Cada melhoria era como um momento de alegria.”

“Minha atração pelo mesmo sexo foi embora naquela noite no hospital. Na tarde do domingo de Páscoa comecei a ficar mais forte. Eu estava ficando cada vez menos dependente do oxigênio. Então, eles viram que meus pulmões estavam ficando mais fortes”, conta.

Quando os médicos liberaram Mark algumas semanas depois, eles disseram que seu HIV era ‘indetectável’. “Simplesmente comecei a chorar e clamar ao Senhor. E apenas dizendo: ‘Senhor, sinto muito. Sinto muito por tudo o que fiz. Eu quero estar em um relacionamento completo com você, Senhor’. E eu simplesmente senti essa paz tomar conta de mim e eu senti naquele momento que era isso.”

Mark se casou e trabalha para uma organização missionária na Flórida. Seu HIV ainda é indetectável e isso desde aquele Domingo de Páscoa anos atrás.

“É um dia de lembrança, é um dia de exclamação e alegria. E gratidão por Ele nos tirar de tanto. E a cruz está aí para qualquer um. Qualquer um. Não importa que tipo de pecado seja. A cruz é onde você a coloca”, diz agradecido pelo milagre.

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Cultos

Falso milagre na igreja Plenitude

Esposa do bispo Alex Kwiek, preso por venda de falso milagre, afirma que ele é inocente

Apesar de a esposa negar o envolvimento do marido, ele foi indiciado por formação de quadrilha e aguarda em liberdade o fim das investigações.

22 horas atrás

Bispo Alex e Bispa Lisa

A redação do Fuxico Gospel foi procurada na última semana pela bispa Lisa, esposa do bispo Alex Kwiek, ambos lideres da igreja Plenitude Place, localizada em Alphaville, bairro rico de São Paulo.O bispo Alex havia sido pauta do Fuxico Gospel, quando foi preso juntamente com o cantor gospel Tino e outros membros da família como: o pai e a mãe. Segundo as investigações, a quadrilha aplicou golpes superiores a R$ 50 milhões com a venda de falsos milagres. Em nota, a bispa Lisa contou que o marido foi citado injustamente no caso, e que foi vítima de preconceito por ser cigano. Ela também disse que o marido foi mencionado entre os suspeitos por ter o mesmo sobrenome, e que praticamente não tem contato com os parentes.

Apesar de Lisa negar o envolvimento do marido com o crime, ele foi indiciado por formação de quadrilha, e aguarda em liberdade o fim das investigações.

Leia na íntegra, a nota enviada pela bispa à nossa redaçāo:

“Em 08 de dezembro de 2020, foram encaminhados temporariamente à delegacia, no âmbito de uma investigação conduzida pelo 14º Distrito Policial.

Obtivemos cópias do procedimento policial e constatamos a existência de um grave equívoco. Embora as investigações sejam sigilosas, podemos atestar que o Alex Kwiek foi mencionado, porque alguns dos suspeitos têm o mesmo sobrenome que ele. São parentes que ele praticamente não tem contato.

Bispo Alex Sandro Kwiek e bispa Lisa, são referências com um trabalho sério e responsável há mais de 12 anos no bairro de Alphaville, e na cidade de Barueri, sempre agindo com a maior transparência e responsabilidade, seguindo os princípios da palavra de Deus.

São amigos de grande parte dos cantores e pregadores de referência no Brasil, sempre foram exemplos em ajudar as pessoas e de instruir à luz da palavra de Deus, mas como o racismo ainda é muito relevante no Brasil e no mundo, não só sobre os ciganos, também atacam os negros, índios, judeus, árabes etc… mas ainda bem que a verdade prevalece sobre toda acusação mentirosa.

Assim, foi prestado esclarecimentos ao responsável pela investigação, que entendeu que, efetivamente ele não tinha qualquer relação com os fatos, liberando de qualquer acusação, nem em toda a sua carreia ministerial e nem na sua vida particular, não tendo nada do que se envergonhar.

“A verdade prevalece e seguimos fortes e levamos as marcas de Cristo e não iremos regredir, entendemos que as pessoas que servem a Cristo serão perseguidas e caluniadas”, disse o Bispo Alex Kwiek.

Pois a nossa missão é amar pessoas e ajudar ao próximo, porque acreditamos que existe um Deus que nos justifica. A igreja segue cada vez mais unida e forte por um propósito: ajudar as pessoas que são rejeitadas pelo mundo.”