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Musical ‘The Book of Mormon’ é o grande vencedor do Tony 2011

 

13/06/2011 02h58 – Atualizado em 13/06/2011 04h06

 

Peça conta história de jovens mórmons que viram missionários em Uganda.
Premiação é conhecida como o ‘Oscar do teatro’ nos Estados Unidos.

Da EFE

 

O compositor Robert López e os criadores do musical, Matt Stone e Trey Parker, com alguns dos prêmios recebidos no Tony Awards. (Foto: Lucas Jackson / Reuters)O compositor Robert López e os criadores do musical, Matt Stone e Trey Parker, com alguns dos prêmios recebidos no Tony Awards neste domingo. (Foto: Lucas Jackson / Reuters)

O irreverente musical "The Book of Mormon", que conta de forma bem-humorada a história de dois jovens mórmons que se tornam missionários em Uganda, foi o grande nome da 65ª edição do prestigioso prêmio Tony ao vencer na noite deste domingo (12) em nove categorias, inclusive a de melhor musical.

Neil Patrick Harris, da série "How I Met Your Mother", foi o principal apresentador da noite e não deixou faltar piadas sobre os últimos escândalos ocorridos nos Estados Unidos, como a revelação de uma nova paternidade de Arnold Schwarzenegger e as fotos inapropriadas do congressista democrata Anthony Wiener divulgadas no Twitter.

"The Book of Mormon" aborda a expedição de dois otimistas missionários a um lugar devastado pela fome e pela aids, tudo com melodias e coreografias típicas da Broadway. Por trás da obra, estão os criadores da satírica série de desenhos "South Park", Trey Parker e Matt Stone, e o compositor Robert López, autor do musical "Avenue Q", já consagrado no Tony.

O concorrente mais forte era "The Scottsboro Boys", musical sobre o caso real de nove adolescentes afro-americanos acusados injustamente de estuprar duas mulheres brancas nos anos 1930 no Alabama, que recebeu 12 indicações.

Ambos disputavam a categoria de Melhor Musical com "Catch Me If You Can" e "Sister Act", produções bem-sucedidas baseadas respectivamente nos filmes "Prenda-me Se For Capaz" e "Mudança de Hábito".

Além da categoria mais cobiçada, "The Book of Mormon" venceu também os prêmios de Melhor Direção (Casey Nicholaw e Trey Parker), Melhor Libreto (Trey Parker, Robert Lopez e Matt Stone), Melhor Música (Trey Parker, Robert Lopez e Matt Stone), Melhor Atriz Coadjuvante (Nikki James), Melhor Orquestra (Larry Hochman e Stephen Oremus), Melhor Engenharia de Som (Brian Ronan), Melhor Cenografia (Scott Pask) e Melhor Iluminação (Brian MacDevitt).

"Anything Goes" levou os prêmios de Melhor Revival, Melhor Atriz (Sutton Foster) e Melhor Coreografia (Kathleen Marshall). Já o prêmio de Melhor Ator foi para Norbert Leo Butz, de "Catch Me If You Can", enquanto John Larroquette ("How to Succeed in Business Without Really Trying") recebeu o de Melhor Ator Coadjuvante.

Sucesso no cinema e no teatro, a comédia musical "Priscilla, a Rainha do Deserto" ganhou o Tony de Melhor Figurino, com os designers Tim Chappel e Lizzy Gardiner. Os trajes excêntricos das drag queens que atravessam o deserto australiano repetiram a façanha que o filme homônimo fez no Oscar de 1995.

Já nas categorias não-musicais, o prêmio de Melhor Peça foi para "War Horse", adaptação de Nick Stafford do romance homônimo publicado em 1982 pelo autor de contos infanto-juvenis Michael Morpugo, que fala sobre os laços entre um adolescente e seu cavalo.

Essa história, ambientada na Primeira Guerra Mundial, levou também os prêmios de Melhor Direção (Marianne Elliott e Tom Morris), Melhor Desenho de Som (Christopher Shutt), Melhor Cenografia (Rae Smith) e Melhor Iluminação (Paule Constable).

No que diz respeito ao elenco, Frances McDormand ("Good People") ganhou o prêmio de Melhor Atriz, enquanto Mark Rylance ("Jerusalem") foi agraciado como Melhor Ator, desbancando inclusive o bem cotado Al Pacino, protagonista de "O Mercador de Veneza".

A emocionante "The Normal Heart", que aborda a expansão da Aids em Nova York nos anos 1980, também foi destaque no Tony 2011. Escrita por Larry Kramer, que a definiu como uma "autêntica obra de amor", a peça venceu nas categorias de Melhor Atriz Coadjuvante (Ellen Barkin), Melhor Ator Coadjuvante (John Benjamin Hickey) e Melhor Revival.

Por fim, o prêmio de Melhor Figurino entre as peças não-musicais foi para "The Importance of Being Earnest" (Desmond Heeley), escrita em 1895 por Oscar Wilde.

O prêmio Tony, criado em 1947 e assim nomeado para homenagear a atriz Antoinette Perry, é considerado o mais importante da cena teatral americana, e equivale ao que o Oscar é para o cinema, o Grammy à música e o Emmy à televisão.

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A mais longa lista de pecados da Bíblia está relacionada à homossexualidade

 

Marcello de Oliveira

Quando o homem desprezou o conhecimento de Deus e perverteu o culto divino, perdeu a sua identidade. O homossexualismo é uma negação total do mundo real. Refuta qualquer possibilidade de continuidade e ameaça a identidade da pessoa como fruto do relacionamento de um pai e uma mãe. Não podemos concordar com a bandeira levantada pela homofobia, quando os ativistas desse movimento afirmam que o homossexualismo é uma opção normal e que o casamento de pessoas do mesmo sexo é uma união de amor que deve ser chancelada pela lei de Deus e dos homens. Ao descrever o homossexualismo, Paulo aponta sete características desse pecado abominável: 1) imundícia (Rm 1.24); 2) desonra para o corpo (1.24); 3) paixão infame (1.26); 4) antinaturalidade (1.26); 5) contrariedade à natureza (1.26); 6) torpeza (1.28); 7) erro (1.28).

O apóstolo Paulo amplia a questão quando faz um diagnóstico sombrio da realidade que nos cerca. A decadência moral atinge todos os relacionamentos: com Deus, consigo próprio, com o próximo e com a família. Esta é a mais longa lista de pecados encontrada nas epístolas paulinas. Paulo faz uma lista de 21 pecados, que mostraremos agora:

Cheios de injustiça – A palavra grega adikia significa roubar tanto aos homens como a Deus de seus direitos.

Cheios de malícia – A palavra grega poneria se refere a uma maldade sedutora, maligna. Trata da pessoa que não apenas é má, mas procura arrastar os outros para sua maldade.

Cheios de avareza – A palavra grega pleonexia é o desejo desenfreado que não conhece limites nem leis, o desejo insaciável de ter o que não lhe pertence por direito. É amor insaciável às possessões e aos prazeres ilícitos.

Cheios de maldade – A palavra grega kakia descreve o homem desprovido de todo o bem. Trata-se da pessoa que tem inclinação para o pior. É o vício essencial que inclui todos os outros e do qual todos os outros procedem.

Possuídos de inveja – A palavra grega fthonos descreve o terrível sentimento de sentir-se desconfortável com o sucesso dos outros, não só desejando o que lhe pertence, mas também alegrando-se com suas tragédias.

Possuídos de homicídio – A palavra grega fonos se refere a desejo, intenção ou atitude de ferir o outro para tirar-lhe a vida. O assassino é também aquele que odeia a seu irmão (1Jo 3.15). O homem pode ver a ação, mas Deus conhece a intenção.

Possuídos de contenda – A palavra grega eris diz respeito ao sentimento e à atitude daquele pessoa que é dominada pela inveja e por isso se torna facciosa e briguenta.

Possuídos de dolo – A palavra grega dolos retrata a pessoa que não age da maneira reta, usando sempre métodos tortuosos e clandestinos para alguma vantagem. A palavra vem do verbo doloun usado para referir-se à falsificação de metais preciosos e a adulteração de vinhos.

Possuídos de malignidade – A palavra grega kakoetheia descreve a pessoa que sempre supõe o pior acerca dos outros. É a pessoa que sempre vê as coisas pelo lado mais sombrio.

Difamadores – A palavra grega psithyristes representa a pessoa que murmura suas histórias maliciosas de ouvido a ouvido.

Caluniadores – A palavra grega katalalos refere-se a pessoa que proclama publicamente suas infâmias.

Aborrecidos de Deus – A palavra grega theostygeis retrata o homem que odeia a Deus, porque sabe que Deus é estorvo em seu caminho de licenciosidade. De bom grado eliminaria Deus se pudesse, pois para ele o mundo sem Deus lhe abriria o caminho para o pecado.

Insolentes – A palavra grega hybristes retrata a pessoa altiva, soberba, sadicamente cruel, que encontra prazer em prejudicar o próximo.

Soberbos – A palavra grega hyperefanos descreve a pessoa que está cheia de si mesma como um balão cheio de vento. Este é o ponto culminante de todos os pecados. Trata-se de quem despreza todos, exceto a si mesmo, e tem prazer em rebaixar e humilhar os outros.

Presunçosos – A palavra grega alazon descreve a pessoa que pensa de si mesma além do que convém e exalta a si mesma acima da medida. Diz respeito a quem pretende ter o que não tem, saber o que não sabe e jacta-se de grandes negócios que só existem em sua imaginação.

Inventores de males – As palavras gregas efeuretes kakon retratam aquelas pessoas que buscam novas formas de pecar, novos recônditos nos vícios, porque estão enfastiadas e sempre à procura de novas emoções em alguma fora diferente de transgressão.

Desobedientes aos pais – As palavras gregas goneusin apeitheis se referem àquela atitude dos filhos de sacudir o jugo da obediência aos pais. Trata-se de filhos rebeldes e irreverentes.

Insensatos – A palavra grega asynetos descreve o homem que é incapaz de aprender as lições da experiência. Trata-se da pessoa culpada de grande sandice, que se recusa a usar a mente e o cérebro que Deus lhe deu.

Pérfidos – A palavra grega asynthetos descreve a pessoa que não é confiável. É aquele desonesto em quem não se pode confiar.

Sem afeição natural – A palavra grega astorgos significa sem amor à família. Trata do desamor dos pais aos filhos e dos filhos aos pais. É a falta de afeto entre os irmãos de sangue. A prática abusiva de abortos e os crimes familiares apontam para a gravidade desse pecado em nossos dias.

Sem misericórdia – A palavra grega aneleemon retrata a pessoa implacável, sem piedade, que fere e mata o outro sem compaixão.

Conclusão

Depois de descrever com cores fortes e vividas o estado de decadência da sociedade, Paulo faz duas afirmações ainda mais chocantes:

1)     Os homens pecam conscientemente. “Ora conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam não somente as fazer…” (Rm 1.32ª).  As pessoas agem sabendo que estão agindo errado. Elas sufocam a verdade, abafam a voz da consciência, mas no íntimo sabem que aquilo que praticam é um ato de rebeldia contra Deus e passível de punição.

2)     Os homens aplaudem os que praticam as mesmas coisas. “…mas também aprovam os que assim procedem” (Rm 1.32b). Amados vejam a atualidade das Escrituras. Não foi exatamente isto que o STF fez esta semana? A sociedade se mostra orgulhosa e até entusiasmada pelo pecado. O nível mais baixo da degradação moral de uma sociedade é quando ela não apenas pratica o mal, mas também o incentiva e aplaude. Esse é o clímax da perversidade. É isso que vemos todos os dias na televisão, nos outros meios de comunicação e o pior de tudo, no “guardião” da Constituição Federal – o STF.

O Eterno tenha misericórdia de nós,

Pr Marcelo Oliveira

Bibliografia:  Wiersbe, Warren. Comentário Expositivo. Geográfica Editora

Rienecker, Fritz; Rogers, Cleon. Chave lingüística do NT

Lopes, Hernandes Dias. Romanos. Ed. Hagnos

Barclay, William. Romanos, p. 45-51

Fonte: DavarElohim

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Cada año decenas de inmigrantes renuncian al islam para abrazar la fe evangélica

En España

 

Cada año decenas de inmigrantes renuncian al islam para abrazar la fe evangélica

Muchos omiten contárselo a sus familias por miedo al rechazo y la “muerte civil” del converso.

12 de junio de 2011, BARCELONA

En un reportaje de Ignacio Cembrero en El País  se relata una ceremonia de bautismo evangélico. "¿Crees en el Señor Jesucristo como único y suficiente salvador?", pregunta, con voz firme, el pastor José Luis Fernández. "Sí", contesta en el mismo tono el creyente, y se deja sumergir en la pila bautismal del tamaño de una pequeña piscina.
Esta modalidad de bautismo se repite cada domingo en las parroquias evangélicas de España, pero la que se desarrolla en Les Roquetes de San Pere de Ribes (Barcelona) es especial: el bautizado se llama Mohamed Karami, ingeniero industrial de 37 años, y es un inmigrante marroquí . "Es el primer exmusulmán al que bautizo", señala orgulloso José Luis.
Con la camiseta blanca empapada, Karim se dirige al micrófono y toma la palabra. Habla de las "muchas etapas" de su vida, de la "curiosidad" que sintió por la religión de su mujer, que es latinoamericana, y por fin, de ese año 2008 en el que "ocurrió algo muy especial". "Tuve un encuentro con el Señor". "Le entregué mi vida". "Fue mi nueva fecha de nacimiento", concluye.
El centenar de fieles, en su mayoría españoles, que abarrotan el templo irrumpen a aplaudir al tiempo que en la pantalla de un televisor aparece la letra de unos cánticos que entonan con fuerza. Los más entusiasmados, los que más dan palmas al ritmo de la música, son dos pastores, Hassan, de Alhucemas (Marruecos), y Said de Cabilia (Argelia), muy dedicados a la inmigración.
Entre los fieles hay también dos marroquíes que, como Mohamed, renunciaron al islam para convertirse hace años al cristianismo  y dos chicas jóvenes de Tánger que, según cuentan, han acudido "por curiosidad".
MIEDO AL FUNDAMENTALISMO ISLÁMICO
Las dos chicas son advertidas de que en el templo hay un fotógrafo y un periodista, y les buscan afanosamente. "Por favor, que no salgan nuestros nombres ni nuestros rostros en el periódico", nos ruegan. "Podríamos tener problemas con nuestra familia si se entera", aseguran.
Mohamed, el bautizado, tampoco le ha contado a su madre, de 73 años -su padre militar falleció durante la guerra del Sáhara Occidental- su conversión. "Algún día iré a Marraquech, se lo diré y lo acabará aceptando", afirma.
" Hay países musulmanes que prevén la pena capital para los que hacen apostasía, pero incluso en los que no estipulan ese castigo, la conversión significa la muerte civil del converso ", sostiene el periodista cristiano libanés Camille Eid , autor del libro Cristianos llegados del islam , publicado en 2006 en Italia. "De ahí que hasta los inmigrantes sean remisos a declarar su nueva fe".
Mohamed recuerda que cuando se empezó a acercar al cristianismo, a través de su suegra, le "gustó que se pudiera orar cantando con alegría". "A nosotros, los musulmanes, nos cuesta mostrar nuestros sentimientos", se lamenta. "El bautismo es para mí anunciar que crees y que has entregado tu vida al Señor".
La pasión que muestra Mohamed sorprende. "Los conversos deben superar tantas trabas psicológicas y hasta jurídicas que su envite es auténtico y entusiasmado", precisa Camille Eid.
EL POR QUÉ DE LA CONVERSIÓN
Mohamed tiene claro por qué se ha hecho evangélico y no católico : "No puedo aceptar que deba haber (además de Jesús) un intermediario entre Dios y yo". La mayoría de los exmusulmanes conversos al cristianismo optan por la fe protestante por razones más prácticas: sus pastores predican mucho más el Evangelio que los sacerdotes católicos.
Said, el pastor argelino, por ejemplo, consagra las tardes de los sábados a reunir en una iglesia metodista de la calle de Aragón de Barcelona, a una decena de conversos como él con otros tantos inmigrantes marroquíes que "quieren saber en qué consiste nuestra religión".
En torno a una modesta merienda, los primeros cuentan sus experiencias, los segundos, preguntan. "Cristo nunca dijo que no te van a mirar mal por seguirle", les explica Said. "No hay que dejarse intimidar", prosigue. "Hay que levantar alta la bandera". "Las batallas se ganan con la palabra y no con los fusiles". "Y la palabra es Cristo". Después lee la Biblia y por último los conversos rezan en árabe y español.
¿Cuántos musulmanes se convierten al año al cristianismo en España? No hay ninguna estadística. En Francia, donde la comunidad musulmana es más numerosa, se estima que son unos 600. En España son con seguridad menos, muchos menos en todo caso que el número de españoles que se hacen musulmanes y que además lo proclaman. Lógico, según Camille Eid, "porque en el islam solo hay una puerta de entrada, pero no de salida".

Fuentes: El País

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