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Alice Copper: Encontro de Quase morte com Elvis Presley

08.06.2011 | 18:46

 



Em um bate-papo que relembrou bebedeiras com John Lennon e Keith Moon,Alice Cooper revelou que a obsessão de Elvis Presley por amas poderia ter chegado a um fim irônico pelas suas mãos. O Rei do Rock disse para o então jovem cantor atirar na sua cabeça durante um encontro bizarro, em 71, em Las vegas.

Em conversa ao Daily mirror, o roqueiro veterano recordou o dia em que conheceu Presley, na suíte de um hotel, acompanhado por Liza Minnelli e pela atriz pornô Linda Lovelace – estrela de Garganta profunda. “Elvis me levou para a cozinha, abriu uma gaveta, tirou de lá uma pistola carregada de balas e me disse para apontar para a sua cabeça”, contou Cooper, que esteve recentemente no Brasil. "Eu não sabia o que fazer. Estava esperando que a qualquer momento um de seus seguranças iria entrar e e me matar ali mesmo", completou ele.

“Uma voz dentro de mim me dizia: ‘vai lá, faça história, mate ele. Você vai ser lembrado como o homem que matou Elvis’. Mas também ouvia outra voz que me dizia: ‘você não pode matá-lo, é o Elvis Presley – apenas o deixe ferido e pegue alguns anos de prisão’”, relembrou o cantor.

Felizmente Cooper não teve que tomar nenhuma decisão precipitada. "Uma fração de segundo depois, Elvis deu uma voadora na arma e me imobilizou no chão pelo pescoço, dizendo ‘é assim que se para um homem com uma pistola’".

Foto: Divulgação

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ENQUANTO O BRASIL TENTA DISTRIBUIR O KIT GAY, NA ARGENTINA CRIANÇAS RECEBEM KIT DE PREVENÇÃO A CORRUPÇÃO

QUARTA-FEIRA, 8 DE JUNHO DE 2011

 

 

kit-anticorrupcao-ArgentinaO governo argentino criou uma espécie de “kit anticorrupção” para ser distribuído a 1 milhão de alunos do ensino médio no país.

O objetivo é fazer com que os adolescentes reflitam sobre o assunto ao mostrar que atitudes transgressoras nascem em pequenas ações como colar em uma prova na escola.

O material de 62 páginas foi criado pelo Departamento Anticorrupção e traz também um vídeo ficcional com a história de um jovem que rouba as respostas de um exame de inglês, mas tempos depois não consegue arranjar emprego por não dominar a língua.

De acordo com o jornal argentino Clarín, o guia tenta conscientizar os jovens de que a “corrupção está profundamente enraizada em um traço cultural.”

Para ilustrar a mensagem, o texto compara a atitude de um funcionário público que desvia dinheiro destinado a hospitais a de uma pessoa que pega transporte público sem pagar passagem.

O kit afirma ainda que algumas ações, como jogar papel na rua, por menores que possam parecer, podem influenciar outras pessoas o que causaria entupimento de ralos e canais e, consequentemente, inundações. E estas enchentes são responsáveis, muitas vezes, pela morte de pessoas.

A divulgação de que o Departamento Anticorrupção fez um convênio com o Ministério da Educação para utilizar o guia nas aulas de Formação Ética e Cidadania causou polêmica. Os críticos dizem que o conteúdo minimiza a corrupção por parte de políticos do Estado.

 

Fonte: R7

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MALAFAIA DEFENDE IRMÃO

 

Pr diz que deputado não foi atento a proposta de orientação sexual

Por: Redação Creio

    Por intermédio de um comunicado o pastor da Assembléia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia, rebateu a críticas sobre a aprovação da PEC 23/2007. Na ocasião, como divulgado nesta terça-feira, dia 08, pelo CREIO e pela Primeira Igreja Virtual, os deputados do Rio de Janeiro votaram a favor da proposta. Apenas dois parlamentares, Flávio Bolsonaro e Edson Albertassi, que é cristão, votaram contra.

     No texto Silas defendeu seu irmão Samuel Malafaia e disse que não ficaria calado se soubesse que seu parente cometeu um erro. Leia nota na íntegra:

Em nota pastor diz que deputado não foi atento a proposta

Em nota pastor diz que deputado não foi atento a proposta de orientação sexual (LGBT)

COMUNICADO

    Está em trâmite na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro a proposta de emenda à Constituição do Estado do RJ PEC 23/2007, de autoria do deputado Gilberto Palmares, que inclui a orientação sexual (LGBT) no rol dos direitos fundamentais previstos na Constituição. Para que a emenda seja aprovada, precisa passar por duas votações. A primeira aconteceu no dia 25 de maio, que findou com a aprovação da proposta.

    É bem verdade que, naquela ocasião, tanto a bancada evangélica como a católica não perceberam o jogo e votaram a favor da PEC 23/2007, inclusive meu irmão, deputado Samuel Malafaia. Fizeram isso não porque apoiam essa emenda, mas por não terem observado minuciosamente a proposta. Tanto que foram os próprios parlamentares cristãos que me alertaram.

    O que eu acho engraçado é dizerem que eu critiquei a PEC 23/2007 porque não observei que meu irmão havia votado a favor, como se minha postura fosse baseada pela atitude dos outros, sejam membros da minha família ou não. Com todo o respeito, querem insinuar que eu sou um mau-caráter, que ficaria calado se soubesse que meu irmão cometeu um erro. Pelo jeito vocês ainda não me conhecem. A minha consciência não está à venda para ninguém.