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A enigmática missão número 11

 

INTRODUÇÃO

Em 2001 quando fui inspirado e comecei a escrever sobre a Volta de Jesus minha atenção estava voltado para a Criação do Estado de Israel em 14 de maio de 1948; Minha primeira reflexão em forma de Artigo abordando esse Assunto intitula-se “O ENIGMA DO SETENTA”, postado no Site;

 

Cheguei à conclusão que 1948 acrescentando uma geração bíblica de 70 anos (Salmos 90: 10 ) termina no ano de  2018, que subtraído de 7 (sete) anos totaliza 2011; Ver o “Enigma do Setenta!”, no Site Todos os meus embasamentos Teológicos estão voltados para o Ano de 2011 como o Ano do possível Arrebatamento da Igreja, isto é, dos Salvos com o Nome no Livro da Vida do Cordeiro;

Com a ocorrência do Atentado de 11 de setembro de 2001, o número 11 passou a ser motivo de intrigantes comparações com outros acontecimentos, como por exemplos:

– O Enigma do Número 11, no Artigo “Sinais de Deus Antes de Juízo”, no Site;

– As Torres Gêmeas destruídas que simbolizavam um Gigantesco número 11;

– O Atentado de Madri, em 11/3/2004, que somados os numerais 1+1+3+2+4 = 11;

– O início da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, em 11 de junho, término em 11 de julho, os 11jogadores de cada Equipe, o gol da Espanha aos 11 minutos da prorrogação, considerando as enigmáticas e proféticas afirmações de um Anjo para o Arqueólogo Ronald Wyatt, nos seguintes termos; “Estou no caminho da África do sul, para a Jerusalém Celestial” ( Ver o Artigo: A Descoberta da Arca da Aliança”, no Site);

– A Catástrofe de 11 de janeiro de 2011, na Região Serrana;

– A Renúncia do ditador do Egito em 11 de fevereiro e suas consequências para o Oriente Médio e Norte da África;

– O Tsunami ocasionado por um Terremoto no Japão em 11 de março e suas consequências Mundiais;

– O Massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira em 7/4 que somados os numerais dão 11, e as enigmáticas comparações com o somatório das letras, amplamente explicado no Artigo “Sinais Proféticos em Escola”, no Site;

Todos estes acontecimentos envolvendo de alguma forma o número 11 formam um Enigmático e Profético Sinal de Deus, ao que tudo indica para um acontecimento neste Ano de 2011;

Como o acontecimento Enigmático e Profético esperado pelos Estudiosos das Escrituras Sagradas é o Arrebatamento da Igreja, nada melhor que estar com os pés no chão e vigiando;

Existe um ditado popular que diz o seguinte: “Cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguém”;

DEZ MANEIRAS DE MATAR BIN LADEN

Quem assistiu o Documentário apresentado pelo Canal de televisão The History Channel, sobre  “10 MANEIRAS DE MATAR BIN LADEN”, executadas pelas Forças Especiais e Órgãos de Inteligência dos Estados Unidos, pode perceber como, MISTERIOSAMENTE, tudo dava errado nas Operações empreendidas;

O Programa “Tudo a Ver” da Televisão Record  também apresentou a mesma “Matéria”,  no dia 09/05/2011, às 15:00 horas; O Título é uma forma de crítica figurada pelas fracassadas tentativas de capturar Osama Bin Laden, por quem produziu o Documentário;

PRESTE ATENÇÃO: Quando Deus tem um Propósito em determinado Assunto, somente terá sucesso quando Ele Permitir;

Fica claro que não FOI a incapacidade dos AMERICANOS nas 10 fracassadas Operações, mas sim, a Interferência de Deus para que a “MISSÃO” tivesse êxito somente na de número 11;

Quem pode entender tamanho Mistério?!

A MISSÃO DE NÚMERO 11 E A MORTE DE  BIN LADEN

Com a morte de Osama Bin Laden, na madrugada de 02 de maio de 2011, no Paquistão, ficou estabelecido mais um Enigmático Sinal de Deus considerando o seguinte:

– Osama Bin Laden foi o principal mentor do Atentado de 11 de setembro, que somados os numerais temos:1+1+9 = 11;

– Foi amplamente divulgado em Documentário pela Televisão as 10 (dez) tentativas frustradas de sua captura por Forças Especiais e Órgãos de Inteligência dos Estados Unidos da América, durante mais de 10 anos passados, porém na tentativa de número 11 ocorreu o sucesso;

– A tentativa bem sucedida ocorreu na madrugada do dia 02/05/2011 que somados os numerais temos: 2+5+2+1+1 = 11;

Preste Atenção no detalhe de que era madrugada do dia 02 de maio no Paquistão, enquanto nos Estados Unidos ainda era final de noite de domingo, dia 1º de maio, quando o Presidente Barack Obama anunciou, em função dos Fusos Horários que separam os dois Países;

Não estou preocupado com àqueles que consideram fanatismo religioso, entre outros qualificativos, estas minhas interpretações como Sinais de Deus, porém são as evidências em relação ao Enigmático Número 11, desde a ocorrência do Atentado de 11 de Setembro que me levam a todas estas reflexões em Artigos, no Site;

PARA REFLEXÃO ; Sem  a Enigmática Missão de Número 11 todos os detalhes envolvendo os demais acontecimentos relacionados com o “11” seriam inócuos, porém a  existência dessa Enigmática 11ª Missão me deu embasamento Teológico para a composição deste ARTIGO;

UMA MORTE COMO SINAL PROFÉTICO

Não pode ser coincidência o fato de Osama Bin Laden ser o responsável pelo atentado de 11 de setembro. Escapar misteriosamente de 10 tentativas de ser capturado pelos mais experientes e capacitados Órgãos de Inteligência e Forças Especiais dos Estados Unidos da América, durante mais 10 anos, e na tentativa de número 11, e no ano de 2011, ser localizado e Morto;

Não pode ser coincidência que essa tentativa de número 11 concretizou-se, misteriosamente, no dia 2/5/2011, e que somados os numerais dão, também, 11;

Não pode ser coincidência 11 de setembro – 11/9 – que somados os numerais 1+1+9 = 11;

Não pode ser coincidência  11 tentativas;

Não pode ser coincidência que as Torres Gêmeas – I I – simbolizavam um gigantesco número 11.

 

O NOME MAIS PODEROSO DO PLANETA

Chega a ser surpreendente que o  personagem mais poderoso desse Episódio envolvendo a Operação de número 11, em questão, e cuja Ordem de Autorização que redundou na morte de Bin Laden tenha também 11 letras em seu nome de “guerra”:

BARACK OBAMA…………………….11 ( letras )

O NOME MAIS PODEROSO DO UNIVERSO

A Língua Portuguesa, misteriosamente, foi privilegiada com o fato de que o Principal Personagem de toda a Criação e Centro dos acontecimentos Enigmáticos/Proféticos/Teológicos, também possui o Seu Nome composto de 11 letras:

JESUS CRISTO……………………………11 ( letras )

JOÃO PAULO  II  E O NÚMERO  11

O dia primeiro de maio de 2011 começou enigmático do ponto de vista dos Sinais de Deus com as Celebrações Religiosas envolvendo o falecido Papa João Paulo II;

João Paulo II é apenas um cognome, pois o seu nome de nascimento era Karol Wojtyla; Não pode ser simples coincidência a sua escolha de um cognome de 11 letras;

Considerando que no Plano de Deus nada acontece por acaso, deixo para àqueles que interessarem as seguintes REFLEXÕES:

JOÃO PAOLO II = Somando todas as letras do nome temos 11 letras;

– As comemorações religiosas aconteceram no dia anterior à morte de Bin Laden;

– Os dois algarismos romanos – II – chamam à atenção para o número 11;

Os dois algarismos romanos chamam, enigmaticamente, também, à atenção para a duas Torres GêmeasII

– O Enigmático número 11 na maioria dos acontecimentos está relacionado com Tragédias e Catástrofes, a partir de 11 de setembro, conforme ampla exposição em Artigos anteriores;

– Não pode ser simples coincidência que as atenções do Mundo estivessem voltadas para a figura do falecido Papa João Paulo II, no dia 1º de maio, e em seguida no dia 2 de maio estivesse voltada para Bin Laden;

– Não pode ser simples coincidência que o nome de João Paulo II tenha 11 letras, que os dois algarismos romanos lembrem o número 11 e as duas Torres Gêmeas –II e de um dia para o outro as atenções estejam voltadas para Bin Laden, com todas as lembranças do atentado de 11 de setembro e as duas Torres Gêmeas;

O nome de Bin Laden não tem 11 letras, porém ele tem um grande envolvimento com o “Enigma do Número 11”, pela sua responsabilidade no Atentado de 11/09/2001, e que desencadeou uma sequência de Sinais em relação ao número 11;

O nome do falecido Papa João Paulo II tem 11 letras, porém precisa ficar claro que ele não tem nada a ver com o Atentado de 11/09/2001, entretanto sua inclusão no contexto deste Artigo está relacionada com Sinais Proféticos de Avisos de Deus, em relação ao enigmático número 11, misteriosamente;

Deus pela Onisciência e Presciência inspirou detalhes tão significativos para os dias de hoje, como Avisos Proféticos;

Precisa ficar entendido que foi por interferência de Deus o móvel  para que as celebrações religiosas envolvendo o falecido Papa João Paulo II acontecesse às vésperas da morte de Bin Laden para que as conexões em relação ao número 11 ficassem estabelecidas, misteriosamente,enigmaticamente, profeticamente, teologicamente, conforme foi contextualizado;

Preste atenção que eu não estou fazendo nenhuma referência de sentido a denegrir a Figura de João Paulo II Meu objetivo são as circunstâncias Enigmáticas/Proféticas/Teológicas envolvendo os Misteriosos Avisos e Sinais de Deus;

Como os Sinais de Deus apontam para o Arrebatamento da Igreja, para os que estão em   Cristo Jesus,transferir ou concentrar à atenção que não seja unicamente para JESUS CRISTO, pode redundar em Tragédias e Catástrofes para muitos;

Como Deus somente executa Juízo após Avisos e Sinais claros e evidentes, fica nestas breves considerações uma Pausa para Reflexão Teológica sobre Isaías 42: 8:

Isaías

42.8 Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a minha honra, às imagens de escultura.

CONCLUSÃO

Hoje é dia 11 de maio de 2011 e estou terminando este enigmático Assunto, enquanto está sendo anunciado um Terremoto na Espanha, marcando mais um Sinal Profético de Aviso de Deus, em se tratando do dia 11;

Para àqueles que consideram exageradas ou fantasia o quê exponho sobre o número 11 envolvendo datas, dias, pessoas, o falecido Papa João Paulo II, Etc, eu respondo com uma evidente Verdade:

– Deus interferiu no Episódio das “10 Maneiras de Matar Bin Laden” para que acontecesse na de número 11, logo, todos os demais detalhes envolvendo datas, dias, pessoas, o falecido Papa, Etc, também estão na mesma direção da Verdade, por contextualização com o Número 11;

Antes de formular qualquer opinião  apressada, procure assistir o Documentário citado;

Teologicamente eu ouso acrescentar aquilo que deve ser motivo de preocupação para o Mundo:

Todo o embasamento Bíblico/Profético/Teológico deve incluir ou começar pelo “Relógio” de Deus ISRAEL;

Israel foi criado em 14/05/1948, por Ato Histórico pela ONU,  e profetizado em Isaías 66: 8

Biblicamente uma geração é de 70 anos ( Salmos 90: 10)

Jesus, o Messias, afirmou não passar de  uma geração – 70 anos – o cumprimento de Suas Profecias para a Sua Volta Gloriosa ( Lucas 21: 30 a 32 ) –  considerando a data de 1948.

A FIGUEIRA ( ISRAEL) volta a brotar e renova as suas folhas (Lucas 21: 29 a 36);

1948 + 70 anos = 2018

2018 : 2 + 1 + 8 = 11

Tirando de 2018 os 7 ( sete ) anos da Grande Tribulação ( Mateus 24: 21 )  cai em 2011 = limite para o“possível” Arrebatamento da “Igreja” – que não passará pela Grande Tribulação. Ver o Artigo “O ENIGMA DO SETENTA”, no Site;

“Igreja” = Todos os “Salvos” com o nome no Livro da Vida e que estão esperando, vigiando,  orando, e,ADORANDO,  unicamente, a Jesus Cristo, naturalmente, com os “pés no chão”. Entendeu?! – unicamente a Jesus Cristo!

DEUS procura adoradores que O adorem em espírito e em verdade (João 4: 23 e 24).

Quem escreveu o Enigma do número 11, certamente o fez, misteriosamente, por brincadeira ou curiosidade, isto é, sem nenhuma intenção Teológica, porém não podemos esquecer que Deus usou até uma jumenta para falar a um Profeta ( Números 22: 23 a 34 )

Certamente haverá àqueles que interpretarão como Cabala ou Numerologia as colocações numéricas, por parte de quem criou as curiosidades com o número 11, bem como, as minhas reflexões teológicas; Ver  “Sinais de Deus Antes de Juízo”, no Site.

A Bíblia nos mostra muitos exemplos de Sinais de Deus antes de Juízo; Segue abaixo os mais conhecidos:

– Os cerca de  100  anos entre o início da construção da Arca de Noé e o Dilúvio;

–  Os Anjos do Senhor que dialogaram com Abraão antes de destruir Sodoma e Gomorra;

–  Os Profetas que alertaram sobre a destruição de Jerusalém e o Templo em 586 AC;

–  As Proféticas Palavras de Jesus alertando sobre a destruição de Jerusalém que ocorreu no Ano 70 DC.

Eu fico com as palavras de Flávio Josefo:

“Se quisermos considerar tudo o que acabo de dizer, veremos que os homens perecem somente  por própria culpa, pois não há meios de que Deus não se sirva para procurar-lhes a salvação e manifestar-lhes por diversos sinais o que eles devem fazer”.

CONCLUSÃO FINAL

O homem mais poderoso do Mundo deu a Ordem para cumprimento da Missão que redundou na Morte de Bin Laden, com grande repercussão e consequências Internacionais;

O Homem mais Poderoso do Universo está preste a dar a Ordem para o cumprimento da Ressurreição dos Mortos com o Nome no Livro da Vida do Cordeiro, bem como, o Arrebatamento dos Seus Discípulos nas mesmas condições que estejam Vigiando, e que redundará em grande repercussão e consequência Universal ( 1ª Coríntios 15: 52 ).

1ª  Coríntios 15.52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.

Após à Morte e separados de Deus ( Lucas 16: 19 a 31 ), o maior sofrimento dos Líderes Idólatras e Falsos Profetas em geral, é a incessante revolta da Multidão dos Enganados ( Apocalipse 21: 8 ) (Apocalipse 22:15 )

Quem me dera ser possante

Para poder num instante

Fazer este Mundo entender

Entender coisa entendida

Pois o melhor desta Vida

É a Eternidade alcançar

Maranata!!!

Fonte – http://www.assuntospolemicosdabiblia.com/

medrado. perfil

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Saiba mais sobre a nova ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann

 

Fonte: folha.com

DE SÃO PAULO

Gleisi Helena Hoffmann nasceu em Curitiba (PR) no dia 6 de setembro de 1965.

De família de origem alemã e catarinense, Gleisi é formada em Direito na Faculdade de Direito de Curitiba, com especialização em Gestão de Organizações Públicas e Administração Financeira.

Mulher do ministro Paulo Bernardo (Comunicações), tem dois filhos. Seu primeiro casamento foi com o jornalista Neilor Toscan.

Gleisi se filiou ao PT em 1989, foi secretária de Estado no Mato Grosso do Sul na gestão de Zeca do PT e secretária de Gestão Pública da Prefeitura de Londrina.

Em 2002, compôs a equipe de transição de governo de Luiz Inácio Lula da Silva, onde seria nomeada a diretora financeira da Itaipu Binacional. Ali permaneceu até início de 2006, ano em que disputaria seu primeiro cargo eletivo. Na disputa por uma vaga ao Senado Federal, não conseguiu se eleger.

Tornou-se presidente do PT no Paraná e, em 2008, candidatou-se à prefeitura de sua cidade natal, Curitiba, mas obteve o segundo lugar, com 18,17% do votos.

Em 2010, disputou novamente o cargo de senadora, elegendo-se como a mais votada, juntamente com Roberto Requião (PMDB).

Sérgio Lima – 06.jun.2011/Folhapress

Gleisi Hoffmann é convidada para substituir Palocci na Casa Civil

Gleisi Hoffmann é convidada para substituir Palocci na Casa Civil

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Lennon, retrato desde la fe del artista adolescente

TES

José de Segovia Barrón

 

Lennon, retrato desde la fe del artista adolescente

Una película narra los años de adolescencia de John Lennon, el beatle que tuvo más relación con el cristianismo.

7 de junio de 2011

En Nowhere Boy ( Chico de ninguna parte ), la directora londinense Sam Taylor-Wood lleva a la pantalla la desorientación de este joven atormentado, que lucha por encontrarse a sí mismo. A partir del libro de su hermanastra, el artista encarnado por Aaron Johnson busca su lugar en el mundo, en medio de una familia desestructurada. Kristin Scott Thomas interpreta a la religiosa tía Mimi, que hace que Lennon vaya cuatro días a la semana a la iglesia.
Escribo este artículo en Italia, donde estoy en una conferencia sobre la teología en el sur de Europa, convocada por Paul Wells, decano de la Facultad de Aix-en-Provence en Francia. Wells se crió a pocas calles de la casa donde vivía el músico con su tía Mimi, en el depauperado Liverpool de los años cincuenta. Su colega Peter Jones –ahora profesor de Nuevo Testamento en Westminster, Filadelfía– era compañero de clase de Lennon. Y aunque Paul es más dylaniano que beatlemano, me cuenta algunos de sus recuerdos de aquellos años…
EDUCACIÓN RELIGIOSA
Lennon nunca tuvo miedo de hablar de su educación religiosa. “Señor Lennon” –le preguntó un periodista en una rueda de prensa en Chicago– “¿son todos los Beatles cristianos? Tras una breve pausa, John comenzó a hablar: “Todos crecimos…”. Cuando de repente cambió la frase, para referirse sólo a sí mismo: “No soy un cristiano practicante, como me educaron, pero no tengo ideas que no sean cristianas”.
Es como si Lennon estuviera a punto de decir que “crecieron como cristianos” o “en la iglesia”, cuando se dio cuentaque aunque los cuatro Beatles habían sido bautizados de niños –él y Ringo como anglicanos, Paul y George como católicos–, sólo él podía decir que había “crecido” en la iglesia.  Días después de esas declaraciones, John le dijo a Leroy Aarons del Washington Post que su educación fue la “normal en la Iglesia de Inglaterra, yendo a la escuela dominical y a la iglesia”.
El resto de los Beatles tuvieron periodos de contacto con la religión organizada, pero no tuvieron presión familiar alguna para seguir el camino cristiano. Paul y George  eran hijos de católicos, casados con agnósticos de origen protestante. Se criaron en casas donde la religión no tenía ninguna importancia. Sus padres eran trabajadores del norte de Inglaterra, que veían la Iglesia como un instrumento de poder de los ricos.
La madre de Ringo  perteneció sin embargo un tiempo a la Orden de Orange, una organización protestante que tiene todavía mucha influencia en Irlanda del norte, pero que Paul Wells me comenta que era muy fuerte entonces en Liverpool. La iglesia anglicana, donde iba Ringo a la escuela dominical (St. Silas en la calle High Park de Toxteth Park), era de orientación evangélica (el edificio se demolió, cuando cerró en 1952). Aunque “iba allí, porque era un sitio donde podía jugar con bloques y pintar” dice Ringo –que se unió luego al coro de la iglesia, porque “pagaban bien”–.
Aunque varió su educación religiosa, todos perdieron el interés en la iglesia al llegar a la adolescencia. Ninguno de sus padres era particularmente religioso. Creían que la iglesia era para la gente mayor (que necesita consuelo), mujeres (que buscan ayuda emocional) y niños (que necesitan dirección). John se muestra sin embargo particularmente irritado, cuando habla de religión. Ya que él pasó más tiempo en la iglesia que ningún otro Beatle .
Una de las primeras cosas que Lennon hizo cuando estaba “aclarándose sobre Dios” –como lo describió después–, fue investigar el cristianismo en que había sido educado. Habla de meditar como “adorar en tu propio templo interior” y leyó la Biblia toda su vida. “Crecí como cristiano” –dice poco antes de su muerte, en 1980–, “pero sólo ahora entiendo algunas de las cosas que Cristo decía en las parábolas”.
La figura de Jesús aparece una y otra vez en el pensamiento de Lennon. “Veía la Biblia como un drama simbólico universal, que se representa cada día delante de nuestros ojos” –dice Frederic Seaman, su asistente personal a finales de los años setenta–. “En particular a John le fascinaba la vida de Jesucristo”. Es como si no pudiera librarse de su influencia, a pesar de ser agnóstico. Volvía a él, una y otra vez…
FAMILIA DESESTRUCTURADA
Lennon es sin duda quien más influencia religiosa tuvo. Su abuelo era un católico irlandés que se casó con una chica de Liverpool. Tenía incluso un hermano cura, aunque el padre de John es bautizado en la Iglesia anglicana , a pesar de que ninguno de su familia iba ya a la iglesia.
La familia de la madre era muy protestante. Su abuelo era de la tradición metodista calvinista de Gales. Al casarse sin embargo su hija con alguien que no iba a la iglesia, la moral de la madre ya no está determinada por la fe. Tras ser abandonada por su marido vive con varios hombres. Su hermana Mimi le ofrece entonces cuidar de John. Ya que considera que no es una buena educación para él, vivir con una pareja que no está casada. La madre muere en un accidente, al ser atropellada por un conductor borracho, cuando John es todavía adolescente.
Si la madre de Lennon era moderna y liberal, la tía con la que vive es todo lo contrario. Mimi era anticuada y estricta. Su religión no se basaba sin embargo en la prohibición del alcohol o las diversiones –bebía ginebra y jugaba al bridge –, sino en las aspiraciones sociales de alguien que quería pertenecer a una clase media, donde la cultura y la religión jugaban un papel importante. La iglesia anglicana de St. Peter en Woolton –donde Mimi lleva a John–, representa la decencia y corrección que Lennon va a rechazar finalmente.
LA IGLESIA DE LENNON
La respetabilidad que el cristianismo significa para John fue unida siempre a la experiencia de haber estado yendo cuatro días a la semana a la iglesia, que era el centro de su vida adolescente. Allí conoce a su primera novia, los futuros miembros de Quarrymen , su primer manager y el amigo de Paul McCartney, Ivan Vaughan. Era la congregación donde iba el obispo de Liverpool. No era particularmente evangélica, pero tampoco anglo-católica. Era la típica iglesia anglicana de aquella época.
En un campo delante de la iglesia de Lennon, actuaron los Quarrymen el verano de 1957. Allí estaba la tumba de Eleanor Rigby, que inspiró la famosa canción de los Beatles.  Y en el salón de la iglesia se encontraron John y Paul por primera vez, después de la actuación de los Quarrymen.  El pastor era un galés soltero, Pryce Jones, que estudió teología en Londres y era más valorado por su capacidad para levantar fondos que por su dones de predicación. Era un gran organizador, cuya motivación había convertido la iglesia en el centro de la vida de Woolton. El grupo de jóvenes de la iglesia de Lennon tenía como 170 miembros, cuando John se incorporó a los 15 años.  Para la escuela dominical se reunían en varias salas de la iglesia. Seguían las Notas Diarias  de la Unión Bíblica . “Nos sentábamos y comentábamos el texto del día”, dice David Ashton, que se solía poner al lado de John en el coro. “Hablábamos de lo que significaban las Escrituras”.
El problema es que la mayoría de aquellos chicos asistían porque eso es lo que querían los padres. Las doctrinas cristianas eran algo abstractas para ellos. Lo que les gustaba era estar con sus amigos. “Ninguno de nosotros era profundamente religioso”, dice otro de aquellos jóvenes, Rod Davis. El director musical de la iglesia, Eric Humpriss, era de hecho ateo. Le encantaba la música religiosa, pero cuestionaba doctrinas cristianas fundamentales. “Pienso que John puede haber sido influenciado por algunas de sus ideas”, dice Ashton.
Para tener una idea de lo vacío y aburrido de los sermones de Pryce Jones, basta leer sus meditaciones en el boletín mensual de la iglesia. En octubre de 1950, el pastor escribe sobre “el deterioro del carácter, la conducta y las normas, de las que tantos se quejan”. Se lamenta que “hay una grave falta de sentido acerca de por qué no se debe tomar una determinada acción, si nos da placer, aunque no sea moralmente, particularmente respetable”.
Es a esa fe moralista, que John es confirmado “voluntariamente” a los 15 años, dijo Mimi al primer biógrafo de los Beatles, Hunter Davies. Para eso siguió unas clases con el pastor, que seguía el catecismo bastante libremente. Su frase favorita, recuerda David Ashton, era que “el mundo era como un libro ilustrado que nos enseña el amor de Dios”. Le preocupaba más enseñar a los chicos cómo juntar las manos al recibir el pan en la comunión, que entender la doctrina cristiana.
Al llegar así a formar parte de la iglesia, iba a unas clases bíblicas que se daban en una capilla lateral del edificio. Las daba un hombre llamado Jack, “que realmente creía en Dios”, dice Ashton. Aunque en un ensayo que hace a principios de los años cincuenta sobre Feuerbach, John dice ya que la religión es una proyección de la naturaleza humana. Sin embargo, él había tenido algunas experiencias místicas de niño. Esas alucinaciones le llevaron a pensar que tenía un don especial. Ese es el trasfondo de Strawberry Fields Forever , aunque escoge el hogar infantil del Ejército de Salvación  en Woolton, como si fuera el lugar donde tuvo esa experiencia.
EL ROCK COMO RELIGIÓN
Las dudas de Lennon sobre la religión que conoció, se unen así a su particular misticismo en una combinación típica de El evangelio según los Beatles, que explica Steve Turner en su interesante libro. “La gente tiene la imagen de que yo soy anticristiano o antirreligioso, pero no es así en absoluto” –dice John en 1980–. “Soy una persona muy religiosa, desde luego que no soy ateo”.
Igual que muchos de su generación, John y sus amigos no tuvieron una crisis de fe, que les hizo abandonar la Iglesia. Simplemente se alejaron de ella, llenando su vida de otras actividades. En ese sentido, la aparición de la televisión en los años cincuenta vació más iglesias en Inglaterra que las obras completas de Darwin, Nietzsche, Freud y Bertrand Russell.
Para Ashton, fue al comenzar a trabajar, cuando rompe con la iglesia. Para Davis, el día que su padre le compró un coche. Para otros amigos de Lennon, fueron las chicas, las que se volvieron más interesantes que las historias de la Biblia. Y para John, fue sin duda el rock´n´roll  lo que llegó a su corazón. “Cuando lo oí y me metí en ello, descubrí que eso era la vida” –dice Lennon–. “No hay otra cosa”, recuerda en 1975.
El rock les lleva de Liverpool a Hamburgo. Allí “fuimos bautizados”, dice McCartney en 1997. Su música produce una verdadera conversión. Ocurrió en 1956, cuando John escucha a Elvis en Radio Luxemburgo , cantando Heartbreak Hotel . No había visto nunca su foto, ni sabía de dónde venía esa música. Su tío George acaba de morir de una hemorragia, tras caerse de una escalera. Tenía sólo 52 años. John estaba de vacaciones en Escocia. Y al volver a casa, su tía le dio la noticia. La soledad de la que cantaba Elvis, por ese amor perdido, conmovió a Lennon.
“Nada ocurría en la iglesia”, dice John. Elvis, “es lo que estaba pasando”. En la iglesia, “nada realmente nos tocaba”. El rock´n´roll  era “lo único que me llegaba”, recuerda. Si en la iglesia se hablaba de cosas abstractas, “el rock´n´roll  era real”. Si en la iglesia se insistía en la necesidad de controlar nuestra mente para dominar el cuerpo, “el rock´n´roll  unía mente y cuerpo por la música”.
Elvis transformó la vida de John de una forma que la religión no pudo hacerlo. “Era mayor que la religión en mi vida”, dice. “Yo adoraba a Elvis, como la gente adoró a los Beatles”. Y cuando su cabeza se llenó de música, dejó de ir a las clases bíblicas de Gibbons. Se acabó su relación con la iglesia de St. Peter. Otro afecto llenó el vacío de una religión moralista, que nada tenía que ofrecer para un espíritu inquieto como el de John. Un nuevo ídolo ocupó su corazón.
DIOS Y LOS ÍDOLOS
Es imposible entender la cultura sin discernir sus ídolos. La idolatría no es simplemente una forma de culto ritual, sino una sensibilidad y modo de vida basado en valores finitos, haciendo de las cosas creadas absolutos divinos. Todos creemos, confiamos y admiramos a algo o a alguien. La Biblia nos llama por lo tanto a volver de los ídolos a Dios porque hemos “cambiado la verdad de Dios por una mentira, y adorado y servido a cosas creadas, en vez de al Creador”  ( Romanos 1:25 ).
¿Qué es lo que realmente esperas de la vida?, ¿en quién o en qué buscas estabilidad, seguridad y aceptación?, ¿dónde está realmente tu felicidad? Tu respuesta te revelará el ídolo oculto de tu corazón. La idolatría es fuente de todos los males que hay en nuestra vida, pero ¿cómo podemos ser libres de ella? El moralismo y la presión social o familiar es incapaz de librarnos de ella, como demuestra la vida de Lennon.
“La única forma de desposeer al corazón de un viejo afecto es por el poder expulsador de uno nuevo”, dice el predicador escocés del siglo XIX, Thomas Chalmers, co-fundador de la Alianza Evangélica. Es apreciando, gozando y descansando en lo que Jesús ha hecho por nosotros, que encontramos verdadera liberación. El creyente es llamado por eso a “poner la mente y el corazón en las cosas de arriba”, allí donde está “tu vida escondida con Cristo en Dios” ( Colosenses 3:1-3 ).
Jesús tiene que ser más atractivo en tu corazón y maravilloso para tu imaginación, que el ídolo al que sirves. “Prueba el amor de Aquel que es mayor que el mundo”–dice Chalmers–, “intentando por todo medio legítimo que tenga acceso a tu corazón”. Cuando Cristo se convierte en algo más importante que la vida misma, has descubierto el bien supremo del Evangelio, que es contemplar y deleitarse en la belleza y valor de Dios, que llamamos su gloria.
¡Imagina!, ¡imagina que hay un Cielo!, cuya satisfacción puede colmar todas las frustraciones de la vida. Pues allí donde está Dios, allí está el Cielo…

Autores: José de Segovia Barrón

© Protestante Digital 2011