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FAMILY RADIO : Sem arrebatamento, arrecadação milionária pode dar processo

A Family Radio solicitou milhões de dólares de doadores ao longo dos anos e teria usado cerca de US $ 100 milhões em anúncios para o fim do mundo e 21 de Maio.

Mas agora que o arrebatamento “garantido não aconteceu, as pessoas estão querendo saber: Pode Harold Camping ou a Family Radio serem processados? Fizeram eles algo ilegal em solicitar doações baseadas na previsão do arrebatamento?

Provavelmente não, diz um executivo da Charity Navigator, que avalia mais de 5,500 das maiores instituições de caridade da América. O avaliador de caridade classificou a Family Radio como caridade 4 estrelas, a maior classificação possível.

Sandra Miniutti, vice-presidente da Charity Navigator, disse ao The Christian Post que ela não acha que a Family Radio tenha cometido qualquer delito, do ponto de vista financeiro.

“Eles acreditaram que o arrebatamento iria acontecer. Eu não acho que eles fizeram algo ilegal,” disse Miniutti na terça-feira.

Ela disse que a Charity Navigator não avalia uma missão da instituição sem fins lucrativos, somente o desempenho financeiro nos gastos com o seu programa, administração, captação de recursos, e eficiência na captação de recursos.

“Nós classificamos caridades baseadas no desempenho financeiro. Não fazemos avaliações subjetivas no valor de sua missão. Nós apenas olhamos no seu desempenho financeiro,” disse Miniutti.

Baseado no seu conhecimento até o momento, a Family Radio usou suas doações onde pretendeu, nos outdoors e nas campanhas de relações públicas e publicidade,” disse Miniutti.

A maior parte do dinheiro não veio de doações, mas sim de vendas da propriedade – mais especificamente, KFTL, televisão e uma estação FM.

“Meu entendimento é que eles estavam solicitando dinheiro para ajudar as pessoas a entenderem a palavra de Deus,” comentou Miniutti. “Eles usaram isso no que eles pretenderam gastar.”

“Doadores somente teriam um recurso se a caridade estivesse solicitando para algo mas gastando em outra coisa.”

Tuter também disse ao CP que a maior parte dos funcionários da Family Radio, incluindo ele mesmo, não são seguidores de Camping e não acreditam em sua previsão do Dia do Julgamento.

Miniutti reconheceu, “Isso não é ético se as pessoas fazem solicitações não acreditando que o arrebatamento iria acontecer, em primeiro lugar.”

Contudo, Miniutti apontou que doadores devem também fazer suas diligências na verificação da saúde geral da instituição de caridade antes de dar dinheiro.

“Nós acreditamos que doadores podem verificar três coisas: desempenho financeiro, a transparência da caridade e para os resultados são, se é uma mudança duradoura no mundo,” disse ela.

A Charity Navigator atualmente não avalia a transparência da caridade ou resultados mas irá no futuro, ela acrescentou.

Quando Miniutti foi perguntado se “anúncio falso” de arrebatamento poderia prover algum terreno legal para um processo contra a Family Radio, ela disse que uma advogado responderia melhor essa questão.

Mas ela sugeriu que se a Family Radio se livrou na campanha da previsão do Dia do Julgamento de 1994, não há razão para que eles não pudessem fazer o mesmo em 2011.

“Se foi legal em 1994, provavelmente é legal de novo.”

Na segunda-feira, em seu primeiro discurso público desde que a previsão falhou, Camping valorizou a eficiência e honestidade da Family Radio e honestidade tratando-se de dinheiro.

“Não estamos no negócio por dinheiro,” disse ele, enfatizando que ele não recebe nenhuma remuneração.

Ele disse que as contribuições que a organização recebe são direcionadas para um propósito: de transmitira a mensagem do Evangelho. “Cada centavo foi gasto o mais justo possível, o mais eficiente possível,” sustentou ele.

Comentando sobre seus seguidores e outros ouvintes que gastaram suas economias de vida para anunciar a previsão do Dia do Julgamente de Camping ou deixaram seus empregos, ele disse que a organização nunca os aconselhou sobre questões financeiras e ele se recusou a tomar qualquer responsabilidade por suas situações financeiras.

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Estudo mostra que pensar na própria morte ajuda sua vida

John-Henry Westen

Sempre foi um costume antigo dos judeus e então cristãos meditar em suas mortes como um meio de se esforçar para viver uma vida virtuosa. Esse costume está quase que morto hoje em dia, com os aconselhamentos sofisticados de que nunca devemos ficar pensando em coisas mórbidas ou negativas.

Por isso, a psicologia secular precisou ressuscitar a verdade de que meditar na própria morte é benéfico para nossa vida.

Um novo estudo que será publicado numa edição vindoura da revista Psychological Science (Ciência Psicológica) fez com que algumas pessoas pensassem acerca da morte de um modo abstrato ou de um modo específico e pessoal e constatou que as pessoas que pensavam especificamente acerca de sua própria morte tinham mais probabilidade de se preocupar com a sociedade.

A Dra. Laura E.R. Blackie, estudante da Universidade de Essex, Inglaterra, e seu orientador, Philip J. Cozzolino, recrutaram 90 pessoas no centro de uma cidade britânica. Pediu-se que alguns respondessem a perguntas gerais sobre a morte — tais como seus pensamentos e sentimentos sobre a morte e o que eles achavam que aconteceria se morressem. A outros se pediu que se imaginassem morrendo no incêndio de um apartamento e então cinco perguntas foram feitas sobre como eles achavam que lidariam com a experiência e como eles achavam que suas famílias reagiriam.

Aqueles que refletiram em suas próprias mortes pessoais tinham uma probabilidade mais significativa de se importar com a sociedade conforme foi indicado por doações de sangue.

“A morte é uma motivação muito forte”, disse Blackie. Ela disse que quando as pessoas estão cientes de que sua vida é limitada, “isso pode ser um dos melhores presentes que temos na vida, motivando-nos a abraçar a vida e abraçar metas que sejam importantes para nós”.

“Em todas as tuas obras lembra-te de teu fim, e nunca pecarás” Siraque 7:40

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/blog/study-it-helps-your-life-to-think-specifically-about-your-own-death

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.
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DEUS NÃO SE DISCUTE, SE AMA. Pr. Ed Renê Kivitz

 

O jovem Pastor Ed René Kivitz lançando um de seus livros


Parece mentira, mas foi verdade. No dia 1°/Abr/2010, o elenco do Santos atual campeão paulista de futebol  foi a uma instituição que abriga trinta e quatro pessoas. O objetivo era distribuir ovos de Páscoa para crianças e adolescentes, a maioria com paralisia cerebral.

Ocorreu que boa parte dos atletas não saiu do ônibus que os levou.
Entre estes, Robinho (26a), Neymar (18a), Ganso (21a), Fábio Costa (32a), Durval (29a), Léo (24a), Marquinhos (28a) e André (19a) todos ídolos super-aguardados.
O motivo teria sido religioso: a instituição era o Lar Espírita Mensageiros da Luz, de Santos-SP, cujo lema é Assistência à Paralisia Cerebral
Visivelmente constrangido, o técnico Dorival Jr. tentou convencer o grupo a participar da ação de caridade. Posteriormente, o Santos informou que os jogadores não entraram no local simplesmente porque não quiseram.
Dentro da instituição, os outros jogadores participaram da doação dos 600 ovos, entre eles, Felipe (22a), Edu Dracena (29a), Arouca (23a), Pará (24a) e Wesley (22a), que conversaram e brincaram com as crianças.
Eis que o escritor, conferencista e Pastor (com P maiúsculo) ED RENÉ KIVITZ, da Igreja Batista de Água Branca (São Paulo), fez uma análise profunda sobre o ocorrido e escreveu o texto No Brasil, futebol é religião, que abaixo tenho o prazer de compartilhar.
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No Brasil, futebol é religião por Ed Rene Kivitz
Os meninos da Vila pisaram na bola. Mas prefiro sair em sua defesa.
Eles não erraram sozinhos. Fizeram a cabeça deles. O mundo religioso é mestre em fazer a cabeça dos outros. Por isso, cada vez mais me convenço que o Cristianismo implica a superação da religião, e cada vez mais me dedico a pensar nas categorias da espiritualidade, em detrimento das categorias da religião.
A religião está baseada nos ritos, dogmas e credos, tabus e códigos morais de cada tradição de fé.
A espiritualidade está fundamentada nos conteúdos universais de todas e cada uma das tradições de fé.
Quando você começa a discutir quem vai para céu e quem vai para o inferno; ou se Deus é a favor ou contra à prática do homossexualismo; ou mesmo se você tem que subir uma escada de joelhos ou dar o dízimo na igreja para alcançar o favor de Deus, você está discutindo religião. Quando você começa a discutir se o correto é a reencarnação ou a ressurreição, a teoria de Darwin ou a narrativa do Gênesis, e se o livro certo é a Bíblia ou o Corão, você está discutindo religião. Quando você fica perguntando se a instituição social é espírita kardecista, evangélica, ou católica, você está discutindo religião.
O problema é que toda vez que você discute religião você afasta as pessoas umas das outras, promove o sectarismo e a intolerânc ia. A religião coloca de um lado os adoradores de Allá, de outro os adoradores de Yahweh, e de outro os adoradores de Jesus. Isso sem falar nos adoradores de Shiva, de Krishna e devotos do Buda, e por aí vai.
E cada grupo de adoradores deseja a extinção dos outros, ou pela conversão à sua religião, o que faz com que os outros deixem de existir enquanto outros e se tornem iguais a nós, ou pelo extermínio através do assassinato em nome de Deus, ou melhor, em nome de um deus, com d minúsculo, isto é, um ídolo que pretende se passar por Deus.
Mas, quando você concentra sua atenção e ação, sua práxis, em valores como reconciliação, perdão, misericórdia, compaixão, solidariedade, amor e caridade, você está no horizonte da espiritualidade, comum a todas as tradições religiosas. E quando você está com o coração cheio de espiritualidade, e não de religião, você promove a justiça e a paz.
Os valores espirituais agregam pessoas , aproxima os diferentes, faz com que os discordantes no mundo das crenças se dêem as mãos no mundo da busca de superação do sofrimento humano, que a todos nós humilha e iguala, independentemente de raça, gênero, e inclusive religião.
Em síntese, quando você vive no mundo da religião, você fica no ônibus. Quando você vive no mundo da espiritualidade que a sua religião ensina  ou pelo menos deveria ensinar, você desce do ônibus e dá um ovo de páscoa para uma criança que sofre a tragédia e miséria de uma paralisia mental.
Ed René Kivitz, cristão, pastor evangélico, e santista desde pequenininho.

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.