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Mulher americana diz ter sido visitada por espírito de Jim Morrison

 

Agência O GloboPor O Globo | Agência O Globo – 18 minutos atrás

RIO – Uma mulher de Arlignton, na Virgínia do Norte, EUA, garante que o fantasma de Jim Morrison apareceu em sua casa por três vezes, deitando ao seu lado na cama. Rhonda Baron mora na Rua 28, numa casa onde Morrison passou parte da infância – e para onde retornou do Além, segundo ela.

"Esse é o quarto onde ele vivia", disse Rhonda à repórter de uma TV local, "O espírito ficou na cama, completamente deitado e me olhando. Era como uma névoa, você podia ver através dele", descreve.

A casa na rua 28 havia sido dos pais de Jim e, dois donos depois, foi comprada pela família de Rhonda. As visitas teriam ocorrido quando ela estava na faculdade, cerca de dez anos após a morte do cantor. Jim Morrison morreu em 1971, em Paris, de uma parada cardíaca causada por anos de abuso de drogas e álcool. O cantor teria hoje 67 anos, se fosse vivo.

Rhonda acredita que na época a entidade estava tentando ajudá-la a resolver um problema que ela estava tendo com o namorado e diz ter "sentido" que o espírito era de Jim Morrison, pois se parecia com ele, com longos cabelos encaracolados. Após três visitas, ela disse que não queria mais ajuda.

Segundo a reportagem do WUSA9, Jim morou em outras duas casas na cidade, mas os atuais moradores não têm nenhuma história de assombração para contar.

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Após suspensão de kit, governo chama ABGLT para reunião

 

Fonte: Terra Magazine [como sempre, fazendo propaganda gay]

A Secretaria-Geral da Presidência da República se reunirá na próxima terça-feira (31) que vem com a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT). O convite aconteceu na noite de quarta-feira (25), mesmo dia em que foi anunciada a suspensão do projeto Escola Sem Homofobia, desenvolvido pelo Ministério da Educação.

A reunião animou o presidente da ABGLT, Toni Reis, que não acredita ser o fim da linha para a iniciativa, conhecida como kit anti-homofobia.

— Achei de bom tom terem chamado a ABGLT para a reunião em Brasília. Vamos dialogar. Tudo na política dá para reverter. Não vejo o atual governo como homofóbico — afirma, salientando a necessidade de ações de defesa da poplação LGBT por parte do Estado.

O presidente da ABGLT prossegue:

— Matamos no Brasil mais homossexuais do que no Irã. Foram 3448 homossexuais mortos nos últimos 20 anos, conforme dados do Grupo Gay da Bahia. Queremos fazer um apelo à cidadania, ao respeito".

[Comentário de Julio Severo: Para conferir a proporção de crimes homossexuais no Brasil, veja este importantíssimo artigo:http://juliosevero.blogspot.com/2010/11/homolatria-as-vitimas-vip-da-violencia.html]

Mobilização

A ABGLT lançou na quarta a campanha Eu apoio o Kit Escola sem Homofobia: quero uma escola que respeite a diversidade. Não ao Bullying Homofóbico e à Violência contra a população LGBT. No texto de convocação, postado no site da entidade, um recado direto:

"Infelizmente os homofóbicos estão nos atacando de forma desumana.

Precisamos da manifestação de seu apoio para a disponibilização do kit de materiais do projeto Escola Sem Homofobia para profissionais de educação e estudantes do Ensino Médio.

Assine e envie o email abaixo, ou vc pode fazer seu próprio e-mail, para o Ministério da Educação e para o Palácio do Planalto".

A mensagem ainda faz um apelo para que os colaboradores divulguem a campanha nas redes sociais. Até o início da tarde desta quinta-feira (26), cerca de 700 e-mails haviam sido encaminhados, de acordo com a entidade.

Fonte: Terra Magazine

Divulgação: www.juliosevero.com

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Professora transexual diz que alunos sabem lidar com a diversidade

26/05/2011 06h45 – Atualizado em 26/05/2011 06h45

 

Marina Reidel foi vítima de homofobia antes de passar por ‘transformação’.
Ela aprova kit do MEC e diz que ganhou o respeito de pais e estudantes.

Paulo GuilhermeDo G1, em São Paulo

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Marina Reidel é transexual e dá aulas em uma escola pública de Porto Alegre (Foto: Arquivo pessoal)Marina Reidel é transexual e dá aulas em uma
escola pública de Porto Alegre (Foto: Arquivo
pessoal)

Os estudantes adolescentes sabem lidar com tranquilidade quando lhes é apresentado em sala de aula o tema da diversidade sexual. É a conclusão que chegou  a professora Marina Reidel por sua experiência didática em uma escola pública de Porto Alegre. Ela se sente muito à vontade para falar sobre o tema que gerou a polêmica suspensão do projeto "Escola sem homofobia", que iria debater a diversidade sexual nas escolas públicas por meio de vídeos e uma cartilha – o chamado" kit anti-homofobia". Marina é transexual desde os 30 anos (ela não revela a idade) e é tratada com respeito por alunos, pais e diretores por seu trabalho em sala de aula.

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De família com ascendência alemã, Marina sempre teve o carinho dos pais, que viam o filho brincando com bonecas desde pequeno. Mas nunca teve diálogo necessário para falar sobre sua orientação sexual em casa. Talvez por isso tenha demorado tanto tempo para assumir a sua condição.

No trabalho nas escolas viveu duas realidades distintas. Antes de decidir se tornar transexual, deixando o cabelo crescer e assumindo a sua feminilidade, Marina era o professor Mário e, como homossexual, era vítima de preconceito nas escolas.

“Enquanto eu era um gay não assumido tive alguns problemas”, conta a professora, que faz mestrado em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Teve um pai que não aceitava que eu desse aula para a filha dele. Uma mãe retirou a filha da escola porque não aceitou o fato de ela ter um professor homossexual. Eu até fui ofendido por um aluno da oitava série. Registrei boletim de ocorrência e ele acabou saindo da escola.”

Depois que se tornou transexual, as coisas mudaram. Mario avisou a direção da escola que iria se ausentar por alguns meses e voltaria diferente. A diretora e os outros professores prepararam os alunos para receber esta mudança. E a transexual voltou à escola como uma respeitada professora Marina. “Depois que me transformei ninguém questionou nada sobre minha história ou meu trabalho. Nem os meus alunos, que têm de 10 a 17 anos. E os pais confiam na escola e no trabalho que a gente faz.”

Marina participou de trabalhos de capacitação promovidos pelo MEC sobre a questão da diversidade sexual nas escolas. Teve acesso aos vídeos preparados para o kit anti-homofobia e até promoveu com os alunos trabalhos abordando o tema. “Tivemos trabalhos excelentes sobre a conscientização desta temática”, avalia.

Ela lidera uma associação de professores transexuais do país. Diz que tem 15 professores transexuais nas escolas da rede pública, sendo quatro no Rio Grande do Sul. “Deve haver mais, mas nem todo mundo assume sua condição”, diz. Ao saber da suspensão da distribuição do material didático voltado para a orientação do professor, Marina achou um retrocesso. Ela diz que muitos professores querem abordar a temática, mas não têm material didático para se basear. E outros professores não querem se envolver com o tema por “preguiça”. “Eles se preocupam só com seus conteúdos enquanto na sala de aula temos violência, bullying, homofobia, drogas…”

Sobre a proibição do kit preparado a pedido do MEC, Marina disse que a interferência dos políticos está atrapalhando o desenvolvimento de uma questão importante para a educação brasileira. “Acho muito estranho é que na educação todo mundo dá palpite. No posto de saúde ninguém diz para o médico o que deve ser feito. Por que nós educadores temos que dar ouvidos às pessoas que não entendem de educação e querem dar pitacos no nosso trabalho? Por que os deputados evangélicos podem se meter tanto se o estado é laico?”