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Malafaia desmente penhora da igreja para pagar dívidas

Revista Veja divulgou informação sobre finanças do ministério Vitória em Cristo

       

A revista Veja divulgou neste domingo (7) na coluna Radar, assinada pelo jornalista Mauricio Lima, que o pastor Silas Malafaia estaria em busca de um empréstimo de 10 milhões de reais. Para isso, afirma a revista, oferecia como garantia a penhora a sede de sua igreja, no Rio de Janeiro.

 Essa notícia foi reproduzida por diversos sites evangélicos, o que deixou contrariado o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), por não ser verdade.

Em vídeo divulgado por Malafaia nesta segunda-feira (8), ele esclareceu que a informação não procede. “A revista Veja mente. O jornalista deturpou maldosamente o que eu falei para ele. A igreja não está penhorando nada”, afirma com veemência no início da gravação.


  O líder da ADVEC reconheceu que a editora Central Gospel, da qual ele é proprietário, realmente passa por um momento difícil, por conta da crise que atinge o Brasil. Por isso, está buscando junto a instituições financeiras um empréstimo e para isso ofereceu o patrimônio da editora como garantia.
 “Algo normalíssimo no Brasil”, assegurou o pastor, que em seguida se mostrou decepcionado pela maneira com a informação foi divulgada na imprensa. Dirigindo-se aos sites evangélicos que reproduziram a nota da Veja, sem checar a informação, criticou: “Vocês estão pior que a imprensa de ímpio, por que estão dissimulando mentira. Quem vai cobrar de vocês é Deus”.

Em seguida, lembrou: “A obrigação ética e moral de sites evangélicos é ligar para um líder evangélico. Será que vocês não têm um pingo de dignidade de ligar e perguntar: “dá para o senhor explicar”. Finalizou reiterando: “Não estou penhorando igreja nenhuma”.

Não é a primeira vez que o pastor reclama da mídia gospel por reprodução de material desfavorável a líderes evangélicos. Em muitos casos, as informações são mostradas pela grande mídia de uma maneira negativa e não correspondem à realidade dos fatos.

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Israel

Presidente da Turquia pede que muçulmanos “invadam” Jerusalém

Erdogan diz que “essa ocupação é um insulto para nós”


       O presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan afirmou durante um fórum em Istambul nesta segunda-feira (8), que os planos de Donald Trump em transferir a embaixada dos Estados Unidos em Israel de Tel Aviv para Jerusalém são “extremamente errados e devem ser abandonados”.
 Afirmou também que mesmo “realocar uma pedra” na cidade teria sérios impactos. Por isso, pediu que os muçulmanos “invadam” o Monte do Templo em uma demonstração de solidariedade com os seus “irmãos palestinos”.

“Nós, como muçulmanos, devemos visitar Al-Quds com mais frequência”, bradou ele, referindo-se a Jerusalém pelo seu nome islâmico, que significa “A Santa”. Em seguida, desafiou: “Cada dia que Jerusalém permanece sob ocupação é um insulto para nós”.


  Para Erdogan, um movimento massivo de muçulmanos no Monte do Templo mandaria uma mensagem clara para Israel, que ele considera “racista e discriminatório” contra os árabes, sobretudo os palestinos. Acrescentou que o bloqueio israelense da Faixa de Gaza “não tem lugar na humanidade”.
 O governo de Israel reagiu rapidamente aos comentários de Erdogan, chamando-os de “difamação sem fundamento”. Em nota, lembrou que Israel bloqueia a Faixa de Gaza na tentativa de impedir que armas e foguetes cheguem ao Hamas, que costuma disparar contra território israelense.

A declaração de Erdogan vem em meio ao anúncio que Donald Trump visitará Israel no final do mês, onde espera-se que se pronuncie sobre a transferência de embaixada, conforme sua promessa de campanha. A troca é apoiada pelo primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu, mas os líderes palestinos já disseram que isso equivaleria a uma declaração de guerra.

O presidente turco, fortalecido pelo referendo que ampliou seus poderes, vem tentando se consolidar como o líder do mundo muçulmano. Nos últimos anos já falou várias vezes na possibilidade de seu país invadir Israel para “libertar” Jerusalém.

Segundo muitos especialistas, a Turquia atual é geograficamente o local onde ficavam várias nações mencionadas na profecia de Ezequiel sobre Gogue e Magogue. Com informações de Times of Israel e Gospel Prime

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Israel

Maiores potências islâmicas ameaçam entrar em guerra

Arábia Saudita ameaça Irã e aumenta tensão entre os dois países

      Maiores potências islâmicas ameaçam entrar em guerra

Dentro do mundo muçulmano existem dois grandes grupos, os sunitas (cerca de 80%) e os xiitas. Apesar de terem crenças em comum, suas diferenças já geraram muitas mortes e até guerras, como o conflito entre Irã e Iraque durante a década de 1980.

Agora, o conflito que se fortalece no Oriente Médio é da Arábia Saudita, berço do islamismo e mais importante representante dos sunitas, e o Irã, potência nuclear que é símbolo maior dos xiitas.

Os dois países já estão em guerra na Síria, onde estão em frentes opostas. Também se enfrentam no Iêmen, onde há combates diretos há mais de dois anos.


  Os iranianos lutam junto com a minoria xiita houti contra o atual governo, sendo apoiados pela Rússia. Defendendo o presidente iemenita, uma coalizão liderada pela Arábia Saudita conta com vários países, incluindo os Estados Unidos.

 Agora o ministro da Defesa saudita, Mohammad bin Salman, acusou Teerã de tentar dominar o cenário do Oriente Médio e ameaçou iniciar um confronto direto com o Irã.  “Nós não vamos esperar que a batalha se dê na Arábia Saudita: em vez disso, trabalharemos para que a batalha seja com eles, com o Irã”, afirmou ele em entrevista transmitida pela televisão saudita.

A resposta de Teerã foi imediata e categórica. O representante persa junto à ONU, Gholamali Khoshroo, formalizou um protesto junto ao Conselho de Segurança e ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.

“Ao mesmo tempo que refutamos categoricamente as alegações infundadas contra meu país, gostaria de destacar que esta declaração sua [de Mohammad bin Salman] é uma ameaça direta contra a República Islâmica do Irã”, acusa.

O diplomata lembra que estas ameaças contradizem o artigo 2º da Carta da ONU, que requer que todos os Estados membros se abstenham de uso da força uns contra os outros. Também acusou Riad de ameaçar diretamente a integridade territorial do país persa.

O The New York Times destaca que este incidente pode aumentar as antigas tensões existentes entre o Irã e a Arábia Saudita, que poderá gerar uma guerra de proporções maiores, atingindo toda a região.