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Bancada evangélica consegue obter de Dilma suspensão temporária do kit pedofilia gay

 

Julio Severo

Sob pressão intensa da bancada evangélica, a presidenta Dilma Rousseff acabou de dar ordem expressa proibindo temporariamente a distribuição de qualquer material ligado ao “Kit Gay” nas escolas.

Ontem os deputados da Frente Parlamentar Evangélica avisaram que devido à falta de atenção do governo de Dilma e às mentiras contadas pelo ministro da Educação, eles iriam obstruir as votações na Câmara, iriam assinar a convocação do Ministro Palocci para se explicar sobre seus últimos escândalos, iriam pedir uma CPI contra o Ministério da Educação e ainda exigiram a exoneração do ministro da Educação.

Devido às ameaças contra seus ministros, e não contra a evidente imoralidade pedofílica do kit gay, hoje a presidenta Dilma deu ordens expressas proibindo temporariamente o ministro Haddad a distribuir os kits gays nas escolas públicas.

Não se sabe ainda se essa reação é uma vitória para nós, mas prova conclusivamente que pressões nos lugares certos causam incômodos com resultados positivos.

Quer deter o kit gay e o PLC 122? Faça pressões para que os corruptos do PT sejam julgados e demitidos, e o PT na mesma hora para de impor a imoralidade e a ditatura gay.

Meu conselho é: a pressão deve continuar!

Vamos então lutar para que Palocci seja mandado para a cadeia e Haddad vá parar no olho da rua. Ou eles merecem algo melhor?

Fonte: www.juliosevero.com

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Neymar afirma que prepara o corpo para a agressividade dos adversários

Edição do dia 25/05/2011

25/05/2011 08h52 – Atualizado em 25/05/2011 08h52

 

Nesta quarta (25), o Santos recebe o Cerro Porteño pela semifinal da Libertadores da América.

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Esta quarta (25) é dia de Libertadores da América, semifinal, o Santos recebe o Cerro Porteño, no Pacaembu. Eles já se enfrentaram na fase de grupos, jogo que foi a grande virada do Santos, que estava mal na Libertadores e ganhou do Cerro.

Quando tem Santos em campo, tem também caça ao Neymar. Todo jogo é a mesma coisa. Não deve ser fácil para ninguém. “Preparo o corpo também para as ‘porradas’ que vem e que não são poucas. Elas não são nada agradáveis”, brinca Neymar.

Agradável e bonito demais de se ver é a arte desse menino, craque do cabelo moicano. Para parar o Neymar, só apelando. Só que ele não está nem aí. “Vou jogar meu futebol que eu venho jogando, vou entra feliz, alegre e espero contribuir com meu grupo, com gols, com jogadas e com a vitória também”, afirma o craque.

Nesta quarta, no Pacaembu, pela primeira partida da semifinal da Libertadores contra o Cerro, pode ter certeza: vai ter drible, vai ter pancada e, se tudo correr normalmente, vai ter mais um passo do Santos rumo a conquista da América. Se cuida, Cerro Porteño, que o homem está animado. “Tem que ser mais, quero mais. Quero contribuir mais, quero fazer mais gols e como estreante quero levar a Libertadores também”, completa Neymar.

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Premiê de Israel se compromete com paz e diz que país terá de ceder terras

 

Netanyahu disse que país está disposto a ‘concessões dolorosas’ na região.
Mas reafirmou que não aceita ceder Jerusalém e voltar à fronteira pré-1967.

Do G1, com agências internacionais

O premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, disse nesta terça-feira (24) diante do Congresso dos EUA que aceita a solução de dois estados no Oriente Médio e que Israel se dispõe a fazer "concessões dolorosas", inclusive de terras, para atingir a paz na região, com a qual se disse profundamente comprometido.

Netahyahu, em um discurso de mais de 40 minutos, afirmou que Israel terá de ceder partes de sua "terra ancestral" aos palestinos para conseguir uma paz duradoura na região.

Ele disse que Israel será "generoso" nessa concessão, mas não fez concessões, reafirmando que uma volta às fronteiras de 1967 é "indefensável" e também que a capital, Jerusalém, não deve ser dividida.

O premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, discursa nesta terça-feira (24) diante do Congresso dos EUA (Foto: AFP)O premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, discursa nesta terça-feira (24) diante do Congresso dos EUA (Foto: AFP)

"Eu estou disposto a fazer concessões dolorosas para chegar a essa paz histórica", disse, a um público que o aplaudiu diversas vezes. "Como líder de Israel, é minha responsabilidade."

Foi a segunda vez que ele discursou às duas câmaras do Congresso americano reunidas.

"Mas isso não é fácil para mim. Não é fácil, porque eu reconheço que, em uma paz genuína, teremos de ceder partes da terra ancestral judaica", disse, em uma referência à Cisjordânia.

Melhores amigos
O israelense começou sua fala, enfática e bem humorada, afirmando que os EUA não têm melhor amigo que Israel e vice-versa.

Netanyahu voltou a agradecer aos EUA e ao presidente Barack Obama pelo apoio "férreo" que dão a Israel na questão da segurança regional e afirmou que o país não vai abrir mão do direito de se defender de agressões.

"O senhor tem sido muito generoso em nos dar as ferramentas que nos permitem defender Israel por nós mesmos", disse, lembrando da situação econômica difícil enfrentada pelos americanos.

Obama lembrou no domingo que a ajuda financeira americana para a defesa de Israel havia alcançado níveis recorde durante sua presidência.

Estabilidade
O premiê afirmou que Israel "é o que há de certo, e não de errado" no Oriente Médio, e afirmou que o país defende a democracia na região e funciona como uma "âncora" de estabilidade e paz

Ele afirmou que o país quer a paz com outras nações da região, como já ocorreu com Egito e Jordânia, e que quer o mesmo com os palestinos.

Netanyahu reafirmou que os israelenses não são "invasores" em seu país, e que ocupam a terra de seus ancestrais, e que negar isso é deturpar a história.

Ele também reafirmou a convicção de que o futuro Estado Palestino deve ser desmilitarizado, mas defendeu que Israel mantenha sua presença militar nas fronteiras.

Hamas
O premiê voltou a criticar o movimento islâmico do Hamas, que atualmente detém o poder na Faixa de Gaza, um dos trechos do futuro estado palestino.

Ele afirmou que o Hamas é terrorista, defende a morte de israelenses e não está comprometido com a paz na região.

Netanyahu disse que, atualmente, Israel está pronto a negociar com a Autoridade Palestina, mas não com o Hamas, a quem acusou de ser uma "versão palestina" da rede terrorista da al-Qaeda, do líder Osama bin Laden.

O premiê pediu ao líder da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, que rompa com o Hamas, recuando de um acordo recentemente firmado pelas principais facções palestinas no Egito.

ONU
Netanyahu também pediu aos palestinos que abandonem os esforços para tentar conquistar unilateralmente o reconhecimento de seu Estado na ONU, o que está previsto para setembro.

"A tentativa palestina de impor um acordo através das Nações Unidas não trará a paz. Deveria ser contestada por todos aqueles que querem ver um fim ao conflito", disse. "A paz não pode ser imposta, deve ser negociada."

Assentamentos de fora
Netanyahu também advertiu que alguns assentamentos judeus ficarão fora das fronteiras de Israel em um futuro acordo.

"O status dos assentamentos será decidido apenas nas negociações, mas também temos que ser honestos. Assim, hoje estou dizendo algo que todos aqueles que são sérios sobre a paz têm que dizer publicamente", disse.

"Em qualquer acordo de paz real, em qualquer acordo de paz que ponha fim ao conflito, alguns assentamentos ficarão fora das fronteiras de Israel."

Irã
Netanyahu pediu aos EUA que mantenham a pressão sobre o Irã, para que o regime de Teerã pense duas vezes antes de desenvolver armas nucleares.

Segundo ele, o país persa precisa saber que "todas as opções estão sobre a mesa" quando se trata da questão nuclear.

Questão das fronteiras
Netanyahu visita Washington alguns dias após discordar publicamente de Obama, sobre as condições do processo de paz.

Na véspera, Netanyahu já havia dito que Israel jamais voltará às fronteiras "indefensáveis" de 1967, durante discurso para um lobby pró-israelense em Washington.

Obama, em um discurso sobre o mundo árabe na semana passada, afirmou que o futuro Estado Palestino deverá ser formado tomando com base as fronteiras anteriores a 1967, posição compartilhada pela ONU e pela União Europeia.