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Pastor diz à esposa moribunda: Apegue-se a Jesus, pois nos encontraremos de novo

 

Testemunho vem na esteira de atrocidades islâmicas na Nigéria

Um pastor nigeriano diz que segurou a mão de sua esposa enquanto ela estava morrendo e lhe disse: “Apegue-se à sua fé em Jesus que vamos nos encontrar e nunca nos separaremos de novo”, após um ataque de criminosos muçulmanos à sua pequena vila.

Pastor James Musa Rike com sua esposa Dune James Rike, filha Sum James Rike (atrás) e dois outros filhos. (Imagem: Compass Direct)

O relato vem do escritor Obed Minchakpu, que enviou a matéria para o serviço de notícias da Compass Direct , que se especializa em cobrir a perseguição aos cristãos no mundo todo.

O pastor James Musa Rike diz que sua esposa estava no chão, após ser baleada por agressores muçulmanos e ser golpeada a facão em Kurum, na Nigéria.

Dune James Rike olhou nos olhos cheios de lágrimas de seu esposo e perguntou: "É o fim entre nós, então não vamos ficar mais juntos?"

Minchakpu relata que os extremistas muçulmanos que atacaram a vila de Kurum, na zona governamental local de Bogoro, no estado nigeriano de Bauchi, já haviam matado dois dos filhos do casal em uma onda de violência há apenas dois dias. James Rike, pastor de uma congregação da Igreja de Cristo na Nigéria, ouviu, em seguida, os gritos de sua filha de 13 anos, Sum James Rike, a poucos metros de distância.

"Fui correndo até minha filha e a achei depois de ela ter sido golpeada no estômago com um facão e seu intestino estava todo para fora", diz ele. "Eu segurei a mão dela e comecei a orar, sabendo que ela logo ia morrer. Ela me disse que os militantes muçulmanos disseram a ela que eles iam matá-la e "ver como Jesus iria salvá-la.’"

De acordo com a Compass Direct, a menina disse a seu pai que ela respondeu dizendo a eles que Jesus já a tinha salvo e que ao matá-la eles apenas tornavam possível a ida dela para Jesus.

O pastor Rike orou por ela enquanto ela morria.

Atirando e incendiando casas, os extremistas muçulmanos mataram outros 12 cristãos no ataque. A polícia de Bauchi informou que 16 pessoas morreram — um homem, três mulheres e doze crianças.

Compass Direct informa que o pastor Rike disse que os agressores tentaram entrar à força em sua casa.

"Eu abri uma porta nos fundos e saí correndo no escuro da noite enquanto os militantes islâmicos nos perseguiam," diz ele. "Eles balearam minha filha e dois de nossos filhos enquanto eles tentavam escapar."

Minchakpu conta que o pastor Rike disse que depois de matarem as duas crianças, Faith James Rike e Fyali James Rike, de um ano de idade, os agressores cortaram o abdomen de sua esposa com um facão.

"Fiquei chocado com o que vi", disse ele. "Eu sabia que minha esposa não tinha muito tempo e a única coisa que eu fiz foi encorajá-la a se apegar-se com fé a Jesus."

Os extremistas muçulmanos incendiaram mais de 20 casas antes de saírem da vila, disse ele.

O pastor Rike e seu filho sobreviveram ao ataque e ele disse que sua filha adotiva, Whulham James Rike, foi ferida e estava recebendo tratamento do Hospital Geral de Bogoro. Ele disse que cinco outras pessoas também estavam hospitalizadas.

Entre os mortos, disseram fontes religiosas à Compass Direct, estão Murna Ayuba, Angelina Ezekiel, Dorcas Sunday, Asabar Toma, Rhoda Joseph, Dhunhgwa Zakka, Bukata Amos, Ishaku Amos, Kalla Amos, Amos Daniel, Samidah Joel e Changtan Joel.

Compass Direct informa que a área tem um histórico de violência sectária e o ataque se segue às mortes de centenas de pessoas em Bauchi e outros estados do norte no mês passado, depois que muçulmanos se rebelaram por causa da eleição de 16 de abril, em que um cristão, Goodluck Jonathan, foi eleito presidente. Ele derrotou um candidato muçulmano, Muhammadu Buhari. Destacando que mais de 200 igrejas foram queimadas, os líderes cristãos na região norte da Nigéria pedem uma investigação federal a respeito da violência, na qual cristãos organizaram contra-ataques.

A igreja onde o pastor Rike ministra tem cerca de 30 membros e existe há mais de 50 anos. Os mortos eram membros das três igrejas na vila — a igreja de Rike, a Igreja Católica de São João e uma congregação da Igreja da África Ocidental.

"Qualquer que seja a situação, nunca vou abandonar a Cristo", disse o pastor Rike. "Todos os seres humanos são criados por Deus e nossos agressores precisam saber que eles precisam abandonar qualquer coisa que os leve a destruir as criações de Deus."

Original: Pastor tells dying wife: Hold to Jesus, we’ll meet again — Testimony comes in aftermath of Muslim atrocities in Nigeria

Tradução (feita por recomendação e a pedido de Julio Severo): DEXTRA

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Vulcão leva à suspensão de voos na Islândia

 

Autoridades dizem que cinzas não devem afetar tráfego aéreo europeu como aconteceu em 2010.

22 de maio de 2011 | 9h 39

As autoridades da Islândia decidiram suspender os voos no país neste domingo, um dia depois de o vulcão mais ativo do país, o Grimsvotn, entrar em erupção.

O vulcão lançou uma coluna de fumaça a 20 km de altitude, mas autoridades meteorológicas do país afirmaram que ele não deve provocar problemas generalizados no tráfego aéreo.

No ano passado, outro vulcão islandês, o Eyjafjallajokull, praticamente parou a Europa, quando autoridades decidiram suspender o tráfego aéreo temendo que as finas partículas vulcânicas pudessem provocar panes nos motores de aeronaves.

Uma porta-voz da autoridade de aviação civil islandesa Hjordis Gudmundsdottir disse que a proibição de voo se estende a um raio de 222 km ao redor do Gromsvotn.

O geofísico Pall Einarsson, da universidade da Islândia, disse que a erupção de 2010 foi um evento raro.

"As cinzas do Eyjafjallajokull eram persistentes ou incessantes e muito finas", disse, acrescentando que as do Gromsvotn são mais grossas e, por isso, devem cair mais rápido.

O Grimsvotn fica debaixo da maior geleira da Europa, Vatnajokull, no sudeste islandês.

No ano passado, durante duas semanas, a erupção do Eyjafjallajokull provocou as maiores restrições ao espaço aéreo europeu desde a 2ª Guerra Mundial.

Cerca de 10 milhões de passageiros foram afetados, e muitos questionaram a decisão das autoridades aéreas.

No entanto, um estudo científico recente confirmou os temores por segurança que levaram à suspensão de voos.

O Grimsvotn, que fica no sul da Islândia, não estava ativo desde 2004. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.



Tópicos: Islândia, Vulcão, Grimsvotn, Cinzas vulcânicas, Eyjafjallajokull, Internacional, Geral

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Marcha da maconha:PM usa bombas de gás para dispersar manifestação na Paulista

21/05/2011 – 15h25

DE SÃO PAULO

A Polícia Militar usou bombas de gás lacrimogêneo para tentar dispersar cerca de 700 manifestantes que bloquearam a avenida Paulista, no sentido da Consolação, região central de SP, em protesto contra a proibição da Marcha da Maconha.

Cerca de 100 PMs, a maioria da Tropa de Choque, estão no local.

Zanone Fraissat/Folhapress

Manifestantes entraram em conflito com policiais em protesto contra a proibição da Marcha da Maconha, em SP

Manifestantes entraram em conflito com policiais em protesto contra a proibição da Marcha da Maconha, em SP

Mais cedo, durante a concentração no vão livre do Masp, skinheads trocaram ofensas com os manifestantes.

Na sexta-feira à noite, a Marcha da Maconha foi proibida por uma decisão judicial, a pedido do Ministério Público. De acordo com o relator do processo, desembargador Teodomiro Mendez, o evento "não trata de um debate de ideias, apenas, mas de uma manifestação de uso público coletivo de maconha" que favorece "a fomentação do tráfico ilícito de drogas".

PELO BRASIL

Em Curitiba, a marcha da Maconha, que seria realizada neste domingo (22), foi proibida por decisão da Justiça e se transformou em Marcha pela Liberdade de Expressão. A Marcha está marcada para as 15h, na praça Santos Andrade, centro de Curitiba. A expectativa da organização é que cerca de 300 pessoas participem do evento.

No Rio, a marcha ocorreu no último dia 7 com a proteção de um habeas corpus preventivo, que garantia que os manifestantes não seriam presos no ato.

Já em Vitória, o Ministério Público acionou a Justiça pedindo a proibição do movimento, mas a Justiça negou o pedido e a marcha foi realizada com a presença ostensiva de policiais também no dia 7.