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La ventana 10/40 se abre al mundo

Mario Escobar Golderos

 

La ventana 10/40 se abre al mundo

Hace unos diez años se hizo muy famoso entre los cristianos la idea de la Ventana 10/40.

6 de mayo de 2011

En ella se situaban geográficamente la mayoría de los países musulmanes. Una década después se está produciendo la mayor transformación social y política de su historia.
Algunos analistas han comparado esta época con las revoluciones que se extendieron en 1848 por todo el mundo. Desde París nació un movimiento revolucionario que cambió la faz de Europa. El fenómeno de los países árabes en el 2011 parece muy alejado de las reivindicaciones de mediados del siglo XIX.
El milenio comenzó con la destrucción de las Torres Gemelas y la sospecha de extremismo y terrorismo en todos los países musulmanes. La guerra de Afganistán e Irak aumentaron aún más la brecha entre Oriente y Occidente. Aunque la dependencia económica mantuvo algunos lazos de unión.
Occidente miraba a otro lado a la hora de denunciar la falta de libertad en países como Arabia Saudita, a cambio de que el petróleo siguiera fluyendo. La mayoría de estos países prohibían la predicación del Evangelio, encerraban a los árabes que se convertían y vulneraba hasta los derechos de cristianos autóctonos que aún aguantaban la presión.
Las viejas dictaduras árabes, según creían muchos el único medio de estabilizar la región, se daban en herencia como si se tratara de una posesión más. Nadie parecía preocupado ante la violación de derechos humanos o religiosos. El único país en el punto de mira era Irán por su programa nuclear.
Tras las elecciones en Teherán y los disturbios del 2010, una nueva corriente popular comenzaba a extenderse por el Mundo Árabe. Una nueva generación más formada, con acceso a la información por los móviles e Internet, quería más libertad y protagonismo. La crisis había dejado a miles de jóvenes sin futuro, sin derecho a opinar y condenados a mal vivir en sus países.
La Crisis Económica agravó más las cosas. El alza de los precios, el aumento del paro y la corrupción política llevaron a los estudiantes a las huelgas.
Túnez, Egipto, Libia Siria, Bahréin, Irán y Yemen han vivido diferentes situaciones, pero con un elemento común: las reivindicaciones de libertad.
¿Quién está detrás de las protestas y cómo afectará esto a la libertad religiosa?
Desde hace unos años la situación de los cristianos en Oriente Próximo y el Norte de África ha empeorado. Se ha identificado al Cristianismo con los ejércitos invasores de la Guerra de Irak y en muchos países las minorías cristianas han tenido que emigrar. Es el caso de los cristianos en Irán, Irak o Palestina.
Antes de las revueltas en Egipto, los enfrentamientos entre Coptos (minoría cristiana milenaria) y musulmanes se habían intensificado. En medio de las protestas muchos cristianos se unieron a los musulmanes creyendo que “la revolución” les traería más libertad. Semanas más tarde se volvían a quemar iglesias en Egipto y casi medio centenar de cristianos morían a manos de extremistas musulmanes.
No sabemos hacia dónde llevará esta nueva revolución. Esperemos que no hacia el modelo de Irán. Lo que sí es cierto es que los países de mayoría cristiana tienen que defender las libertades en los países musulmanes y la libertad de cultos. Los musulmanes en occidente no pueden estar callados ante la falta de libertad religiosa en sus países y exigir hasta terrenos y edificios en España.
No sabemos si la revuelta es absolutamente popular o quién tomará el poder tras las revueltas. Los Hermanos Musulmanes en Egipto y otros grupos radicales son los grupos más organizados, pero también defienden la extensión de la Sharia.
Lo único que podemos hacer como cristianos es orar por estos países y seguir enviando a personas que anuncien el Evangelio. Durante cuatro siglos el Cristianismo fue perseguido en el Imperio Romana y eso no le impidió triunfar al fin.
La ventana 10/40 se está abriendo. Esperemos que el Evangelio llegue hasta el último rincón de esta tierra tan necesitada de paz, libertad y Dios.
Publicado en la revista Kerygma

Autores: Mario Escobar Golderos

© Protestante Digital 2011

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O Senhor como uma mãe (#Dia das mães)

 

 

DOMINGO, MAIO 08, 2011

Eliza, mãe de
Charles Spurgeon

Spurgeon

Banco da Fé

14 de março


"Como alguém a quem consola sua mãe, assim eu vos consolarei" Isaías 66:13

O consolo de uma mãe! Ah, é a ternura mesma. Como uma mãe adentra na dor de seu filho! Como o aperta contra seu peito, e trata de extrair dele toda sua aflição para a transplantar a seu próprio coração! O filho pode contar tudo a ela, já que ela se identificará com o problema como ninguém poderia fazê-lo. Entre todos os consoladores, a criança prefere sua mãe, e mesmo homens adultos tem descoberto que isso é assim.

O Senhor Jeová condescende a fazer o papel de uma mãe? Isso, verdadeiramente, é bondade. Podemos perceber com facilidade que Ele seja um pai – porem, será que também como uma mãe? Acaso isso não nos convida a uma santa familiaridade, a uma confiança sem reservas, a um repouso sagrado? quando Deus converte-se em "o Consolador" nenhuma angustia pode permanecer por longo tempo. Cada um de nós haverá de contar a Ele seu problema, ainda que os soluços e os suspiros convertam-se em nossa primeira expressão. Ele não nos desprezará por nossas lágrimas: nossa mãe não o fez. Ele considerará nossa fragilidade assim como ela fez, e tirará nossas faltas, só que o fará de uma maneira  mais certa e mais seguro do que nossa mãe poderia fazer. Não procuremos levar sozinhos nossa dor: isso seria rude para Um tão gentil e tão amável. Comecemos o dia com nosso amante Deus, e , por que não o terminamos na mesma companhia, já que as mães nunca se casam de seus filhos?

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FONTE: Banco da Fé
tradução: Armando

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UMA NOITE SE ABATE SOBRE O BRASIL

 

| autor: Pr. Luiz Fernando

Ontem, 05/05/2011 o Supremo Tribunal reconheceu por unanimidade a união entre homossexuais. Essa reivindicação era antiga, mas ganhou força devido ao apoio maciço, das diversas mídias, dos formadores de opinião e do governo. Este governo injetou dinheiro publico nesse segmento social, sem consultar os contribuintes, haja vista, ter sido o primeiro país no mundo a patrocinar uma parada gay. O atual governo vem tentando impor, através da educação pública, a aceitação tácita do homossexualismo, com a desculpa que precisa acabar com discriminação sexual. Entra em áreas que pertencem às famílias. Ensinar o certo e o errado é dever dos pais e o estado, no máximo, corrige os desvios. O STF legaliza a união da perversidade com a crueldade. Perverso porque legaliza a imoralidade de muitos dentre poucos, ou seja, 2% da população. Dá direitos a uma minoria que tem como fundamento somente o desejo e nunca uma constituição. Desejos particulares, não se legalizam, mas se limitam. Homossexualidade é desejo de contato físico com outro do mesmo sexo, coisa que deve ser praticada dentro de quatro paredes e nunca resguardada por leis. Nas palavras do Rev. Wayne Perriman “O ato sexual é meramente um ato físico que é na maior parte das vezes expresso na privacidade do lar. Portanto, esse ato não deve ficar sob a proteção de leis de direitos civis. Seu devido lugar de proteção são as leis de privacidade, não leis de direitos civis. As leis deveriam ser criadas para desestimular condutas criminosas, não apoiar condutas sexuais privadas”. Se assim não for, necessário se faz criar leis que privilegiem pedófilos, tarados etc., pois, são desejos do mesmo jeito. A união de centenas de pedófilos somente aumenta a pedofilia, nunca a limita. Dizer que o amor foi valorizado e respeitado com esta aprovação do STF é no mínimo infantil. Amor não é sexo e sexo não é amor. Amor, na maioria das vezes não é expresso através de sexo. Pais amam seus filhos, mas não mantêm relações sexuais com eles. Soldados morrem por seus companheiros, mas não têm relações sexuais com os mesmos.

Crueldade porque encarcerará milhares de seres humanos que poderiam lutar contra esses desejos e agora são desestimulados porque gozam da proteção do estado. Temos a triste tendência de achar que aquilo que é legal é moral. Crueldade porque impinge sobre a sociedade um comportamento que a maioria esmagadora não aceita e nem deseja. Usou-se de um subterfúgio para se aprovar uma lei que deveria ter sido discutida publicamente porque implica em usos e costumes. Nao é uso e costume da maioria a prática homossexual. Não se usa lei para impor comportamento de minorias. Vale a máxima: “A necessidade de poucos não pode prevalecer sobre a de muitos”. Todo ser humano independentemente de sua opção sexual deve ser respeitado e amado, mas não implica em concordância plena com tudo o que é praticado.

A sensação que tive, em meu espírito, é que o país mergulha em uma noite de densas trevas. Pareceu-me que um manto negro foi colocado sobre o país. Noite que não passará rapidamente. Minha percepção é que a sociedade ficou enfraquecida em sua fibra moral e que muitos se sentirão impotentes e desestimulados para continuar.

A igreja no Brasil sofre um duro golpe que será difícil de ser absorvido. Vejo-a no corner da vida tentando se reabilitar, cambaleante e atordoada buscando ar para respirar como em uma luta de boxe. Foi-lhe dada oportunidade de fazer valer os princípios de Deus para o homem, mas ela sucumbiu aos apelos de Mamon, da imoralidade e por fim se vendeu ao mundo. Descaracterizou-se completamente fazendo-se parecer com o mundo e agora não tem forças para mudar e não encontra motivos para voltar. Creio que ela foi longe demais e colherá com lágrimas os frutos dessa lassidão. Sua mensagem tem se tornado em irrelevância e seu valor seriamente questionado. Trancafiou-se dentro de suas paredes, achando que somente a adoração era a resposta às grandes questões da vida. Esqueceu-se de anunciar o puro evangelho transformador. Esqueceu-se da humildade e aceitou as honras do mundo e os prêmios dos tolos. Gerou pequenos monstros gospel, chamados de adoradores, levitas, paipóstolos, patriarcas, barbies e kens gospel etc. que comercializam o sagrado, deturpam o evangelho e recebem toda glória que não lhes é devida. Entrou em um sono letárgico e acreditando que sonhava os sonhos de Deus e em seu estupor não percebeu que vivia um grande pesadelo. Creio que ainda não acordou para a grande calamidade que dinamitou suas portas e adentrou em sua intimidade. Agora desnuda acordará em meio a esta noite e tateando tentará encontrar ponto de apoio.

Percebo o mundo espiritual em reboliço e ao mesmo tempo a igreja inócua e indiferente a tudo isso. Por sermos mais de quarenta milhões de evangélicos no país o percentual que levantou a bandeira de alerta foi ínfimo. Quem detinha o poder da mídia se omitiu vergonhosamente. Em nome de uma neutralidade idiotia deixou de cumprir seu papel profético em tempos de angústia. Colocar tranca na porta neste momento é inócuo. Resta-nos o sabor da derrota neste round. Resta-nos a triste constatação que falhamos. Restam-nos o choro e o arrependimento. Tomará que isso ocorra em tempo oportuno.

Ainda vale a Palavra de Deus expressa em II Crônicas 7:14 “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”.

Embora o texto seja aplicado a Israel em uma condição específica, vale seu princípio para todos nós.

Quem o Senhor tenha misericórdia de nós.

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza