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Após fazer campanha contra união gay, pastor Silas Malafaia é destaque no Twitter

 

Diante das votações do STF internautas passaram a ofender o pastor que se manifestou contra a união de pessoas no mesmo sexo

Após fazer campanha contra união gay, pastor Silas Malafaia é destaque no Twitter

O pastor Silas Malafaia ganhou destaque no Twitter devido a aprovação da união civil entre pessoas do mesmo sexo pelo Supremo Tribunal Federal. Ele, que tinha se manifestado contra pedindo para seus seguidores enviarem e-mails aos ministros, passou a ser ironizado com a hashtag #chupamalafaia que rapidamente entrou no Trend Topics Brasil.

O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo foi caluniado e ofendido por milhares de internautas que festejaram a decisão do STF.

Minutos depois de a hashtag chegar em segundo lugar do TTBr os internautas passaram a ironizar todos os evangélicos com as palavras #todoscrentechora.

Malafaia chama a atenção de cantores gospel

Enquanto isso, Malafaia questionava com alguns cantores evangélicos que não apoiaram a causa e retransmitiram suas mensagens como André Valadão, Fernada Brum e Aline Barros.

Ana Paula Valadão que acabava de chegar em Londres também foi citada pelo pastor e rapidamente respondeu dizendo que se sentiu triste com as acusações e julgamentos.

A líder do Diante do Trono não se mostrou preocupada com a aprovação e se defendeu dizendo que estava viajando e que só age da forma que Deus a manda agir. “Eu só posso dizer o que eu sinto que Deus quer que eu diga”, escreveu.

Para ela uma lei não pode alterar as atitudes de quem realmente confia em Deus.

“Mais do que querer mudança ou impedimento de legislação, de cima para baixo, clamo por mudança do coração das gentes, da nação, de baixo para cima. Por exemplo, se as pessoas temerem a Deus não abortarão seus bebês, ainda que haja uma lei a favor do aborto”, se explicou a cantora.

Fonte: Gospel Prime

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MP move ação contra templo de Valdemiro Santiago por barulho

PSIU

 

Moradores reclamam do movimento gerado na rua pela Igreja Mundial do Poder de Deus. Ministério Público está movendo ação para interditar local por falta de itens de segurança.

A vizinhança está incomodada com o templo-sede da Igreja Mundial do Poder de Deus, na Rua Carneiro Leão, 439, no Brás, na Zona Leste de São Paulo. Com 43.000 metros quadrados, o templo recebe multidões e sobrecarrega de trânsito as ruas do entorno nos dias e horários em que há cultos. Segundo moradores ouvidos pelo DIÁRIO, essas vias ficam tomadas por uma quantidade de pessoas e automóveis que chega a paralisar as demais atividades do bairro.

"Os piores dias são terça-feira e domingo. Uma vez me disseram que havia mais de 10 mil pessoas na igreja e ainda havia gente tentando entrar", disse a aposentada Neusa Piccioli, de 63 anos, que mora em um apartamento próximo ao templo. "A sujeira e o barulho tanto da multidão como do próprio culto atrapalham muito. O bairro fica intransitável", reclamou Neusa.

O grande movimento de pessoas atrai camelôs e assaltantes, segundo logistas. "Nos cultos mais movimentados os ladrões fazem a festa. São dezenas de assaltos", disse o comerciante Luiz Carlos Duarte, que tem uma loja na região. "Agora a Guarda Civil Metropolitana está coibindo, mas até recentemente havia o problema dos camelôs, que tomavam as calçadas e brigavam muito entre eles por disputa de pontos", falou Luiz, que está no bairro há 14 anos.

A falta de estacionamento é um dos problemas que mais incomodam os moradores do entorno da igreja. "Não respeitam as garagens das casas e prédios, param na frente. Diversas vezes tive que chamar o DSV (Departamento de Operação do Sistema Viário) para guinchar veículos que travavam minha garagem", queixou-se Luiz. "Esse templo acabou com o bairro", disse.

Ação Pública

O trânsito de automóveis e pessoas não é o único problema do templo. O Ministério Público está movendo uma ação para fechar o local também por falta de condições de segurança. "Apesar de ser um pólo gerador de tráfego, não são cumpridas as normas básicas para minimizar o aumento do trânsito no local. Não houve reforma para evitar a poluição sonora vinda do templo. As portas existentes, de vidro, fogem dos padrões de portas corta-fogo. Sequer apresentam barra antipânico", diz a ação movida pela promotora Gláucia Savin.

A última audiência do caso aconteceu em 14 abril e a juíza responsável pelo caso determinou que fossem investigadas as denúncias. Ainda não há previsão para a próxima audiência. A reportagem do DIÁRIO fez diversas tentativas de localizar um responsável pela Igreja Mundial do Poder de Deus para comentar o caso, mas não obteve sucesso.

Igreja foi fundada em Sorocaba

A Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD) foi fundada em 1998 em Sorocaba, a 95 quilômetros da capital, pelo pastor Valdemiro Santiago. Ex-bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, ele que adotou na ocasião o título de "apóstolo". A igreja segue a linha neopentecostal, ramo derivado das tradicionais igrejas evangélicas pentecostais. A IMPD tem mais de 1,4 mil igrejas no Brasil e em outros países, como Japão, Estados Unidos, Portugal, África do Sul, Argentina, Colômbia, Bolívia, Uruguai, Paraguai e outros. O templo sede da IMPD da Rua Carneiro Leão existe há cinco anos e já foi interditado uma vez, em 2009.

Multidão Assaltada

Para o estagiário de administração Fábio Miquelante Vieira, de 23 anos, que mora em um prédio próximo à igreja, um dos piores problemas são os assaltos. "Fazer o caminho daqui até a estação do metrô Pedro II é sempre uma aventura quando há culto. Os assaltantes aproveitam a aglomeração e atacam todo tipo de pessoa, sem escolher muito", falou

Disputa de camelôs

"As brigas entre os camelôs são terríveis. Até facada já ouvi dizer que teve", disse a promotora de vendas Jeane Sabino, moradora do bairro há sete anos. Na opinião dela, o maior problema gerado pelo aporte de gente ao templo da Igreja Mundial do Poder de Deus são as disputas entre os comerciantes informais que ocupam as calçadas próximas ao local

Sujeira e trânsito

A publicitária Juliana Detilio, de 27 anos, mora em um apartamento a uma quadra da igreja e não gosta da sujeira que fica pelas ruas após os cultos. "Todo mundo do bairro reclama disso. Depois dos cultos os fiéis vão embora mas as ruas ficam cheias de papéis, sacos de salgadinho, latas de refrigerante e garrafas de água. A limpeza pública não dá conta", afirmou

Data: 5/5/2011 08:47:09
Fonte: Diário de São Paulo

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Wilkerson: La cruz y el puñal

José de Segovia Barrón

 

Wilkerson: La cruz y el puñal

La noticia de la repentina partida de David Wilkerson me ha hecho pensar en la película que dio a conocer su historia en los años setenta.

3 de mayo de 2011

Porque si el libro, que escribió con John y Elizabeth Sherrill en 1963, fue todo un fenómeno editorial que ha vendido más de quince millones de ejemplares, se calcula que el film ha sido visto por cincuenta millones de personas.  Está en tantos idiomas como se ha publicado el libro, treinta –cuando las películas normalmente se doblan a doce–. Fue la primera producción evangélica, de hecho, que se recibió bien en el circuito comercial.
La historia comienza hace más de medio siglo, cuando Billy Graham empezó a hacer películas por medio de la productora World Wide Pictures. Un hombre llamado Dick Ross había formado una pequeña compañía en los años cuarenta denominada Great Commission Films. Graham le propuso filmar alguna de sus campañas a efectos documentales. Ross tuvo entonces la idea de hacer historias de ficción, que dramatizaran la vida de personas que habían llegado a ser cristianas por medio de su predicación. Nació así Mr. Texas (1951) .
La película transcurre, como muchas de las que vinieron a continuación, durante una de las llamadas cruzadas del evangelista.Como en Oiltown, USA (1954), el sermón constituye el eje de su historia, pero aquí ya no es en un estadio, sino en la televisión. Tras hacer otras películas sobre otras campañas, Ross piensa que han agotado la fórmula. Son historias sumamente predecibles. Al principio, los personajes se presentan escépticos al cristianismo, viviendo en clara inmoralidad, o sinceramente buscando respuestas para el sentido de la vida. Al final, la mayor parte llega a creer en Cristo, ayudados por amigos o familiares, normalmente después de escuchar a Graham.
Las películas del evangelista se habían concentrado hasta ahora en personajes adultos de clase media, generalmente matrimonios preocupados por el éxito económico. En Los inquietos (1965) , se plantean hacer ahora una historia sobre jóvenes rebeldes, cínicos respecto al sistema, que experimentan con la droga y el sexo sin estar casados. Su producción tiene tal éxito que se logra exhibir en los cines, llevando a pensar a Ross en un proyecto más ambicioso, fuera ya de la organización de Graham. Tenía entonces 52 años. Había trabajado durante quince años como director de las películas del evangelista. Su idea ahora era iniciar un nuevo proyecto de mayor impacto social, que tratara más temas que un momento de decisión en una campaña masiva del famoso predicador cristiano.
UN DIRECTOR SORPRENDENTE
Don Murray es un hombre de fuertes principios, más sociales y políticos que espirituales. Estudió teatro, debutando en Broadway a comienzos de los años cincuenta. Como objetor de conciencia, trabajó con refugiados durante la guerra de Corea. Su nombre está siempre unido al Oscar como actor secundario en Bus Stop (1956), con Marilyn Monroe. Entre otras muchas películas y programas de televisión, Murray hizo en los años sesenta tres largometrajes en torno a algunos predicadores con inquietudes sociales, que marcaron la ciudad de Nueva York (el padre del pensamiento positivo  Norman Vincent Peale, el antiguo pandillero alcohólico Tom Harris y el jesuita Charles Clark).
Murray se mostró al principio muy reticente, ya que no veía el cine como un instrumento de evangelismo. Fue por la recomendación de su amigo Tom Harris, el criminal que se había convertido en predicador en Harlem, que decidió escribir y dirigir la película La cruz y el puñal (1970). A la propuesta original de protagonizar el film, sugirió otro actor que se identificara más claramente con la fe de David Wilkerson, Pat Boone . Este cantante, actor, autor y presentador de un programa de radio se hizo un nombre con películas familiares a finales de los cincuenta, hasta iniciar su propia productora con Murray en los sesenta. Conocido por su fe evangélica, Boone era la persona ideal para encarnar al predicador de las Asambleas de Dios, que vino a predicar a los miembros de las bandas juveniles que llenaban las calles de Nueva York durante aquella época.

  D. Wilkerson: …

  José de Segovia analiza la vida, obra y legado del recientemente fallecido David Wilkerson; desde el eje de sus inicios reflejados en la película “La cruz y el pu&ntild…

La búsqueda de una película evangélica que finalmente reflejara la vida con mayor realismo, llevó a Murray a escribir un guión que en la versión original suena con el verdadero lenguaje de la calle , como observa el crítico del New York Times. Los pandilleros que se enfrentan en estas peleas son auténticos miembros de las bandas, que incluye hasta un insospechado debut en el cine de Harry Reems  (el pionero del porno duro, arrestado en 1974 por el escándalo de la película Garganta profunda ) que llegó finalmente a la fe evangélica tras una vida llena de excesos.
En el casting que llevó a cabo Murray, encontró a Erik Estrada , un joven de origen portorriqueño del Harlem, que a partir de entonces llegó a ser un rostro habitual en el cine y la televisión. Su papel más conocido fue como protagonista de la serie de policías patrulleros de carretera en los años setenta, CHiPs, que se emitió en España hasta los años noventa por Antena 3.  Este actor católico interpreta a Nicky Cruz, el jefe de la banda de los Mau Maus, que fue convertido por la predicación de Wilkerson.
UNA HISTORIA REAL
La cruz y el puñal, doblada a treinta idiomas, tuvo mucho impacto en países tan lejanos de la sociedad norteamericana como era Rusia. Su exhibición en los cines fue mejor recibida que ninguna otra película evangélica que se había mostrado hasta ahora en un circuito comercial. Su distribución internacional es un curioso ejemplo de cómo una historia, cuánto más transmite una realidad local, más valor universal tiene.
Es difícil pensar en algo más concreto que el problema de inseguridad que se vivió en Nueva York en aquella época –la película se desarrolla a finales de los sesenta, aunque Wilkerson llegó a la Gran Manzana  a finales de los cincuenta–, sin embargo el asunto era conocido en todo el mundo, por las películas y series de televisión que se hacían entonces sobre los policías y bandas de delincuentes de esta ciudad.
El film actualiza el momento de la historia –porque las pandillas de la época de West Side Story (1961) están en un ambiente ya casi setentero– , pero el enfrentamiento entre los Mau Maus y los Bishops tiene un realismo hasta ahora nunca visto en las películas evangélicas. Aunque, al tratarse de verdaderos miembros de bandas, tuvieron serios problemas para que la violencia no fuera real.
Parte del éxito se debe a la colaboración de Tom Harris , el antiguo dirigente de pandillas alcohólico, que había sido convertido a la fe cristiana y ayudaba ahora a los jóvenes. Este había sido interpretado por Don Murray en una película que él mismo había escrito y producido, Cosas infantiles ( Childish Things, 1969) donde también actúa la famosa actriz de la serie Dinastía, Linda Evans, con su marido entonces, John Derek, como director .
EL LEGADO DE WILKERSON
Al año siguiente de aparecer la película, el dibujante Al Hartley –convertido a la fe evangélica y conocido por el personaje de Archie – hizo una adaptación al cómic, que se hizo muy famosa y tuve yo mismo de niño, en lengua inglesa. Mi padre estaba entonces viviendo en Nueva York, cuando se hizo la película La cruz y el puñal. Residía en iglesias latinas que había en los barrios donde transcurre esta historia, Harlem y Bronx. Mi infancia está llena de historias de los peligros que vivió mi padre durante aquellos años. Veía desde la ventana cómo las bandas se enfrentaban en medio de la noche, o escuchaba cómo un predicador había sido muerto a navajazos junto a una máquina de refrescos del metro, donde se había despedido de él el día anterior, después de haber estado juntos en un culto.
Mi padre conoció entonces el centro de rehabilitación de David Wilkerson , que llevaba ya su hermano. Él era un predicador famoso, que podía, como Nicky Cruz, recorrer el mundo contando su historia. Lo sorprendente fue cuando andando un día por la calle 42, dominada entonces todavía por la pornografía, decidió volver a los orígenes. Alquiló un cine y comenzó la iglesia de Times Square. La renuncia de Wilkerson a convertirse en una personalidad evangélica, mostró una integridad y coherencia que le ha hecho ser admirado por muchos, aunque no compartan su perspectiva profética.

La historia de cómo este pastor decidió ir a Nueva York en 1958, cuando vio la fotografía en la revista Life de siete adolescentes culpados de asesinato, es un impresionante testimonio de la fuerza de la compasión y el poder del Espíritu Santo. Su trabajo pionero en la rehabilitación de drogadictos sigue siendo un ejemplo para todos aquellos que creemos que Dios se complace en mostrar su gracia, no para con los poderosos de este mundo, sino con los humildes. Es a los que han destruido su vida y son conscientes de su miseria, que el Señor presenta su misericordia. Puesto que “los sanos no tienen necesidad de médico, sino los enfermos” ( Mt. 9:12; Mr. 2:17; Lc. 5:31 ).
Wilkerson fue también singular en su oposición al evangelio de la prosperidad. Cuando muchos en su medio se volvían a una concepción de la fe que “hacía mal al pobre y al necesitado”. El autor de La cruz y el puñal  denuncia a estos predicadores como “lobos que han sustituido el dinero por la cruz” en un famoso sermón de 1999. En ese sentido por lo menos, su ministerio fue verdaderamente profético.
Aunque la colisión con un coche, se lo haya llevado ahora de este mundo , creemos que para Dios no hay accidentes. “Aquellos que atraviesan un valle de sombra de muerte –escribió en su blog,  horas antes de su partida–, escuchen esta palabra: Lloraremos durante oscuras y terribles noches –pero en las tinieblas pronto oiremos el susurro del Padre diciendo: Yo estoy contigo; Ahora no te puedo decir por qué, pero un día todo tendrá sentido. Verás que todo formaba parte de mi plan. No era un accidente. No fue un error por tu parte. ¡Agárrate fuerte!, ¡déjame abrazarte en la hora del dolor! ”. No hay duda que ahora disfruta de ese abrazo eterno.

Autores: José de Segovia Barrón

© Protestante Digital 2011