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Terroristas islâmicos aliciam brasileiros pobres

 

Reinaldo Azevedo

Há duas semanas, em reportagem de capa, VEJA demonstrou que o terrorismo islâmico fincou raízes no Brasil. A coisa está mais avançada do que parece. Pior: o Brasil não tem uma lei que puna o terrorismo. E vocês verão, agora, uma das razões a indicar a sua urgência. Leiam trecho de reportagem de Rodrigo Rangel na VEJA:

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O homem acima, de barba branca, coberto pela veste marrom e com a cabeça envolta num turbante, é o iraniano Mohsen Rabbani. Entre as dezessete pessoas que o cercam, há oito brasileiros [publico a foto com corte; há 11 pessoas  na imagem acima, quatro brasileiros, marcados em vermelho]. Rabbani é considerado por essas pessoas um professor. A sala de aula fica em Qom, cidade do Irã que é sagrada para os muçulmanos xiitas. Convertidos ao islamismo, os jovens brasileiros viajaram com todas as despesas pagas com o objetivo oficial de aprofundar seus conhecimentos sobre a religião. O proselitismo e o arrebanhamento de adeptos são comuns a todas as crenças. Nesse caso, porém, existem distorções preocupantes. Rabbani não é um professor qualquer.

VEJA revelou há duas semanas que, além de ostentar a condição de um dos terroristas mais procurados do mundo, ele também é responsável pelo recrutamento de jovens brasileiros para cursos de “formação religiosa”. O que esse terrorista apontado como executor de um dos mais sangrentos atentados da história e responsável pela morte de mais de uma centena de pessoas pode estar ensinando aos brasileiros é, no momento, uma das principais preocupações das autoridades. As pistas descobertas até agora para desvendar esse mistério não são nada alentadoras.

O “professor” Rabbani é procurado por sua participação em atos de terrorismo desde 9 de novembro de 2006. Sua captura é considerada tão vital que a Interpol o incluiu na chamada “difusão vermelha”, a seleta lista dos homens mais procurados do mundo. A ordem internacional de prisão contra Rabbani foi expedida pela Justiça argentina. Ele é apontado como um dos mentores dos dois atentados contra alvos judeus em Buenos Aires, que mataram nada menos que 114 pessoas em 1992 e 1994. Rabbani era funcionário da Embaixada do Irã na capital argentina e teria atuado não só na elaboração como também na execução dos atos terroristas. Com status de diplomata, hoje ele é protegido do regime do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad – e o responsável pela arregimentação de seguidores em toda a América Latina, que se dá mediante promessa de influência religiosa e também de dinheiro. Chama atenção o esforço de Rabbani em amealhar seguidores em regiões pobres do Brasil sem nenhuma tradição ligada ao Islã.

“Rabbani representa um grave risco para a segurança, inclusive do Brasil. Na Argentina ele difundiu sua visão do Islã radical, extremista e violento, que resultou em dezenas de vítimas nos ataques terroristas em Buenos Aires. Agora, baseado no Irã, ele continua a desempenhar um papel significativo na propagação do extremismo na América Latina”, disse a VEJA o promotor Alberto Nisman, chefe da unidade especial do Ministério Público argentino encarregada de investigar os atentados.

O aliciamento de brasileiros para os cursos de Rabbani no exterior vem sendo acompanhado há quatro anos pela Polícia Federal e pela Abin, o serviço secreto do governo. É o próprio Rabbani, com a ajuda de pessoas de sua confiança, quem escolhe os que devem embarcar. De 2007 até hoje, três grupos de brasileiros já visitaram o Irã. Há razões de sobra para tamanha vigilância.

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Leiam a integra da reportagem na revista. Tudo isso acontece sob as barbas do governo brasileiro – e, convenham, na gestão Lula ao menos, com claro estímulo moral. As pessoas recrutadas moram em áreas pobres do Brasil. Em 2007, dos oito brasileiros que foram fazer o “curso”, quatro eram de Belo Jardim, cidade do agreste pernambucano, a 180 quilômetros de Recife.

Se o Brasil tivesse uma lei antiterror, seria mais fácil coibir esse tipo de recrutamento. Afinal, Rabbani é um meliante internacionalmente procurado. Sem a lei, o que temos são apenas brasileiros convertidos ao Islã que decidiram dar uma chegadinha ali no Irã para estudar. Naquele país, os rapazes foram levados para conhecer, por exemplo, os campos de treino que o Hezbollah – grupo terrorista financiado pelo Irã que domina parte do Líbano.

O Brasil vai realizar a Copa do Mundo em 2014 e a Olimpíada em 2016. Os terroristas estão por aqui, aliciando brasileiros. Alô, Congresso! O que falta para que os senhores deputados e senadores acordem? Precisarão de um atentado terrorista em solo pátrio para que, então, tenham a decência de apresentar e aprovar uma lei de combate ao terror?

Fonte: Reinaldo Azevedo

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Cuidado com a Mulher Adúltera

VIDA EM FAMÍLIA – HOMENS

 

O aliciamento tendo em vista o adultério é feito tanto pelo homem como pela mulher

O aliciamento tendo em vista o adultério é feito tanto pelo homem como pela mulher. Não é correto nem justo supor que essa prática é mais masculina do que feminina. A Bíblia registra duas histórias notáveis de mulheres casadas que foram em busca de outro homem. As histórias são parecidíssimas no primeiro momento. Mas, na resposta dada por aqueles com os quais as duas mulheres queriam se deitar, as histórias são muito diferentes.
As duas mulheres se ofereceram, insistiram, deram garantias de segurança, agarraram os homens que desejavam. A primeira aproveitou-se de que ninguém estava em casa Gn (39:11). A segunda alegou que o marido havia saído para uma longa viagem de negócios e não voltaria “antes da lua cheia”. Pv (7:19- 20).
Os dois homens eram jovens e solteiros. O primeiro disse não a todas as investidas da mulher casada. Quando ela o agarrou, ele fugiu. O segundo não resistiu à sedução da mulher casada, que o convidou para embriagar-se de carícias até o amanhecer numa cama coberta de linho fino e perfumada. Quando ela o beijou e o agarrou em plena rua, sob a proteção das sombras da noite, o rapaz se deixou levar, como o boi que vai para o matadouro.
O primeiro rapaz era filho de Jacó e administrador dos bens de Potifar, marido da mulher que tentou seduzi-lo Gn (39:1-23). O segundo não tem nome próprio, mas é chamado ora de inexperiente ora de imprudente ora de ingênuo ora de néscio e também de “adolescente sem juízo”, nas diferentes versões da Bíblia. Pv (7:6-27).
O disciplinado José foi parar no palácio de Faraó e ocupou um dos ministérios do governo egípcio numa fase extremamente difícil. O jovem inexperiente foi parar no alçapão que prende os pássaros que dele se aproximam.
Solteiro ou casado, tome todo o cuidado com o aliciamento da mulher casada! Não vá para o matadouro nem caia no alçapão.

Data: 19/4/2011 09:25:51

Fonte: Igreja Batista do calvário

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Noticias

Missionários são atacados durante exibição de filme Jesus na Ásia

INTOLERÂNCIA

 

Militantes anti-cristãos atacaram um grupo de missionários na Ásia durante a exibição de um filme sobre a vida de Cristo.

Quando o problema começou, cerca de 150 pessoas, incluindo crianças, mulheres e adultos, estavam assistindo o filme, que era projetado em um telão ao ar livre.

O líder do filme Sarwar Howlader estava trabalhando com um pastor local, Gayak Samaga, que é um missionário da Gospel for Asia-supported. A equipe do filme foi convidada para ir até a vila por um empresário local, Lakshan Jatan, que assistiu ao filme, quando a equipe mostrou que em outra cidade.

Depois que a multidão observava atentamente por mais de uma hora o filme, um grupo de seis radicais anti-cristão se aproximou da equipe do filme e mandou que parassem a exibição fazendo-lhes ameaças.

Sarwar Howlader disse que tinham autorização dos líderes da aldeia para exibir o filme. Quando os militantes estavam prestes a atacá-los fisicamente, a multidão começou a gritar contra os radicais.

Naquele momento ficou claro que os moradores queriam ver mais sobre a vida de Jesus. Os militantes ficaram enfurecido.

Os invasores tentaram incitar a multidão contra os missionários apoiados por dizer que eles estavam tentando forçar as pessoas a se tornarem cristãos.

Frustrados e irados, os seis militantes avançaram com a intenção de agredir fisicamente Sarwar e o resto da equipe. Os missionários, não querendo criar problemas para a igreja local por estar envolvido em uma briga, recuaram e deixaram a aldeia, para o desespero do povo.

"Há duas equipes de cinema que trabalham nesta área difícil", observa o presidente da missão Yohannan. "Vamos orar pela segurança da equipe que foi atacada".

Data: 19/4/2011 08:46:39
Fonte: Charisma News