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Pastor de mega-igreja americana afirma ter sido “enredado pela pornografia”

 

Superando o Problema da Pornografia dos EUA, Pastor da Lakewood Confessou ‘Terminei Enredado na Pornografia’

Pastor de mega-igreja americana afirma ter sido “enredado pela pornografia”

O Pastor Danilo Montero um dos pastores do ministério em espanhol da Igreja Lakewood em sua pregação “chamados pela graça que restaura” ontem confessou que um dia mesmo depois de ministrar em diversos países terminou enredado na pornografia.

Falando sobre o orgulho e a arrogância, o pastor deu exemplo de situações em que por ser orgulhoso ele caiu em sua fé, e citou uma época em que ele ficou enredado em pornografia.

“Eu queria dizer que isso aconteceu uma vez só (que caiu em sua fé por orgulho). Mas não é assim. Muitos anos depois ministrando em muitos países, viajando com um sonho que Deus me deu, em uma época de crise de fé, de sequidão espiritual, abandonei minha vida de oração terminei enredado na pornografia.”

“Os piores meses de minha vida que eu experimentei em minha vida foram esses. Eu nunca pensei que era vulnerável e suscetível a uma coisa assim. Eu fui. Uma manhã eu me levantei tão deprimido e escutava o inimigo me dizer ‘você não serve para o ministério você deveria dedicar-se a outra coisa.’ Eu eu estava mesmo considerando em fazê-lo. Eu não podia vencer…”

Assim como pastor Danilo Montero muitos “caem na tentação” da pornografia, que não somente rompe a estrutura familiar como também conduz ao crime cibernético para tornar-se um grande gerador de dinheiro.

Um estudo feito no ano passado por um especialista em segurança de computadores da International Secure System Lab, Gilbert Wondracek, mostrou que a indústria de entretenimento adulto online está entre os negócios mais rentáveis na Internet, e suas web sites atrem grandes quantidades de visitantes e de tráfego.

Nesse estudo foi analisado a estrutura econômica em que se descobriu que modelos de negócios mais obscuros existem em paralelo. A avaliação mostrou que muitos sites adultos tentam enganar e manipular seus visitantes, como intenção de gerar receita.

Os truques dessas websites empregam uma gama de técnicas de ofuscação simples, tais como links cegos relativamente inofensivos sobre serviços de conveniência para especuladores, até cadeias redirecionadoras sofisticadas que são usadas para comércio de tráfego.

Muitos participantes dessa indústria tem modelos de negócios que são baseados em práticas questionáveis e conduzem ao crime cibernético. Constatou-se que muitos sites abrigavam malware ou usavam práticas “sombrias” para arrancar dinheiro dos seus visitantes.

“Ao contrário dos bem conhecidos ataques baseados na web e atividades mal-intencionadas, essas práticas visam manipular diretamente e enganosa de um visitante para executar ações que resultam em um ganho econômico para o operador do site,” disse Dr. Wondracek.

“Os visitantes são abusados ​​como robôs de fazer cliques,” disse ele. E completou “Todos tentam obter o maior tráfego possível.”

Em estatísticas compiladas da TopTenREVIEWS entre 2003 a 2007, as estatísticas mostraram uma quantia surpreendente de US $3.075,64 sendo gasto a cada segundo em pornografia.

Tais estatísticas mostraram que os EUA foi o quarto país de maior ganhos com a pornografia nesta época gerando US $ 13,33 bilhões, atrás de China ($27,40 bi), Coreia do Sul ($25,73 bi) e Japão ($19,98 bi).

Com relação ao sexo dos visitantes e acesso à pornografia, foi constatado que 72% dos visitantes de sites pornográficos são homens e 10% dos adultos admitiram serem viciados em sexo por internet (internet sexual addicted). Os homens que admitiram acessar pornografia no trabalho corresponderam a 20%.

Propostas tem sido feitas para remediar a situação tem sido feitas como por exemplo o uso do domínio xxx, fundado por Craig Gross, co-fundador da XXXChurch.com, um ministério cristão que ajuda as pessoas a ultrapassarem seu vício à pornografia.

Recentemente Gross disse ao The Christian Post, que além da criação do domínio, uma discussão contínua é importante, apontando que sexo e comida parecem ser os tópicos mais difíceis de falar na Igreja. Ele apontou que os próprios pastores também estão em batalha contra essas questões.

“Ficamos longe desses temas na Igreja que os pastores estão lutando contra si mesmos,” comentou Gross.

Suas palavras de encorajamento para aqueles que pensam que o hábito pornográfico está além da sua habilidade de superar foram “Você não vai estar sozinho. Não vai ser rápido. é uma estrada esburacada. Mas vale a pena ficar na estrada. Caso contrário, isso irá levá-lo para um lugar que você não quer ir. Nunca há um momento melhor do que agora para resolver isso.”

O Pastro Danilo Montero disse que superou o problema da pornografia e se lembra de quando encontrou um quadro que estava esquecido tinha a mensagem de Jeremias 29:11, “Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança.”

“Eu sei que a graça de Deus é poderosa,” disse ele.

Fonte: The Christian Post

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Em artigo jornalista comenta como a tecnologia está aliada a religião

 

O texto abaixo é um artigo para o importante jornal Wall Street Journal e retrata como a tecnologia está presente em muitas igrejas americanas e outras religiões.

Na Igreja Batista Metropolitana da cidade de Newark, NJ, as orações são feitas de mãos e de vozes unidas, uma Bíblia com anotações é sinal de fé e dedicação e o pastor espera uma congregação atenta. Nesse ambiente, fazer a leitura da Bíblia Sagrada no celular e tuitar partes da mensagem do pastor pode ser um pouco chamativo.

“Minha esposa algumas vezes tira o telefone de mim e coloca-o na bolsa”, diz sorrindo Wade Harris, um dos membros da igreja. “Às vezes deixo o telefone no meio da Bíblia”, completa.

Já existem aplicativos que permitem tuitar versículos da Bíblia, o ajudam a encontrar Meca, ou lembrá-lo das bênçãos em hebraico sobre os alimentos. O fato é que alguns dos devotos estão abraçando de vez a tecnologia móvel. Porém, acabam desafiando as normas da prática religiosa convencional.

Eric Granata, designer gráfico que frequenta a Comunidade Frontline em Oklahoma City, carrega uma Bíblia eletrônica de bolso que vem com várias traduções, comentários, planos de leitura e opções para redes sociais. Mesmo assim, diz sentir-se sempre constrangido ao usá-la na igreja.

“Sinto que as pessoas podem pensar ‘Ei, olha esse cara mandando mensagens do celular durante o culto, que idiota. Mas eu estou lendo minha Bíblia, estou acompanhando vocês”, diz ele, rindo.

Para o Mr. Harris, que apresenta o programa de hip-hop cristão O Wade-O Radio Show, o leve desconforto vale a pena. Durante recente culto de domingo, Harris estava em um banco bem na frente de sua igreja, com a cabeça baixa. Ele não estava orando, estava escrevendo. E se você for um de seus 2.500 seguidores no Twitter, teria lido sobre o que ele estava aprendendo: “Muitas pessoas querem as bênçãos de Deus. Mas não querem a Deus. Busque-o em primeiro lugar e deixe que o resto se resolve – meu pastor”

Harris diz que suas contas no Facebook e Twitter são um testemunho de sua fé e parte de seu ministério. “Tenho um monte de amigos no Facebook e no Twitter, que talvez não vão à igreja”, diz ele. “Envio esse material para as pessoas talvez apenas como um incentivo.”

O rabino Zalman Goldstein, que desenvolveu o iBlessing, aplicativo para ajudar os judeus a se lembrar das orações que acompanham cada tipo de alimento, diz que a tecnologia móvel pode ajudar e ensinar judeus não-praticantes sobre as tradições religiosas sem estresse e com fácil acesso.

Para muçulmanos como Adil Pasha, da cidade de Mineola, NY, essa é uma conveniência moderna. Apesar desse consultor de TI ter aprendido a encontrar Meca baseando-se no nascer e no pôr do sol, às vezes sente-se perdido quando está viajando ou em ambiente estranho. Por isso, comprou e usa o aplicativo Islamic Compass [Bússola Islâmica].

“Foi um grande alívio. Você não precisa ficar tentando descobrir sozinho”, confessa, demonstrando alívio.

Especialista em religião e cultura, Rachel Wagner acredita que podemos esperar uma luta das religiões que desejam permanecer relevantes, mas sem abandonar suas crenças e tradições.

Embora algumas autoridades religiosas sejam rápidas em abraçar a tecnologia, outras têm suas reservas. Muitos temem que isso possa incentivar os fiéis a se desligar da sua comunidade religiosa ou olhar mais para os seus aparelhos que para seus líderes espirituais ou para Deus.

O Vaticano rapidamente negou que o iPhone poderia tomar o lugar de um sacerdote com o lançamento de um aplicativo para confissões, mesmo que tenha recebido licença da Igreja para imprimir textos religiosos. Um porta-voz esclareceu que os católicos podem usar o aplicativo a fim de se preparar para o sacramento. Porém, a absolvição requer um diálogo pessoal entre o padre e o penitente.

Ms. Wagner, autor do livro ainda inédito “Godwired: Religião, Ritual e Realidade Virtual”, diz que os aplicativos desafiam o papel dos líderes espirituais.

A tecnologia pode transformar a religião como a conhecemos? Serene Jones, presidente da Union Theological Seminary, em Nova York, diz que ela nunca eliminará as comunidade de fé ou o clero. Citando a invenção da imprensa como exemplo, ela diz: “Todo mundo achava que ela levaria as pessoas a uma experiência religiosa isolada, porque elas iriam para casa, sentariam em seus quartos e leriam suas Bíblias sozinhas”.

Pelo contrário, isso provocou uma revolução religiosa que resultou no protestantismo. “A experiência religiosa privada proporcionada pela tecnologia já vem acontecendo há muito tempo. Estamos no meio de uma transformação religiosa que pode ser positiva, quase tão grande quanto a Reforma”.

Tradução: Agência Pavanews

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Terroristas islâmicos aliciam brasileiros pobres

 

Reinaldo Azevedo

Há duas semanas, em reportagem de capa, VEJA demonstrou que o terrorismo islâmico fincou raízes no Brasil. A coisa está mais avançada do que parece. Pior: o Brasil não tem uma lei que puna o terrorismo. E vocês verão, agora, uma das razões a indicar a sua urgência. Leiam trecho de reportagem de Rodrigo Rangel na VEJA:

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O homem acima, de barba branca, coberto pela veste marrom e com a cabeça envolta num turbante, é o iraniano Mohsen Rabbani. Entre as dezessete pessoas que o cercam, há oito brasileiros [publico a foto com corte; há 11 pessoas  na imagem acima, quatro brasileiros, marcados em vermelho]. Rabbani é considerado por essas pessoas um professor. A sala de aula fica em Qom, cidade do Irã que é sagrada para os muçulmanos xiitas. Convertidos ao islamismo, os jovens brasileiros viajaram com todas as despesas pagas com o objetivo oficial de aprofundar seus conhecimentos sobre a religião. O proselitismo e o arrebanhamento de adeptos são comuns a todas as crenças. Nesse caso, porém, existem distorções preocupantes. Rabbani não é um professor qualquer.

VEJA revelou há duas semanas que, além de ostentar a condição de um dos terroristas mais procurados do mundo, ele também é responsável pelo recrutamento de jovens brasileiros para cursos de “formação religiosa”. O que esse terrorista apontado como executor de um dos mais sangrentos atentados da história e responsável pela morte de mais de uma centena de pessoas pode estar ensinando aos brasileiros é, no momento, uma das principais preocupações das autoridades. As pistas descobertas até agora para desvendar esse mistério não são nada alentadoras.

O “professor” Rabbani é procurado por sua participação em atos de terrorismo desde 9 de novembro de 2006. Sua captura é considerada tão vital que a Interpol o incluiu na chamada “difusão vermelha”, a seleta lista dos homens mais procurados do mundo. A ordem internacional de prisão contra Rabbani foi expedida pela Justiça argentina. Ele é apontado como um dos mentores dos dois atentados contra alvos judeus em Buenos Aires, que mataram nada menos que 114 pessoas em 1992 e 1994. Rabbani era funcionário da Embaixada do Irã na capital argentina e teria atuado não só na elaboração como também na execução dos atos terroristas. Com status de diplomata, hoje ele é protegido do regime do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad – e o responsável pela arregimentação de seguidores em toda a América Latina, que se dá mediante promessa de influência religiosa e também de dinheiro. Chama atenção o esforço de Rabbani em amealhar seguidores em regiões pobres do Brasil sem nenhuma tradição ligada ao Islã.

“Rabbani representa um grave risco para a segurança, inclusive do Brasil. Na Argentina ele difundiu sua visão do Islã radical, extremista e violento, que resultou em dezenas de vítimas nos ataques terroristas em Buenos Aires. Agora, baseado no Irã, ele continua a desempenhar um papel significativo na propagação do extremismo na América Latina”, disse a VEJA o promotor Alberto Nisman, chefe da unidade especial do Ministério Público argentino encarregada de investigar os atentados.

O aliciamento de brasileiros para os cursos de Rabbani no exterior vem sendo acompanhado há quatro anos pela Polícia Federal e pela Abin, o serviço secreto do governo. É o próprio Rabbani, com a ajuda de pessoas de sua confiança, quem escolhe os que devem embarcar. De 2007 até hoje, três grupos de brasileiros já visitaram o Irã. Há razões de sobra para tamanha vigilância.

Voltei
Leiam a integra da reportagem na revista. Tudo isso acontece sob as barbas do governo brasileiro – e, convenham, na gestão Lula ao menos, com claro estímulo moral. As pessoas recrutadas moram em áreas pobres do Brasil. Em 2007, dos oito brasileiros que foram fazer o “curso”, quatro eram de Belo Jardim, cidade do agreste pernambucano, a 180 quilômetros de Recife.

Se o Brasil tivesse uma lei antiterror, seria mais fácil coibir esse tipo de recrutamento. Afinal, Rabbani é um meliante internacionalmente procurado. Sem a lei, o que temos são apenas brasileiros convertidos ao Islã que decidiram dar uma chegadinha ali no Irã para estudar. Naquele país, os rapazes foram levados para conhecer, por exemplo, os campos de treino que o Hezbollah – grupo terrorista financiado pelo Irã que domina parte do Líbano.

O Brasil vai realizar a Copa do Mundo em 2014 e a Olimpíada em 2016. Os terroristas estão por aqui, aliciando brasileiros. Alô, Congresso! O que falta para que os senhores deputados e senadores acordem? Precisarão de um atentado terrorista em solo pátrio para que, então, tenham a decência de apresentar e aprovar uma lei de combate ao terror?

Fonte: Reinaldo Azevedo