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La IERE reconoce el bautismo católico

Comunión anglicana española

 

La IERE reconoce el bautismo católico

Concluye con el «reconocimiento de un mismo y único bautismo válidamente administrado y recibido en las dos Iglesias que son parte de la única Iglesia de Jesucristo».

20 de febrero de 2011, M,ADRID

La Iglesia Católica española (ICR) y la Reformada Episcopal Española (IERE) han decidido hacer un reconocimiento mutuo de sus bautismos. Con este motivo ambas anuncian que se celebrará un "solemne Te Deum ecuménico", refiere una nota de la IERE, con ocasión de la firma de la Declaración Conjunta sobre reconocimiento mutuo del bautismo,
La firma se llevará a cabo en la Catedral del Redentor en el Contexto del mencionado Te Deum este 22 de febrero; en un acto en el que se espera la participación de los Obispos de Almería y Vic, además del Obispo Diocesano de la IERE y un representante del Arzobispo de Canterbury, especialmente llegado a España para esta ocasión. El Te Deum Ecuménico se celebrará en la Iglesia Catedral del Redentor (IERE), sita en la Calle Beneficencia 18 de Madrid, a las 19:00 horas.
EL DOCUMENTO
El Documento que se firmará es un documento local, que involucra a la ICR en España, y a la IERE (Comunión Anglicana española). Las conversaciones y contactos comenzaron a mediados de los años ochenta, siendo obispo de la Iglesia Española Reformada Episcopal, el Revmo. Ramos Taibo Sienes, y presidente de la Comisión de Relaciones Interconfesionales de la Conferencia Episcopal Española, el Rvmo. Antonio Briva Miravent Obispo de Astorga.
El proceso hasta llegar a la aprobación definitiva por parte de las dos Iglesias, ha sido largo y concluyó con la aprobación por parte de la ultima plenaria de la Conferencia Episcopal, (22 al 26 de noviembre de 2010), y la ratificación por parte de la Comisión Permanente del Sínodo de la IERE, en la última, el día 18 de diciembre de 2010.
El documento lleva el título “Confesamos un solo Bautismo para el perdón de los pecados” y consta de cuatro apartados divididos en diez puntos: I. Preámbulo, II. Significado del Bautismo, III. Administración del Bautismo, IV. Sobre la validez del Bautismo y Declaración.
A través de los diferentes apartados se va definiendo el Bautismo, su fundamento bíblico desde la perspectiva de los firmantes y el desarrollo en la tradición cristiana; explicando la forma válida de administrarlo en ambas iglesias y se concluye con la declaración de «reconocimiento de un mismo y único bautismo válidamente administrado y recibido en las dos Iglesias que son parte de la única Iglesia de Jesucristo».
LA IERE
La Iglesia Española Reformada Episcopal existe en España desde 1868, y eligió su primer Obispo Diocesano en 1880 en la persona de Juan Bautista Cabrera. Durante la Guerra Civil y la posguerra, sufrió una persecución implacable que redujo su Iglesia a un estado de semiclandestinidad. El gobierno del General Franco, le expropió veintitrés templos y diecisiete escuela. Actualmente está presente en todo el territorio español, concentrando su membrecía en las principales ciudades españolas. La IERE es autónoma, aunque está plenamente integrada en la Comunión Anglicana y cuenta actualmente con un Obispo Diocesano, tres arcedianos, y cuarenta y nueve lugares de culto en el territorio nacional.
BAUTISMO CATÓLICO Y EVANGÉLICOS
El bautismo católico es una de las grandes diferencias que reflejan el distanciamiento enorme entre la Iglesia asentada en el Vaticano y la surgida de los principios de la Reforma que recogen las iglesias y denominaciones evangélicas españolas (y a nivel internacional). De hecho, cuando una persona abraza la fe evangélica es usualmente bautizada, como símbolo de una experiencia personal de encuentro con Jesús; ya que el bautismo católico se considera un formalismo externo que de nada sirve ni nada significa para la fe cristiana.
En las iglesias históricas protestantes la postura no es tan generalizada o común, por lo que sí hay grupos, denominaciones o iglesias protestantes que aceptan el bautismo católico, aunque sólo una parte de ellas.
OPINIÓN
Puede leer aquí el artículo de X. Manuel Suárez titulado «ICR-IERE: ¿una fe y un bautismo común?»

© Protestante Digital 2011

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Antigos achados cristãos podem sem falsos, dizem especialistas

POLÊMICA

 

Os 70 livros de metal supostamente descobertos em uma caverna na Jordânia foram aclamados como os primeiros documentos cristãos. Datados de poucas décadas após a morte de Jesus, os estudiosos dizem que os “códices” são a descoberta arqueológica mais importante da história.

Os livros são bastante inéditos, visto que nunca foram encontradas relíquias do movimento cristão primitivo. Aos poucos, porém, a excitação dessa descoberta foi acalmada por questionamentos quanto à autenticidade dos códices, cujo ponto de apoio eram páginas em chumbo fundido, ligadas por anéis de chumbo.

Recentemente, um tradutor aramaico, Steve Caruso, concluiu sua análise dos artefatos, e afirmou ter uma evidência irrefutável de que eles são falsos.

O especialista obteve fotos de todos os textos. Examinando-as, confirmou que havia um monte de formas de escrita aramaicas velhas (com pelo menos 2.500 anos), mas percebeu que elas estavam misturadas a outras formas de escrita mais jovens.

Olhando apuradamente, o tradutor concluiu que nunca havia visto um tipo de mistura daquelas. Os manuscritos mais novos que ele identificou, chamados Nabatean e Palmira, datam do segundo e terceiro séculos, o que prova que os documentos não poderiam ter sido escritos durante os primórdios do cristianismo.

Segundo a nova análise, mesmo os manuscritos mais antigos foram escritos por alguém que não sabia o que estava fazendo. Há inconsistências no modo como foi feita a ordem da escrita. O pesquisador afirma que os escribas tinham formas muito específicas de escrever. Além disso, vários caracteres apareceram “tremidos”, um erro que implica que eles foram copiados às pressas, e não são originais.

Um arqueólogo grego, Peter Thonemann, já tinha afirmado que as imagens que aparecem nos códices, incluindo uma de Cristo na cruz, eram anacrônicas. Segundo ele, a imagem que dizem ser Cristo é na verdade o deus do sol Hélios, a partir de uma moeda que veio da ilha de Rodes. Também há algumas inscrições em hebraico e grego nos manuscritos. O arqueólogo acredita que os códices foram falsificados nos últimos 50 anos.

O que não significa que os livros já foram desacreditados. Um estudioso de arqueologia religiosa antiga, David Elkington, continua a acreditar na autenticidade dos códices. Durante meses, ele e sua equipe têm tentado ajudar o governo jordaniano a recuperar os códices de Israel, para onde foram contrabandeados.

Eles argumentam que os códices mostram imagens de Jesus com Deus, bem como um mapa de Jerusalém e um texto discutindo a vinda do Messias. Além disso, os livros foram supostamente encontrados perto de onde refugiados cristãos acamparam, na época. A equipe ainda identifica um fragmento de leitura do texto que diz “Eu andarei em retidão”, uma possível referência à ressurreição de Jesus.

No entanto, David, um dos únicos defensores dos códices, parece estar sem credenciais acadêmicas. Outros estudiosos questionam que o “arqueólogo britânico” não é um arqueólogo. Ele parece não ocupar nenhum cargo ou posição acadêmica, e muitos dos seus trabalhos não seriam aceitos por qualquer acadêmico ou estudioso.

Os especialistas que fizeram análises posteriores dos códices – e que concluíram que eles são falsos – reclamam do embalo dos meios de comunicação. Segundo eles, a mídia acabou dando um impulso para o assunto. Algumas boas fotos provavelmente também ajudaram. Tudo parecia convincente sobre a superfície; com um pouco mais de tempo e prudência, os veículos teriam percebido que David Elkington, que trouxe o assunto para primeiro plano, está à margem da academia.

Relíquias cristãs falsas são relativamente comuns. Segundo pesquisadores, as pessoas querem muito encontrar provas materiais dos dois primeiros séculos do cristianismo, mas isso é muito difícil porque o número de cristãos neste período era incrivelmente pequeno – provavelmente menos de 7.000 por 100 d.C. – e eles não se distinguiam materialmente dos seus irmãos judeus.

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Data: 14/4/2011 08:43:32
Fonte: Live Science

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UNIÃO HOMOSSEXUAL: Bispos brasileiros vão interferir no Supremo em decisão gays

COMPORTAMENTO

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é desde a última quinta-feira, 7, consultora do Supremo Tribunal Federal (STF) para a decisão sobre reconhecer ou não a união civil entre pessoas do mesmo sexo no Brasil.

O STF aceitou o pedido da entidade, feito no fim de março através de petição, de ingressar como “amicus curiae” _meio jurídico democrático que significa algo como "amiga da corte", alguém que deve ser ouvida antes da decisão final.

Em seu despacho, o ministro Ayres Brito alega que o assunto pede mais discussões e opiniões diferentes, como a da CNBB, que é totalmente contra o reconhecimento das uniões gays. “Ante a relevância da matéria e a representatividade da peticionante (a CNBB), defiro a inclusão no processo, na qualidade de amicus curiae, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil”, diz o ministro.

O Supremo está analisando a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 132 (ADPF 132), do Governo do Rio de Janeiro, que pede tal reconhecimento e, se aprovada, abre jurisprudência para todo o resto do País. A data do julgamento do processo deve sair nesta semana.

Data: 13/4/2011 08:31:01
Fonte: Mix Brasil