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HAARP TERIA PROVOCADO OS TERREMOTOS NO JAPÃO?

DOMINGO, 13 DE MARÇO DE 2011

Fonte:Que verdade é esta?

 

terremoto-japao  Após o terremoto do último dia 11 no Japão surgiram muitas suspeitas de que os EUA teriam usado atecnologia H.A.A.R.P para provocar esses tremores.

Um relatório lançado dia 09/03/2011 pelo Institute of Physics of the Earth (Instituto de Física da Terra) está advertindo que as Américas estão em perigo de sofrer um mega-terremoto  de proporções catastróficas durante as próximas duas semanas, especificamente nos Estados Unidos, México, América Central e América do Sul da costa Oeste. Prevendo que um mega-terremoto ocorra, o relatório diz que são os aumentos sutis dos sinais eletromagnéticos que estão sendo detectados na atmosfera superior da Terra ao longo de muitas regiões do Mundo, as mais intensas estão sobre o litoraloeste dos EUA e Centro-Oeste.

É um tanto curioso que justamente em um dia 11 teriam ocorrido os terremotos no Japão, sendo que o número 11 é reverenciado pelos ocultistas. Eles acreditam que um evento precisa ser planejado de acordo com os números corretos e se esforçam o máximo para que isso aconteça, como foi em 11/09/2001.

Coincidência ou não, assistam o comercial da FEMA que está passando nos EUA:

E se um desastre atingi-lo sem aviso algum?
E se a vida como você conhece virar ao avesso?
E se tudo que lhe for familiar deixar de sê-lo completamente?
Antes que um desastre vire a vida da sua família de cabeça para baixo, é sua responsabilidade estar preparado.
Faça um kit. Tenha um plano. Fique informado.   Vídeo traduzido por: Juízo Final

O que podemos afirmar é que se olharmos os acontecimentos, veremos que as profecias bíblicas estão se cumprindo uma a uma e que estamos muito perto do estabelecimento da Nova Ordem Mundial do Anticristo e da segunda vinda de Jesus.

E, quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis. Porque é necessário que isto aconteça primeiro, mas o fim não será logo. Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu. Lucas 21:9-11

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Artigos Ciência

Chico Xavier: A Farsa

Por Johnny T. Bernardo
Publicado originalmente no Almanaque Genizah

Natural de Pedro Leopoldo, Minas Gerais, Francisco Cândido Chavier (1910 – 2002), conhecido como “Chico Xavier”, começou a exercer a função de médium espírita psicógrafo aos 17 anos de idade. É autor de mais de 400 livros psicografados, além de inúmeros bilhetes e breves mensagens. A Federação Espírita Brasileira (FEB) apresentou pessoalmente Chico Xavier, com seus livros, por diversas cidades dos Estados Unidos, Inglaterra, França, Itália e Portugal. Uma das mais destacadas consequências práticas dessas viagens foi a fundação do “Christian Spirit Center”, em Ellon College, Carolina do Norte (EUA).

A Trajetória de um louco

Marcel Souto Maior relata que quando começou a ter as primeiras visões, ainda criança, Chico passou a ser chamado de louco pelo próprio pai e por moradores de Pedro Leopoldo. Só sua mãe o entendia, mas morreu cedo, quando Chico tinha apenas 5 anos. Logo depois da morte, ele começou a ver – e ouvir – o espírito da mãe no quintal da madrinha. Era com ela ( o espírito) que Chico desabafava. [1]

O próprio Chico confessou mais tarde com relação a sua iniciação mediúnica:

“Meu pai queria me internar em um sanatório para enfermos mentais (…) Devia ter suas razões; naquela época me visitavam também entidades estranhas perturbadoras”. [2]

Que entidades estranhas eram essas que visitavam Chico Xavier? Certamente eram os mesmos demônios que o acompanharam durante toda sua vida, e através dos quais ele foi iniciado no espiritismo. Os espíritos que Chico supostamente dizia ver e ouvir, eram na verdade demônios que assumiam a forma de pessoas mortas. Não é de estranhar, pois o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz (2 Cor. 11.14).

O Cruzeiro

Quando começou a ganhar fama nacional, lá pelos anos de 1940, Chico Xavier foi procurado por um dos repórteres mais implacáveis da época, David Nasser, da revista “O Cruzeiro”. Cansado de ser alvo da desconfiança e da curiosidade dos repórteres, Chico tentou escapar a todo custo, mas foi vencido por um artifício usado por Nasser. O repórter enrolou a língua, começou a falar um francês arrastado e, com a ajuda de seu fotógrafo estrangeiro, Jean Manzon, convenceu Chico de que eles tinham vindo de muito longe, de Paris, só para entrevistá-lo.

Chico decidiu então dar a primeira entrevista internacional de sua vida e foi além. Reclamou do assédio da imprensa e dos visitantes, e pousou para fotos nas situações mais extravagantes. Até dentro de uma banheira ele apareceu em fotos de página inteira na revista “O Cruzeiro”.

Quando a edição chegou às suas mãos, Chico desabou. No meio da crise e do choro, viu seu guia, Emanuel, surgir no quarto:

– Por que você está chorando?

– Por quê? É muita humilhação, um vexame..

Emanuel encerrou a choradeira com um trocadilho:

– Jesus foi para a cruz. Você foi só para Cruzeiro. [3]

Chico foi uma fraude do começo ao fim. Ser entrevistado por um repórter francês seria uma oportunidade unica. A França é o berço do espiritismo moderno, onde Allan Kardec publicou seus primeiros escritos e a partir de onde o espiritismo se alastrou pelo mundo. Ter uma entrevista publicada em Paris seria bom para sua imagem: ele deixaria de ser alvo de críticas no Brasil, e seria reconhecido como médium e santo. Mas no lugar da honra, veio a desonra. O Brasil foi inundado por uma edição da revista “O Cruzeiro”, que trazia estampada na capa uma foto de Chico Xavier dentro de uma banheira numa posição extravagante. Para quem não sabe, Chico Xavier era homossexual e adorava pousar para fotos. Uma atitude estranha para alguém que dizia ser “iluminado pelas forças lá do alto”.

Um bilhete para o além

Marcel Souto Maior nos relata algo inusitado.

“Em 1996, Chico pendurou na porta do quarto um bilhete endereçado aos espíritos.O texto, escrito com letra miúda e trêmula, avisava: naquela noite ele dormia no quarto ao lado, por causa de uma obra na caixa d’ água sobre o quarto. Se algum amigo espiritual quisesse fazer uma visita, deveria ficar à vontade. Chico teria muito prazer em recebê-lo no endereço provisório. Amanhã já voltarei ao meu próprio aposento”, comunicou no bilhete, antes de se despedir. [4]

Como diz o pastor Natanael Rinald: quem entende semelhante barafunda? Chico Xavier poderia ser animador de palco, não fosse um médium confuso. Mesmo supondo que um espírito poderia se comunicar com ele, o que aconteceria se um espírito vindo da Europa se deparasse com um bilhete escrito em português? E se fosse um japonês, um árabe ou um africano? Teria Chico um espírito tradutor a sua disposição? Um bilíngue?

A paranóia emocional de Chico chegou a um ponto tão alto que ele não sabia mais distinguir vivos de mortos.

“Na mesma época, uma senhora se aproximou de Chico no Grupo Espírita da Prece e foi cumprimentada por ele com uma pergunta preocupante:

 

– Desculpe, mas a senhora está viva ou morta?

– Viva, Chico.

– Graças a Deus. Suspirou Chico.

 

Era comum Chico confundir vivos e mortos e cumprimentar o invisível. [5]

O Médium é desmascarado

Como acontece com todos os falsos profetas, Chico Xavier não passou na análise crítica e cientifica e tornou-se desacreditado do ponto de vista religioso, científico e filosófico. Nada do que ele dizia ver e ouvir foi realmente comprovado, e suas alegações de “humildade”, “despreendimento”, “analfabetismo” e “pobreza” sabe-se não corresponder com a verdade.

Antes que qualquer especialista denunciasse Chico como impostor, ele foi denunciado por Amauri Pena, sobrinho e auxiliar do médium. Ele disse, em entrevista ao Diário de Minas, que “tudo o que ele psicografou foi criado por sua própria imaginação, sem que precisasse de interferência de almas do outro mundo. Resolvi contar toda a verdade por uma questão de consciência. Não denuncio meu tio como homem, mas como médium”. [6]

A resposta veio logo em seguida. Amauri Pena foi ridicularizado e denunciado pelo próprio pai como “alcoólatra” e “doente de alma”. Chico Xavier usou todos os recursos e influência que tinha para calar o sobrinho, alegando não ter qualquer relação com ele e que Pena nunca participou de nenhuma reunião ao lado dele. Mais uma vez o médium faltou com a verdade. Todos sabem que Amauri Pena era auxiliar e homem forte de Chico, sendo na época o indicado para substitui-lo futuramente no trabalho de psicografia.

Mal acabou de se recuperar, o médium sofreu um novo revés. A pedido do repórter Hamilton Ribeiro, Chico Xavier “psicografou” uma mensagem do “espírito” da mãe do sr. João Guignone, presidente da Federação Espírita do Paraná. Acontece que tudo não passou de uma artimanha de Ribeiro – a senhora “comunicante” estava viva em Curitiba. Ribeiro continua:

“Agora vou ler a receita psicografada do pedido que fiz hoje em nome de Pedro de Alcântara Gonçalves, Alameda Barão de Limeira, 1327, ap. 82, São Paulo (…)” Na letra inconfundível de Chico, lá esta: Junto dos amigos espirituais que lhe prestam auxílio, buscaremos cooperar espiritualmente ao seu favor. O que pensar disso? “Nem a pessoa com aquele nome, nem mesmo o endereço existem. Eu os inventei”. [7]

Referências Bibliográficas

1. As lições de Chico Xavier, Marcel Souto Maior, p. 10, editora Planeta

2. Jornal O Estado de São Paulo, 1986

3. As lições de Chico Xavier, Marcel Souto Maior, p. 21, editora Planeta

4. Ibidem, p. 24

5. Id. Ibidem, p.24

6. Diário de Minas, 20/1/1971

7. Revista Realidade, nov. 1971

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

https://twitter.com/PrMedrado/status/751374679294799872

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Condenadas à morte eterna

 

Iranianas acusadas de crimes vagos são presas e, quando chamadas para execução, são estupradas antes para que percam o direito a entrar no céu por não morrerem virgens, diz ex-espião da CIA

13 de março de 2011 | 0h 15

Fonte: oestadao.com.br

Reza Kahlili, Christian Science Monitor – O Estado de S.Paulo

Em 20 de junho de 2009, uma bela jovem estava parada em Teerã, observando suas companheiras iranianas que estavam nas ruas exigindo liberdade e protestando com as fraudadas eleições presidenciais. Neda Agha Soltan olhava, talvez com descrédito, achando que mais uma vez os fanáticos líderes do regime islâmico roubavam a esperança da sua geração de um país com mais democracia, dignidade humana e igualdade.

Então ocorreu um fato chocante, chamando a atenção do mundo para a crueldade dos líderes iranianos contra a população. Um membro das forças Basij atirou em Neda e a matou. Ao cair, quando seus belos olhos viram o céu pela última vez, Neda (que significa "mensagem divina" em farsi) se tornou a face inesquecível do povo iraniano. Sua morte converteu-se no símbolo de uma nação cuja busca por justiça e liberdade já custou dezenas de milhares de vidas.

Quando o mundo comemora o Dia Internacional da Mulher, homenageando as que tornaram o mundo um lugar melhor, é fundamental nos lembrarmos das mulheres iranianas inocentes e tudo que elas perderam nas mãos de um regime sanguinário.

Desde a Revolução Islâmica do Irã, em 1979, as mulheres são submetidas às mais cruéis punições. O aiatolá Khomeini, líder supremo da revolução, prometera dar às mulheres liberdade para escolher suas roupas, atividades e modo de vida. Mas uma das primeiras ordens do governo islâmico foi obrigá-las a usar o hijab (véu islâmico), cobrindo cabelos e corpo. A maquiagem foi proibida e elas não podiam ser vistas ao lado de outra pessoa que não maridos ou parentes. Qualquer mulher surpreendida desobedecendo a lei podia ser açoitada e presa.

Os clérigos no poder se dizem representantes de Deus na terra, e quem se opuser a eles é considerado inimigo de Deus – e contra estes o Alcorão autoriza a tortura e a morte. O regime islâmico leva a regra ao mais atroz limite. Milhares de jovens inocentes têm sido levadas para a prisão pelas razões mais superficiais. Ficam confinadas em pequenas celas, às vezes com 30 outras. Como espião da CIA no Irã, presenciei isso.

De tempos em tempos, os guardas chamam nomes pelo alto-falante. As mulheres sabem o que significa. Elas se dão as mãos e rezam para que aquele não seja o dia em que serão executadas. Aquelas cujos nomes não foram chamados para execução são enfileiradas e açoitadas. Muitas desmaiam com as chicotadas e nunca sabem o que os guardas fazem com seus corpos inconscientes.

As que serão executadas são estupradas antes, de modo que, não sendo mais virgens, não poderão ir para o céu, segundo a dura crença islâmica. Nos seus dias finais, são submetidas a abusos inimagináveis.

As mulheres que obedecem completamente às regras impostas pelos clérigos não estão imunes a sua crueldade. Muitas delas – algumas jovens de 15 anos – foram mortas por apedrejamento sob falsas acusações de adultério. Os líderes islâmicos do Irã afirmam orgulhosamente que essa punição terrível e desumana faz parte da sua Constituição e é coerente com a implementação da sharia sagrada (lei islâmica).

Apesar dessas atrocidades, o Irã recentemente passou a integrar a Comissão das Nações Unidas sobre a Condição da Mulher! Enquanto isso, o Ocidente tem feito pouco em defesa dos direitos das mulheres no Irã, ou apoiado aquelas que bravamente exigem liberdade.

Em 2009, o Movimento Verde irritou o governo com seus apelos por democracia, mas o Ocidente não ofereceu nenhuma ajuda de fato e a movimentação perdeu força em meio a uma brutal repressão. Hoje, inspirados pelas revoltas que ocorrem no Oriente Médio, os iranianos – incluindo muitas mulheres que planejaram uma manifestação de protesto no dia 8 de março, tentam mais uma vez fazer frente aos dirigentes islâmicos.

A maneira como o Ocidente reagirá será uma das mais importantes decisões do nosso tempo. Apoiaremos o retorno da democracia e da liberdade ao Irã? Ou sucumbiremos ao governo assassino de Teerã porque o Ocidente evitará comprometer-se com algo incerto? A população iraniana está desesperada por um sinal de apoio. Se ficarmos a seu lado, estaremos assumindo uma posição firme em favor da segurança do mundo livre.

Hoje, centenas de militantes dos direitos humanos e políticos e milhares de jovens iranianas corajosas, que se juntaram aos camaradas homens para rejeitar a brutalidade e exigir liberdade, estão na prisão – indefesas, mas com esperança de que a mudança é possível. Não devemos permitir que a morte de Neda e de outras tenha sido em vão. Vamos nos reunir no Dia Internacional da Mulher para pedir justiça, igualdade e liberdade para todas as iranianas. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

REZA KAHLILI É PSEUDÔNIMO DE UM EX-ESPIÃO DA CIA. ELE É AUTOR DO LIVRO A TIME TO BETRAY, EM QUE NARRA SUA VIDA COMO AGENTE DUPLO NA GUARDA REVOLUCIONÁRIA DO IRÃ