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Pastor da AD Madureira de Mogi e seu filho são indiciados

CASO DE POLÍCIA

 

O delegado Gustavo Henrique Bezerra da Cunha, do 2º Distrito Policial, em Braz Cubas, em 27 de novembro último o indiciou no Inquérito 361/2010 por falsidade ideológica e falsidade documental, conforme os artigos 299 e 307, do Código Penal, o pastor Gilberto Alves de Paula, de 58 anos, e o seu filho, o vice-presidente, pastor Toni Ebert Campos Araújo de Paula, de 28 anos, da Igreja Assembléia de Deus Ministério Madureira, localizada na Rua Cabo Diogo Oliver, no Bairro do Mogilar.

Segundo apurou a autoridade policial, pai e filho negaram no interrogatório que eram advogados e atribuíram a nomeação dada por publicações gospel a um engano de redação. Gilberto é bacharel em Ciências Jurídicas. O inquérito já foi relatado e encaminhado ao Fórum. O advogado dos pastores Marco Soares, presidente da OAB (Ordem dos Advogados de Mogi das Cruzes), que acompanhou todos os atos do inquérito, contestou a acusação contra os seus clientes e garantiu que “neste caso até a autoridade será responsabilizada”. Ele informou que “já foi impetrado habeas corpus para trancar o inquérito no Tribunal de Justiça, em São Paulo”.

Denúncia

Há 7 anos no comando da igreja na Cidade, Gilberto ainda é acusado de dar desfalque no valor estimado em R$ 15 milhões. O advogado Hernani Ferreira que era o responsável pelo Setor Jurídico da Assembléia de Deus, afirmou ontem a O Diário que se afastou após expor os problemas financeiros ao pastor, o qual, segundo ele, resolveu adiar uma solução amigável.

A situação financeira foi levantada após balanço realizado pela Comissão formada por conselheiros da igreja. “As verbas arrecadadas deveriam ter como objetivo despesas gerais; socorrer os membros necessitados, divulgar propaganda do evangélico e cuidar da manutenção do patrimônio”, disse Hernani.

Ele acrescentou que “o estatuto da igreja estabelece prestação de contas mensais aos conselheiros, o que nunca aconteceu”. O advogado justifica que “a comissão me procurou e colocou o problema em cima da mesa. E é lógico que como chefe do departamento jurídico tive que conversar com o pastor Gilberto e pedir que abrisse as contas da igreja aos conselheiros, que queriam informações sobre a receita”.

Após o pastor Gilberto ficar em silêncio diante da acusação de desfalque, Hernani disse que levou a questão ao presidente estadual da Assembléia de Deus, pastor Samuel Ferreira. “Ele lamentou o episódio e disse que, infelizmente, o caso era regional e fora de sua competência administrativa”, lembrou o advogado, fazendo questão de frisar que “procurei agir como conciliador”. Já o advogado Marco Soares ressalta que “o pastor Samuel não tomou conhecimento porque não existe irregularidades”.

O advogado Edmilson Vicente Ortega representando os conselheiros evangelistas Claudionor Ponciano de Oliveira, de 53 anos, e Milton de Oliveira Côrrea, de 46 anos, recorreu à Justiça. Além da prestação de contas, pediu o afastamento de Gilberto da igreja. A solicitação não foi acatada.

Em agosto último, o juiz Jurandir de Abreu Júnior, da 4ª Vara Cível, do Fórum de Mogi, mandou citar o pastor e concedeu o prazo para a contestação da acusação. Segundo o advogado Hernani, “houve uma contestação intepestiva, ou seja fora do prazo prescrito em lei”. A defesa do pastor refuta a informação.

Ainda de acordo com o ex-chefe do Departamento Jurídico, “o povo de Deus não quer escândalo, porém não pode suportar desvio de verbas da igreja, pois o pastor já recebe R$ 5 mil de salário, carros, seguranças, plano de saúde e moradia de luxo”.

O advogado Edmilson por causa de viagem de estudos ao Estados Unidos, passou o caso para o advogado João Bosco. Ele garante que continuará acompanhando o processo.

Data: 28/12/2010 08:00:00
Fonte: Com informações do Diário de Mogi

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Culto Batista é destaque no Jornal Nacional

NATAL

 

Em João Pessoa, milhares de evangélicos estão comemorando a noite de Natal com shows ao ar livre. O repórter Bruno Sakaue acompanhou ao vivo a festa.

Em uma das principais avenidas de João Pessoa, o trânsito foi fechado para receber os fiéis. Cinco mil cadeiras foram distribuídas na área, mas a expectativa de público total é de 10 mil pessoas. Para que todos possam ver tudo de perto, foram instalados oito telões.

O culto de Natal é realizado há 14 anos, sempre no dia 25 de dezembro. O pastor Estevam Fernandes, da Primeira Igreja Batista diz que a celebração a céu aberto representa a aproximação de Jesus e da mensagem de Cristo da celebração da humanidade. A celebração é para todos, sobretudo para a cidade.

Além da parte religiosa, as pessoas que estiverem em João Pessoa poderão curtir diversas apresentações de dança e shows de três bandas.

Data: 28/12/2010 08:08:00
Fonte: G1

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EUA forçam votação sobre “orientação sexual” na Assembleia Geral da ONU

 

Samantha Singson (coautora: Lauren Funk)

NOVA IORQUE, EUA, 23 de dezembro de 2010 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Os Estados Unidos realmente cumpriram sua promessa de forçar uma votação sobre “orientação sexual” na Assembleia Geral da ONU nesta semana revoltando muitas delegações dos países menos desenvolvidos.

Com o apoio da União Europeia, dos países nórdicos e do Canadá, os EUA lançaram uma campanha em massa para reintroduzir o termo “orientação sexual” numa resolução da ONU antes da aprovação final na Assembleia Geral. De acordo com a imprensa, os EUA estavam trabalhando “nos níveis mais elevados” para pressionar os países a apoiar sua emenda.

A ação dos EUA ocorreu depois de uma votação num comitê de nível mais baixo no mês passado, quando os oponentes da linguagem de “orientação sexual” venceram em sua proposta de fazer com que a linguagem fosse removida. A remoção desse termo pegou seus apoiadores desprevenidos porque a “orientação sexual” havia sido incluída na resolução “Execuções Sumárias, Arbitrárias ou Extrajudiciais” durante os 10 anos passados.

A proposta foi vitoriosa e numa reversão de último minuto, os países membros da ONU votaram para reintroduzir a linguagem polêmica sobre “orientação sexual”. Uma análise da votação mostra que 23 países, consistindo principalmente de pequenos países ilhas e países da América Latina e Caribe, mudaram suas posições desde a votação de novembro que permitiu que a proposta dos EUA avançasse.

O fato de que os EUA se abstiveram de apoiar a resolução final apesar da aprovação de sua emenda fez com que alguns questionassem o motivo real da manobra dos EUA.

As delegações que originalmente votaram para remover a linguagem reafirmaram preocupações com o termo “indefinido e polêmico” de “orientação sexual”, citando a realidade de que “não há fundamento em nenhum instrumento legal internacional ou de direitos humanos que justifique sua inclusão” na resolução.

Os países islâmicos se comprometeram a “continuar rejeitando” a má interpretação da Declaração Universal dos Direitos Humanos e outros tratados de direitos humanos para incluir noções que “nunca foram aprovadas pelos membros gerais da ONU”.

Certa delegação criticou fortemente a tentativa liderada pelos EUA de reintroduzir o termo “orientação sexual” no texto como “aventureirismo legal internacional”.

A África do Sul, que reverteu sua posição original para apoiar a emenda dos EUA, usou a tribuna para declarar que propagar essa questão dessa forma não está fazendo nada para ajudar a avançar a causa da “orientação sexual”. A África do Sul pediu um processo intergovernamental para debater uma definição do termo.

Alguns observadores expressaram profunda preocupação que pelo menos três delegações citaram um recente discurso polêmico do secretário-geral da ONU Ban ki-Moon em apoio da emenda dos EUA. Ban havia afirmado que a “orientação sexual” é parte da Declaração Universal dos Direitos Humanos, embora esse documento não faça nenhuma referência ao termo.

O presidente Obama aplaudiu os países que apoiaram a emenda dos EUA. Numa declaração, Obama disse: “Embora seja importante que hoje uma resolução inclusiva tenha sido adotada, importantes também são as conversações que agora se iniciaram nas capitais do mundo inteiro sobre inclusão, igualdade e discriminação”.

As pressões políticas de níveis elevados usadas para avançar essa resolução coroam uma campanha agressiva de um ano inteiro feita pelo governo de Obama para empurrar as questões de “orientação sexual” na ONU e nos EUA. Na quarta-feira, o presidente Obama assinou lei que acaba com as normas que proíbem os homossexuais de se assumirem ao fazerem serviço militar nas forças armadas dos EUA.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com