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IGREJA INCLUSIVA-tem base bíblica?

Igreja inclusiva

A Igreja Inclusiva é uma vertente do cristianismo que busca acolher e integrar plenamente todas as pessoas, independentemente de sua orientação sexual ou identidade de gênero, fundamentando sua prática na teologia inclusiva.

Abaixo, descrevo os pilares e as características centrais dessa perspectiva:

1. Fundamentos Teológicos

Diferente das denominações tradicionais, a igreja inclusiva propõe uma releitura dos textos bíblicos à luz do contexto histórico e cultural.

• Foco no Coração: Baseia-se em passagens como 1 Samuel 16:7, afirmando que Deus prioriza a essência e o caráter do indivíduo em vez de sua aparência ou conformidade biológica.

• Igualdade em Cristo: Utiliza Gálatas 3:28 para defender que, em Jesus, não há distinções de gênero que separem as pessoas do amor de Deus.

• Reinterpretação das Proibições: Argumenta que as condenações encontradas em textos como Romanos 1 referiam-se a práticas de exploração e excessos da época, e não a relacionamentos amorosos e consensuais.

2. Visão sobre a Comunidade LGBTQIA+

A igreja inclusiva não vê a orientação sexual ou a identidade de gênero como pecados a serem abandonados, mas como expressões da diversidade humana.

• Acolhimento Pleno: Pessoas LGBTQIA+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans, Queer, Intersexo, Assexuais e demais identidades) são convidadas a participar de todos os níveis da vida eclesiástica, incluindo o ministério e a liderança.

• Identidade de Gênero: A transexualidade e a travestilidade são vistas como manifestações autênticas da alma, frequentemente associadas à abertura bíblica demonstrada por Jesus em relação aos “eunucos” em Mateus 19:12.

3. Destino Final e Salvação

Para esta vertente, o destino final não é determinado pela identidade sexual, mas pela fé e pela prática da justiça.

• Primazia da Graça: A salvação é vista como um presente gratuito de Deus para todos os que creem, conforme João 3:16.

• Inexistência de Barreiras: Acredita-se que a orientação sexual ou identidade de gênero não são critérios de exclusão do “Reino de Deus”.

Em resumo, a igreja inclusiva se apresenta como um espaço de resistência e refúgio, onde o dogma é substituído por uma ética de amor e acolhimento total, garantindo que a espiritualidade não seja negada a ninguém com base em quem amam ou em como se identificam.

Pr. Ângelo Medrado

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Ex-estrela da Globo revela como funcionava o “teste do c*” e algumas festas da emissora: “Todo mundo chapado”

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A atriz Maria Zilda Bethlem, de 71 anos, relembrou no podcast “Papagaio Falante” uma festa do elenco da novela “Hipertensão”, de 1986, que acabou com todos “chapados”.

Maria Zilda, que não costuma fazer segredo das movimentações dos artistas nos bastidores, disse que o encontro do elenco foi promovido por Wolf Maia, que era o diretor do folhetim na época. Mas, que, ao final, a festança acabou com todo mundo totalmente embriagado.

– A gente alugou um barco. Fomos todos para Angra dos Reis e ficamos numa casa maravilhosa. Tinha um horário de saída, mas todo mundo tomou um porre maravilhoso na véspera. No dia que tinha que sair, tava todo mundo desacordado lá – contou.

– De repente, chega o caseiro e pergunta: ‘quem é o senhor Wolf?’. Aí, a gente apontou e ele disse que o dono tava chegando, que precisava todo mundo sair. Todo mundo chapado. Todo mundo caído, mas saímos batidos… – destacou.

A atriz também revelou, isso em 2020, enquanto realizava live com o ator Oscar Magrini, que era preciso passar pelo “teste de c”, se quisesse ser contratado pela Rede Globo.

– Entrei na Globo em 1975. Você não vai dizer para mim que eu não sei como aquilo funciona. Até porque eu fui casada com diretor. Então, eu sei muito bem como aquilo funcionava. Não é o teste do sofá. É o teste do c* – explicou, tendo as palavras completadas pro Magrini, que disse:

– Isso acontecia muito. Hoje em dia, sabe o que é? Mesmo se o cara for dar o rabo e colocar o garotão lá, e o garotão for uma merda. Ferrou (…). Sabe como funciona a rádio-peão: ‘Esse cara aqui quem colocou?’, ‘Fulano. É amiguinho de fulano’. Pronto! Já queimou a vida do cara – lamentou.

Maria Zilda ainda concluiu o bate-papo com o amigo, acrescentando que existia o “quarto do pó” e que também não perdeu tempo e “pegou todo mundo”.

– Imagine! Eu aproveitava! Exercitei muito minha sedução. Comi toda a cidade do Rio, a de São Paulo, Nova York e Paris. Passava a régua – afirmou.

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“Viver como homem não resolveu meus problemas”, diz mulher arrependida após transição

Arrependida por ter passado pela transição de sexo, a mulher disse que gostaria de ter ficado com seus seios normais e saudáveis. “Tento aceitar agora meu peito cheio de cicatrizes”, lamentou.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE THE CHRISTIAN INSTITUTE
Sinéad Watson, live em seu canal no YouTube. (Foto: Captura de tela/YouTube/ImWatson)
Sinéad Watson, live em seu canal no YouTube. (Foto: Captura de tela/YouTube/ImWatson)

Sinead Watson tem 31 anos e começou a se identificar como homem a partir dos 20, adotando o nome Sean e tentando esconder o peito. Porém, não achando o suficiente para “se sentir homem”, começou a tomar testosterona e passou por várias cirurgias definitivas.

A sua “confusão de gênero” como ela descreve não resolveu a situação e o desconforto que sentia. “Viver como homem não resolveu meus problemas”, admitiu a mulher que sofreu abusos sexuais durante a adolescência.

A história de Sinead é só uma entre um número crescente de pessoas que passam pela “destransição” e que se sentem arrependidas da tentativa de mudança de sexo. No final, elas descobrem que “não estavam presas no corpo errado”.

Facilidades em obter o tratamento hormonal

Em entrevista ao The Times, Sinead contou que decidiu voltar a viver como mulher depois de ter passado por momentos difíceis, tentando levar a vida de um homem. “A ideia de que eu poderia ser um homem veio da internet”, disse ao se referir ao Tumblr e YouTube.

Ela conta que cresceu se sentindo uma ‘moleca’ e quando teve sua primeira menstruação seu sentiu “enojada e envergonhada”. Insatisfeita com os seios que estavam crescendo, disse que teve a questão da disforia de gênero agravada.

Em 2014, foi encaminhada para o “Sandyford Young People’s Gender Service” — organização que facilita tratamentos médicos e cirúrgicos para pessoas trans — em Glasgow, na Escócia.

Ela explicou como foi fácil obter o tratamento hormonal. “Obviamente, estou furiosa com isso agora, mas na época fiquei muito surpresa com o quão pouco invasivas eram as perguntas. Era como uma conversa casual”, lembra.

Em Sandyford, Sinead não foi questionada sobre as possíveis causas de sua depressão, e nem sobre as agressões sexuais que sofreu antes de receber testosterona.

Sobre as cirurgias definitivas

Primeiro ela passou por uma mastectomia dupla — remoção total das mamas — e pretendia continuar com a cirurgia genital, antes que sua depressão ressurgisse e as dúvidas se instalassem.

Em 2018, passou por uma “crise de identidade”, sentiu fortes dores abdominais provocadas pela testosterona, e então decidiu parar de tomar os hormônios.

Eu deveria ter ficado com os meus seios normais e saudáveis. Perdi essa oportunidade. Agora, estou tentando aceitar meu peito cheio de cicatrizes”, lamentou.

Ao ser questionada sobre as decisões do governo escocês de aprovar reformas tão radicais na Lei de Reconhecimento de Gênero, ela disse que “as autoridades não querem ouvir os destransicionados”.

E também apontou como “repugnante” a permissão da mudança de sexo para crianças de 12 anos. Atualmente, ela trabalha como consultora do grupo de pais Genspect — uma aliança internacional de pais, mães e profissionais que ajudam crianças e jovens que questionam seu sexo de nascimento.

O grupo representa 18 organizações de 16 países, abrindo diálogos públicos sobre os problemas do movimento que envolve questões de gênero e identidade.

A diretora executiva do grupo, Stella O’Malley, disse ao The Times: “Se a Escócia continuar nesse caminho, tememos que nos próximos anos veremos um grande número de transicionados arrependidos vivendo com problemas de saúde permanentes e complexos.

Assista (em inglês):