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APÓSTOLO DEFENDE PATRIARCA

 

Fábio Abbud diz Igreja precisa reconhecer manto patriarcal de Renêimage

 

Por: Redação Creio

Após a repercussão da notícia que o apóstolo Renê Terra Nova, do Ministério da Restauração (MIR) foi condecorado com o título de apóstolo patriarca, o apóstolo Fábio Abbud, da Comunidade El Shaddai, saiu em defesa do amigo. Disse ao repórter CREIO Getúlio Camargo, que a Igreja precisa reconhecer o manto patriarcal e que em breve os frutos irão aparecer.

A declaração aconteceu durante o café de pastores no dia 15 de julho. Abbud afirma que o entendimento deste momento é só para quem tem leitura espiritual e consegue discernir o tempo que estamos vivendo. “Está na palavra, o manto apostólico, patriarcal, está vindo sobre a igreja do Brasil, para mudar a sorte desta nação. O resultado será sobrenatural”, expressa.

Fábio diz ainda que Renê Terra Nova é um pai, um patriarca e que milhares de pastores e apóstolos estão sob seu comando. “Todos olham para ele com uma visão de amor, como um pai que tem alimentado a vida espiritual de pastores e a benção tem sido liberada para que a igreja cresça e multiplique no mover apostólico. Decidimos reconhecer este fato e os frutos disto será visto nos próximos dias”, promete.

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

 

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Governo Lula doa dinheiro da população brasileira para grupo terrorista Hamas, com a desculpa de “reconstruir” Gaza

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Cópia do decreto:

LEI Nº 12.292, DE 20 DE JULHO DE 2010.

Autoriza o Poder Executivo a realizar doação para a reconstrução de Gaza.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o  Fica o Poder Executivo autorizado a doar recursos à Autoridade Nacional Palestina, em apoio à economia palestina para a reconstrução de Gaza, no valor de até R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais).

Parágrafo único.  A doação será efetivada mediante termo firmado pelo Poder Executivo, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, e correrá à conta de dotações orçamentárias daquela Pasta.

Art. 2o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília,  20  de  julho  de 2010; 189o da Independência e 122o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Celso Luiz Nunes Amorim
Paulo Bernardo Silva

Fonte: www.juliosevero.com

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Águas que batizaram Jesus sofrem com poluição e descaso

 

 

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O rio Jordão está tão contaminado que seria perigoso celebrar batizados no local onde Jesus recebeu o primeiro Sacramento, segundo a tradição cristã, denunciou esta quarta-feira a associação Amigos da Terra/Oriente Médio.

"Pedimos às autoridades regionais que cessem os batismos no baixo Jordão até que a qualidade da água esteja ali conforme as normas exigidas para as atividades turísticas", afirmou em um comunicado a associação de defesa ambiental, que menciona a possibilidade de um risco sanitário.

Até agora, o ministério israelense de Meio Ambiente não comentou estas denúncias.

O local onde Jesus foi batizado por São João Batista, há dois mil anos, segundo a tradição cristã, é conhecido com o nome de Qasr al-Yehud, e fica em uma região controlada pelo exército israelense, que proíbe o acesso perto da cidade palestina de Jericó, na Cisjordânia.

Nos últimos anos, após pressões do ministério israelense do Turismo, o exército tem autorizado a visita de peregrinos, por meio de solicitações especiais.

Em maio, a Amigos da Terra já havia denunciado em um relatório que o Jordão "se reduziu a um simples riacho no sul do lago de Tiberíades, seco pela exagerada exploração das águas e devastado pela contaminação".

Segundo a organização, 98% de suas águas foram desviadas por Israel, Síria – que explora seu afluente, Yarmuk – e Jordânia.