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A verdadeira “mensagem” do encontro entre o papa e o sheik muçulmano

Santa Sé se submeteu à sharia (lei islâmica).

por Andréa Fernandes-gospelprime

Noticiários da grande mídia anunciaram efusivamente o encontro histórico celebrado no Vaticano entre o papa Francisco e o imã Ahmed al-Tayeb, da Mesquita de al-Azhar, considerado autoridade máxima do islã sunita.

O encontro foi chamado de “histórico” por marcar a reaproximação entre o chefe da igreja católica e o líder religioso que representa o principal centro ideológico dos muçulmanos sunitas após cinco anos de afastamento em consequência da decisão de lideranças islâmicas ao cortar relações com o Vaticano devido declaração do papa Bento XVI denunciando estratégia que inseria cristãos egípcios como alvo de violência. A declaração foi proferida em 2011, depois de um atentado terrorista na igreja de Alexandria que resultou em 21 mortos.

Na época, Bento XVI pediu aos dirigentes mundiais que defendessem os cristãos contra os abusos e a intolerância religiosa[1], afirmando, ainda, que a “humanidade não pode se mostrar resignada ante a força negativa do egoísmo e da violência, não deve se acostumar aos conflitos que causam vítimas e põem em risco o futuro dos povos”. E apesar do próprio governo egípcio ter reconhecido a ação como terrorista e o governador de Alexandria afirmar que al-Qaeda teria perpetrado o atentado, a universidade e a mesquita de al-Azhar consideraram um insulto ao islã a mensagem papal.

Contudo, o papa Francisco vem trabalhando desde 2013 no sentido de estabelecer “laços de fraternidade” com os países muçulmanos que estão proporcionando uma verdadeira “limpeza religiosa”, perseguindo e matando cristãos e minorias. E muito embora o papa tenha manifestado declarações polêmicas, se referindo, por exemplo, a cristãos e muçulmanos como “irmãos”, o líder religioso nada mais fez que afrontar visceralmente a teologia islâmica, que denomina cristãos de “kafur” (infiéis) e divide o mundo em duas casas: Dar al-Islã (Casa do islã) e Dar al-Harb (Casa da Guerra).

A Casa do Islã se refere aos países regidos por governos muçulmanos onde prevalece a lei islâmica e a Casa da Guerra é o resto do mundo governado por infiéis e que precisa se submeter ao islã. Afinal de contas, “islã” significa submissão, pelo que, existem diversas passagens corânicas conclamando luta contra cristãos, judeus e demais infiéis.

Talvez, os muitos “compromissos ecumênicos” do papa tenham impossibilitado a leitura de textos sagrados do islã. Se o religioso lesse, saberia que há aproximadamente 14 versos do corão proibindo a amizade do muçulmano com o infiel.

Inobstante tal realidade, assisto a imprensa e os incautos comemorando o referido encontro histórico sem ter a menor noção de que o mesmo é apenas mais uma estratégia de taqiyya (mentira permitida e incentivada quando é utilizada por muçulmanos para promover o islã e a lei islâmica). Sim, estou afirmando que o líder máximo do islã sunita está fazendo uso de taqiyya para causar a falsa impressão de que verdadeiramente haverá a tão sonhada tolerância religiosa no mundo muçulmano.

Segundo comunicado oficial do Vaticano, teria ocorrido na conversação entre o papa e o líder muçulmano o compromisso com a paz, a rejeição da violência e do terrorismo, além da discussão sobre a situação dos cristãos no Oriente Médio. Lindo, não? Em apenas 25 minutos, o papa conseguiu promover “acordo de paz” com o representante da religião cujas “conquistas” das terras não-muçulmanas durante a expansão islâmica resultaram na morte de 60 milhões de cristãos. Com esse “potencial diplomático”, o papa Francisco tem todas as condições de por fim ao conflito israelo-palestino!

O que está sendo difícil compreender é a ausência de declaração oficial do imã Ahmed condenando e proibindo a perseguição e morte de cristãos nos países muçulmanos, o que seria impossível, pois há denúncia de entidade de direitos humanos sobre o ensino da universidade de al-Azhar voltado para o sectarismo. Mas, se eu não soubesse que o sheik Ahmed se negou a condenar o Estado Islâmico como uma organização anti-islâmica, talvez eu acreditasse que o papa conseguiria convencê-lo a violar os preceitos do corão que determinam perseguição aos infiéis!

Dessa forma, por cautela, prefiro não confiar no “acordo de paz” com esse importante líder muçulmano sunita, que disse recentemente: “Al-Azhar não pode acusar qualquer [muçulmano] de ser kafir [infiel], desde que ele acredite em Deus e no último dia, mesmo que ele cometa algumas atrocidades“, acrescentando: “Eu não posso denunciar o ISIS como não-islâmico[2].

Todavia, é de bom alvitre lembrar que a mesma universidade que não se atreve a denunciar a facção terrorista Estado Islâmico como “infiel”, não teve pudor algum de denunciar como “anti-islâmicos” o professor e ativista de direitos humanos Farag Foda, e o prêmio nobel de literatura Naguib Mahfouz[3]. Ambos eram “intelectuais muçulmanos moderados” que defendiam a exclusão da violência no ensino do islã e foram assassinados após a condenação dos ulemás e sheiks da universidade comandada pelo “bondoso imã Ahmed”.

Porém, como bem disse o papa ao seu amigo sheik Ahmed, “a reunião é a mensagem”. Nisso, eu concordo plenamente com o chefe da igreja católica! A mensagem clara do papa abraçando o mais importante líder religioso sunita que não condena os atos do Estado Islâmico é de que a Santa Sé se submeteu à sharia (lei islâmica), sem que os seus fiéis percebam o abismo que os aguarda.

[1] http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2011/01/853472-apos-atentado-no-egito-papa-bento-16-pede-protecao-aos-cristaos.shtml
[2] http://www.raymondibrahim.com/2015/12/03/al-azhar-cannot-denounce-isis-of-being-un-islamic-even-if-isis-commits-every-atrocity/
[3]https://www.jihadwatch.org/2014/12/raymond-ibrahim-muslim-reformers-forever-talking-the-talk-never-walking-the-walk

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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O comércio da Palavra de Deus – mercenários em ação

 

Quanto você cobra para pregar em minha igreja, Pastor?

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Mercadores que lucram com a palavra

     Virou comercio: Pregadores mercenários cobram altos cachês para “pregarem”a Palavra de Deus. O que você acha disso? Pagar altos cachês para ouvirem a Palavra de Deus? Muitos apresentam uma lista de exigência para irem à alguma igreja levar uma Palavra. Exigem pagamento antecipado, hospedagem em hotéis cinco estrelas, carro, passagens de avião e espaço disponível para a venda de seus livros, cds, dvds  e  outras bugigangas.

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      1- Visando somente o lucro

Muitos estão se transformando em pregadores profissionais, preletores, pastores sem terem sido ordenados e se tornando “Pregadores Gospel”  seu objetivo é o lucro. Pregam o evangelho para obterem lucro; elaboram conferencias com um tema chamativo, e cobram altos valores para pregar. São pregadores não convertidos, ensaiam “chavões” para a plateia gritar glorias à Deus, infelizmente são pregadores mercantilizadores da Palavra conforme está escrito em II Pedro 2, 3 e 4″  ” e, por avareza, farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita”. “Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas,  havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o Juízo”;

      2.  mercenários da Palavra que se tornaram ídolos.

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     Muitos são os mercenários que transformam igrejas em reféns. Estipulam tempo de pregação, quantidade mínima de vendas de seus produtos, se vestem na moda atual, ensaiam gestos e posições chamativas, e querem ser tratados como ídolos. Pastores acostumaram mal as igrejas e a igreja só tem audiência quando vai um pregador de nome e que saiba fazer firulas tais como “Deus me falou” entre outras. E o povo incauto teologicamente aplaudem tal mercenário. O Pastor local, negocia com o mercenário que diz:  “só prego na sua igreja por tal valor”

Grandes igrejas trazem pregadores mercenários importados e eles tem que ser verdadeiros atores para motivar a igreja, são pregadores conhecidos cujo “cache” é em dólares, fingem estar na unção do ‘cai cai no espírito” e o inimigo faz a festa e o povo grita, pula e se comovem.

Esquecem-se que a igreja é do Senhor e os pastores foram ali colocados para pastorear aquela igreja. É claro se nós não estamos satisfeitos com esse tipo de conduta mercenária Deus está com o coração entristecido por estarem fazendo da igreja um celeiro de negócios. Em. Rm.1.18 está assim escrito: ” Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça”;

A igreja n~1ao precisa de pregadores que sejam atores ou ídolos, muito pelo contrário, precisa de homens honrados que preguem com singeleza a Palavra de Deus em um linguajar acessível aos menos instruídos e que ganhem vidas para aumentar o rebanho do Mestre.

É necessário acabar com a mercantilização da Palavra de deus, os mercenários existem porque existem pastores dispostos a gastar o dinheiro da igreja para trazerem esse tipo de pregadores e cantores gospel que cobram altos caches para se apresentarem. Existem milhares de pastores que pregam a Palavra de Deus graciosamente e pelo prazer de levar uma Palavra de Fé e esperança àqueles que os convidarem.

Deus abençoe a todos.

27-5-16-a 006Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Marcha para Jesus em SP reúne milhares de pessoas

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Marcha é considerada um dos maiores eventos cristãos do mundo

por Jarbas Aragão – gospel prime
 Marcha para Jesus (Foto: Flavio Moraes/G1)

Organizada por igrejas evangélicas, a Marcha para Jesus na capital paulista é considerada o maior evento cristão do mundo. Esta é a 24ª edição da caminhada pelas ruas da cidade, acompanhada de orações. Como todos os anos, haverá apresentações musicais e pregações.

São 10 trios elétricos este ano, onde se apresentarão Renascer Praise, Thalles Roberto, Ao Cubo, Leonardo Gonçalves, Bruna Karla, Damares, Kastbarnea, Gabriela Rocha, Banda Dopa, Marcelo Aguiar, Soraya Moraes, Ministério Perdas Vivas, Eyshila, Gui Rebustini, Filipe Lancaster, Juliana Santiago, Flordelis, Nana Shara, Brás Adoração, Milena e Xuxu e Tonzão.

Este ano a marcha ocorre no feriado de Corpus Christi. Eventos similares são feitos em outras cidades do país, mas em datas diferentes. Iniciada perto das 10 da manhã, deve durar até as 18 horas.

O palco principal foi montado na Praça Heróis da FEB. Segundo a organização, 500 denominações cristãs participam do evento este ano.

Estima-se que deve reunir meio milhão de pessoas durante o dia.  Em outras ocasiões foram quase dois milhões de pessoas, segundo os organizadores.

A maioria dos frequentadores acreditam que participar é importante como demonstração de fé. Cirlenita Marques, 65 anos, “Isso aqui é, principalmente, para agradecer.

A gente marcha por nós e pela família para ficar mais próximos de Jesus, recebendo suas bênçãos. Eu espero que todo esse amor chegue ao coração de todas as pessoas para declarar Jesus.”

Luana Martins de Souza, 31 anos, trouxe os três filhos para prestigiar os shows. Para ela: “É um evento grande e é para adorar o Senhor. Trouxe meus filhos para ficarmos mais próximos de Deus e mostrar a fé para as pessoas. Eu quero ficar até o final e assistir a todos os shows”.  Com informações de G1 – gospelprime

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.