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Marcha para Jesus atrai 500 mil pessoas no Rio de Janeiro

O evento teve tom político e participação de parlamentares como Magno Malta e Jair Bolsonaro

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime –

 

Marcha para Jesus atrai 500 mil pessoas no Rio de Janeiro
Marcha para Jesus atrai 500 mil pessoas no RJ

Neste sábado (30) Conselho de Ministros Evangélicos do Estado do Rio de Janeiro (Comerj) realizou a Marcha para Jesus 2015 do Rio de Janeiro. O evento atraiu cerca de 500 mil pessoas segundo os organizadores, evangélicos de diversas denominações e de várias cidades do Estado.

A caminhada saiu da Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio de Janeiro e oito trios elétricos acompanharam a multidão de fiéis até a Praça da Apoteose. Durante o trajeto os cristãos também se manifestaram politicamente e levantaram bandeiras contra a corrupção e em prol da família tradicional.

“A corrupção é um mal. Qualquer pessoa, qualquer cidadão está indignado com o que acontece, com tanta roubalheira. Se queremos um Brasil melhor, de oportunidades, de bem-estar, temos que acabar com esse câncer”, disse o pastor Silas Malafaia, presidente da Comerj.

Entre as personalidades que compareceram na Marcha estavam o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), o senador Magno Malta (PR-ES) e o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ).

Cunha não subiu nos trios elétricos, mas fez um discurso no palco principal convocando os evangélicos a manifestar suas posições. Já o senador Magno Malta defendeu alguns de seus projetos como a não descriminalização das drogas, a prisão perpétua e a redução da maioridade penal.

“O projeto do Novo Código Penal é horroroso, é pior do que o atual. Queremos fazer um plebiscito para decidir sobre prisão perpétua para os crimes de corrupção, tráfico de drogas e pedofilia”, disse o senador.

No palco principal ainda se apresentaram grandes nomes da música gospel como Thalles Roberto, Flordelis, Nani Azevedo, Jozyane, Fernandinho, Eli Soares, Leonardo Gonçalves, Renascer Praise, André Valadão, Ministério Apascentar de Nova Iguaçu, Nova Jerusalém, Mariana Valadão, Geraldo Guimarães, Danielle Cristina, Gabriel, Sarando a Terra Ferida, Kleber Lucas, Léa Mendonça e outros

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Campanha de pastoras pede que Deus seja visto como mulher

Bispa anglicana quer “noção de que Deus é uma espécie de velho no céu”.

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Campanha de pastoras pede que Deus seja visto como mulher
Campanha pede que Deus seja visto como mulher

Depois que a Igreja Episcopal Anglicana abraçou a teologia liberal, uma série de mudanças aconteceu em suas estruturas no mundo todo. Primeiramente, questionaram a inspiração da Bíblia, depois Jesus como único caminho para o céu, por fim aceitaram o casamento gay, incluindo a ordenação de pastores e bispos homossexuais.

A mais recente amostra desse liberalismo é uma campanha para que as pessoas comecem a se referir a Deus como “ela”. O movimento foi iniciado pelas mulheres que ocupam cargos de liderança dentro da estrutura da igreja na Inglaterra.

O desejo desse grupo, que se denomina Watch (abreviatura em inglês para Mulheres e a Igreja) é reformar a liturgia oficial, cuja linguagem usa termos “masculinos” para descrever a Deus.

A bispa Jody Stowell, que é uma das líderes desta campanha, afirmou à imprensa: “A teologia ortodoxa diz que todos os seres humanos são feitos à imagem de Deus, que Deus não tem um gênero. Ele engloba o gênero – é tanto masculino quanto feminino e vai além de masculino e feminino. Então, quando só falamos de Deus na forma masculina, isto é, na verdade, uma compreensão deficiente de quem Deus é”.

Stowell explica que as discussões sobre a terminologia surgiram de um debate sobre se a consagração de bispos do sexo feminino faria uma diferença na Igreja da Inglaterra. A partir daí, o grupo começou a fazer um apelo público aos bispos para incentivar o uso de uma “linguagem e de imagens mais amplas sobre Deus”.

Para a bispa Emma Percy, capelã do Trinity College de Oxford, o efeito de se usar uma linguagem que inclua ambos os sexos serviria para nos livrar da “noção de que Deus é uma espécie de velho no céu”.

Ela acredita que o debate é antigo e que a partir do momento que a Igreja passou a aceitar mulheres como bispas, confirmou que as mulheres podem “representar a Deus em todos os níveis”.

A capelã defende que já existe uma aceitação. “Os mais jovens estão muito mais interessados em mostrar que não devemos trabalhar com estereótipos. Precisamos usar uma linguagem sobre Deus que mostre que Deus pode ser expresso de muitas maneiras diferentes”.

Contou ainda que muitas dessas bispas e pastoras já tem usado essa maneira de se referir a Deus em suas igrejas.

Um porta-voz da Igreja Anglicana afirma que essa não é uma posição oficial da Igreja, mas de um grupo independente, composto de mulheres com posições no clero. Com informações de The Guardian

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Baby do Brasil diz que “Deus não é careta” e crava: “O sangue de Jesus apaga pecados”

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br – em 1 de junho de 2015

Baby do Brasil diz que “Deus não é careta” e crava: “O sangue de Jesus apaga pecados”A pastora e cantora Baby do Brasil, que esteve no centro de uma grande polêmica ao retomar sua carreira secular ao lado do filho, o guitarrista Pedro Baby, afirmou que não acredita que Deus seja “careta” e que não se vê negando a fé ao interpretar novamente suas músicas antigas.

“Se você olhar todas as minhas músicas, desde ‘Cósmica’, ‘Telúrica’, vai ver que meu lado espiritual sempre foi muito forte. Eu dei bandeira a vida inteira. Por exemplo, no verso de ‘Telúrica’ ‘Penso em Ti no meu agir’, esse ‘Ti’ aí é o Senhor, todo o mundo sabe disso. A minha parte do gospel está totalmente dentro da secular. Na verdade, dá para ver meu repertório inteiro como gospel”, afirmou a “popstora”.

Em uma entrevista concedida ao portal Uol, Baby afirma que o que ela é por fora não interfere no que ela acredita: “Quando conheci as coisas do evangelho e fui estudar as Escrituras, comecei a me concentrar nos princípios. E eu entendi que, estando alinhado com os princípios, posso preservar o que eu sou. Meu cabelo colorido, meus balangandãs, meu jeito de ser louca. Isso tudo poderia existir sem estar ferindo nada”, argumentou.

Segundo Baby do Brasil, ela continua frequentando a igreja da qual é membro e concilia sua agenda com os cultos: “Eu congrego. Eu estou junta. Eu faço louvor. Grito, choro, subo monte. Faço jejum. Eu guerreio nas madrugadas. Eu sei que há uma caixa de demônios que só sai por meio da oração. Então eu digo: ‘vai saindo de um em um, para não congestionar!’”, disse, dando mostras de seu icônico humor.

Usando uma retórica muito peculiar a ela mesma, Baby afirmou que religiosidade é caretice, e Deus não se encaixaria nesse perfil: “Não é possível o cara que inventou tudo, que inventou as flores, seja careta. Minha busca não é religiosa. Deus, para mim, não é algo ‘religioso’. Eu estou mais para uma coisa ‘natural’ do algo que seja tão devocional, a ponto de transformar tudo em altares”, disse, sugerindo que a adoração seja uma expressão de vida.

A “popstora” reconhece que tem um passado que precisava ser abandonado, mas enfatiza que o Plano da Salvação resolveu todas as pendências: “Mesmo que eu tivesse tido altas transgressões no passado, sejam elas na área sexual, na área da droga, ou no caráter, no momento em que você muda e entra debaixo desse sangue de Jesus naquela cruz, tudo é apagado. Você nasce de novo”, argumentou.