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Mosul se queda sin cristianos tras ultimátum del ISIS

Irak

Mosul se queda sin cristianos tras ultimátum del ISIS

Una familia cristiana huye de Mosul / Reuters
Los yihadistas del Estado Islámico han amenazado de muerte a los cristianos que no se conviertan al islam, y confiscado sus propiedades cuando han escapado

19 DE JULIO DE 2014, MOSUL

Los últimos cristianos de Mosul han huido de la segunda ciudad de Irak tras el ultimátum lanzado por el Estado Islámico, que gobierna la ciudad desde junio. Los yihadistas han amenazado de muerte a quienes que no se conviertan al islam, paguen un impuesto o escapen del enclave entregando posesiones y bienes antes de mediodía de este sábado.

Desde junio, Irak vive hundido en la violencia sectaria y abocado a la fragmentación del país. En un informe publicado este viernes, la ONU denunció que 1531 personas fallecieron y 1763 resultaron heridas el mes pasado y acusó a los militantes del Estado Islámico y las fuerzas de seguridad iraquíes de haber cometido violaciones de derechos humanos.

Hasta ahora, entre otras sanciones, a los funcionarios cristianos se les había retirado el sueldo y se había dejado de distribuir alimentos a las familias no musulmanas. Sus casas han sufrido, además, cortes de electricidad.

En una circular distribuida por la ciudad tras el rezo de este viernes, la organización -que declaró a finales del mes pasado la instauración del califato y ha diluido la frontera entre Siria e Irak- anunció que permitiría hasta este sábado el éxodo de aquellos que rehúsen abrazar el islam o pagar la “jiziya” (un impuesto a los no musulmanes). Vencido el plazo, “la única opción -advirtió el líder del grupo Abu Bakr al Bagdadi- será la espada”.

Desde entonces, los altavoces de las mezquitas y los vehículos que patrullan la ciudad han difundido la amenaza.

Por ello, en las últimas horas, decenas de familias -los últimos representantes cristianos de la ciudad- han abandonado el lugar rumbo a las localidades de la provincia de Nínive fuera del control del IS o a la vecina región autónoma del Kurdistán, que ha acogido a los cientos de miles de desplazados por el conflicto. En la desbandada, han padecido los puestos de control de los yihadistas, que -según los testimonios de algunas víctimas- han confiscado bienes y dinero a quienes huían.

Tras dejar sus viviendas, los insurgentes suníes garabatean en las fachadas “Nasrani” -una palabra usada para referirse a los cristianos- y una advertencia en negro: “Propiedad del Estado Islámico”. Además, los nuevos gobernantes de Mosul han comunicado a los vecinos musulmanes que viven en casas arrendadas a cristianos que a partir de ahora no tendrán que pagar el alquiler.

Fuentes: Efe

Editado por: Protestante Digital 2014

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Câmara de Nova Odessa aprova leitura obrigatória da Bíblia nas escolas

O projeto levanta polêmica entre especialistas e entre a população da cidade

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Câmara de Nova Odessa aprova leitura obrigatória da Bíblia nas escolas
Nova Odessa aprova leitura obrigatória da Bíblia nas escolas

A Câmara municipal de Nova Odessa, interior de São Paulo, aprovou um projeto de lei que obriga a leitura da Bíblia nas escolas municipais.

A lei é de autoria do vereador Vladimir Antônio da Fonseca (SDD) que é evangélico. Na visão do parlamentar o projeto “não se contrapõe à ideia de Estado laico” e nem “desafia os valores consagrados na Constituição”.

“A intenção foi a melhor possível”, disse Fonseca. Mas a proposta de tornar obrigatória a leitura da Bíblia nas escolas tem gerado debate entre a população da cidade e entre especialista.

Para a professora da Faculdade de Direito da USP, Odete Medauar, o projeto é inconstitucional. “A escola pública é laica e não pode ter influência de religiões”, disse ela ao jornal Folha de São Paulo.

O administrador Mauro Facioli, 57, também é contra. “A religião não deveria entrar no currículo escolar”, disse ele ao jornal. Já o motorista Luiz Vidal, 63 anos, é a favor. “O povo só quer saber de coisa errada. Quem sabe estudando a Bíblia não melhora”.

Depois de ser aprovado pela Câmara o projeto passará pelo prefeito de Nova Odessa, Benjamim Bill Vieira de Souza (PSDB) que não vê a proposta como algo ruim, mas é contra a obrigatoriedade.

“O projeto não é ruim. É bom. A Bíblia é um dos livros mais lidos do mundo. Só a parte da obrigatoriedade é que acaba criando um transtorno”, disse ele. Souza deve pedir um parecer da Secretaria de Educação e também do setor jurídico para decidir se irá sancionar ou vetar a proposta. A ideia do tucano é melhorar o projeto antes torná-lo lei.

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Marco Feliciano critica desconstrução da família em novela da Globo

Na visão do deputado a população brasileira é conservadora e não apoia a desconstrução da família tradicional

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Marco Feliciano critica desconstrução da família em novela da Globo
Feliciano critica desconstrução da família em novela da Globo

Em seu pronunciamento da Câmara Federal nesta terça-feira (15), o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) comentou uma entrevista que o autor de telenovelas Manoel Carlos concedeu ao jornal O Estado de São Paulo.

O dramaturgo foi questionado sobre a baixa audiência da novela“Em Família” que mostrou a personagem principal trocando o esposo por uma mulher. Na resposta Manoel Carlos acusou a imprensa brasileira de ser conservadora e ponderar mais as declarações contra o casal Clara e Marina da novela.

Feliciano rebateu a fala do autor de “Em Família”, dizendo que a imprensa brasileira não é conservadora, mas progressista, tanto que os jornais e TVs se uniram no ano passado contra ele por conta de seu posicionamento conservador.

“Que imprensa nesse país é conservadora?”, questionou o parlamentar evangélico lembrando que ele sofreu quando assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM).

Em sua opinião, a baixa audiência da novela das 21h da Rede Globo se deve ao fato da família brasileira estar cansada de ver seus valores morais serem agredidos. “A população brasileira não aguenta mais ver a família tradicional ser desconstruída”, afirmou Feliciano.

O deputado do PSC citou a baixa audiência da última edição do Big Brother Brasil mostrando que consumo de álcool, homossexualismo, nudez e sexo explícito não atraí os telespectadores como se era esperado pelo emissora.

“Será que não seria hora da população brasileira entender que tudo o que está acontecendo é um reflexo daquilo que a sociedade pensa?”, questionou.