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Eliminados da Copa do Mundo, jogadores ingleses expressam sua fé através das redes sociais

O atacante Sturridge comemora seus gols agradecendo a Deus ao levantar as mãos para o céu

PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post
Eliminados da Copa do Mundo de 2014 com a seleção da Inglaterra, os jogadores Daniel Sturridge e Raheem Sterling seguem firmes fora dos gramados em busca de falar abertamente da fé cristã que possuem.
  • Copa do Mundo de 2014
    (Foto: Reuters)
    Sturridge (à esquerda) e Sterling treinam pela seleção inglesa na Copa do Mundo de 2014

Companheiros também no time do Liverpool/ING, os dois atletas são reconhecidos pela mídia pelo hábito de manifestações de fé, seja através das redes sociais ou até mesmo durante em momentos das partidas que disputam.

Um exemplo são as comemorações de Sturridge em seus gols. Além de suas famosas dancinhas, o camisa nove da Inglaterra (15 no Liverpool), costuma levantar as mãos e olhar para o céu, após a bola na rede, em agradecimento a Deus.

Em seu perfil no Twitter, Sturridge regularmente utiliza hashtags como #GodIsLove (Deus é Amor) ou #GodIsGood (Deus é bom). “Eu faço tudo através de Cristo, que me fortalece”, tuítou o atacante no microblog depois de ganhar o prêmio de Melhor Jogador do Mês pela Premier League, em setembro de 2013.

Já na última segunda-feira (23), já ciente da eliminação inglesa antes de seu último jogo na terça (24), contra Costa Rica, Sturridge indicou que espera que Deus interceda para que esteja no Mundial da Rússia em 2018.

“É uma pena que a minha Copa do Mundo vai acabar amanhã (24/6)… Sério, foi uma das melhores experiências que tive na minha vida, Se Deus quiser, eu jogarei outra novamente”, publicou o atleta de 24 anos que já deu depoimentos de que a Bíblia é um de seus bens mais valiosos.

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Por sua vez, Sterling teve a religião como um caminho para se libertar das dificuldades que teve na adolescência, se tornando pai precocemente e até mesmo sendo preso por assalto. Guiado pela fé, o jogador conseguiu permanecer focado no futebol para trocar o Queens Park Rangers, em Londres (ING), para alavancar seu futuro promissor na cidade de Liverpool.

Hoje, mais ponderado, Sterling também se dedica a usar o Twitter para transferir passagens bíblicas aos seus seguidores. E em entrevista recente ao jornal britânico Daily Mail, disse que não é cem por cento religioso, mas que se esforça.

“Minha crença é forte. Quando for a hora certa, vou ser totalmente cristão. Minha mãe me dá um grande auxílio, é uma grande influência nisso. Fé é uma coisa importante para mim. Cada dia de jogo eu coloco a fé em Deus”, destaca Sterling valorizando seus momentos de prece e diálogo com Deus.

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Tatuagem não serve para cristãos, por ser uma ‘prática pagã’, questiona apresentador

Telespectador pergunta ao apresentador Pat Robertson se um fiel pode tatuar um símbolo cristão

PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post
  • Pat Robertson
    (Foto: Reprodução)
    Pat Robertson apresenta o programa The 700 Club

O assunto veio à tona a partir do momento em que um telespectador perguntou se seria aceitável fazer uma tatuagem, mas que tivesse um tema cristão, pois seu amigo “estava pensando em fazer uma tatuagem de Jesus” nas costas, e Robertson afirmou que não estaria tudo bem.

Embora, cada vez mais, alguns círculos cristãos aceitem que fiéis expressem suas convicções religiosas com tatuagens, o apresentador diz que o tema não faz diferença. “Você olha para a Bíblia, e está escrito para o povo não marcar o corpo e se cortar como pagãos fizeram. Tatuagem é uma prática pagã, e não cristã”, resume.

Uma das passagens bíblicas, que fala a respeito de gravar sinais na pele, está em Levítico 19:28, que relata: “Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o Senhor”.

Por sua vez, o pastor Steve Bentley, que montou um estúdio de tatuagens em sua igreja não-denominacional The Bridge, em Michigan Flint (EUA), consta que a prática é mal compreendida, além de questionar que a igreja só tem o papel de abrigar os cristãos, tendo cada um o direito de exercer sua fé. “A igreja somos nós”, diz ele.

Já a Igreja Ecclesia, da cidade de Houston (EUA), se dedica a fazer tatuagens que retratam a crucificação e morte de Jesus Cristo como forma de observar o tempo da Quaresma. Segundo Chris Seay, pastor da congregação, esta é uma forma de arte feita para contar a história de Jesus, revelando que a ideia é fazer reproduções diferentes, com a possibilidade de trabalharem também com crochê.

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Defensores de tatuagens têm combatido a proibição levítica sob o argumento de má interpretação das escrituras. “O problema não era com tatuagens, mas com o fato de que fazer uma tatuagem ou cortar o cabelo ou barba era um símbolo que na época era identicada com a adoração de deuses pagãos”, afirmou Seay sobre a passagem em Levítico.

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“Pastor ateu” é sucesso no Facebook

Postagem com testemunho gera intenso debate nas redes sociais

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

“Pastor ateu” é sucesso no Facebook
“Pastor ateu” é sucesso no Facebook

A página de Facebook Humans of New York é um dos maiores sucessos da rede social dos últimos meses. Criada pelo fotógrafo Brandon Stanton, o projeto levou para seu site http://www.humansofnewyork.com/ e para uma página de Facebook um conceito que ele iniciou com seu livro com o mesmo título e que esteve entre os mais vendidos dos EUA no final do ano passado.

Ao invés de lançar novas edições do livro, ele prefere atualizar várias vezes por dia sua página com novas fotografias. Cada imagem é acompanhada de um pequeno texto, reproduzindo uma fala da pessoa em questão.

A ideia é simples e começou quando Brandon perdeu seu emprego no ramo das finanças no verão de 2010. Apaixonado por fotografia, ele começou a andar pela cidade, conversar com as pessoas, e fotografá-las. Isso deu origem ao que está sendo chamado de novo fenômeno das mídias sociais: o jornalismo cidadão.

Originalmente, ele iria registrar a vida de 10.000 nova-iorquinos. Com o sucesso do livro/site, ele ampliou o alvo e viu surgir dezenas de páginas semelhantes em diferentes cidades ao redor do mundo.

Mas nenhuma delas tem o mesmo impacto da “Humans Of New York”, que acumula mais de 7 milhões e 250 mil curtidas.

Algumas fotos são mais curtidas que outras. Contudo, a que mais teve repercussão foi a de um homem não identificado (Brandon não identifica as pessoas que entrevista), que faz um desabafo sobre por que perdeu a fé e deixou de ser pastor.

“Eu fui um crente comprometido toda a minha vida. Durante 18 anos trabalhei em uma Igreja Batista do Sul. Ao todo, foram mais de 40 anos sendo evangélico. Fui ordenado pastor. Mas isso parou de fazer sentido para mim. Você vê pessoas fazendo coisas terríveis em nome da religião, e aí pensa: ‘Essas pessoas creem tanto quanto eu. Eles dizem que tem as mesmas convicções que eu.’ Mesmo assim, não faz mais sentido. Não faz sentido acreditar em um Deus que se interessa pelas pessoas. Se um avião cai e uma pessoa sobrevive, todos agradecem a Deus. Eles dizem: ‘Deus tem um propósito para essa pessoa. Deus a salvou por uma razão!’

Não percebemos o quanto isso é cruel é? Não percebemos como é cruel dizer que, se Deus tem um propósito para essa pessoa, também tinha um propósito em matar todo mundo naquele avião? Qual o propósito de milhões de crianças morrerem de fome? Um propósito para a escravidão e o genocídio? Toda vez que você diz que há um propósito por trás do sucesso de uma pessoa, você invalida bilhões de outras pessoas. Você diz que há um propósito para o sofrimento delas. E isso tudo é muito cruel.”

Em pouco mais de 24 horas, foram 405.819 curtidas e 86.249 compartilhamentos. O material foi destaque também em fóruns da rede social Reddit. A repercussão foi muito grande, gerando um intenso debate. Entre os milhares de comentários há desde cristãos que o criticam por ter perdido a fé até ateus que o apoiam e dizem compreender seus sentimentos. O post foi destaque no site Patheos, dedicado a discutir questões religiosas.