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Pastor de Neymar usará o WhatsApp para alimentar a fé do jogador

Esse ano nenhum líder religioso poderá acompanhar seus fiéis durante a concentração da Copa

por Leiliane Roberta Lopes

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Pastor de Neymar usará o WhatsApp para alimentar a fé do jogador
Pastor de Neymar usará o WhatsApp para alimentar a fé do jogador

Líderes religiosos não poderão entrar na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), onde a seleção brasileira está concentrada se preparando para os jogos da Copa do Mundo.
Para poder falar com Neymar, o pastor Newton Lobato, da Igreja Batista Peniel de São Vicente, vai usar a tecnologia, mais precisamente o Whatsapp.

Essa será a forma que o pastor evangélico vai ficar em contato com o atleta que é membro da igreja antes mesmo de se tornar um dos principais jogadores brasileiros.

“Ele me deu liberdade para cada semana entrar em contato. Às vezes, ligo. Outras vezes mando um WhatsApp. É até melhor mandar uma mensagem bíblica por WhatsApp. Eu escolho um trecho da Bíblia e mando. Depois a gente conversa e dou força e uma palavra de apoio para o momento que ele está vivendo”, disse o pastor ao UOL Esporte.

Como está morando na Espanha, Neymar parou de frequentar o templo no litoral paulista. Na última quinta-feira (29) o jogador do Barcelona, acompanhado de sua mãe, participou do culto, mas não viu o pastor Lobato que estava em outra cidade.

Apesar da distância entre os países, Neymar não deixou de ser acompanhado pelo líder religioso que também acompanha os pais do jogador.

Nas últimas três copas o pastor Anselmo Alves conseguiu entrar nas concentrações para enviar mensagens e orar com os jogadores evangélicos como zagueiro Lúcio e Kaká. Este ano Alves até esteve rondando a Granja Comary, mas não pode entrar no QG da seleção.

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Ciência Noticias

Dilma Rousseff defende aborto no SUS

A presidente falou sobre o tema ao jornal O Globo reacendendo o debate sobre a interrupção da gravidez

por Leiliane Roberta Lopes

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Dilma Rousseff defende aborto no SUS
Dilma Rousseff defende aborto no SUS

De acordo com o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, uma mulher morre a cada dois dias e meio no Brasil vítima de complicações do aborto.

A presidente Dilma Rousseff foi questionada sobre este tema pelo jornal O Globo e se posicionou dizendo ser favorável a interrupção da gravidez alegando motivos “médicos e legais”.

Dilma falou sobre o assunto pela primeira vez desde quando se tornou presidente do Brasil, afirmando que todas as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) devem realizar este procedimento dentro da lei vigente no país.

“Para realizar a interrupção legal da gestação, o estabelecimento deve seguir as normas técnicas de atenção humanizada ao abortamento do Ministério da Saúde e a legislação vigente. O gestor de saúde municipal ou estadual é o responsável por garantir e organizar o atendimento profissional para realizar o procedimento”, disse a presidente.

A lei 12.845, de 1º de agosto de 2013, assegura o atendimento “imediato e obrigatório” a mulheres vítimas de violência sexual. Esse atendimento deve oferecer à vítima tratamento para evitar uma gravidez. Por prever a “profilaxia da gravidez” o texto gerou polêmica, principalmente diante de deputados evangélicos e católicos que entenderam o termo como uma tentativa de legalizar o aborto fora dos termos já previstos pela lei brasileira.

Recentemente outra polêmica foi gerada em torno do tema, o Ministério da Saúde divulgou no Diário Oficial da União uma nova tabela de valores para procedimentos mudando o nome da atividade de “curetagem” para “interrupção da gestação ou antecipação do parto”.

Diante da polêmica gerada a Portaria 415 precisou ser cancelada e o Ministério da Saúde alegou “questões técnicas” ao revogá-la.

O governo Dilma publicou um relatório no mês de maio com indicadores sobre as mortes de mulheres em razão de abortos. O documento foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) baseado nos dados fornecidos pelo Ministério da Saúde. “O aborto, que nos anos 90 era a principal causa de morte materna, figura hoje na quinta posição, respondendo por 5% dos casos”, disse a presidente através da Secretaria de Imprensa da Presidência.

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Igreja faz campanha de oração por chuva e vê milagre acontecer

Pastores reuniram milhares de pessoas para período de jejum e oração

por Jarbas Aragão

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Centenas de cristãos da cidade de Austin, no Texas, pediram a intervenção divina para aliviar a sua cidade de uma seca sem precedentes. Poucos dias depois de uma campanha maciça de jejum e oração ao longo de uma semana, a chuva caiu.

Os membros das igrejas evangélicas agora oram agradecendo pelo milagre. Obviamente os críticos alegam que foi apenas coincidência.

“Eu acredito que Deus pode fazer grandes coisas e acredito que ele vai fazer chover” afirmava Emily Davis, uma cristã de Austin, em uma entrevista para a rede Fox dias antes da chuva começar.

Para a maioria dos cidadãos da região, não há dúvidas que foi um milagre. Não havia previsão de chuvas. Os dois reservatórios da região, Lago Travis, estão bem abaixo do nível considerado ideal. Mais chuva ainda é necessária nos próximos dias para minimizar os efeitos da seca.

O meteorologista Bob Rose foi consultado e explica que durante o mês de maio em algumas áreas as chuvas foram maiores do que o esperado.

“Falo pelo lado científico agora. Estou olhando para todos os gráficos e vendo como a atmosfera se comporta. A média de chuvas nessa área é de cerca de 12 centímetros. Mesmo assim, em alguns pontos a precipitação foi realmente acima do normal para o mês de maio”, explicou ele à Fox.

O pastor Will David Jr. da Austin Christian Fellowship conta que iniciou semanas atrás uma campanha entre os fiéis para que o maior número de pessoas possível intercedesse pela situação. O movimento cresceu espontaneamente e atraiu milhares de pessoas, membros de várias igrejas da região. Eles estiveram inclusive na câmera de vereadores e convidaram autoridades para se juntar a eles.

O movimento cresceu e chamou atenção da mídia que passou a cobrir a campanha. No dia 22 de maio, membros de diversas igrejas evangélicas da cidade reuniram-se no templo da Igreja batista de Hyde Park para uma maratona de oração. Durante o dia inteiro, liderados pelo pastor Kie Bowman, os fiéis intensificaram suas orações e decretaram um período de jejum. E eles dizem que continuarão orando até a seca passar.

Para o pastor Will David Jr., essa sempre foi uma questão séria. “Quando anunciamos que estávamos orando, usamos o nome de Deus. Era isso que estava em jogo a partir daí”.

Cinco dias depois, uma tempestade caiu na região, com chuva forte o bastante para ajudar a elevar o nível do Lago Travis até quase o mínimo necessário para evitar o racionamento. Com informações The Blaze.