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‘Perdoar é difícil porque envolve a dor da ofensa’, explica pastor Jonas Madureira

 

 

Ele diz que o ser humano tem a tendência de querer se vingar e que o perdão só é possível através do amor de Deus.
FONTE: GUIAME, CRIS BELONI
Pastor e escritor Jonas Madureira. (Foto: Captura de tela/YouTube)
Pastor e escritor Jonas Madureira. (Foto: Captura de tela/YouTube)

Ao ler o texto em Efésios 4.32, onde diz que Deus ofereceu seu perdão à humanidade através de Cristo, o pastor e escritor Jonas Madureira disse que o perdão, atualmente, tem sido uma das práticas mais difíceis para as pessoas.

Através do seu canal no YouTube, no vídeo “Mas o que é o perdão?”, ele explicou que quando alguém é ferido por alguém muito querido, a dor da ofensa se torna um grande obstáculo para o ato de perdoar.

“É uma luta contra o ressentimento, a mágoa e o passado, que pesa com a sua dor acompanhada da ofensa que recebemos”, relatou. “É por isso que perdoar não é tão fácil”, continuou.

O que fazer diante da ingratidão?

“Não é fácil porque quem nos ofende é justamente aquele a quem devotamos nosso amor e nosso carinho. Diante da ingratidão e da insensibilidade, nos sentimos no dever de cobrar que a pessoa peça perdão”, destacou.

Mas, o desejo de ouvir do ofensor uma súplica ou um clamor pelo nosso perdão é uma forma de vingança, segundo Madureira. “E mesmo que a pessoa clame, a gente ainda se sente incapaz de perdoar”, explicou.

A força que nos permite vivenciar o perdão não é humana, mas vem do amor de Deus. “E o amor que sentimos é tão grande que, a gente não só perdoa, mas apaga as ofensas. Perdoar é uma forma de doação”, disse.

“Somente almas robustas perdoam”

Segundo o pastor, há almas que se tornaram “nanicas” pelo ressentimento, pela mágoa e pela tristeza. “O ressentimento toma conta do coração de uma forma tão brutal e dolorosa que as almas nanicas se sentem incapazes de perdoar”, relacionou.

“Somente almas robustas perdoam, pois só almas robustas podem encontrar na perda o seu maior ganho”, enfatizou.

E finalizou dizendo que quando Deus nos perdoou “Ele não estava apenas cancelando a dívida que tínhamos com Ele, nem só jogando no mar do esquecimento as nossas falhas, mas estava nos presenteando”, disse ao se referir à vinda de Cristo.

“Não podemos perder isso de vista — o perdão de Deus em Cristo nos ensina tanto a assimilar a ofensa quanto a doar o amor, pois foi isso o que Jesus fez naquela cruz”, concluiu.__

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Web relembra profecia de Sarah Sheeva sobre sertanejos

 

‘Estou chocada, pois não me lembrava do teor da mensagem’, disse a pastora

Pleno.News
Pastora Sarah Sheeva Foto: Reprodução/SBT

Após a morte da cantora Marília Mendonça, usuários das redes sociais relembraram uma profecia que a pastora Sarah Sheeva falou em outubro, quando se posicionou contra a mensagem apresentada em músicas de “sofrência”.

– O que é isso que essas pessoas estão cantando? Não tenho a intenção de ofender nenhum artista. Oro pela maior parte dos artistas, porque creio no poder de Deus de alcançar o coração deles. Não precisamos de música para entretenimento. Precisamos usar as artes para invocar o Céu para a Terra. Precisamos que o povo venha adorar a Deus. […] Você acha que isso vai passar em branco diante de Deus? Não vai. Além de você estar levando sua alma para as trevas, você faz milhares de pessoas adorarem o que está sendo liberado nessa música. Isso é próprio do inferno, do próprio capeta! Não se brinca com adoração. Da mesma forma que o louvor liberta, tem música que aprisiona. Quando o diabo não esconde na letra é porque a coisa está feia – falou Sarah Sheeva, durante a profecia.

Acionada por um seguidor, a religiosa voltou a se manifestar no Instagram. Ela disse que não se lembrava do teor da mensagem.

– Meu Deus! Estou chocada, pois eu não me lembrava do teor da mensagem. Vamos nos arrepender e voltar ao Senhor enquanto há tempo. Quanto às famílias enlutadas, que o Senhor os alcance e console os corações de todos os envolvidos. […] Há quase um mês, no dia 10 de outubro deste ano, Deus me deu uma palavra de conserto direcionada aos cantores de música sertaneja – que eu entreguei publicamente em uma live aqui, no Instagram, enquanto lavava a louça. Hoje, com a triste notícia do falecimento de uma cantora – desse meio sertanejo -, um seguidor me lembrou da palavra e eu fui assistir à mensagem novamente. Meu Deus! Estou aqui em estado de choque. Que tristeza – destacou a pastora.

Marília Mendonça e sua equipe morreram na última sexta-feira (5). O avião saiu de Goiânia (GO) e caiu em Piedade de Caratinga (MG). Além da artista, estavam mais quatro pessoas na aeronave: o produtor Henrique Ribeiro; o tio dela Abicieli Silveira Dias Filho, o piloto Geraldo Martins de Medeiros e o copiloto Tarcísio Pessoa Viana.

O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.
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Cristão sobrevive milagrosamente após ser queimado vivo três vezes pelo Estado Islâmico

 

Relato faz parte do documentário “Hearts and Hands: Iraq” que será lançado este ano.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA FOX NEWS
Cristão iraquiano testemunha milagre vivido após ser torturado pelo ISIS. (Foto: Reprodução/YouTube/Fox News)
Cristão iraquiano testemunha milagre vivido após ser torturado pelo ISIS. (Foto: Reprodução/YouTube/Fox News)

Em entrevista para um documentário feito por Sean Feucht e Bethel Music, um cristão iraquiano conta que Jesus apareceu para ele duas vezes em seus sonhos quando foi preso pelo Estado Islâmico. Além de ter sofrido tortura, ele diz que sobreviveu após ter sido queimado vivo três vezes.

O homem, que não teve o nome revelado, faz parte da comunidade yazidi, povo massacrado por militantes do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS) desde 2014. Ele conta que Jesus o resgatou da religião do seu povo para ser um cristão.

Feucht relata em entrevista à Fox News que “os yazidis foram realmente alvos do genocídio do ISIS. Eles foram estuprados, espancados, executados”.

O músico, que também é missionário, explica que “o ISIS não queriam aprisioná-los, eles queriam matá-los, apagá-los do mapa.”

O homem contou que foi queimado vivo três vezes pelo ISIS depois que descobriram que ele era um seguidor de Cristo. Ele disse que seu corpo “não ardeu” nenhuma vez quando foi preso e torturado pelos terroristas islâmicos radicais por dois meses.

“Ele falou comigo”, compartilhou o cristão perseguido, referindo-se a Jesus em seus sonhos.

Feucht disse ao homem: “Jesus apareceu duas vezes para você em um sonho porque Ele ama você”.

Ele conta que os membros do ISIS o encharcaram em 20 galões de gasolina. Mas apesar de ter sido queimado vivo, ele disse que inexplicavelmente sobreviveu ileso. Ele creditou sua sobreviência a Jesus.

“Eles me atearam fogo, mas eu não queimei”, disse ele.

Documentário

A história do cristão iraquiano faz parte do próximo documentário “Hearts and Hands: Iraq” (Corações e Mãos: Iraque), que deve ser lançado ainda este ano. Uma prévia será mostrada na conferência “Heaven Come”, que acontece em agosto, em Los Angeles.

Feucht disse que procura mostrar a realidade dos cristãos perseguidos e ajudá-los em suas necessidades.

Seu grupo recentemente arrecadou mais de US$ 100.000 para distribuir alimentos, cobertores, colchões e outros materiais, além de oferecer aconselhamento sobre terapia de trauma e programas para crianças, ensinar música e orar com cristãos perseguidos na região onde o cristianismo floresceu, mas está quase extinto, de acordo com avaliação de líderes cristãos.

“Eu sinto que somos realmente chamados para os lugares mais perseguidos, fechados, escuros e marginalizados”, disse Feucht.

Nos últimos 15 anos, o líder de adoração da Bethel Music foi para a Coreia do Norte, Índia, Afeganistão… “São alguns dos países mais fechados e lugares onde é ilegal ser cristão”, explicou.

Ele conta que nestes lugares viram e ouviram incríveis histórias de milagres.

Feucht disse que é encorajado pelo crescimento da igreja no Iraque, China e Índia, lugares onde a perseguição aos cristão é mais acentuada.

“Nossa equipe está no Iraque agora, e o Departamento de Estado dos EUA acabou de enviar uma notificação para que ‘todos os americanos deixassem o Iraque’ e todas as ONGs foram embora, mas nosso pessoal ainda está lá. Estávamos lá pelo ISIS. Nós estivemos lá, no pior dos piores”, disse Feucht. “Todos achavam que éramos loucos. Quando todos estavam saindo, nós chegamos e, por causa disso, temos um próspero projeto lá”.

Para Feucht, o trabalho missionário está no DNA de sua família, como filho de médicos missionários que o levaram em viagens a lugares remotos de pessoas não alcançadas, ele viu o que a maioria dos americanos cristãos, que representam apenas 5% da população cristã global, não consegue ver.

“Queremos redefinir missões para uma geração na qual somos os primeiros a responder. Essa é a essência do evangelho, entrar em lugares onde ninguém mais está disposto a ir”, concluiu Feucht.