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O Clamor das Pedras: A Inevitabilidade da Verdade

Até as pedras clamarão

A expressão “até as pedras clamarão” origina-se no Evangelho de Lucas (19:40), quando Jesus, respondendo aos fariseus que exigiam que Ele censurasse seus discípulos durante a entrada triunfal em Jerusalém, afirma que, se os homens se calarem, os próprios elementos inertes da criação manifestarão o louvor e a verdade divina.

O Contexto Histórico e Teológico

  • A Entrada Triunfal: O episódio ocorre na descida do Monte das Oliveiras, em meio a aclamações públicas com ramos de oliveira e vestes estendidas no caminho.
  • A Censura dos Religiosos: As autoridades religiosas da época viam o entusiasmo popular como uma agitação política perigosa e uma blasfêmia, exigindo que Jesus silenciasse a multidão.
  • A Resposta de Jesus: Ao declarar que as pedras clamariam, Ele sublinha que a soberania de Deus não depende da aprovação humana; a criação inteira está programada para reconhecer e testemunhar a glória do Criador.

Dimensões da Mensagem

  • A Inevitabilidade da Verdade: A história demonstra que a verdade não pode ser permanentemente sufocada por silenciamentos, censuras ou conveniências políticas. O que é autêntico e divino encontra vias de expressão, ainda que por meios improváveis.
  • A Criação como Testemunha: Na teologia bíblica, a natureza não é um cenário passivo, mas um participante ativo que ecoa a majestade de Deus (como expressado no Salmo 19, onde “os céus declaram a glória de Deus”). O silêncio da humanidade não anula o louvor cósmico.
  • A Responsabilidade Humana: O texto serve como um alerta contumaz. Quando aqueles que têm voz, consciência e capacidade de discernimento escolhem a omissão, a apatia ou a cumplicidade com a injustiça, a criação inanimada assume um papel que pertencia primariamente ao ser humano.

Aplicações Práticas e Existenciais

  • O Perigo da Omissão: O silêncio diante de injustiças sociais, corrupção moral ou verdades essenciais abre espaço para que a própria ordem natural pareça mais consciente das urgências do tempo do que os próprios homens.
  • A Urgência da Expressão: Defender valores éticos, espirituais e humanos não é uma opção descartável; quando a voz da justiça se cala por medo ou conveniência, a realidade clama por reparação por vias tortuosas e inevitáveis.

Pr. Ângelo Medrado

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Pai tem visão do Céu ao segurar mão do filho morto e se entrega a Jesus

Darin Hamm teve seu temperamento difícil transformado após o encontro sobrenatural com Deus.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CBN NEWS ATUALIZADO: SEXTA-FEIRA, 16 DE SETEMBRO DE 2022 12:22
Darin Hamm se rendeu a Jesus após o encontro sobrenatural com Ele. (Foto: Reprodução/CBN News).
Darin Hamm se rendeu a Jesus após o encontro sobrenatural com Ele. (Foto: Reprodução/CBN News).

Mesmo crescendo em um lar amoroso, Darin Hamm tinha o coração cheio de raiva desde criança. Sua falta de paciência o fazia explodir com todos ao seu redor.

“Eu era um cara mais durão e tinha um pavio curto. As pessoas tinham que respeitar. E se não o fizessem, eu os pegaria pela garganta”, confessou Darin, em entrevista à CBN News.

Na infância, ele se envolvia em brigas com frequência. Aos 19 anos, quando assumiu o negócio da família e precisou lidar com todos os tipos de clientes, o estado de raiva de Darin só piorou.

“Foi quando eu meio que aprendi o lado sombrio das pessoas. A maneira como eles vão atacar, menosprezar e rebaixar você. Eu pensei que estava certo e todo mundo estava errado”, contou ele.

Com 26 anos, Hamm se casou com Jen e formou uma família. Ele também acabou se tornando um marido difícil de conviver.

“Ele era principalmente volátil. Como se fosse perder a cabeça, perder a paciência. Todo mundo sabia que se você dissesse a coisa errada para Darin, isso seria um problema”, lembrou Jen.

Enfrentando dificuldades em seu casamento, Jen começou a ir à igreja para se reconectar com Deus e na esperança que a fé transformasse seu esposo.  Porém, Darlin não queria nada com Deus e com a igreja.

Dificuldades no casamento

“Quando ela chegava em casa, eu ficava enojado. Eu dizia a ela que estava perseguindo o homem invisível”, revelou Darlin.

E Jen explicou: “Através dos negócios, ele sentiu que os cristãos eram os piores. Ele não gostava de hipocrisia. Isso realmente o afastou da igreja”.

Cansada da instabilidade do marido, Jen o convenceu a fazer aconselhamento matrimonial. “Eu estava muito infeliz em nosso casamento. Eu definitivamente considerei me divorciar”, contou ela.

Após dois anos de terapia, Darlin continuava o mesmo e não reconhecia seus erros. “Eu estava tão absorto em mim mesmo que não reconheci nenhum problema em nosso casamento. Eu não via o problema e não queria mudar”, disse ele.

Até que em janeiro de 2011, Griffin, o filho mais novo do casal, na época com 2 anos, foi hospitalizado repentinamente por problemas respiratórios e cardíacos.

Com o filho desenganado pelos médicos, Darlin passou a acreditar na existência de Jesus, como sua última esperança.

“Eu estava tão desesperado que, se houvesse a possibilidade de isso ser verdade, eu esgotaria todas as possibilidades”, lembrou o pai.

Quatro dias depois, a equipe médica declarou a morte cerebral de Griffin. “Eu me senti fraco. Senti pela primeira vez na minha vida que não era forte o suficiente”, relatou Darlin.

Levado ao Céu


Darlin, Jean e seus filhos. (Foto: Reprodução/CBN News).

Quando o pai estava se despedindo do filho, ele teve uma experiência sobrenatural.

“Eu apertei a mão dele. E instantaneamente fui levado para o Céu. Eu podia ver Griffin, ele estava tão feliz, eu estava maravilhado. Eu não podia acreditar no que estava acontecendo. E lá ele estava totalmente vivo e vibrante, o mais feliz que já esteve”, testemunhou Darlin.

Ele contou ainda que o menino começou a falar com alguém. Mesmo sem ver quem era, o pai entendeu que se tratava de Jesus.

Pela primeira vez em sua vida, Darlin foi inundado pelo amor de Cristo naquele momento e, finalmente, enxergou a verdade sobre si e sobre Deus.

“Eu conheci minha condição de pecado, eu conheci a ausência de dor no Céu. Eu conheci o amor de Deus e fiquei chocado com a profundidade do amor que Ele tinha por mim, especialmente considerando o tipo de bruto que eu era. Imediatamente me tornei um crente”, disse ele.

Então, o pai aceitou que seu filho estava com Deus no Céu. “Eu estava muito ciente de que o quanto eu amava Griffin era incomparável com o quanto Deus o ama e que ele estava seguro. E então eu imediatamente estava de volta naquele hospital”, afirmou.

Temperamento transformado

No dia seguinte, Griffin faleceu. Depois da experiência sobrenatural com Deus, a raiva de Darlin desapareceu completamente e ele se voltou para Jesus e passou a ir à igreja com a família.

“Enquanto eu lia a Bíblia, ela se desenrolava para mim. E meu casamento foi imediatamente curado. Eu vi tudo o que eu tinha feito Jen passar e eu sabia que era egoísta”, testemunhou ele.

E Jen completou: “Darin é um homem novo. Eu sempre digo que é como uma experiência do tipo Saulo para Paulo”.

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“Fui um dos maiores ateus que já pisou na terra”, diz Augusto Cury

Foi estudando os grandes pensadores como Friedrich Nietzsche e Karl Marx que o autor chegou em Jesus Cristo. A partir disso, Cury notou que o Filho de Deus não cabe no imaginário humano.
FONTE: GUIAME, LUANA NOVAES
O médico, psiquiatra e escritor Augusto Cury deixou de ser ateu ao estudar sobre as características de Cristo. (Foto: Patrícia Zaidan)
O médico, psiquiatra e escritor Augusto Cury deixou de ser ateu ao estudar sobre as características de Cristo. (Foto: Patrícia Zaidan)

Os leitores dos variados livros religiosos de Augusto Cury podem não imaginar que ele já tenha sido “um dos maiores ateus que já pisou na terra”, conforme ele mesmo se define — mais do que pensadores históricos como Friedrich Nietzsche, Jean-Paul Sartre, Denis Diderot e Karl Marx.

“Muitos deles foram anti religiosos. Nietzsche, na verdade, era crítico da religião da época, que era exclusivista, arrogante e não respeitava os diferentes. Não era, portanto, um ateu”, explicou Cury em entrevista ao Guiame durante a CBB 2016. “Para mim, Deus era fruto de um cérebro apaixonado pelo vida.”

Compreender o pensamento humano tem sido um dos maiores desafios da ciência, e uma das paixões de Cury. Foi estudando os grandes pensadores que o autor chegou em Jesus Cristo, esperando encontrar “um personagem que foi construído por um grupo de galileus, que queriam um herói para romper o cárcere de Tibério César, o tirano imperador romano”.

No entanto, o estudo despertou sua fé. “Eu fiquei espantado, porque percebi que ele não cabe no imaginário humano. Ele fez poesia quando o mundo desabava sobre ele, apostou tudo o que tinha naqueles que pouco tinham, foi tão grande que se fez pequeno, para tornar os pequenos grandes. Por isso, ele não tinha medo de falar de suas lágrimas e falar que a sua mente e a sua alma estavam profundamente deprimidas até a morte”, afirmou Cury.

Diante das novas observações, o médico mudou sua forma de pensar. “Eu não defendo uma religião, eu me tornei um cristão sem fronteiras”, esclareceu. “Para mim, a procura por Deus era fruto de um cérebro apequenado, hoje eu considero que a procura por Deus é a busca  pelo cintilar da existência, mesmo quando a nossa mente se silencia.”

Cury ressalta sua admiração por pessoas que são religiosas, mas sabem lidar e respeitar outras que não tenham o mesmo padrão de comportamento.

“Jesus, como mestre dos mestres, correu risco de vida por causa de um ser humano que ele não conhecia, ele deu tudo o que tinha para aqueles que pouco tinham, ele trouxe aqueles que estavam na margem da sociedade como seres humanos. Você pode não concordar com eles, mas você respeita-os como seres humanos. Portanto, essa espiritualidade é saudável para a mente humana”, disse ele.

Assista a entrevista completa: