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| Catarina Migliorini faz leilão para perder a virgindade Foto: Reprodução |
Categoria: Artigos
Beijos de ódio
Beijos de Ontem
Beijos de anteontem
Sabendo que o deputado-pastor Marco Feliciano iria estar em Recife, um grupo gay, cheio de originalidade, decidiu organizar um ato de protesto colorido na porta do local do evento religioso. Promoveram o protesto nas redes sociais como um beijaço contra a presença do deputado-pastor na cidade. Queriam fazer igual a “SumPaulo”, mas não rolou. Bicha reunida, mesmo, tinha pouca. Meia dúzia de gatos pingados. Imprensa não faltou. Estava todo mundo ali para cobrir o evento que iria ocupar os espaços da pauta modorrenta. Rolou beijaço? Que nada! Decepção, como foi com aqueles toplessAÇOS que andaram organizando nas praias do país… Muito barulho pra pouco peito. Em Recife foi igual. Dois casais de gatas pingadas e dois bichanos alegres deram um selinho ativista, enquanto uma penca grande gritava: ¨#CHUPAFELICIANO.
Então, tá.
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| Briga para a imprensa vender jornal |
Chovendo no seco
E pensar que um dos grupos contendores desta guerra se diz de Cristo.
Perdendo o foco
Um breque ao estilo Kid Morenqueira
Eu estou cansado desta discussão acerca da homossexualidade ser genética ou um comportamento adquirido, sempre na ânsia de defender a tese de uma mudança de comportamento por meio de religião (cura gay ou algo que o valha). Deixem-me ser absolutamente radical nesta questão: Todos os pecados são INATOS. Ou seja, a sua origem está para além do comportamento adquirido, do nascimento e, espiritualmente falando, até para além do código genético. De fato, ouso dizer, todo pecado está para além até da vontade perfeita de Deus. Existe na vontade permissiva de Deus e a sua origem é o pecado original. Em outras palavras, ser gay ou ser mentiroso contumaz; vaidoso ou assassino; adúltero ou idólatra; não amar a Deus ou aos seus próprios pais; não guardar o sábado e nem o respeito à mulher e a casa alheias; roubar ou usar o nome de Deus em vão, são hábitos e atitudes desgostosas para o Criador, mas da natureza das criaturas. Deus não nos fez assim. Nos fez homem e mulher, perfeitos, mas por conta da queda somos escravos do imperfeito. Uns gostam mais de adulterar com o sexo oposto, outros chutam o pau da barraca e adulteram com o mesmo gênero. Adultério é adultério. Olhou, pensou, lascou. Não precisa nem dar marcha ré. Somente o poder do Espírito de Deus é capaz de nos libertar. Somente o Espírito Santo é capaz de nos trazer consolo e desejo de superar os excessos da gula, da luxuria, da inveja, da avareza, da preguiça, da vaidade e da ira; sempre a nos lembrar da nossa depravação total. Vivemos e desejamos em dissonância com o que a Trindade vive, deseja e é. Estamos em estado de sofrimento, fruto da nossa queda e é somente pela Graca de Deus que nos é permitido ESTAR para além do que SOMOS e é somente pelo sacrifício de Jesus que SOMOS dignos diante de Deus. O que passar disto provém no mal.
A indústria da provocação da mídia
Convenhamos, esta é a típica situação em que o conselho de Jesus “ofereça a outra face” é um gol de placa na trave do Caramulhão! Mas os crentes resolvem dar a outra face justamente quando tem de encarar um Anderson Silva no octógono… Ai é gostar de apanhar, moçada! É mais fácil quebrar a perna do Anderson em dois pedaços do que ganhar este jogo sujo do capeta… Esta briga midiática só ganha quem torce ou joga no time de rabo vermelho…
Por fim e enfim
Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/#ixzz2sAAzoXdP
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Números comprovam a força do segmento na sociedade
por Jarbas Aragão
- GOSPELPRIME
Evangélicos abrem 14 mil igrejas por ano no BrasilO crescimento dos evangélicos no Brasil nas últimas décadas é confirmado pelo IBGE e pela crescente influência desse segmento na sociedade. Os números oficiais do governo apontam para 42,3 milhões de adeptos em 2010. De acordo com o ministério Servindo aos Pastores e Líderes (SEPAL) os evangélicos poderão ser mais da metade da população brasileira em 2020.
Alguns jornais publicaram esta semana uma análise do chamado “mercado gospel”, baseado em dados recentes levantados pela Receita Federal. Segundo a publicação, diariamente as igrejas do Brasil arrecadam R$ 60 milhões, num total de R$21,5 bilhões por ano.
O Correio Brasiliense divulgou a estimativa que sejam abertas 14 mil igrejas evangélicas no Brasil a cada ano. Embora seja difícil fazer tal estimativa, pode-se facilmente afirmar que a maioria são igrejas neopentecostais. Afinal, este é o movimento que mais cresce no país, onde aproximadamente 60% dos evangélicos são de linha pentecostal. É igualmente verdade que muitas igrejas não duram mais que alguns anos.
Estranhamente, o Correio não cita a fonte do número publicado. A grande maioria dessas igrejas não é devidamente registradas, com um CNPJ. Se considerarmos apenas as que fizeram o registro, em 2013 foram 4400. Ou seja, a média é de 12 igrejas novas por dia; uma a cada duas horas. Os dados são do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, que monitora a abertura de empresas de todos os tipos no país.
Existem outros números que mostram a força dos evangélicos. A exemplo de outros países, hoje a música gospel já conquistou seu espaço nas rádios seculares. O mesmo pode ser dito das publicações. Antes limitados às livrarias evangélicas, hoje CDs, DVDs e livros evangélicos são amplamente distribuídos nas grandes lojas e supermercados. Isso sem mencionar o espaço conquistado em alguns canais de TV.
O Correio afirma que são pelo menos 4,5 mil cantores e bandas gospel atuando no país. Existem cerca de 600 rádios registradas (fora as piratas) que tocam música gospel. Já são 157 gravadoras produzindo material e no mínimo 10 novos CDs do gênero são lançados todo mês.
Um dos segredos do seu sucesso é que seu material é menos suscetíveis à pirataria por conta dos princípios dos fiéis. “É uma economia da fé que desconhece crises e vai de vento em popa”, explica Luciana Mazza, que trabalha há mais de 10 anos somente no meio evangélico.
As editoras cristãs já são 150 no país, sendo 60 de grande porte. Em média são 3 mil novos títulos lançados anualmente. “O desejo por um crescimento espiritual impulsiona a divulgação da palavra de Deus, que, claro, envolve um grande mercado editorial”, ressalta Reiner Lorenz, diretor executivo da Associação dos Editores Cristãos (Asec).


