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Marco Feliciano renunciou – veja o vídeo e compartilhe

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18/03/2013 – 14:34 – Atualizado em 18/03/2013 – 14:37

Vídeo irônico mostra “guerra espiritual” entre ativistas e pastor.

por Jarbas Aragão

Marco Feliciano renunciou

Marco Feliciano renunciou

Depois de várias denúncias contra o deputado pastor Marco Feliciano, protestos em frente a igrejas onde ele pregaria, matérias de grandes jornais e revistas, exigências e abaixo-assinados pedindo sua renúncia surtiram efeito.

Um vídeo anunciando que ele renunciou foi postado pelo atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Embora a maioria das manifestações se apresentavam com um caráter apenas “ético e político”, parece que o outro lado dessa questão não teve muito espaço na mídia.

No vídeo de pouco mais de oito minutos, publicado pelo pastor em sua conta no Twitter, há uma colagem de imagens e matérias de TV mostrando quem seriam as pessoas que estão por trás dos pedidos de cassação e os motivos para isso.

Obviamente, são ativistas ligados à militância de movimentos LGBT, muitas delas identificadas pelo nome. Pessoas como Toni Reis, Fabio Jesus, Jean Wyllys e outros desafetos são mostrados em cenas que, segundo o material, revelam o aspecto espiritual do confronto. Existem várias manifestações das crenças dos ativistas e a ênfase de que há um confronto que vai “além do que os olhos podem ver”.

Além disso, são exibidas manchetes de casos de violência entre homossexuais, tentando lembrar que muitas vezes eles são vitimas de seus próprios parceiros. Assim como tem feito o pastor Silas Malafaia, Feliciano tenta mostrar de como é feito o financiamento público na produção e distribuição de material defendendo e incentivando as relações homossexuais e o aborto. O material foi compartilhado centenas de vezes nas redes sociais por evangélicos nos últimos dois dias.

A “renúncia” em questão não é da presidência da Comissão, mas o que Feliciano acredita ser muito importante, sua renuncia a ter “privacidade… noites de sono tranquilo… momentos com a família”.

Curiosamente, o vídeo surge logo após o pastor Malafaia defender Marco Feliciano novamente em seu programa de TV no sábado (16) e tentar mostrar que grande parte desse movimento é orquestrado pela esquerda brasileira (leia-se PT) que com isso, tira atenção da mídia para o fato de dois deputados petistas condenados no caso do mensalão terem assumido cargos na Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante da Câmara.

Assista:

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Evangélicos pedem a cassação de Jean Wyllys

 

Deputado defensor da comunidade LGBTT atraiu a fúria de católicos e evangélicos.

por Jarbas Aragão

  • O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) ficou famoso nacionalmente após ter vencido um reality show se declarando gay num dos programas de maior audiência da TV brasileira. Eleito deputado com apenas 13.016 mil votos, começou uma campanha na Câmara para que leis como a PL 122 fossem aprovadas, tentando dar fim ao que classifica de “homofobia”.

    Desde que assumiu essa postura, teve diversos embates públicos com os políticos que discordavam dele e de suas propostas, em especial os membros da bancada evangélica. Após a entrevista de Malafaia no SBT e a eleição de Marco Feliciano para presidir a Comissão de Direitos Humanos, Wyllys passou os últimos meses atacando constantemente os posicionamentos dos cristãos, em especial nos debates sobre a comunidade LGBT.

    Não apenas os evangélicos, pois conseguiu angariar muita antipatia entre os católicos depois de ter criticado no Twitter o que ele chama de “fundamentalistas”, incluindo nesse grupo o papa Bento 16 quando este se pronunciou contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

    Nas últimas semanas surgiram campanhas nas redes sociais pedindo a cassação do mandato de Jean Wyllys. Segundo as imagens reproduzidas milhares de vezes no Facebook com frases atribuídas ao deputado, a principal indignação dos evangélicos é sobre o que Wyllys teria dito sobre a pedofilia.

    De um e-mail atribuído a ele e divulgado pelo filósofo Olavo de Carvalho, retirou-se a frase“Defendo, sim, o direito de qualquer pessoa poder dispor do seu corpo da forma que bem entender – inclusive as crianças, pois estas têm as mesmas necessidades que os adultos e não são propriedades de ninguém”.

    A outra frase seria de uma entrevista dele à Rádio CBN também defendendo a pedofilia. Porém, o deputado nega ter dado tais declarações.

    Como recentemente duas petições online contrárias a pastores foram bastante debatidas no Brasil, aparentemente grupos de evangélicos decidiram usar a mesma “arma virtual”. Depois de o site Avaaz ter deixado no ar uma petição pela cassação do registro de psicólogo de Silas Malafaia e retirado a petição que o apoiava, surgiu uma outra petição onde o alvo era impedir que o deputado pastor Marco Feliciano fosse presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

    Agora surgem movimentos de cristãos repetindo quase os mesmos argumentos que ele usou para pedir a cassação de Marco Feliciano: a quebra no decoro parlamentar.

    O abaixo-assinado colocado no site Petição Pública diz:

    “Exigimos a cassação do deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) por falta de Decoro Parlamentar e transgressão a carta magna da Constituição Federal Brasileira, em específico ao Art 5º IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.
    Esse deputado vêm, com frequência, agindo de forma heterofóbica e contra a família brasileira, através de projetos de leis imorais que visam destruir a família brasileira, a moral e os bons costumes.

    Não podemos aceitar que algo desse tipo seja praticado em nossa sociedade e que os deputados como o Jean Wyllys usem de seu poder e autonomia para perseguir, destruir , desmoralizar e arrazoar com a família brasileira e pessoas de bem.

    Após repetitivos ataques contra o povo brasileiro, à igreja e contra qualquer um que se oponha às exigências feitas pelo deputado, pela falta de respeito para com a família brasileira e pela apologia que ele tem feito de uma “liberdade” que fere vários incisos da nossa Constituição, nós pedimos a cassação do deputado Jean Wyllys”.

    Outra iniciativa similar foi postada no site Change [mudança], que tem versão em português.

    Na página pode ser o lido o seguinte texto:

    “A sociedade brasileira se mostra, por meio desta petição ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados, cansada da quebra de decoro do parlamentar Jean Wyllys que publicamente demonstra e incita o desprezo à partes da sociedade do nosso país e à democracia. Por diversas vezes, o deputado fez comentários contrários à Constituição Federal, ofendendo cidadãos brasileiros que divergem de sua limitada visão de mundo. Realizou ataques pessoais e a grupos, com intuito de se autopromover, desrespeitando o preceito básico do bom senso.

    Um Deputado Federal é um representante do povo, e deve fazer essa representação de uma forma homogênea e não colocando uma parte da sociedade contra a outra como esse senhor vem fazendo na sua incessante busca da dualidade entre religião e sexualidade, como visto em seções públicas na Câmara”

    Sites evangélicos anunciaram esta semana que Jean Wyllys estava declarando “guerra  ao cristianismo”. Curiosamente, alguns desses sites tiraram tais afirmações do ar pouco mais de 24 horas depois.

    Com informações de Brasil Wiki, Mídia Sem Máscara e Facebook.

    *Lembrando que não há provas da entrevista de Jean Wyllys à Rádio CBN. Em momento algum afirmamos que as frases são do referido deputado, apenas noticiamos a campanha por sua cassação

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    The Annual Debunking of Jesus: Can We Rely on the Gospels?

     

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    By Eric Metaxas , Christian Post Guest Columnist

    March 16, 2013|12:15 pm

    When I was a kid, every Easter, I think it was NBC, played the miniseries "Jesus of Nazareth." It had a bunch of well-known stars like Anthony Quinn, Anne Bancroft, and my favorite, Ernest Borgnine. Sure, there was some extra storytelling going on, but it was a moving account of Jesus’ life, death, and resurrection. And for the most part it was sympathetic to the gospels and to Christian sensitivities.

    Well, those days are pretty much gone.

    Whether it’s the Discovery Channel’s airing a show on the supposed lost tomb of Jesus (they actually claim to have found His bones), or Newsweek (while it was still in print) featuring a cover photo of a cool-looking Jesus on the streets of New York City, or simply one of the major news networks interviewing a "modern" biblical scholar, Easter has become prime time for reconstructing the historical Jesus.

    Gone also are the days when the main argument about Jesus was whether He really was (and is) the Son of God, or just a great moral teacher. No doubt you’ll remember C. S. Lewis’s famous quote that Jesus was either who He said He was, or he was a madman ("on the level with the man who says he is a poached egg") or a liar or something worse.

    But today, the arguments focus more on the reliability of the gospels themselves. It’s hard to use Lewis’s excellent response when someone flings back in your face, "Well, we don’t really know what Jesus said after all"-or if Jesus even existed-because Matthew, Mark, Luke, and John were all just propaganda pieces for a growing social and cultural movement.

    But what if the Gospels are indeed what they claim to be? Eyewitness accounts of the life, death, and resurrection of Jesus of Nazareth?

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    On "BreakPoint This Week," my colleague John Stonestreet talked about this very issue with a friend of mine, a pastor and a man for whom I have enormous respect, Dr. Tim Keller of Redeemer Presbyterian Church in New York City.

    They discussed Dr. Keller’s excellent book, "Jesus the King: Understanding the life and death of the Son of God." In it, he focuses on Jesus’ life as told in the gospel of Mark. And as Dr. Keller and John point out, there are many sound arguments for believing that the gospels are indeed eyewitness accounts.

    Look for instance, at the portrayal of Peter and the disciples in Mark. If the young church wanted to make up a rosy propaganda piece about its leaders, they would not have painted the picture of Peter as a coward and the other disciples as consistently clueless!

    But that’s what the gospel of Mark does. Or take the role of women in the Gospel of Mark. They were the first to discover the empty tomb. But in the Jewish and Roman worlds, women couldn’t serve as witnesses in court! So there’s no way Mark or any of the gospels would rely on their testimony-unless, of course, the women really were eyewitnesses and what they said really happened.

    So, as you prepare for Easter, be ready for the conversation with a colleague or neighbor who’s watched or read the latest revisionist history of Jesus.

    Read more at http://www.christianpost.com/news/the-annual-debunking-of-jesus-can-we-rely-on-the-gospels-92011/#me9w52hVro0aEqxL.99