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El Universo gira sobre la Tierra: científicos católicos contra Galileo

Sin embargo no se mueve’

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El Universo gira sobre la Tierra: científicos católicos contra Galileo

El último empuje en esta línea viene de dos matemáticos afincados en España, profesores universitarios, que defienden que la Tierra es el centro del Universo.

13 DE FEBRERO DE 2013, MADRID

El profesor de Matemáticas de la Universidad del País Vasco, Juan Carlos Gorostizaga y el doctor en la misma materia por la Universidad de Murcia, Milenko Bernadic (croata que reside en España desde 1989), han publicado el libro “Sin embargo no se mueve”.
Un título que es una directa alusión a la ya famosa frase atribuida a Galileo (“Y sin embargo, se mueve”) en su defensa de la rotación de la Tierra alrededor del Sol, que generó el conocido enfrentamiento con la jerarquía católica de su tiempo.
Ambos científicos defienden el geocentrismo, es decir el considerar al planeta Tierra el centro del Universo. Una teoría que, según señala Gorostizaga, "varios científicos católicos actualmente defienden a lo largo del mundo".
Según explica en su blog Gorostizaga , se trata de una "visión cosmológica olvidada" o, más bien, "apartada injustamente del saber".
Y añade que “se ha dicho que la defensa realizada por la Iglesia (católica) contra el Heliocentrismo ha sido la acción más justa, más sabia y más prudente que se haya realizado en la Historia para frenar los embates de uno de los principales engaños de Satanás y de sus secuaces. Ciertamente el Santo Oficio tuvo la necesidad de condenar a Galileo por herejía y por enseñar doctrinas erróneas, y la condena fue justa y absolutamente coherente con su misión santa de guardar la integridad del legado de la fe Católica”.
Así pues, no cabe ninguna duda para Gorostizaga que ha indicado que el modelo planetario correcto es el que defendió el astrónomo danés Tycho Brahe en el siglo XIV, aunque con ligeras modificaciones, y que fue también el que adoptaron los jesuitas para enseñar en las universidades de toda Europa.
TODO GIRA ALREDEDOR DE LA TIERRA
Así, los autores de este libro defienden que la Tierra no se mueve, es decir, no orbita alrededor del Sol, sino que es la estrella solar la que lo hace alrededor de nuestro “planeta azul”.
Además, explican, tampoco rota el planeta terráqueo sobre sí mismo, sino que es el firmamento como un todo el que lo hace alrededor de la Tierra.
Y por cuestionar, cuestionan que la Tierra sea un planeta, ya que “planeta significa en griego errante” y sin embargo según sus cálculos la Tierra estaría “situada en el preciso baricentro del universo, y por el efecto giroscópico está preservada de todo movimiento debido a torques externos", señala el profesor de la Universidad del País Vasco.

Fuentes: Europa Press

Editado por: Protestante Digital 2013

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Análise: Alemão é brilhante como teólogo, mas fracassou como papa

 

LUIZ FELIPE PONDÉ
COLUNISTA DA FOLHA

Sucessão PapalJoseph Ratzinger é um dos maiores teólogos vivos do cristianismo. Como papa Bento 16, fracassou.

Conservador, um tanto liberal no começo de sua carreira, Bento 16 iniciou seu papado com um projeto, já em curso quando era a eminência parda intelectual de João Paulo 2º, de pôr "medida" na herança do Concílio Vaticano 2º, verdadeira "revolução liberal" na Igreja Católica.

Já nos anos 80 atacava a teologia da libertação latino-americana por considerá-la certa quanto ao carisma profético bíblico de procurar justiça no mundo, mas errada quanto a assumir o marxismo como ferramenta de realização desta justiça.

Bento 16 foi um duro crítico da ideia de que a igreja deva aceitar soluções modernas para problemas modernos.

Nesse sentido, apesar de ter resistido bravamente, com a idade e a fraqueza que esta implica, acabou por ser um papa acuado pelas demandas modernas feitas à igreja e por uma incapacidade de pôr em marcha sua "infantaria", que nunca aceitou plenamente seu perfil de intelectual alemão eurocêntrico.

Sua ideia de igreja é a de um pequeno grupo coeso de crentes, fiéis ao magistério da igreja (conjunto de normas para condução moral da vida), distante das "modas moderninhas".

Quais seriam algumas dessas demandas modernas? Diálogo simétrico com outros credos (multiculturalismo), casamento gay, divórcio, sacerdócio das mulheres, fim do celibato, uso de contraceptivos, aborto, punição pública de padres pedófilos (a igreja deveria passar esses padres para a Justiça comum), aceitação de avanços da medicina pré-natal como identificação de fetos sem cérebro e consequente aborto, alinhamento político do clero com causas sociais e políticas do terceiro mundo –enfim, desafios típicos do contemporâneo.

Bento 16 esbarrou com o fato de que a maior parte dos católicos militantes hoje é de países pobres (afora o caso dos EUA, o cristianismo é uma religião de país pobre).

Os fiéis, portanto, estão mais próximos de um discurso contaminado pelas teorias políticas de esquerda, que fala de justiça social como um direito "divino" e aproxima Jesus de Che Guevara, do que da complicada discussão acerca dos excessos do iluminismo racionalista ou da crítica bíblica que tende a humanizar Cristo excessivamente em detrimento de sua divindade.

Seu próprio clero (sua "infantaria") ajudou no fracasso de seu papado, resistindo sistematicamente à "romanização da igreja", o que em jargão técnico significa centralização das decisões relativas ao cotidiano da instituição na lenta burocracia do Vaticano, com sua típica alienação europeia, distante do "caos" do mundo real do Terceiro Mundo. O Vaticano é muito europeu, inclusive em sua decadência como referência para o mundo no século 21.

Mas há dimensões que transcendem as dificuldades específicas de seu projeto conservador e tocam dificuldades da Igreja Católica contemporânea como um todo.

A igreja hoje tem um sério problema de formação de quadros. Antes era "um bom negócio" entrar para a igreja; hoje, quem o faz, salvo casos de grande vocação mística e espiritual ou de revolta contra as ditas "injustiças sociais", é muitas vezes gente sem muita opção de vida.

Quando não, tal como é visto por parte da população secular, gente com desvios sexuais graves.

Os cursos de formação do clero, quando não totalmente contaminados pelos próprios teóricos que João Paulo 2º chamava em sua encíclica "Fides et Ratio" ("Fé e Razão") de "pensadores da suspeita" contra a fé e a razão (Marx, Nietzsche, Freud, Foucault), são fracos, com professores mal formados e conteúdos vazios. Claro que existem exceções, que, como sempre, em sendo exceções, confirmam a regra.

Enfim, o papado de Bento 16 fracassou, em grande parte, em razão do fogo amigo: sua própria infantaria.

A Igreja Católica agoniza diante de um mundo que cada vez é mais opaco para quem pensa, como ela, que a vida seja algo mais do que conforto, prazer e liberdade pra transar com quem quisermos e quando quisermos.

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Próximo papa pode ser um cardeal brasileiro

 

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Com a renúncia inesperada do papa Bento XVI, há agora a expectativa de quem será apontado como o novo papa. Muitos olham para um candidato da América Latina, e o arcebispo brasileiro Odilo Scherer tem sido apontado como um dos prováveis sucessores.

  • cardeais brasileiros

    (Foto: Divulgação)

    Da esquerda para a direita: Dom Odilo Scherer, dom João Braz de Aviz, dom Geraldo Majella Agnelo (no alto), dom Cláudio Hummes e dom Raymundo Damasceno têm chances de suceder Bento XVI.

O cardeal Odilo Pedro Scehrer está entre os cinco candidatos apontados como prováveis sucessores, que incluem também o cardeal Angelo Scola, arcebispo de Milão; Marc Oullet, do Canadá, Luis Antonio Tagle, cardeal de Manila, na Ásia e Peter Turkson, de Gana, na África.

Entretanto, outro brasileiro João Braz de Aviz é visto também como um forte candidato, apontou a Reuters. O apologista cristão brasileiro Johnny Bernardo do Instituto de Pesquisas Religiosas do Brasil (INPR) também aponta para dom João Braz como um dos mais cotados a assumir o cargo.

Ao todo cinco brasileiros estão na lista dos candidatos ao papado. São eles, dom Raymundo Damasceno, atual arcebispo de Aparecida e Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Cláudio Hummes, de 78 anos, arcebispo emérito de São Paulo, Odilo Scherer, de 63 anos, atual cardeal arcebispo de São Paulo, dom João Braz de Aviz, de 66 anos, que mora em Roma e é prefeito das congregações dos religiosos em Roma, e dom Geraldo Majella Agnelo, de 79 anos, atual arcebispo emérito de Salvador (BA).

Apesar de haver uma maioria de europeus como candidatos, muitos especialistas apostam que um candidato da América Latina ou da África podem preencher a vaga.

Entre as características apontadas para o Brasil estar no alvo das especulações, está a grande população católica de 133 milhões no país, segundo o Pew Forum on Religion & Public Life e a sua forte tradição católica.

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Johnny Bernardo aponta também para o crescimento evangélico no Brasil como influência na decisão da escolha do novo papa. Segundo ele, o tema foi base de especulações jornalísticas em 2005, quando houve a eleição de Joseph Ratzinger, o que motivou a indicação de dom Cláudio Hummes ao cargo de prefeito da Congregação para o Clero.

Ele cita também para a entrada do arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta na lista dos cardeais com direito a voto. Segundo ele, isso eleverá o número de cardeais brasileiros com direito a voto para seis, ultrapassando a Índia, com cinco cardeais, e se igualando a Espanha e a Alemanha, de onde veio o atual papa Bento XVI.

O apologista relembra que o papado de Bento XVI deu sequência ao diálogo ecumênico e a ruptura na hegemonia italiana e as mudanças advindas do Vaticano II abriram espaço para novas perspectivas com relação à sucessão papal.

“Por outro lado, o conservadorismo – característica comum dos antecessores de Bento XVI – é um aspecto que deve ser mantido no próximo Conclave, apesar de pressões internas e externas por abertura litúrgica e doutrinária.”