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Pastor que orou por Obama na sua posse diz: todos os brancos vão para o inferno

 

Julio Severo

Todas as pessoas brancas vão para o inferno, declarou o Rev. Joseph Lowery, pastor batista negro que atuou junto com o Rev. Martin Luther King. Sua declaração foi feita a uma audiência de apoio eleitoral a Obama em 27 de outubro na Geórgia, EUA.

Lowery, que deu a bênção oficial na posse do presidente Barack Obama em janeiro de 2009, disse à audiência composta de 300 negros americanos “que quando ele era um jovem militante, ele costumava dizer que todos os brancos estavam indo para o inferno. Mais tarde ele suavizou o discurso e passou a dizer que a maioria dos brancos estava destinada ao inferno. Agora, disse ele, ele voltou ao que era antes”, de acordo com uma reportagem de 31 de outubro no jornal Monroe County Reporter.

Rev. Joseph Lowery, à direita, fazendo a invocação de “bênção” na posse de Obama em 2009

Embora Lowery seja reverenciado como líder de direitos civis, durante os últimos quase 40 anos ele ficou famoso por sua retórica inflamatória e por abraçar causas radicais, tais como apoiar o terrorista muçulmano Yasser Arafat e guerrilheiros comunistas.

Ele não é o único pastor negro radical nos EUA. Há também o Rev. Jesse Jackson, que é antigo amigo do PT no Brasil e recentemente declarou que casaria homossexuais. Tal qual Lowery, Jackson também lutou ao lado do Rev. Martin Luther King. (Coincidentemente, outro que lutou ao lado dele foi o Rev. William Sloane Coffin, pastor presbiteriano que se tornou “campeão dos direitos gays”.)

De acordo com o Rev. Lowery, é racismo não votar por Obama e toda a sua carga de marxismo.

O que me intriga é: como ele reagiria diante de um branco tão radical quanto ele? Entre os brancos, provavelmente o tipo que mais se aproxima do pastor batista inflamado é o extremista da Ku Klux Klan.

Se um pastor branco dissesse que todos os negros vão para o inferno, Lowery deixaria de fazer uma denúncia por racismo? Ele deixaria de exigir punição para o responsável?

Nos EUA parece estar nascendo um tipo radical e protegido de racismo, e está vindo diretamente dos púlpitos progressistas.

Com informações de Obama’s inauguration reverend: All whites going to hell

Fonte: www.juliosevero.com

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A Ciência prova a existência de Deus: ADN – Deus e o Design Inteligente

 

PorAndrea Madambashi | Repórter do The Christian Post

Projeto Design Inteligente pode provar a existência de Deus pela análise do DNA, afirma cientistas no programa Desvendando o Mistério da Vida (Unlocking the Mistery of Life).

  • DNA

    (Foto: Reuters)

    Projeto Design Inteligente pode provar a existência de Deus pela análise do DNA, afirma cientistas no programa Desvendando o Mistério da Vida (Unlocking the Mistery of Life).

De acordo com o documentário, não há no Universo nenhuma entidade que armazene e processe mais informação de um modo tão eficiente quanto a molécula do DNA. Um complemento total de DNA humano possui 3 bilhões de caracteres individuais.

As regiões codificadas das molécula do DNA com seus caracteres químicos possuem uma organização específica para transmitir instruções detalhadas que foram comparadas a letras de uma sentença compreensível ou dígitos binários num código de computador.

Tendo em vista que há informação na vida em cada célula viva de cada organismo vivo, a pergunta que se faz é: “De onde vem essa informação?”

O filósofo e cientista Steven C. Meyer tem estudado para responder essa pergunta. Ele desenvolveu um argumento para provar que o Projeto Inteligente tem a melhor explicação para a origem da informação necessária à construção da primeira célula viva.

Cientistas que defendem o projeto inteligente alegam que não há explicação natural; seleção natural; processos auto-organizacionais ou o acaso que produzam a informação. Eles afirmam que o que é capaz de produzir informação é a inteligência.

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Assim, eles concluem que quando se descobre um sistema na célula rico em informação, especificamente na molécula do DNA, pode-se concluir que uma inteligência teve papel na origem desse sistema.

A obra de Meyer faz parte de um amplo estudo de casos científicos para um projeto inteligente que surgiu da reunião de cientistas e filósofos na costa central da Califórnia em 1993.

Já Paul Nelson, filósofo da biologia, diz que o projeto dá um instrumento novo que deve fazer parte da caixa de ferramentas da ciência. Segundo ele, as causas da inteligência são reais e elas deixam evidência. “Uma ciencia saudável é aquela que busca a verdade e deixa as evidências falarem por si mesma”.

O argumento para o Projeto Inteligente se baseia na observação dos fatos, de acordo com Phillip Johson, autor do Livro Darwin On Trial. Ele diz “Quando observamos os fatos como o Michael J. Bene (biológo da Lehigh University) tem feito, o que vemos? um padrão fantástico de complexidade interrelacionada”.

O bioquímico da Universidade Lehigh, Michael Behe, defende o projeto falando sobre o motor de poupa. “Com o motor de poupa vemos como as partes interagem e sabemos que alguém fez isso. O raciocínio é o mesmo para as máquinas biológicas. Por isso a ideia do projeto inteligente é completamente científica”. Segundo ele, existem implicações religiosas mas não depende de premissas religiosas.

“Não podemos explicar este sistema pela lei natural. E se estamos buscando a verdade e se são de fato projetados”, diz Scott Minnich, Biólogo Molecular da Universidade de Idaho.

“É uma ideia muito forte de que o Universo é racional e compreensível subscrito por uma inteligência suprema. É algo que transcende o programa da ciência, algo que traz significado ao mundo. Se tudo fosse de caráter caótico então não haveria razão para se esperar qualquer propósito lá fora. Mas de fato se for produto de uma mente inteligente então a ciência torna este projeto enorme e maravilhoso de se resolver o quebra-cabeça”.

A teoria de Darwin da seleção natural revolucionou a ciência. Mas hoje ela está sendo desafiada por este Projeto Inteligente que acendeu diversas descobertas bem como intensos debates sobre a origem da vida na Terra.

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‘Igreja mente muito sobre a vida de Jesus’, afirma escritor da saga Cavalo de Tróia

 

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Nesta quarta-feira (31) o escritor e jornalista espanhol J.J. Benítez, autor da célebre saga literária "Cavalo de Tróia", disse em uma seção de autógrafos em São Paulo que a Igreja Católica "mente muito" sobre a vida de Jesus.

  • J.J. Benítez

    (Foto:Divulgação)

    J.J. Benítez escritor afirma que igreja católica mente sobre a vida de Jesus

 

De acordo com Agência Efe, uma leitora lhe disse que considerava que a Igreja mentia "um pouco", comentou Benítez. Ele respondeu dizendo que, na realidade, ela "mente muito", além de ter "enterrado" a mensagem de igualdade entre os seres humanos que Jesus propagava.

Para ele, todos os seres humanos são filhos de Deus e iguais entre si, mas se tornou um fato que foi "enterrado" pelos padres da Igreja. "Estamos vivendo uma falsidade histórica", lamentou.

"A Igreja mente, manipula e censura", disse o escritor ao referir-se às dúvidas sobre a autenticidade da autoria dos Evangelhos.

Para Benítez, a forma como os textos sobre a vida de Jesus foram escritas não são claras, existindo a possibilidade de diferentes pessoas ao longo da história terem modificado os fatos a partir de notas de algum dos evangelistas.

Benítez também comentou que tratar a figura de Jesus como um ser "próximo”, lhe conferiu uma humanidade que a Igreja esqueceu por "ignorância ou por interesse", fator que fez com que seus livrosse tornassem um sucesso.

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J.J. Benítez, autor de 55 livros, deve deixar o Brasil nesta quinta-feira (1º). Passou cinco dias no país, onde visitou as cidades de Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e São Paulo.

Operação Cavalo de Tróia

É uma coletânea de "dossiês" divulgados em nove livros que narra uma missão da Força Aérea dos Estados Unidos na qual um módulo chamado "berço" é levado ao ‘passado’ com o propósito de comprovar a existência de Jesus Cristo.

Um major, de nome não revelado, e um piloto voltam no tempo até a época de Jesus Cristo e presenciam muitos fatos narrados na Bíblia. A Bíblia é tomada como referência, uma vez que contém as datas e eventos da época. Fornecem, também, dados da sociedade da época: costumes, leis (principalmente as leis do judaismo), crenças (judaícas e pagãs, geografia, ambiente, etc).

O major, que durante a viagem adota o nome de Jasão, é escolhido para a operação pelo seu ceticismo e imparcialidade, mas quando encontra Jesus – o Mestre – é tocado profundamente por sua mensagem e a narrativa ganha um tom delicado e humano.