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Dios existe, es suizo, y Google Maps es su profeta

 

Dios existe, es suizo, y Google Maps es su profeta

La imagen de Google Maps que han interpretado como Dios

Mientras Apple falla estrepitosamente con sus mapas, Google “encuentra a Dios” en Suiza.

26 DE SEPTIEMBRE DE 2012, SUIZA

Un pequeño rincón al norte de Suiza, muy cerca de la frontera con Liechtenstein es el lugar donde vive el Dios visible. Al menos es lo que parece indicar Google Maps, el potente servicio cartográfico online del gigante de la Red, que muestra una extraña imagen capturada en el cielo en su Street View.
El programa de mapas muestra la imagen en la coordenada 47.110579,9.227568 del buscador.
El punto, apenas un kilómetro al este de la localidad de Murg, en Saint Gallen, corresponde a una carretera que bordea un lago en una zona montañosa. Si se activa el modo de visualización fotográfica de Google Maps se observa en el cielo una mancha que podría interpretarse como alguien con el brazo derecho extendido hacia arriba .
Algunos interpretan incluso que se trata de la silueta de la Virgen María junto a Jesucristo. Lo cierto es que al avanzar con el ratón por el recorrido de la carretera, la forma sigue apareciendo, por lo que lo más probable es que la ‘aparición’ se deba simplemente a un fallo en la cámara que tomó la imagen o a algo que se pegó en el cristal que la protege.
APPLE Y GOOGLE ¡VAYA PAR DE DOS!
El curioso hallazgo, que fue uno de los temas más comentados en Twitter en España a lo largo de la mañana de su descubrimiento, y llega justo en plena polémica por la actualización del sistema operativo de Apple, el iOS a su versión 6, en la que los mapas ofrecidos por la compañía han perdido tantísima calidad y precisión que muestran, por ejemplo, el español río Ebro en pleno Amazonas brasileño.
Mientras Apple falla estrepitosamente con sus mapas, Google “encuentra a Dios”. Toda una imagen de la tecnología y el hombre actuales, que acaban fallando en lo práctico y desbarrando en lo espiritual.

Fuentes: Agencias

© Protestante Digital 2012

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Churchill e o Islã

 

26, setembro, 2012

Fonte IPCO

Paulo Emanuel de Oliveira Freitas

Todos sabemos da capacidade de discernimento e percepção de Winston Churchill. Ele serviu o Departamento de Estado do Império Britânico durante muito tempo em países islâmicos e as conclusões a que ele chegou em 1899 (!!!) sobre o islã não são diferentes das conclusões de Joseph Conrad (1857-1924), nobre polonês que se naturalizou inglês e se tornou um dos maiores escritores da língua inglesa.

O breve discurso abaixo de Winston Churchill foi proferido por ele em 1899, quando ele era um jovem soldado e jornalista. Provavelmente estabelece a visão atual de muitos, mas, por estar expressa pelo lúcido Churchill, em seu escorreito texto em língua inglesa, da qual ele era um mestre, ganha notável realce. Sir Winston Churchill foi, sem dúvida, um dos maiores homens dos séculos XIX e XX.

Ele foi um jovem soldado corajoso, um jornalista brilhante, um extraordinário político e estadista, líder aliado da II Grande Guerra e primeiro-ministro britânico, para quem o mundo ocidental há de ter para sempre uma grande dívida. Ele morreu em 24 de janeiro de 1965, com a idade de 90 anos e, depois de uma vida a serviço de seu país, lhe foi concedido um funeral de chefe de estado.

ESTE É O DISCURSO:

“Quão terríveis são as maldições que o islamismo impõe a seus devotos! Além do frenesi do fanático, que é tão perigoso em um homem como hidrofobia em um cão, há essa apatia fatalista temerosa. Os efeitos são visíveis em muitos países: hábitos ultrapassados, desastrados sistemas de agricultura, lentos métodos de comércio e insegurança da propriedade sempre existem entre os seguidores do Profeta, em tese ou ao vivo.

“Um sensualismo degradado priva essa vida de sua graça e requinte, o próximo de sua dignidade e santidade. O fato de que, no direito muçulmano cada mulher deve pertencer a algum homem como sua propriedade absoluta, como uma criança, uma esposa ou concubina, deve atrasar a extinção final da escravidão até que a fé do Islã tenha cessado de ser uma grande potência entre os homens.

“Muçulmanos individuais podem mostrar qualidades esplêndidas, mas a influência da religião paralisa o desenvolvimento social de quem segui-la.

“Nenhuma outra força retrógrada forte existe no mundo como ela. Longe de estar moribundo, o Islamismo é militante e sectário da fé. Ele já se espalhou por toda a África Central, levantando guerreiros destemidos em cada etapa; e apesar do cristianismo abrigado nos braços fortes da ciência, e a ciência por si, contra os quais vêm lutando, a civilização da Europa moderna pode cair, como caiu a civilização da Roma antiga.”

Sir Winston Churchill

(Fonte: The River War, first edition, Vol II, pages 248-250 London)

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Igreja católica australiana assume mais de 600 casos de abusos sexual de menores

 

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

A Igreja Católica do estado australiano de Victoria (sudeste) revelou que pelo menos 620 menores foram vítimas de abusos sexuais por parte do clero desde os anos 1930, o que provocou novos apelos no último sábado por uma investigação independente.

  • igreja Catolica

    (Foto:Dilvulgação)

    igreja Catolica

De acordo com publicação BBC, ativistas dizem que o verdadeiro número de vítimas de abuso pode ser de até 10.000. Ao comentar o caso, o arcebispo de Melbourne, Denis Hardt, classificou os acontecimentos como "vergonhosos e repugnantes".

"É vergonhoso e consternador que estes abusos, com seu dramático impacto naqueles que foram abusados e em suas famílias, tenham sido cometidos por padres católicos, religiosos e funcionários da igreja", disse o arcebispo de Melbourne, Denis Hart.

Um inquérito parlamentar foi aberto para julgar padres da região. A maioria dos casos teriam ocorrido entre 1960 e 1980, mas os investigadores declararam que ao menos 45 dos crimes analisados foram cometidos recentemente.

"Nós queremos esclarecer esses acontecimentos para amenizar o sofrimento daqueles que foram abusados e avaliar o contexto em que isso aconteceu, especialmente nos últimos 16 anos. Queremos descobrir no que a Igreja pode melhorar e não mediremos esforços para prevenir novos casos", declarou o arcebispo Denis Hart.

Abuso de crianças por padres católicos romanos tem sido um grande problema em anos recentes Austrália.

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Durante visita à Austrália em julho de 2008, o Papa Bento XVI se encontrou com algumas supostas vítimas de abuso sexual no país e fez declarações públicas contra a prática. Naquela época, as investigações ainda estavam no início e não havia uma postura clara da igreja local.