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Morre reverendo Moon, fundador da Igreja da Unificação, na Coreia do Sul

 

Sun Myung Moon estava internado com pneumonia há duas semanas

02 de setembro de 2012 | 16h 49

estadão.com.br

Texto atualizado às 17h14

GAPYEONG, COREIA DO SUL – O reverendo Sun Myung Moon, o autoproclamado messias que transformou a Igreja da Unificação em um movimento religioso mundial e fez amizade com os líderes da Coreia do Norte e presidentes dos EUA, morreu aos 92 anos neste domingo, 2.

Moon transformou a igreja em um movimento - Efe

Efe

Moon transformou a igreja em um movimento

Ele estava internado em um hospital de propriedade da igreja perto de sua casa em Gapyeong, ao nordeste de Seul, na Coreia do Sul, duas semanas depois de ter sido hospitalizado com pneumonia. Segundo o porta-voz da Igreja da Unificação, Ahn Ho-yeul, a esposa e os filhos estavam ao lado dele o tempo todo.

Moon, nascido em uma cidade que atualmente faz parte da Coreia do Norte, fundou o movimento religioso em Seul em 1954, após sobreviver à Guerra da Coreia. Ele pregou novas interpretações das lições da Bíblia.

A igreja ganhou fama e notoriedade nos anos 70 e 80 pela realização de casamentos em massa de milhares de seguidores, as vezes de diferentes países, na tentativa de construir um mundo religioso multicultural.

A igreja foi acusada de enganar seguidores por dinheiro. Pais de religiosos nos Estados Unidos e em outras partes do mundo expressaram preocupação que seus filhos teriam sofrido "lavagem cerebral" ao entrar no culto. A igreja respondeu que outras novas religiões sofreram acusações semelhantes em seus estágios iniciais.

Mais recentemente, a igreja adotou um perfil mais discreto e se concentrou em negócios, construindo um império que inclui o jornal Washington Times, o hotel New Yorker em Manhattan, a Universidade Bridgeport em Connecticut, assim como

hotéis e montadoras de automóveis na Coreia do Norte.

A igreja também possui um resort para práticas de esqui, um time de futebol profissional e outros negócios na Coreia do Sul, incluindo uma empresa de distribuição de frutos do mar que fornece sushis para os restaurantes japoneses nos Estados Unidos.

Com agências de notícias

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Murió a los 92 años el fundador de la “secta Moon”

Corea del Sur

 

Murió a los 92 años el fundador de la “secta Moon”

La llamada “Iglesia de la Unificación" con unos tres millones de seguidores en 200 países lo consideran "el único Mesías de la historia humana".

02 DE SEPTIEMBRE DE 2012, COREA DEL SUR

Sun Myung Moon, el autoproclamado mesías surcoreano que fundó la controvertida "Iglesia de la Unificación" y la convirtió en un imperio multimillonario, falleció este lunes por la madrugada en Corea del Sur a los 92 años. Moon había sido hospitalizado el mes pasado por una neumonía.
El reverendo Moon había sido trasladado la semana pasada del hospital St Mary de Seúl, adonde había sido ingresado a mediados de agosto en terapia intensiva, a un centro médico perteneciente a la secta en el este de la capital coreana.
"Estaba agotado los últimos meses ya que, a pesar de su edad, viajó todos los meses a Estados Unidos", explicó a la AFP un portavoz de la Iglesia de la Unificación confirmando la noticia de su fallecimiento, anunciada por la agencia surcoreana Yonhap.
El reverendo tenía 14 hijos y muchos de ellos trabajan activamente en su imperio. Hyung Jin Moon, el menor de ellos, lo sucedió en 2008 con 28 años de edad al frente del movimiento.
MOVIMIENTO RELIGIOSO NEOCRISTIANO Y ANTICOMUNISTA
Moon, surcoreano, nació en una familia de agricultores de lo que hoy es Corea del Norte. Nació el 6 de enero de 1920 en lo que hoy es la provincia norcoreana de Pyongan del Norte, y se refugió en Corea del Sur al término de la guerra en la península (1950-1953).
Rechazado por las iglesias protestantes coreanas, Moon fundó en Corea del Sur su propia iglesia, la "Iglesia de la Unificación", un polémico movimiento religioso neocristiano y anticomunista, en 1954. Es una de las comunidades religiosas más controvertidas del mundo y muchos países la consideran como una secta.
En 1971 Moon emigró a Estados Unidos, donde en la década de 1980 fue condenado a 18 meses de prisión por evasión de impuestos y conspiración.
La organización reivindica tres millones de seguidores en unos 200 países que lo llaman "el Verdadero Padre" y lo consideran como "el único Mesías de la historia humana".
Sus enseñanzas están basadas en la Biblia pero con nuevas interpretaciones que fueron condenadas como heréticas por las grandes organizaciones cristianas. Entre sus rituales destacan los multitudinarios matrimonios que le llevaron incluso en alguna ocasión a entrar en el Libro Guinness de los Récord.
Unas bodas que distan mucho de lo habitual y que en la mayoría de casos los novios no se conocen personalmente. En la noche de bodas, en vez de sexo, deben flagelarse como parte de la ceremonia de preparación -de castigo lo llama la Iglesia de la Unificación-, para expiar los pecados cometidos.
La boda abre un periodo de "limpieza espiritual" en la que el matrimonio no puede consumarse, principalmente porque los esposos están separados bajo el mandato de trabajar para Moon esparciendo sus ideas por todo el mundo.
UN MACROIMPERIO
Moon fue tan criticado por sus detractores como venerado por sus seguidores. Sus críticos aseguraban que, más allá de sus actividades religiosas, el líder hizo uso de un agudo sentido comercial para convertirse en multimillonario gracias a la sumisión de tantas personas.
La secta afirma tiene un vasto imperio económico abarca desde el sector de la construcción a la educación, la alimentación, la ingeniería o la prensa, posee entre otros el Washington Times.
En 1991 Moon se reunió con el entonces líder norcoreano Kim Il-Sung en Pyongyang. Desarrolló negocios en Corea del Norte a través de una firma asociada a la secta, Pyeonghwa (Peace) Motors, que desde 1999 se dedica a la construcción de automóviles en el norte de la península.

Fuentes: Agencias

© Protestante Digital 2012

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Paulo Coelho diz ‘Eu fiz um pacto com Deus’, sobre o seu sucesso

 

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Paulo Coelho, que é considerado um dos autores mais lidos da história na literatura brasileira, com mais de meio bilhão de leitores e 25 anos na lista dos mais vendidos, diz que seu sucesso vem de um pacto feito com Deus.

  • Paulo Coelho

    (Foto:Divulgação)

    Paulo Coelho

 

De acordo com publicação G1, para muitas pessoas, o sucesso de Paulo Coelho seria resultado de bruxaria, boas traduções, misticismo e auto-ajuda. Entretanto, o autor afirma que com relação as boas traduções os boatos faz sentido, mas quanto às bruxarias ele afirma que pede a Deus para guiar seus caminhos.

“As boas traduções, isso eu já ouvi. Ninguém pegaria um livro mal-escrito e traduziria bem. A bruxaria? Eu tenho umpacto com Deus, feito do fundo do meu coração. Eu peço a Deus que ele jamais me deixe desviar do meu caminho. Até agora, eu não me desviei, o pacto está assumido e, se Deus quiser, eu serei capaz de honrá-lo até o final”, afirma Paulo.

Paulo Coelho, que é conhecido por publicações de livros que abordam tema dentro do mundo da magia e da religiosidade, se declara católico, chegou em suajuventude a participar do ocultismo, Caminho da Mão Esquerda e Sociedade Alternativa, seitas que misturam maliciosas práticas da Magia Negra.

Em março deste ano, Paulo Coelho concedeu uma festa para 150 amigos na Itália. Segundo ele, todo ano comemora um milagre alcançado por sua mãe em sua gravidez. “Nasci enforcado no cordão umbilical e minha mãe fez uma promessa para que eu sobrevivesse”.

Apesar dos vários amigos famosos presentes em sua festa, Paulo comentou que o ponto alto da comemoração foi o momento da oração.

“(…) o ponto alto da festa foi a oração que fizemos pedindo proteção a todos os desempregados e aos que estão à procura de conforto. Minha maior virtude e a dos meus amigos é a capacidade de trabalho e sobretudo o amor”, disse Paulo, ao lado da mulher, a artista plástica Christina Oiticica (60), e da sogra, Paula Oiticica (80).

O ator que em novembro de 2011 foi diagnosticado com um problema no coração, o qual o permitiria ter apenas um mês de vida, disse não ter medo da morte. “(…) A morte é minha amiga. Não foi a primeira vez que andei perto da morte. Foi a primeira vez que andei publicamente perto da morte”. Paulo curou-se do problema diagnosticado após uma cirurgia.

Paulo Coelho vive na Suíça há quatro anos. Além do apartamento duplex que ele tem em Genebra, ele também tem residências em Paris, Barcelona, um apartamento de frente para o mar de Copacabana, no Rio de Janeiro, e, agora, está planejando a compra de um apartamento duplex em Nova York. São frutos de muito dinheiro, trazido com a venda extraordinária de 150 milhões de livros no mundo inteiro.