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Moedas de ouro usadas nas Cruzadas são encontradas em Tel Aviv

 

Pesquisadores acham 108 moedas de ouro num pote e têm uma surpresa: elas haviam sido cunhadas séculos antes, por sultões egípcios

American Friends of Tel Aviv University (AFTAU)

Pesquisadores encontram 108 moedas em pote de ouro em Tel Aviv (American Friends of Tel Aviv University (AFTAU))

Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, encontraram um verdadeiro tesouro em ouro escondido dentro de um castelo no sítio arqueológico de Arsur, usado naquela região na época das Cruzadas – um movimento militar que saiu da Europa em direção à Terra Santa, nos séculos 12 e 13, para dominar os territórios e impor o cristianismo.

O pote continha 108 moedas de ouro e trazia uma surpresa: elas não eram daquele tempo, mas de séculos anteriores, e haviam sido feitas por sultões egípcios.

Essa ligação entre épocas distintas foi feita pelos pesquisadores porque as moedas estavam em um local que foi construído em 1.241 e destruído em 1.265, mas as moedas traziam inscrições com os nomes de sultões egípcios e o local onde foram cunhadas, além da data: foram fabricadas entre os anos 900 e 1.100.

Sociedade e economia – A descoberta mostra a dinâmica das transações econômicas daquele período e a relação que aquele povo tinha com o dinheiro.

Geralmente as sociedades fabricam sua própria moeda. De um ponto de vista social e político, elas têm importância não só pelo valor, mas também pela mensagem: mostram uma sociedade de economia forte e independente, com cultura própria e identidade coletiva, disse Oren Tal, diretor de escavação e presidente do departamento de arqueologia da Universidade de Tel Aviv.

Por isso, segundo ele, a descoberta tem enorme valor científico. “É a primeira vez que encontramos moedas das cruzadas em Israel”, disse. “Elas revelam o quanto da economia era ativa naquela região, porque eles não se preocupavam em usar moedas antigas para completar grandes transações comerciais”, disse.

Arsur foi um local onde eram fechados negócios envolvendo bens manufaturados e agrícolas e ficava entre os portos de Jaffa e Caesarea.

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Bíblia judaica é restaurada

Efe

Trabalho deve estar pronto no ano que vem

RAMAT GAN, ISRAEL – O Estado de S.Paulo

O professor Menachem Cohen, da Universidade de Bar Ilán, próximo a Tel Aviv, está prestes a completar um grande projeto: a versão mais completa e precisa do Antigo Testamento.

À frente de uma equipe de mais de uma dúzia de pesquisadores do Departamento da Bíblia da universidade, Cohen desenvolve há mais de 30 anos um ambicioso trabalho chamado Mikraot Gdolot-Haketer ou As Grandes Escrituras, uma espécie de molde para o Antigo Testamento, que deve ficar pronto até o ano que vem e será digitalizado.

A última compilação desse tipo foi feita no século 16, cerca de 50 anos depois da invenção da imprensa, pelo judeu sefardita Jacó Ben Haim, que viveu em Veneza. Sua versão, reproduzida desde então, baseou-se em manuscritos e consultas a rabinos. Contém também notas e explicações sobre o texto.

Apesar de ser uma das obras mais reproduzidas e estudadas do mundo, essas edições estão cheias de imprecisões, afirma Cohen. "Pesquisei os manuscritos da Idade Média e descobri que os textos prévios utilizados para a publicação da primeira versão compilada de Ben Haim não eram totalmente precisos e eu me propus a resolver esse problema", afirmou o acadêmico. O professor chama de "discrepâncias" problemas como a ausência de uma letra ou um erro de pontuação.

Essa nova edição da bíblia judaica conta com uma fonte privilegiada, o Códice de Alepo, escrito no século 10 por Aarão Ben Asher em Tiberíades, hoje Israel.

"Não há, na história do povo de Israel, uma bíblia mais precisa", afirma Cohen. Segundo ele, a versão de Haim possui milhares de erros, enquanto a de Asher tem apenas algumas dezenas de imprecisões.

Haim nunca teve acesso ao Códice de Alepo porque na época ele estava guardado na Síria pela comunidade judaica local. / EFE

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Líder de estudo da Bíblia é condenado à prisão nos EUA

 

Nação que foi fundada por cristãos perseguidos hoje persegue cristãos

Julio Severo

Um cristão da cidade de Phoenix, no Arizona, EUA, que fazia estudos da Bíblia em seu lar há anos, muitas vezes em face de ameaças da prefeitura, permanecerá encarcerado por ter esses estudos, depois que a Suprema Corte do Arizona se recusou a intervir no seu caso.

Advogados do Instituto Rutherford, que defende a liberdade religiosa nos EUA, anunciaram que seu pedido de habeas corpus em favor do cristão foi rejeitado.

Michael Salman terá de cumprir uma sentença de cadeia de 60 dias e pagar uma multa de 12 mil dólares por usa a propriedade privada de sua residência para realizar um estudo semanal da Bíblia.

A prefeitura disse que os “crimes” envolveram violações de códigos municipais de construção, mas seus defensores apontaram para o fato de que esses códigos são para propriedades comerciais, e a prefeitura não os aplica para comemorações de futebol, reuniões sociais e outros eventos que são realizados em lares.

Se a prefeitura fosse justa, daria o mesmo “tratamento” para os outros eventos. Mas a perseguição é contra o testemunho de Cristo.

O que está acontecendo com os EUA?

Depois de sua independência, muitos estados dos EUA tinham leis e constituições que reconheciam a importância de adorar a Deus. Por exemplo, a Constituição do Tennessee, Artigo XI, Seção III, declarava: “Todos os homens têm um direito natural e irrevogável de adorar o Deus Todo-poderoso de acordo com os ditames da própria consciência”. O Artigo VIII, Seção II, declarava: “Toda pessoa que negue a existência de Deus, ou um estado futuro de recompensa [no céu] e castigos [no inferno] estará proibida de ocupar cargos civis neste Estado”.

Hoje, a lei geral nos EUA parece ser “Todos os homens têm um direito natural e irrevogável de desprezar o Deus Todo-poderoso de acordo com os ditames da própria consciência”.

Ainda que não declarada, a ordem para cargos públicos parece ser: “Toda pessoa que negue a existência de Deus, ou um estado futuro de recompensa [no céu] e castigos [no inferno] ocupará cargos civis elevados nos EUA”.

Se essa mudança não é de fato realidade, então como explicar cidadãos cristãos sendo perseguidos nos EUA pelos motivos mais banais?

Se os que ocupam cargos públicos negam a existência de Deus, eles evidentemente trabalharão para cortar a liberdade dos cristãos e expandir a liberdade dos grupos ideológicos que apoiam um Estado que nega a existência de Deus: homossexualistas, abortistas, marxistas, feministas, etc.

Os EUA, que foram fundados por cristãos perseguidos, estão finalizando sua história como nação perseguidora de cristãos americanos e provocadora de perseguição aos cristãos em outros países, como está ocorrendo no caso da Primavera Arábe, que sob incitação dos EUA está instalando em países muçulmanos líderes radicais que estão provocando um banho de sangue cristão.

Com informações do WND e American Minute.

Fonte: www.juliosevero.com