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Os darwinistas estavam errados

 



08/06/12 – 15:19
POR RAFAEL GARCIA

folha.com

QUANDO UM JUIZ AMERICANO da cidade de Dover, na Pensilvânia, deu ganho de causa a um grupo de pais que processava uma escola pública por ensinar conceitos criacionistas a seus alunos, cientistas comemoraram. Apesar de ter ocorrido em em um tribunal local, o julgamento vinha sendo coberto por vários jornais dos Estados Unidos, e havia a expectativa de que a vitória, obtida em 2005, fosse se refletir na opinião pública reduzindo a influência de movimentos religiosos conservadores que tentavam sabotar o ensino da teoria da evolução no país.

Os biólogos que defendiam Darwin, porém, estavam errados em esperar um recuo dos criacionistas. Uma pesquisa de opinião divulgada na semana passada pelo Instituto Gallup mostra que, sete anos depois, 46% dos americanos acreditam que Deus criou a espécie humana do nada. O número é o mesmo de 30 anos atrás, quando o levantamento foi feito pela primeira vez.

O que os professores de biologia se perguntam agora é: o que pode ser feito? Por que as pessoas são tão refratárias à ideia da evolução por seleção natural? Por que esforços educacionais e as incontáveis obras de divulgação científica sobre o assunto têm sido inócuas na tentativa de manter o fundamentalismo religioso longe da ciência?

No Brasil, por enquanto, é difícil projetar a tendência de crescimento do criacionismo. Umapesquisa do Datafolha feita dois anos atrás mostra que 25% da população acredita na versão bíblica da origem da humanidade. Não sei se há dados mostrando quantos mais acreditam no “design inteligente”, a teoria criacionista que evita falar em Adão e Eva, mas defende o mesmo ponto.

Num país onde a educação ainda é um direito mal assegurado, dá medo. Muita gente confia que o curso natural da cultura humana fará com que ela abrace a ciência cada vez mais, mas nem sempre é assim. Um exemplo de que retrocessos ocorrem veio da Coréia do Sul, na semana passada. O país não apenas deixou de repelir a influência criacionista na educação como também aceitou demandas de religiosos para expurgar Darwin dos manuais de biologia.

A falta de pesquisas de opinião sobre criacionismo ainda torna difícil avaliar o problema em escala global, mas eu me arrisco a dizer que biólogos e educadores sérios, hoje, estão perdendo essa guerra.

Não vou discutir aqui o mérito de grupos conservadores em conseguir espalhar o evangelho do criacionismo. É inútil tentar convencer o inimigo de que sua causa é nociva. Mas acredito que nós, divulgadores da ciência, estejamos cometendo alguns erros.

Primeiro, não são julgamentos espetaculosos em tribunais que vão resolver esse tipo de problema. Cientistas já tinham tentado isso uma vez, em 1925, quando o professor de biologia John Thomas Scopes violou uma lei do estado do Tennessee que proibia o ensino de evolução. Scopes foi absolvido em última instância, mas com uso de uma manobra técnica (o primeiro juiz aplicara uma multa ilegal). O julgamento acabou com os biólogos cantando vitória, enquanto os criacionistas se consideraram “campeões morais”.

É necessário que haja segurança jurídica para o ensino da evolução, sim, mas suspeito que juízes e suas sentenças não têm o poder de mudar a cabeça das pessoas. Logo, acredito que aquilo que está faltando aos professores de ciências é uma estrutura mais proativa para fazer estudantes de fato entenderem de que se trata a evolução. A praga criacionista cresce no terreno fértil do analfabetismo científico. Ironicamente, talvez os educadores tenham algo a aprender com a tática de guerrilha dos grupos criacionistas, que atuam de forma descentralizada para espalhar suas ideias.

Segundo, é preciso evitar que o combate ao criacionismo se transforme numa cruzada contra a religião em si. Transformar o ensino de evolução em patrulha ideológica só vai fazer com que a rejeição a Darwin aumente. Richard Dawkins, possivelmente o maior porta-voz da luta anti-criacionismo no mundo, adotou essa abordagem ao escrever “Deus, um delírio” em 2006. O livro fez muito barulho ao ser lançado no mesmo ano de “Deus não é Grande“, do ensaísta Christopher Hitchens.

Sou bastante cético quanto ao potencial que tais autores têm de converter a turba criacionista. Particularmente, acho incômodo o fato de os dois textos basearem sua argumentação na crença de que a religião torna o mundo um lugar pior para se viver. Não é isso o que a própria ciência diz, e as evidências estão na maior revisão de estudos de sociopsicologia da religião já feita sobre o assunto, publicada em 2008 na prestigiada revista “Science”.

Para resumir, então, acredito que o combate ao criacionismo se beneficiaria de uma atitude mais ponderada dos biólogos. É preciso explicar que a teoria da evolução não está em conflito com uma compreensão religiosa mais sofisticada sobre a natureza, e não se pode embutir a pregação ateísta no ensino da biologia, porque a evolução não se trata disso. Além disso, é preciso mobilizar forças fora do âmbito oficial para dar fôlego ao ensino da biologia. Por que há tão poucas ONGs de educação se dedicando ao problema? Suspeito que as iniciativas para ensinar evolução fora do ambiente escolar estejam em falta. Quantas cidades têm o luxo de possuir um museu de história natural? Os criacionistas já estão começando a se mobilizar para montar osmuseus deles. Os biólogos precisam esperar o dinheiro do Estado para ampliar suas ações?

Não há como combater a ignorância sem investir na educação como um bem coletivo, e não há como frear o dogmatismo religioso tentando impor o ateísmo na marra. Se existe um desejo inconsciente dos cientistas de que todos se tornem ateus, talvez ele se realize num mundo onde as pessoas tenham bom repertório cultural e se sintam livres para pensar. Não vejo outro caminho.

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Como vivem os mercenários da Fé;

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Estamos vivendo um tempo em que as grandes igrejas viraram empresas, e onde o evangelho se limita apenas a bênçãos financeiras e bens materiais.

A verdadeira igreja precisa viver na contramão do mercantilismo e da incoerência gospel. 

Quando ligarmos a televisão para ver o quanto os líderes têm se desviado, é aí que vem a dúvida. Será que vale a pena assistir a programação Gospel na TV?

Se isso não é evangelho, então por que idolatro pastores e artistas gospel?

São os Evangélicos que querem tchú, que querem tchá, que se deixam ser levados por qualquer doutrina que não confronte seus vícios, ou que lhe prometam bens materiais e ricas bênçãos nessa terra. Analisam que se não pregam a prosperidade financeira e aquisição de bens materiais a igreja não está sob a unção do Espírito Santo.

Pastores têm se entregado à teologia da prosperidade, veja a Refutação Bíblica a palavra do Silas Malafaia sobre “Uma Vida de Prosperidade”

Existem igrejas para todos os gostos e também opções sexuais, a Igreja da pastora lésbica Lanna Holder tem relógio de ponto para controlar presença de fiéis e usa versão gospel de “Eu quero tchu” durante o louvor.

Além da igreja gay, a Ditadura gay tem intensificado seu trabalho. Nem o personagem dos quadrinhos, o Lanterna Verde: o herói gayzificado escapou.

Enquanto isso a agenda da Nova Ordem Mundial está sendo implantada a cada dia que passa. Recentemente aconteceu a Reunião dos Bilderbergs de 2012, na qual o candidato republicado a presidência dos EUA, Mitt Romney participou, lembrando que, tanto Barack Obama, como George H.W. Bush e Tony Blair participaram dos encontros pouco antes de serem eleitos.

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 Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Benny Hinn podría volver a casarse con su ex esposa Suzanne

 

Benny Hinn podría volver a casarse con su ex esposa Suzanne

Benny Hinn con Suzanne

Hinn dice que el proceso de reconciliación empezó durante la celebración navideña de 2011.

08 DE JUNIO DE 2012, ESTADOS UNIDOS

El conocido evangelista Benny Hinn anunció durante una ‘cruzada de milagros’, realizada el pasado 24 de mayo en Nueva York, que está en proceso de reconciliación con su ex esposa Suzanne.
“El pastor Benny lanzó una bomba sobre nosotros esa noche”, publicó en su página de Facebook el violinista Maurice Sklar. “¡Él y Suzanne se han reconciliado! ¡Anunció que se volverán a casar en diciembre! Casi me caigo de la silla. Casi me caigo del escenario. ¡El Dios que tenemos es maravilloso! ¡Es un milagro! ¡Alabado sea el Señor! ¡Estoy muy feliz de escuchar esta buena noticia!”, dijo.
Después de más de 30 años de matrimonio, Suzanne pidió el divorcio al evangelista en febrero del 2010, citando como causa unas relaciones “irreconciliables”. En ese tiempo Hinn emitió un comunicado diciendo que estaba “conmocionado y entristecido al enterarse de esta noticia sin previo aviso”.
Luego Hinn admitió que había contribuido al fracaso de su matrimonio, poniendo primero el ministerio y después su familia. Dijo que a menudo predicaba que el ministerio era primero, reconociendo que esa enseñanza dañó a sus hijos y a Suzanne.
PROCESO DE RESTAURACIÓN
Benny Hinn ha expresado que está muy contento por haberse reconciliado con su esposa, tanto así que publicó en su web oficial un comunicado titulado: “La restauración de mi familia ha empezado”.
En el escrito Hinn, dice que el proceso de restauración y reconciliación empezó durante la celebración navideña del año 2011, donde el evangelista pensaba que pasaría esas fiestas solo con sus hijos y no con su esposa, pero fue todo lo contrario.
“Tú has sido mi compañera y te has quedado conmigo contra viento y marea. Con todo mi corazón quiero decirte gracias, gracias, gracias. Y más allá de las palabras, te amaré siempre. Doy gracias a mi precioso Jesús por haberte traído a mi vida, y oro para que Él te bendiga una y otra vez, y satisfaga todas las necesidades en tu vida”, escribió Hinn.
En cuanto a la reconciliación, Suzanne puede haberse sorprendido al oír el anuncio de una posible boda. Un amigo cercano a la familia dijo: “el anuncio es prematuro, pero por favor, manténgase orando”.

Fuentes: Noticias Cristianas

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