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Kevin Costner Eulogy at Whitney Houston Funeral: ‘Church Was Our Private Bond’ (VIDEO)

 

February 18, 2012|3:48 pm

Kevin Costner offered a touching speech at Whitney Houston’s funeral today, talking about the Baptist Church upbringings both of them had, as well as obstacles they had to overcome to work together and make worldwide blockbuster "The Bodyguard."

Costner was among a host of celebrities attending, including Alicia Keys and Stevie Wonder. However, Aretha Franklin, who was scheduled to sing at the funeral, was unable to attend.

Costner started his address by explaining how one of Houston’s most well-known hits, "I Will Always Love You," almost never came to be. He revealed how another song, "What Becomes of the Broken Hearted," was going to be used in "The Bodyguard."

"What becomes of our broken hearts? Whitney returns home today, to the place where it all began," Costner said. "I ask that we dry our tears, suspend our sorrow, just long enough to remember the sweet miracle that was Whitney. We can’t forget Cissy and Bobbi Kristina sit among us. Your mother and I had a lot in common. A lot of people are thinking, really? You’re a boy, she’s a girl; she’s black, you’re white. I heard you like to sing, but our girl could really sing."

Kevin Costner gave a touching eulogy at Whitney Houston's funeral February 18, 2012.

(Photo: Reuters/Phil McCarten)

Kevin Costner gave a touching eulogy at Whitney Houston’s funeral February 18, 2012.

However, he then went on to explain what they held in common. He revealed that they both grew up in the Baptist Church, and continued to hold the church very close to their hearts.

"We both grew up in the Baptist church. It wasn’t as big as this. My grandmother played the piano and she led the choir. Her two daughters sang in it. My earliest memories are tied to that church in Paramount."

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"Church was what we knew, it was our private bond," he said.

He also told how he would often get in trouble growing up in church with his friends. He explained Houston’s "favorite" story of his, about how he and his friends would sneak into the church kitchen to finish the cups of "grape juice." However, Costner then added how he was caught by his dad and dragged out, to the laughter of the congregants.

He then spoke about Houston’s time growing up in church, "I can see her in my mind here, running around as a skinny little girl. I can also see her in trouble." He added how he imagined she would try and talk her way out of the trouble she was in, and how her mother Cissy would have none of it.

Whitney Houston bows after performing "I Didn't Know My Own Strength" at the 2009 American Music Awards in Los Angeles, California November 22, 2009.

(Photo: Reuters/Mario Anzuoni)

Whitney Houston bows after performing "I Didn’t Know My Own Strength" at the 2009 American Music Awards in Los Angeles, California November 22, 2009.

Costner then went on to talk about how their massive blockbusting movie "The Bodyguard" came to be. He spoke about Houston being the "perfect choice." However, he added how many initially had reservations at Houston taking on the main role. For one it would be her first acting role, also he explained how they were forced to postpone the movie a year to wait for her to come off her tour, which was "a lot for the studio to accept."

However, even though many had doubts, Costner was sure that she was the right choice. When Houston had to take part in a screen test, Costner recalled telling her not to be nervous and that he’d hold her hand every step of the way.

He explained that she could have fallen down and started speaking "in tongues" and she would’ve passed the screen test for the flick. Costner insisted he would have pushed her through no matter what. He explained how prior to the screen test Houston disappeared for a long period, for what he believed was a time for prayer.

He then joked how she changed the make-up the studio had put on her, to the kind she was more used to while giving her singing performances. However, the new make-up was much thicker and melted off as she took part in the screen test in front of the hot lights. That joke had the congregation in fits of laughter as they continued to reminisce about the much-loved singer.

SEE VIDEO OF KEVIN COSTNER’S TOUCHING EULOGY AT WHITNEY HOUSTON’S FUNERAL

SEE VIDEO OF ALICIA KEYS SINGING AT WHITNEY HOUSTON’S FUNERAL

SEE VIDEO OF STEVIE WONDER SINGING AT WHITNEY HOUSTON’S FUNERAL

Her make-up incident didn’t matter though, as he explained that she was the only one who could’ve played the role at that time. He admitted that anyone could have played his role, but that Houston made the film what it was.

"You weren’t just pretty, you were as beautiful as a woman could be," he said. "I was your pretend bodyguard not too long ago, and now you’re gone."

SEE VIDEO OF WHITNEY HOUSTON’S HIT "I WILL ALWAYS LOVE YOU" HERE

SEE VIDEO OF WHITNEY HOUSTON’S HIT "THE GREATEST LOVE OF ALL" HERE

SEE VIDEO OF WHITNEY HOUSTON’S HIT "I’M EVERY WOMAN" HERE

SEE VIDEO OF WHITNEY HOUSTON’S HIT "I WANNA DANCE WITH SOMEBODY" HERE

SEE VIDEO OF WHITNEY HOUSTON’S HIT "IT’S NOT RIGHT BUT IT’S OK" HERE

SEE VIDEO OF WHITNEY HOUSTON’S FINAL PERFORMANCE BEFORE DEATH

SEE VIDEO OF WHITNEY HOUSTON & BOBBI KRISTINA BROWN PERFORMING "MY LOVE IS YOUR LOVE"

SEE VIDEO OF LL COOL J’S PRAYER FOR WHITNEY HOUSTON ON GRAMMYS 2012

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CATÓLICOS ENTRAM NA BRIGA

 

Em manifestação contra o aborto, CNBB envia nota para Dilma

A Confederação dos Bispos do Brasil (CNBB) informou nesta quinta-feira, 16, que enviou à presidente Dilma Rousseff uma carta na qual condena o aborto e aborda a posição da ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, Eleonora Meniccuci, sobre o tema.

Escolhida neste mês para substituir Iriny Lopes no comando da pasta, Meniccuci afirmou em entrevistas que considera o aborto uma “questão de saúde pública” e que tem “convicção pessoal” sobre o assunto. Ela destacou, contudo, que defenderá a política do governo e que a legalização ou não do aborto deve ser resolvida pelo Legislativo.

O presidente da CNBB, Cardeal Raymundo Damasceno Assis, disse achar “estranho” que a ministra tenha abordado o tema logo após ser indicada para o cargo.

“A presidente é livre para escolher os seus ministros. Claro que estranho logo, logo ao iniciar seu trabalho no ministério, já abordar uma questão que sabemos ser muito discutida na sociedade e, evidentemente, que há tantos outros temas muito mais importantes de serem tratados”, disse.

Procurada, a assessoria da Secretaria de Política para as Mulheres, até a última atualização desta reportagem, não se manifestaria sobre o assunto. A ministra está em viagem a Genebra.

Segundo ele, diante das declarações de Meniccuci, a CNBB resolveu reafirmar à presidente Dilma sua posição sobre o aborto. “Vamos enviar uma carta à presidente abordando esse tema e, sobretudo, mantendo nossa posição de que a vida merece respeito desde o seu início”, afirmou.

No dia em que assumiu o cargo de ministra, no dia 10 de fevereiro, ao ser perguntada sobre as críticas de líderes evangélicos a respeito de sua posição sobre a legalização do aborto, Eleonora Meniccuci respondeu: "Só quero dizer que o aborto inseguro é a quarta causa de morte materna e quinta causa do SUS [Sistema Único de Saúde]. O governo tem posição em relação a isso que é pública. E vamos trabalhar. Convicção é convicção, como já foi dito pela presidente."

Para o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, a declaração da nova ministra "incomodou muita gente", não apenas a Igreja Católica.

Camisinha

O arcebispo afirmou ainda que a CNBB é contrária à distribuição de preservativos durante as festas de carnaval. Damasceno Assis afirmou compreender que o governo faça campanhas contra o vírus HIV voltadas ao público homossexual, mas disse ser contrário à entrega de camisinhas.

“O governo deve estar preocupado com a saúde pública, a saúde dos cidadãos. É um dever dele. Muitas vezes ocorre transmissão maior, pelas estatísticas, no grupo de homossexuais. [Distribuir preservativos] evidentemente que não apoiamos. Evidentemente que [a CNBB] é contra”, disse.

Dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, disse que passou por uma situação “constrangedora” no carnaval passado quando estava em um ônibus em Barra das Garças (MT).

“Sentado dentro do ônibus colocaram no meu colo uns 30 preservativos. Quando disse que não precisava me obrigaram e me xingaram. Esse tipo de ação de governo não é por aí que estamos preservando as pessoas”, contou.

“Quando no final eu disse, olha, eu sou bispo. Ela ficou me olhando espantada, mas assim mesmo quis me obrigar [a receber as camisinhas] para eu distribuir aos meus filhos. Não entendeu a minha realidade”, complementou o bispo, bem humorado.

Lei da Ficha Limpa

Os bispos da CNBB também defenderam a validade da Lei Ficha Limpa, que proíbe as candidaturas de políticos condenados pela Justiça em decisões colegiadas ou que renunciaram a cargo eletivo para evitar processo de cassação.

Nesta quinta, o Supremo Tribunal Federal vai definir as regras que serão aplicadas aos candidatos em eleições a partir de outubro.

“A expectativa nossa é de que realmente o Supremo declare a constitucionalidade. A lei pode aprimorar e aperfeiçoar nosso sistema eleitoral. Agora, Ficha Limpa é apenas um passo. Um feito positivo na questão eleitoral”, disse o Cardeal Raymundo Damasceno Assis.

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Malafaia chama de ‘absurda’ a ação que o acusa de homofobia

 

DANIEL RONCAGLIA
DE SÃO PAULO

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, classificou de "absurda" a ação na qual o Ministério Público Federal em São Paulo que pede sua retratação por um discurso considerado homofóbico.

"Em hipótese alguma vou pedir retratação, pois isso é um absurdo. Os gays manipularam a minha fala para me incriminar, e sou eu que tenho de pedir retratação? Isto deve ser uma brincadeira", afirma o pastor, em nota.

Segundo o pastor, querem "rasgar" a Constituição para beneficiar os homossexuais. "Vou às últimas consequências na Justiça."

Procuradoria quer retratação de pastor sob acusação de homofobia

Os comentários de Malafaia foram feitos em julho de 2011 no programa "Vitória em Cristo", que é exibido na TV Bandeirantes em horário comprado por ele.

Em meio ao debate sobre a proposta de lei para criminalizar a homofobia, o pastor falava sobre a Marcha para Jesus e a Parada Gay, eventos que aconteceram em junho em São Paulo.

"Os caras na Parada Gay ridicularizaram símbolos da Igreja Católica e ninguém fala nada. É para a Igreja Católica ‘entrar de pau’ em cima desses caras, sabe? ‘Baixar o porrete’ em cima pra esses caras aprender. É uma vergonha", afirma o pastor no programa.

Para o procurador Jefferson Aparecido Dias, mais do que expressar sua opinião, o pastor fez um discurso de ódio.

A ação também foi movida contra a TV Bandeirantes. De acordo com o procurador, a emissora deve impedir que mensagens homofóbicas sejam exibidas em sua programação.

A Band afirma que vai se pronunciar "oportunamente através do seu departamento jurídico".

"As gírias ‘entrar de pau’ e ‘baixar o porrete’ têm claro conteúdo homofóbico, por incitar a violência em relação aos homossexuais", afirma o procurador na ação.

Aparecido Dias pede a retratação do pastor na TV, que deve ter, no mínimo, o dobro do tempo usado para fazer os comentários.

Ele ainda quer que Malafaia não faça mais discursos que poderiam ser considerados homofóbicos.

Durante o inquérito, o pastor afirmou que fez uma "crítica severa a determinadas atitudes de determinadas pessoas desse segmento social, acrescida também de reflexão e crítica sobre a ausência de posicionamento adequado por parte das pessoas atingidas".

Ele ainda disse que as expressões "baixar o porrete" ou "entrar de pau" significam "formular críticas, tomar providências legais".

Segundo o procurador, durante o inquérito o pastor pediu que os fiéis da sua igreja enviassem e-mails ao responsável pelo caso. Aparecido Dias relata ter recebido centenas de mensagens.

"Da mesma forma que seus seguidores atenderam prontamente o seu apelo para o envio de tais e-mails, o que poderá acontecer se eles decidirem, literalmente, "entrar de pau" ou "baixar o porrete" em homossexuais?", questiona o

procurador.