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Deputado gay sai em publicação e torna ataque a Malafaia

JEAN WYLLYS VIRA ALVO

 

O deputado federal Jean Wyllys defende mudanças na Constituição Brasileira em favor do casamento civil homossexual.

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) foi retratado em matéria do jornal britânico The Guardian como uma figura quixotesca na luta pelos direitos homossexuais contra uma “legião de pregadores evangélicos diretos e radicais”.

“As mãos de Malafaia e outros pastores estão cobertas de sangue: o sangue de homossexuais que no Brasil morrem vítimas da homofobia”, disse ele à publicação.

A matéria conta a história do político que teve uma infância pobre e uma educação católica. Em Salvador, Wyllys iniciou sua carreira como jornalista e logo depois mudou-se para o Rio de Janeiro.

Em 2005, ele participou da oitava edição do reality show Big Brother Brasil, vencendo o programa com cerca de 50 mil votos populares.

Os momentos de fama do jornalista o levaram a eleger-se deputado federal pelo partido socialista e desde então começou sua sistemática e incansável luta pelos direitos homossexuais.

Wyllys defende ferozmente que mudanças sejam feitas na Constituição Brasileira em favor do casamento civil homossexual. Ele ainda acredita que sua presença no congresso pode abrir portas para outros políticos gays.

O deputado é o primeiro assumidamente gay no Brasil e foi eleito pela revista IstoÉ como uma das 100 pessoas mais influentes da atualidade, ao lado do dirigente coreano Kim Jong-un, o técnico do Barcelona Pep Guardiola, a presidente Dilma Rousseff, e do Barack Obama.

“Em 2012 terei mais influência que qualquer outra pessoa na luta contra a homofobia”, discursa o ex-BBB.

A batalha pública entre o deputado pró-gay e o televangelista pastor Silas Malafaia, que se auto-intitula o “inimigo número 1 do movimento gay” no Brasil ganhou destaque.

Segundo o líder religioso, em uma de suas recentes respostas a Wyllys, os homossexuais querem silenciar e criminalizar sua opinião.

Também recentemente, o deputado federal defendeu a opinião de que os pastores que possuem programas televisivos não devem "demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual".

Afirmou, por outro lado, que os religiosos são livres para dizer no púlpito em suas igrejas que a homossexualidade é pecado.

Escolha X genética

A batalha de ativistas gays está longe de acabar. Enquanto muitos cristãos acreditam que os homossexuais podem ser ‘libertos do vício’ da homossexualidade, estes, por sua vez, insistem na tese de que não se trata de uma opção, caracterizando a sexualidade como fator genético.

“A opinião dos religiosos) é um equívoco, pois significa desconhecer uma série de ‘conquistas’ que a ciência já fez no sentido de mostrar que nós não optamos por isso”, disse Jean Wyllys em recente entrevista.

A geneticista Mayana Zatz disse recentemente em entrevista à Veja que ainda não foram identificados os muitos genes que poderiam determinar a homossexualidade.

Segundo ela, é possível que exista uma “herança multifatorial”, onde vários genes poderiam interagir com o ambiente para determinar uma característica.

A questão ainda não é conclusiva e pode vir a ser esclarecida no futuro, com os avanços nas pesquisas e na tecnologia.

Data: 1/2/2012 08:33:24
Fonte: Christian Post

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A vitória da mulher de mentira sobre a mulher de verdade?

 

Julio Severo

A mulher de verdade tinha valor no passado? Meu artigo “As mulheres e o futuro da humanidade”, publicado em 2008, mostra o que os homens faziam pelas mulheres:

“No passado, onde o feminismo acusa que as mulheres não tinham valor, não eram necessárias placas ‘Preferência para mulheres grávidas’. A própria responsabilidade social dos homens impunha respeito e proteção às mulheres — sem placas. Quando um navio afundava, as mulheres tinham direito prioritário de salvamento. Aliás, em todas as outras situações de grande perigo, as mulheres e crianças recebiam prioridade absoluta. Os homens ficavam em último plano, muitas vezes perdendo suas vidas para que mulheres e crianças pudessem viver”.

Então, vieram as feministas e disseram para as mulheres: “Vocês só são objetos dos homens!” Mas já viu, no momento do afundamento de um navio, um homem colocar todos seus objetos pessoais no bote salva-vidas e dizer: “Primeiro, meus objetos! Perco minha vida, mas salvo meus objetos.”

Mulher de verdade: apenas objeto dos homens no passado?

Os homens faziam questão de abrir a porta para as mulheres e ajudá-las no que fosse possível. Se uma mulher gritasse, “Há um homem no banheiro feminino!”, outros homens viriam e dariam uma surra no sem-vergonha. A proteção à mulher era garantida.

Hoje, um homem pode entrar no banheiro feminino, desde que disfarçado de mulher, e os homens de verdade não podem bater no sem-vergonha. Eles não podem nem mesmo abrir a boca porque o movimento feminista os castrou. Eles têm medo da mulher de verdade e da mulher de mentira, por causa da cobertura estatal sobre ambas.

De forma igual, as mulheres pouco ou nada podem fazer contra um homem disfarçado de mulher no banheiro feminino, pois a mulher de mentira, fortalecida pelo movimento feminista, tem agora prioridade sobre a mulher de verdade.

A mulher de verdade calou-se quando a mulher feminista exigiu a queda e rebaixamento do homem.

Mulher de mentira: agora é minha vez!

Quem falará agora pela mulher de verdade quando a mulher de mentira exigir sua queda e rebaixamento, não só no banheiro, mas também em todas as outras áreas?

“Ah, o Estado poderá nos ajudar! O Estado moderno sempre disse que nos protegeria dos homens!” Isso é verdade — até o aparecimento da mulher de mentira. A vez das mulheres de verdade está indo. O que está vindo agora é a preferência às mulheres de mentira.

O Estado continuará dando preferência para as mulheres em todos os casos envolvendo homens.

Mas nos casos envolvendo homens disfarçados de mulher, as mulheres de verdade levarão a pior. Mesmo quando a mulher de verdade é apenas uma menina de dez anos, a mulher de mentira — um marmanjo sem vergonha — leva a melhor.

Concordo: agora é a vez da mulher de mentira!

Com a igualdade sexual imposta pelo movimento feminista e a castração dos homens, já vimos que quando um barco está afundando, homens e mulheres brigam igualmente pelos botes salva-vidas. Viva a igualdade sexual, não?

E o que foi que aconteceu com a “tradição patriarcal masculina” de se dar preferência para as mulheres e crianças? Esse lugar foi ocupado pela mulher de mentira. Os holofotes agora estão sobre essas mulheres falsificadas (também conhecidas pela sigla LGBT), que têm a preferência da mídia e do governo.

Aliás, mulheres e homens serão obrigados a ceder os botes salva-vidas às mulheres de mentira, sob risco de serem acusados de “homofobia” no próprio afundamento do navio.

Depois, poderão entrar nos botes crianças que foram doutrinadas a adorar o homossexualismo. Depois, as feministas pró-aborto e pró-homossexualismo. Por último, os homens castrados.

Os cristãos e todas as pessoas conservadoras, inclusive mulheres e crianças que se opõem à agenda gay, serão deixados no navio que está afundando.

No passado, as mulheres eram prioridade de salvamento. E hoje, com a moderna “igualdade”, como fica a situação delas?

A cultura feminista/homossexual coloca o homem abaixo da mulher, e a mulher abaixo do homossexual.

Não era melhor a cultura “patriarcal”, onde o homem era cabeça, e na hora do perigo, salvavam-se as mulheres primeiro?

Os homens “patriarcais” davam a vida pelas mulheres.

Quem hoje dará a vida por elas?

Fonte: www.juliosevero.com

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Cientistas desenvolvem técnica para ‘ler’ pensamentos

 

 

Atualizado em  1 de fevereiro, 2012 – 10:17 (Brasília) 12:17 GMT

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Cientistas vêm aperfeiçoando maneiras de ‘ler’ pensamentos

Cientistas americanos criaram um método para descobrir palavras nas quais pacientes estavam pensando, com base em suas ondas cerebrais.

A técnica, descrita na revista científica PLoS Biology, se baseia nos sinais elétricos nos cérebros de pacientes que ouviam diferentes palavras. Um computador foi depois capaz de reconstruir os sons nos quais os pacientes estavam pensando.

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Segundo os pesquisadores, o método poderia ser usado no futuro para ajudar pacientes em coma ou com síndrome de encarceramento a se comunicar.

Imagens e sons

Estudos recentes vêm aperfeiçoando maneiras de "ler" pensamentos.

No ano passado, a equipe do cientista Jack Gallant, da Universidade da Califórnia, Berkeley, desenvolveu uma maneira de relacionar os padrões de fluxo sanguíneo no cérebro a determinadas imagens nas quais os pacientes estavam pensando.

Agora, Brian Pasley, da mesma universidade, liderou uma pesquisa aplicando princípios semelhantes aos sons.

Sua equipe se concentrou no giro temporal superior (GTS), uma região do cérebro que não só é parte do aparato auditivo, mas também nos ajuda a entender linguisticamente os sons que ouvimos.

Palavra secreta

Os pesquisadores monitoraram as ondas cerebrais de 15 pacientes selecionados para cirurgia devido a epilepsia ou tumores, enquanto diferentes alto-falantes tocavam gravações contendo palavras e frases.

Eles usaram então um programa de computador para mapear que partes do cérebro reagiam, e de que forma, quando a pessoa ouvia diferentes frequências sonoras.

Depois, os pacientes recebiam uma lista de palavras e escolhiam uma na qual deveriam pensar. Com a ajuda do programa de computador, a equipe conseguia descobrir que palavra havia sido escolhida.

Eles conseguiram até reconstruir algumas das palavras, transformando as ondas cerebrais que eles viam de volta em som, com base nas interpretações feitas pelo computador.

"Este trabalho tem uma natureza dupla: a primeira é a ciência básica de entender como o cérebro funciona. A outra, do ponto de vista protético. Pessoas que têm problemas de fala poderiam usar um aparelho protético, quando elas não conseguem falar, mas conseguem pensar no que elas querem dizer", explicou um dos autores do estudo Robert Knight.

"Os pacientes estão nos dando estas informações, então seria bom podermos dar alguma coisa em troca no fim."

Os cientistas explicam, no entanto, que a ideia de "leitura de pensamento" ainda precisa ser amplamente aperfeiçoada para que aparelhos do tipo se tornem uma realidade.