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Comediantes de Israel fazem paródia de Michel Teló com polêmica religiosa

 

Dupla usou hit para criticar ofensa de judeus ortodoxos a garota de 8 anos.
Vídeo recebeu mais de 75 mil visualizações em 24 horas.

Ana Carolina MorenoDo G1, em São Paulo

 

Yohay Sponder e Meni Malca, comediantes israelenses (Foto: Arquivo pessoal)

Yohay Sponder e Meni Malca, comediantes
israelenses (Foto: Arquivo pessoal)

Sem saber da repercussão no Brasil do vídeo em que soldados israelenses copiam a coreografia da música "Ai se eu te pego", do cantor Michel Teló, dois comediantes de Israel se surpreenderam com a velocidade com que uma paródia que fizeram da famosa canção chegou ao país da versão original.

Assista ao vídeo no YouTube

Yohay Sponder, de 29 anos, e Meni Malca, de 32, decidiram unir a popular música com uma polêmica que tem gerado conflitos entre judeus ortodoxos e não-praticantes em Israel. Em dezembro, autoridades receberam queixas de que algunsjudeus ortodoxos teriam cuspido e falado de forma "desrespeitosa" com alunas de uma escola primária. Há suspeitas de que radicais religiosos intimidam mulheres que eles considerem "exibidas".

O resultado foram mais de 75 mil visualizações em 24 horas do vídeo em que os dois humoristas, vestidos de judeus ortodoxos, rebolam ao lado de duas mulheres vestidas em trajes típicos do carnaval brasileiro. Publicada no YouTube na sexta-feira (6), a paródia já era compartilhada e comentada em perfis do Facebook no Brasil no dia seguinte.

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"Como vocês acharam nosso vídeo tão rápido?", perguntou Sponder em entrevista concedida ao G1no domingo (8). Segundo ele, no fim de semana o vídeo se tornou um dos mais assistidos na categoria "religião" em Israel, com destaque na página inicial do site.

O comediante afirmou que a letra foi escrita em dois dias e o vídeo foi gravado em três horas e editado em 15. "Foi uma produção de amigos que custou cerca de US$ 115 [cerca de R$ 210]. Nós optamos por não lucrar com anúncios neste vídeo. Espero que ninguém cobre direitos autorais." As duas mulheres que dançam a coreografia de Teló vestidas como passistas de escola de samba são uma brasileira amiga da dupla e uma israelense descendente de iemenitas.

A dupla tem um canal bem sucedido no YouTube há menos de um ano. Seus vídeos recebem sempre mais de 100 mil visualizações e, além de paródias musicais, como uma feita a partir da canção "Empire State of Mind", dos artistas americanos Jay-Z e Alicia Keys.

Canal da dupla de comediantes israelenses no YouTube (Foto: Reprodução)Canal da dupla de comediantes israelenses no YouTube (Foto: Reprodução)

Como a "Macarena"
Sponder confirmou o reinado de Michel Teló em Israel, que inspirou até o grupo de 11 soldados do exército a gravar sua própria versão coreografada do videoclipe. "É incrível, está em toda a parte, até nas academias as pessoas imitam os passos de dança", afirmou ele. O comediante, que mantém um canal de paródias no YouTube e faz shows de stand-up no Camel Comedy Club, em Tel Aviv, não entendeu o sucesso no Brasil da reação de israelenses ao hit de Teló. "Fui a Bucareste, na Romênia, e lá também tocam a música em todo canto."

A canção tem uma batida muito boa. Eu gostei dela porque quando fui criar a minha própria letra foi muito fácil trabalhar"

Yohay Sponder, comediante

O humorista credita o êxito de "Ai se eu te pego" à letra facilmente memorizável e compara a canção à "Macarena", produção espanhola que se espalhou pelo mundo em meados da década de 90.

Pouco conhecedor da música brasileira, Sponder admite que não se lembra de muitos artistas, mas adora a canção "Garota de Ipanema". Ele se admirou ao descobrir que, um ano atrás, Michel Teló era pouco conhecido dentro do Brasil. "A canção tem uma batida muito boa. Eu gostei dela porque quando fui criar a minha própria letra foi muito fácil trabalhar."

Yohay Sponder e Meni Malca parodiaram música de Michel Teló (Foto: Reprodução)Yohay Sponder e Meni Malca parodiaram música de
Michel Teló (Foto: Reprodução)

Ortodoxos X não-praticantes
Segundo Sponder, a ideia de parodiar "Ai se eu te pego" foi de sua namorada. Ele decidiu abordar um episódio polêmico que aconteceu em dezembro na cidade de Beit Shemesh.

Na ocasião, um judeu ultra-ortodoxo ofendeu e cuspiu em uma menina de oito anos, filha de uma imigrante americana, que caminhava rumo à escola. A justificativa do homem era a falta de modéstia com a qual a garota se vestia.

"Nós ficamos muito bravos com isso. Achamos que você não pode falar que uma menina não se veste bem, porque ela é só uma menina. Em uma mulher, você consegue ver seus seios ou suas pernas, mas quando se trata de uma menina de oito anos, então esse tipo de coisa fala algo sobre o homem", explicou Sponder.

A dupla já havia feito um vídeo sobre o tema antes. Vestidos como judeus ortodoxos, saíram às ruas ensinando de maneira bem humorada como as pessoas deveriam vestir seus bebês e cachorros. A paródia de Michel Teló, porém, tem tido mais repercussão.

Nós só fizemos uma paródia sobre algo que achamos errado. É a nossa maneira de lidar com o assunto"

Yohay Sponder, comediante

Batizada de "Canção da Shiksa", palavra usada para se referir a mulheres por comportamentos reprováveis do ponto de vista religioso, a nova versão israelense de "Ai se eu te pego" também mostra um homem falando com uma mulher. Mas, segundo explicou Sponder, nesse caso se trata de um homem "saudável" e trabalhador que critica uma "mulher de oito anos" por se comportar como uma "prostituta sem respeito" e "não se envergonhar" por isso.

Ele afirma que a profissão da dupla, como comediantes, é tratar de temas sérios com humor, e assegura que não tem nada contra judeus ultra-ortodoxos. "Nós temos recebido ofensas em nosso canal, de gente nos chamamos de nazistas e dizendo que odiamos eles. Não é isso, nós só fizemos uma paródia sobre algo que achamos errado. É a nossa maneira de lidar com o assunto."

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Nigeria : Nueva masacre de cristianos en funeral por las últimas víctimas

Nueva masacre de cristianos en funeral por las últimas víctimas

Musulmanes de Boko Haram asesinaron a otros 20 cristianos en Nigeria, mientras enterraban a las víctimas del último atentado terrorista.

08 DE ENERO DE 2012, NIGERIA

Más de 20 cristianos nigerianos han sido asesinados el pasado viernes 6 de enero por musulmanes que gritaban “Alá es grande”. La matanza se produjo en Mubi, en el Estado de Adamawa, cuando se celebraban los funerales de tres cristianos que perdieron la vida en un ataque anterior, el jueves 5 de enero.

  Se trata de los primeros atentados que sufre el Estado de Adamawa tras el inicio de la campaña de terror de Boko Haram el pasado año en el norte de Nigeria, de mayoría musulmana.

  Cuando los cristianos se encontraban reunidos en el Ayuntamiento de la localidad de Mubi, donde se celebraba el funeral por tres cristianos asesinados el pasado jueves, un número indeterminado de musulmanes, presumiblemente miembros de Boko Haram, asaltaron el lugar armados con rifles Kalashnikov, cuchillos y machetes, dando muerte a más de 20 de los asistentes al acto e hiriendo de gravedad a otros 15.

  Los atacantes actuaron con inusitada brutalidad, sin hacer distinciones de edad ni sexo mientras masacraban a sus víctimas.

  Los terroristas musulmanes de Boko Haram  habían dado a los cristianos un plazo 3 días para que abandonaran el norte de Nigeria o se atuvieran a las consecuencias. Y al expirar el ultimátum el jueves 5 de enero, la amenaza se ha cumplido en diversos ataques, del que éste es el último que hay que lamentar.

UNA OLLA A PRESIÓN

  Boko Haram, que significa “la educación occidental es pecado”, atentó en Navidad contra varios “objetivos” cristianos (protestantes y católicos) dejando un saldo de 49 víctimas mortales, siendo la mayor parte de ellos feligreses católicos que salían de una iglesia.

  El grupo islámico, que en agosto de 2011 atacó una sede de Naciones Unidas en Abuja provocando la muerte a 25 personas, está creciendo en influencia, su actividad criminal es cada vez más mortífera y no acepta que de los nigerianos hayan elegido democráticamente a un cristiano como presidente del país.

  Pero los islamistas de Boko Haram no están solos en sus sangrientos desvaríos, puesto que cuentan con la complicidad de soldados y mandos militares que les han prestado auxilio en sus depredaciones anticristianas, lo que hace presagiar una notable conflictividad institucional de previsibles consecuencias.

Fuentes: Minuto digital

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¿Es la Europa católica la que está en mayor bancarrota?

 

¿Es la Europa católica la que está en mayor bancarrota?

Las regiones alemanas protestantes son más ricas y desarrolladas que las católicas. Los tres países católicos de la UE -en gran crisis- dan a la jerarquía católica un paraíso fiscal.

08 DE ENERO DE 2012, MADRID

Arrecia el debate sobre la influencia de la religión en el desarrollo económico de los pueblos – ¿Por qué la crisis se ha cebado más en los Estados del sur que en los del norte, de tradición protestante?
Esta entradilla no pertenece al protestante César Vidal, que está escribiendo una serie en esta línea en Libertad Digital . Es el texto que encabeza una noticia del nada religioso diario El País, con la firma de Juan G. Bedoya.
“¿Son manirrotos los católicos, e incapaces sus políticos de sostener una economía capitalista creíble? ¿Por qué la crisis se ceba más en los países católicos del sur de Europa que en los del norte, de tradición protestante? ¿Son anticatólicos los mercados? No es un debate nuevo, pero arrecia en los tres últimos años”, sigue el conocido diario, uno de los de mayor influencia en España.
PIGS es el acrónimo despectivo con el que financieros anglosajones se refieren a los países del sur de la UE: Portugal, Italia, Grecia y España (Spain en inglés), para subrayar sus problemas específicos: déficit incontrolado, contracción económica, desempleo galopante, endeudamiento, burbuja inmobiliaria, derrumbe de sus emisiones de deuda y, sobre todo, mentira y falseamiento de las cuentas . Tras la crisis de 2008, se reemplazó Italia por Irlanda, pero ahora añaden a las dos, con el acrónimo PIIGS. Algunos de esos países fueron presentados como ejemplares por sus gobernantes, en el caso de España como una economía de "champions", a punto de superar a Francia e, incluso, a Alemania (palabras de Zapatero hace tres años).
El calificativo PIGS ha sido usado incluso por el serio Financial Times, referido a los prejuicios habituales de un determinado pensamiento económico sobre países de la periferia europea, oponiendo su situación a los emergentes BRIC (Brasil, Rusia, India, y China). El periódico jugaba con las palabras brick (ladrillo) y pig (cerdo), con una sutil referencia a la frase hecha que designa en ese idioma la idea de algo inverosímil: flying pig (cerdo que vuela).
Otros teóricos han utilizado la expresión economía porcina. "Es un apodo peyorativo, aunque refleja la realidad. Hace ocho años, los cerdos llegaron realmente a volar. Sus economías se dispararon después de unirse a la eurozona. Ahora, los cerdos están cayendo de nuevo a tierra", escribió Financial Times en septiembre de 2008. Los mismos calificativos han usado The Times, Newsweek y The Economist.
Pese a que las economías de los países donde más han arreciado esas críticas (Reino Unido y EE UU) también atraviesan por dificultades, los desprecios no han desaparecido. Todo empezó con las tesis del sociólogo Max Weber sobre la inferioridad del catolicismo romano respecto al protestantismo para construir economías capitalistas solventes.
Los cinco países PIGS tienen esa característica religiosa, son católicos romanos, salvo Grecia, que es ortodoxa, una religión prima hermana del catolicismo . Si hubiera un barómetro para medir el maridaje entre el Estado y la religión, Grecia se llevaría la palma confesional, por delante de Italia y España. La última demostración fue la jura del cargo del nuevo primer ministro heleno, humillado ante el nutrido grupo de prelados encabezados por el arzobispo de Atenas y primado de Grecia, Jerónimos II.
En España, los presidentes de Gobierno y sus ministros, incluso los tachados por el Vaticano de "laicistas furibundos" (como Rodríguez Zapatero), juran su cargo ante un crucifijo y la Biblia abierta por el Pentateuco, el llamado Libro de los Números.
LA CULTURA PROTESTANTE DEL TRABAJO
Veamos las tesis del sociólogo alemán Max Weber (Erfurt, 1864-Múnich, 1920). Las expone en un libro que se hizo pronto famoso, La ética protestante del capitalismo, publicado en 1905. Dice: "El mundo protestante es más exitoso económicamente que el católico gracias al influjo de la religión protestante en cada uno de sus individuos: amor al trabajo, honradez, ahorro y apego permitido a lo material".
Los protestantes llaman perezosos a los católicos. Replican los católicos que los protestantes son materialistas. Weber lo explica así: "El católico es conformista y prefiere la seguridad, mientras que el protestante se atreve con el riesgo. La Iglesia católica castiga al hereje, pero es indulgente con el pecador. El protestante pone el énfasis no en la confesión, sino en la conducta. Cualquier fabricante sabe que es la falta de conciencia de los trabajadores de países como Italia uno de los obstáculos de su evolución capitalista y de todo progreso".
El sociólogo de la religión se refiere aquí a un tema de rabiosa actualidad en la UE: la menor laboriosidad y productividad de los países del sur, y el escandaloso absentismo laboral. Según Weber, el protestante no considera el trabajo un castigo. Los católicos, en cambio, creen que el trabajo es el máximo castigo de Dios por el pecado original . Del protestantismo, perseguido con saña en España hasta 1966, escribió Menéndez Pelayo, desde su atalaya de católico a machacamartillo: "El protestantismo no es más que la religión de los curas que se casan".
Recientes investigaciones de Ludger Wössmann y Sascha Becker , profesores de Economía de la Educación en la Universidad de Múnich, confirman en parte esta tesis tan radical. Efectivamente, las regiones alemanas protestantes eran (son) de promedio más ricas y desarrolladas que las católicas , y también tenían (tienen) mayor nivel de escolarización de mujeres.
Es difícil encontrar un historiador de las religiones que no se ocupe de las tesis de Weber. El último en hacerlo es Diarmaid MacCulloch, catedrático de Historia de la Iglesia en la Universidad de Oxford . Acaba de publicar una imponente Historia de la Cristiandad (Debate, 2.300 páginas) y, pese a señalar los intentos renovadores de Roma, considera razonables los argumentos del sociólogo alemán . "Los colectivos son más proclives que los individuos a pasar por alto algo que sucede delante de sus narices", ironiza.
LA UE, HOY EN DÍA
Vengamos a la actualidad. Manuel Vicent acaba de escribir en EL PAÍS un perfil de la canciller de Alemania, Angela Merkel. Lo tituló “Como el ama de casa de Europa”. Dice Vicent: "Merkel entró en política con la caída del Muro. Aquel 9 de noviembre de 1989 se limitó a cruzar al Berlín Occidental para llamar por teléfono a una tía de Hamburgo. Se dio una vuelta por la Ku’damm y después de contemplar los escaparates capitalistas volvió a casa porque al día siguiente había que madrugar. Ahora, aquella mujer adusta de la Alemania comunista está llamada a solventar todo el despilfarro impúdico del catolicismo barroco, el de los sobrinos manirrotos del sur como la tía luterana del Norte a la que acudes para que te salve de la bancarrota".
Efectivamente , la protestante Ángela Merkel se presenta capaz de arreglar las cuentas y las deudas de los Estados del sur, como se ayuda a un primo borrachín . Pero exige a los pordioseros atenerse al cuento de los tres cerditos merendados por el lobo. No ayudará, a menos que los PIGS estén dispuestos a construir en cemento armado sus casas, en vez de con paja reseca, y a aplicarse el cuento de la austeridad, el rigor y los sacrificios.
LA EUROPA DE CULTURA CATÓLICA
Todo son dudas. Las medidas de austeridad impuestas a los italianos  por el Gobierno del tecnócrata Mario Monti (bien arropado por ministros católicos, como Andrea Riccardi, hagiógrafo de Juan Pablo II y fundador de la Comunidad de San Egidio, uno de los nuevos movimientos del catolicismo romano), excluyen de todo sacrificio a la Iglesia católica. El plan de ajuste asciende a 30.000 millones de euros, de los que buena parte proceden de un nuevo impuesto inmobiliario. Si la Iglesia católica italiana lo tuviera que pagar, Monti tendría 2.500 millones más. Lo han evitado ministros considerados más súbditos del Vaticano que de Italia.
Italia confirma también las conclusiones de Wössmann y Becker, con un añadido: allí está demostrado que el norte, más rico pero menos religioso, es menos corrupto que el sur, donde la tradición católica está más arraigada y hay más pobreza.
Han hecho lo mismo que Italia los nuevos gobernantes de Grecia . En España , ni siquiera se plantea lo contrario, pese a ser la Iglesia católica el segundo propietario inmobiliario después del Estado. En los tres países católicos en crisis, las jerarquías católicas viven en un clamoroso paraíso fiscal.
En España, el atraso económico se concentra, con tasas de paro por encima del 30%, en las regiones más católicas, si sirve para medir la religiosidad el porcentaje de contribuyentes que coloca la equis en su declaración de la renta pidiendo que Hacienda desvíe el 0,7% de su cuota fiscal para pagar los salarios de obispos y sacerdotes . Andalucía y Castilla-La Mancha duplican el porcentaje de País Vasco y Cataluña. Además, la historia del mal llamado impuesto religioso es una demostración de cómo en el mundo católico la verdad puede convertirse en mentira con desparpajo. Sostienen los obispos que son sus fieles los que pagan ese impuesto. No es verdad. El católico español, al contrario que en Alemania, no añade ni un euro en el IRPF para su confesión. Es Hacienda quien lo deduce de los ingresos totales del Estado, de manera que el sostenimiento del clero católico corre también por cuenta de ateos, protestantes, judíos, musulmanes y todos los etcéteras que quieran añadirse .
MUJER, RELIGIÓN Y SOCIEDAD
Uno de los frenos del desarrollo en los países católicos es la tradicional aversión de los jerarcas romanos por la mujer . Ese talibanismo pervivió en la Europa de los PIGS hasta bien entrado el siglo XX, pomposamente llamado el siglo de las mujeres. Carlos Marx, muchos años antes, había advertido de que "el progreso social se mide por la posición que ocupa la mujer en una determinada sociedad". En España, durante el franquismo, donde mandaban mucho los obispos, las mujeres no podían abrir cuentas en un banco ni obtener el pasaporte sin licencia del marido.
Otro cantar es la fama festivalera de los países del sur . El presidente Mariano Rajoy ha prometido que reducirá los puentes festivos para mejorar la productividad, pasando al lunes algunas fiestas de guardar. Lo tiene difícil. Ya lo intentó Felipe González en 1984 con la fiesta de la Inmaculada (8 de diciembre), para que no coincidiese con la de la Constitución (dos días antes). Los obispos casi se echan al monte.

Fuentes: El Pais

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